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Baleia-franca-do-atlântico-norte

Eubalaena glacialis

Atualizado em

13 a 16 m (fêmeas maiores)Tamanho
40 a 70 toneladasPeso
70 a mais de 100 anosExpectativa de vida
Atlântico Norte ocidental costeiroHabitat
Inofensiva, não atacaPerigo para humanos
Baleia-franca-do-atlântico-norte adulta nadando de lado em água clara

A baleia-franca-do-atlântico-norte (Eubalaena glacialis) é um mamífero marinho de grande porte, sem barbatana dorsal e com calosidades brancas únicas na cabeça. Pode chegar a 16 metros e pesar até 70 toneladas, sendo as fêmeas maiores que os machos.

Extremamente costeira e lenta, ela foi caçada até quase a extinção por ser a "baleia certa" de capturar: flutuava depois de morta e rendia muito óleo. Hoje, com menos de 360 indivíduos, sofre principalmente com colisões com navios e emaranhamento em redes de pesca no Atlântico Norte ocidental.

Também conhecido como: Baleia-franca-do-norte, Baleia-franca-setentrional, North Atlantic right whale (inglês), Baleine noire de l'Atlantique Nord (francês), Ballena franca del Atlántico Norte (espanhol)

Faz parte de: Baleias e Golfinhos

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Galeria de fotos de Baleia-franca-do-atlântico-norte

Baleia-franca-do-atlântico-norte adulta nadando de lado em água clara
Corpo robusto preto sem barbatana dorsal, marca registrada da espécie.
Close da cabeça da baleia-franca-do-atlântico-norte mostrando calosidades brancas
Calosidades brancas únicas permitem identificar cada indivíduo.
Detalhe das barbatanas da baleia-franca-do-atlântico-norte
Barbatanas de até 2,8 metros filtram copépodes minúsculos.
Mãe e filhote de baleia-franca-do-atlântico-norte na superfície
Filhotes nascem no inverno nas águas rasas da Flórida e Geórgia.
Baleia-franca-do-atlântico-norte se alimentando na superfície com boca aberta
Alimentação por filtragem lenta na superfície.
Grupo de baleias-francas-do-atlântico-norte agregadas na superfície
Agregações sazonais em áreas de alimentação no verão.

Perfil rápido de Baleia-franca-do-atlântico-norte

Estado de conservação

CR
Criticamente em Perigo

População com menos de 360 indivíduos e em declínio contínuo.

População
em declínio
Protegido por
sim

Calendário

NascimentosJFMAMJJASOND
Migração para norte (alimentação)JFMAMJJASOND
Migração para sul (reprodução)JFMAMJJASOND

Vida útil

Na natureza
70 a 100+ anos, com registros de mais de 70 anos por foto-identificação

Reprodução

Maturidade sexual
9 a 12 anos
Gestação
12 a 13 meses
Filhotes por gestação
1 filhote de 4 a 4,5 m e ~900 kg
Intervalo entre crias
3 a 10 anos, hoje média de 6 a 10 anos
Época de cria
Dezembro a março em águas rasas do sudeste dos EUA
Cuidado parental
Materno exclusivo por cerca de 12 meses

Habitat

Ambientes

  • Plataforma continental
  • Águas costeiras rasas
  • Baías e golfos

Biomas

  • Oceano Atlântico temperado
  • Zona nerítica

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Copépodes (Calanus finmarchicus)

Outros alimentos

  • Krill
  • Outros pequenos crustáceos planctônicos

Encontrado em 9 países

  • Estados Unidos
  • Canadá
  • Reino Unido
  • Irlanda
  • França
  • Espanha
  • Portugal
  • Noruega
  • Islândia

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Mammalia
Ordem
Artiodactyla
Família
Balaenidae
Gênero
Eubalaena
Espécie
Eubalaena glacialis

Resumo

  • A baleia-franca-do-atlântico-norte é identificada pela ausência de barbatana dorsal e pelas calosidades brancas na cabeça, únicas como uma impressão digital.
  • Vive quase exclusivamente na costa leste dos EUA e Canadá, migra entre áreas de cria no sudeste dos EUA e áreas de alimentação na Nova Inglaterra e Canadá.
  • Com cerca de 350 indivíduos restantes, está criticamente em perigo devido a colisões com embarcações e emaranhamento em petrechos de pesca.

Características

Ficha da espécie

GrupoMamífero
OrdemArtiodactyla (Cetacea)
FamíliaBalaenidae
Origem e distribuiçãoAtlântico Norte, principalmente costa leste dos EUA e Canadá
Tamanho13 a 16 m de comprimento
Peso40.000 a 70.000 kg
Corespretocinza-escurobranco
Profundidade0 a 200 m, prefere plataforma continental
HabitatÁguas costeiras rasas e plataforma continental
AlimentaçãoFiltradora (copépodes e krill)
ReproduçãoVivípara, 1 filhote a cada 3 a 10 anos
Expectativa de vida70 a 100+ anos
Estado de conservaçãoCriticamente em Perigo (CR)

Perfil e comportamento

Periculosidade para pessoasMuito baixo
SociabilidadeMédio
InteligênciaAlto
VelocidadeBaixo
Capacidade de migraçãoAlto
Importância para o ecossistema marinhoMuito alto

Como identificar a baleia-franca-do-atlântico-norte sem confundir

A resposta direta é: procure por uma baleia totalmente preta, sem barbatana dorsal e com manchas brancas ásperas na cabeça. Essa combinação só existe nas três espécies de baleia-franca, e no Atlântico Norte a espécie é a Eubalaena glacialis.

O corpo é robusto e arredondado, bem diferente do perfil hidrodinâmico da baleia-jubarte ou da baleia-fin. A cabeça ocupa quase um quarto do comprimento total e é coberta por calosidades: áreas de pele espessa colonizadas por cracas e piolhos-de-baleia que ficam brancas.

Essas calosidades funcionam como impressão digital. Pesquisadores do New England Aquarium fotografam cada indivíduo há mais de 40 anos e identificam mais de 700 baleias já catalogadas por esse padrão único.

  • Sem barbatana dorsal: dorso liso e largo, que facilita a identificação mesmo de longe.
  • Respiração em V: o sopro sai por dois orifícios e forma um jato em V de até 5 metros de altura.
  • Barbatanas peitorais em forma de pá e cauda larga e preta, sem manchas brancas como a da jubarte.
  • Mancha ventral branca irregular presente em alguns indivíduos, mas não em todos.
  • Boca arqueada com cerca de 260 placas de barbatanas de até 2,8 metros, visíveis quando filtra.

Como não confundir com a baleia-franca-austral

São quase idênticas, mas não ocorrem no mesmo oceano. A austral (Eubalaena australis) vive no Hemisfério Sul e tem mais calosidades. Testes genéticos e foto-identificação são necessários para separar com 100% de certeza fora da área de distribuição.

Característica Franca-do-atlântico-norte Franca-austral Jubarte
Barbatana dorsal Ausente Ausente Presente, pequena
Cor Preta com calosidades brancas Preta com mais calosidades Preta com nadadeiras brancas
Sopro Em V Em V Colunar
Distribuição Atlântico Norte Atlântico Sul Cosmopolita

Onde vive hoje e por que está tão restrita

A baleia-franca-do-atlântico-norte vive quase exclusivamente no Atlântico Norte ocidental, entre a Flórida e o leste do Canadá. Historicamente ocorria também no Atlântico Nordeste, mas hoje avistamentos na Europa são raríssimos.

Ela é extremamente costeira. Passa a maior parte do tempo sobre a plataforma continental, em profundidades de 20 a 200 metros, o que a coloca exatamente na rota dos maiores portos e pescarias dos EUA.

A distribuição muda com a estação. No inverno, fêmeas grávidas descem para as águas rasas e quentes da Flórida e Geórgia para parir. Na primavera e verão, sobem para a Baía de Cape Cod, Golfo do Maine e Golfo de São Lourenço para se alimentar.

Essa fidelidade a áreas fixas é um problema. Quando o alimento se desloca por mudanças climáticas, as baleias o seguem para áreas sem proteção contra navios e redes, como aconteceu a partir de 2017 no Canadá.

O que come e como filtra toneladas de água por dia

É uma filtradora obrigatória de copépodes, principalmente Calanus finmarchicus, um crustáceo de apenas 2 a 3 milímetros. Um adulto pode consumir até 1 tonelada de copépodes por dia.

A técnica é chamada de skim feeding. Ela nada lentamente de boca aberta na superfície ou a poucos metros de profundidade, deixando a água passar pelas barbatanas que retêm o alimento como uma peneira.

Diferente da jubarte, ela não faz bolhas nem saltos para caçar. A alimentação é contínua, silenciosa e exige densidades altíssimas de presas. Por isso, depende de áreas onde correntes concentram o plâncton.

Quando encontra uma mancha densa, pode permanecer horas no mesmo local, quase imóvel na superfície. Esse comportamento a torna extremamente vulnerável a colisões.

Comportamento e migração: a baleia mais lenta do Atlântico

A baleia-franca-do-atlântico-norte é lenta e previsível. Sua velocidade média é de 6 a 10 km/h, com picos curtos de 15 km/h. Baleeiros do século 17 a chamavam de right whale, a baleia certa, porque era fácil de alcançar e flutuava após morta.

É geralmente solitária ou vista em grupos pequenos de 2 a 6 indivíduos, exceto em áreas de alimentação onde dezenas podem se agregar. Não é tão acrobática quanto a jubarte, mas exibe comportamentos de superfície como spyhopping, batida de cauda e breaching ocasional.

A comunicação é por chamadas de baixa frequência entre 50 e 500 Hz, incluindo o famoso upcall, um som ascendente usado para contato. O ruído de navios mascara esses chamados e dificulta o encontro entre mães e filhotes.

A migração anual cobre cerca de 1.600 a 2.000 km entre áreas de cria e de alimentação. Não é uma migração oceânica profunda como a da baleia-azul, mas costeira e cheia de obstáculos humanos.

Reprodução, gestação longa e por que nascem tão poucos filhotes

A maturidade sexual chega tarde, entre 9 e 12 anos. A gestação dura 12 a 13 meses e resulta em um único filhote de 4 a 4,5 metros e cerca de 900 kg.

O intervalo entre crias, que já foi de 3 a 4 anos, hoje está em 6 a 10 anos em média. Estresse crônico por emaranhamento, ruído e escassez de alimento reduz a condição corporal das fêmeas e atrasa a ovulação.

O acasalamento ocorre em grupos de superfície com vários machos competindo por uma fêmea, sem formação de pares fixos. A cópula acontece na água e a fertilização é interna.

Os filhotes nascem no inverno, entre dezembro e março, nas águas rasas do sudeste dos EUA. Permanecem com a mãe por cerca de 12 meses e aprendem a rota migratória com ela. Sem esse aprendizado, a sobrevivência cai drasticamente.

Um dado alarmante: desde 2017, menos de 30% das fêmeas adultas deram à luz em um ano considerado bom. Em 2023 e 2024, apenas 12 e 11 filhotes nasceram, respectivamente, longe dos 20 necessários para estabilizar a população.

É perigosa para humanos?

Não. A baleia-franca-do-atlântico-norte não oferece perigo para pessoas. Não há registro de ataque, comportamento agressivo ou incidente com mergulhadores. É dócil, lenta e tende a evitar embarcações quando percebe.

O risco é o inverso. Por nadar na superfície e ser pouco manobrável, ela é frequentemente atingida por navios. Cerca de 85% dos indivíduos catalogados apresentam cicatrizes de emaranhamento e muitos carregam cordas presas por meses.

Para quem navega ou observa baleias, a regra nos EUA e Canadá é manter 500 metros de distância por lei. Aproximação menor pode render multa pesada e, principalmente, estresse ao animal.

Por que está criticamente em perigo: colisões e redes

Com cerca de 356 indivíduos estimados em 2023 pela NOAA, é uma das baleias mais raras do mundo. A população caiu de cerca de 480 em 2010 para menos de 360 hoje. O declínio é contínuo.

As duas principais causas de morte são colisões com embarcações e emaranhamento em petrechos de pesca, especialmente cabos de armadilhas de lagosta e caranguejo-da-neve. Entre 2017 e 2024, mais de 40 mortes confirmadas ocorreram, a maioria por trauma contundente ou afogamento em redes.

Outras ameaças incluem poluição sonora, microplásticos, contaminação química e mudanças climáticas que deslocam o Calanus para o norte. Fêmeas magras produzem menos leite e filhotes mais fracos.

A espécie é protegida desde 1935 e listada como Criticamente em Perigo pela IUCN. Nos EUA, há limites de velocidade para navios e fechamentos sazonais de pesca, mas a fiscalização ainda é insuficiente e grande parte das mortes não é detectada.

Onde observar com responsabilidade (e por que não no Brasil)

A baleia-franca-do-atlântico-norte não ocorre no Brasil. Aqui a espécie costeira é a baleia-franca-austral, vista em Santa Catarina. Para ver a espécie do Atlântico Norte, os pontos são Cape Cod (Massachusetts), Baía de Fundy e Golfo de São Lourenço, entre abril e outubro.

O turismo responsável exige operadores licenciados, limite de tempo e distância mínima. Nunca tente nadar, tocar ou alimentar. Se avistar uma baleia emaranhada, não tente soltar: acione a guarda costeira ou rede de encalhes.

No Brasil, você ajuda a espécie apoiando pesquisa, políticas contra pesca fantasma e redução de velocidade de navios em nível internacional, além de não consumir lagosta e caranguejo sem certificação de pesca sem risco para baleias.

Curiosidades que poucos sabem sobre esta baleia

O nome franca vem do francês baleine franche, mas a fama de “baleia certa” custou caro. No século 19, o óleo de um único indivíduo iluminava uma cidade inteira por meses, o que levou a espécie à beira da extinção antes de 1900.

Os testículos do macho são os maiores do reino animal proporcionalmente, pesando até 1 tonelada cada. Isso reflete a competição espermática nos grupos de acasalamento, onde vários machos copulam com a mesma fêmea.

Ela não tem pregas ventrais nem barbatana dorsal porque nunca precisou ser veloz. Sua estratégia evolutiva foi ser grande, gordurosa e flutuar, o que funcionou por milhões de anos até o surgimento dos navios a hélice.

Em 2020, pesquisadores provaram que é possível detectar hormônios de estresse nas fezes que boiam. Essa técnica não invasiva mostrou que o ruído de navios aumenta o cortisol das baleias em poucas horas após a passagem de uma embarcação.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre baleia-franca-do-atlântico-norte e baleia-franca-austral?

São espécies diferentes do mesmo gênero. A do Atlântico Norte (Eubalaena glacialis) vive no Hemisfério Norte e está criticamente em perigo com ~350 indivíduos; a austral (Eubalaena australis) vive no Hemisfério Sul, ocorre no Brasil e tem cerca de 15 mil indivíduos.

Quantos indivíduos de baleia-franca-do-atlântico-norte existem hoje?

Cerca de 356 indivíduos em 2023, segundo estimativa da NOAA. A população caiu de 480 em 2010 e continua em declínio.

Onde vive a baleia-franca-do-atlântico-norte?

Quase exclusivamente na costa leste dos EUA e Canadá, entre Flórida/Geórgia (área de cria no inverno) e Nova Inglaterra/Golfo de São Lourenço (área de alimentação no verão).

A baleia-franca-do-atlântico-norte é perigosa?

Não. É dócil, lenta e não há registros de ataques a humanos. O risco é para a baleia, que sofre com colisões com navios e emaranhamento em redes.

O que ela come?

Quase exclusivamente copépodes, principalmente Calanus finmarchicus, filtrando até 1 tonelada por dia com suas barbatanas enquanto nada de boca aberta na superfície.

Por que ela está em extinção?

Principalmente por mortes causadas por humanos: colisões com embarcações e emaranhamento em cabos de pesca de lagosta e caranguejo, além de ruído, poluição e deslocamento do alimento por mudanças climáticas.

É possível ver baleia-franca-do-atlântico-norte no Brasil?

Não. No Brasil ocorre a baleia-franca-austral, vista no litoral de Santa Catarina. A espécie do Atlântico Norte não migra para o Hemisfério Sul.

Você sabia? Fatos surpreendentes

1

Calosidades como RG

Cada baleia tem um padrão único de calosidades brancas na cabeça, usado para identificá-la por foto desde 1980. O catálogo norte-americano já tem mais de 700 indivíduos reconhecidos.

2

Testículos de 1 tonelada

O macho tem os maiores testículos do reino animal em proporção ao corpo, até 1.000 kg cada, adaptação à competição onde vários machos acasalam com a mesma fêmea.

3

Flutuava depois de morta

Ao contrário da maioria das baleias, seu corpo rico em gordura flutuava após a morte, o que a tornou a "right whale" — a baleia certa — para os baleeiros, pois não afundava.

4

Fezes que contam estresse

Cientistas medem hormônios de estresse em fezes coletadas na superfície. Estudos mostraram que o cortisol dispara horas após a passagem de navios barulhentos.

Fontes

  1. IUCN Red List
  2. NOAA Fisheries
  3. WoRMS - World Register of Marine Species
  4. New England Aquarium - North Atlantic Right Whale Consortium

Prós e contras: Baleia-franca-do-atlântico-norte

Prós

  • Espécie bandeira para conservação do Atlântico Norte
  • Indicadora de saúde do plâncton e da cadeia alimentar
  • Grande importância cultural e científica, com 40+ anos de monitoramento individual
  • Ajuda a ciclar nutrientes e capturar carbono no oceano

Contras

  • População criticamente pequena e em declínio
  • Extremamente vulnerável a navios e petrechos de pesca
  • Baixa taxa reprodutiva e intervalo longo entre filhotes
  • Dependente de áreas costeiras muito humanizadas
  • Recuperação lenta mesmo com proteção total desde 1935
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a baleia-franca-do-atlântico-norte é o caso mais urgente da conservação de baleias: não falta biologia, falta vontade política para reduzir velocidade de navios e adaptar pescarias. Protegê-la é um teste prático sobre se conseguimos conviver com um gigante lento em um oceano cada vez mais rápido e barulhento.

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Sansão Monteiro
Escrito porSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 19.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.