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Lagarta-do-coqueiro

Brassolis sophorae

Atualizado em

Lagarta 6 a 8 cm; adulto 6 a 10 cm de envergaduraTamanho
Folhas de coqueiro, dendê e palmeirasAlimentação
Metamorfose completa, 70 a 100 diasCiclo de vida
Coqueirais, dendezais e áreas urbanas com palmeirasHabitat
Cerdas irritantes, sem veneno letalPerigo para humanos
Lagarta-do-coqueiro Brassolis sophorae listrada com cabeça laranja sobre folha de coqueiro

A lagarta-do-coqueiro é o nome popular da larva da borboleta Brassolis sophorae, um inseto nativo da América do Sul muito comum em coqueiros, dendezeiros e outras palmeiras no Brasil. É facilmente reconhecida pelo corpo marrom com listras claras longitudinais e pela cabeça alaranjada, vivendo sempre em grupo dentro de um ninho de seda e folhas secas.

Apesar do aspecto chamativo, o adulto é uma borboleta grande e discreta, de voo crepuscular, que quase não se alimenta. O problema está na fase larval: uma única colônia pode ter dezenas a centenas de lagartas que consomem folhas inteiras em poucos dias, enfraquecendo a planta e reduzindo a produção de cocos.

As cerdas da lagarta causam irritação na pele, mas ela não é peçonhenta como taturanas do gênero Lonomia. O manejo mais eficaz não é o veneno isolado, e sim a remoção do ninho e o estímulo a predadores naturais.

Também conhecido como: Lagarta-das-palmeiras, Lagarta do coqueiro, Borboleta-coruja (adulto), Coconut caterpillar (inglês), Oruga del cocotero (espanhol)

Faz parte de: Insetos do Brasil, Insetos Voadores, Pragas de Jardim

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Galeria de fotos de Lagarta-do-coqueiro

Lagarta-do-coqueiro Brassolis sophorae listrada com cabeça laranja sobre folha de coqueiro
Lagarta-do-coqueiro (Brassolis sophorae) com listras claras e cabeça alaranjada.
Close extremo da cabeça laranja da lagarta-do-coqueiro
Detalhe da cabeça laranja-avermelhada, marca registrada da espécie.
Borboleta adulta da lagarta-do-coqueiro com asas abertas
Adulto é borboleta-coruja marrom com faixa laranja, de voo crepuscular.
Ninho de seda coletivo da lagarta-do-coqueiro na copa do coqueiro
Ninho coletivo de seda onde dezenas de lagartas se abrigam de dia.
Colônia de lagartas-do-coqueiro se alimentando juntas à noite
Hábito gregário: saem em grupo à noite para consumir as folhas.
Pupa da lagarta-do-coqueiro dentro do ninho de seda
Pupa alongada marrom-clara fixada dentro do próprio ninho.

Perfil rápido de Lagarta-do-coqueiro

Calendário

Maior atividade das lagartasJFMAMJJASOND
Pico de postura dos ovosJFMAMJJASOND
Presença do adulto (borboleta)JFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsBaixa a moderada - cerdas causam irritação oral e dermatite se mordida ou lambida
  • PessoasBaixa - dermatite de contato com coceira e ardor, sem envenenamento sistêmico

Não é Lonomia. Reação é local e passageira, mas evite contato direto e mantenha pets afastados do ninho.

Vida útil

Na natureza
70 a 100 dias do ovo ao adulto; adulto vive 5 a 10 dias

Reprodução

Tipo de metamorfose
Completa: ovo > lagarta > pupa > adulto
Ovos por postura
100 a 200 ovos em fileiras sobrepostas na face inferior da folha
Período reprodutivo
O ano todo em clima quente, com pico na primavera e verão
Comportamento
Fêmea põe ovos à tarde; lagartas gregárias em ninho coletivo; pupa dentro do ninho
Gerações por ano
2 a 3 em regiões tropicais

Habitat

Ambientes

  • Copa de coqueiros e dendezeiros
  • Palmeiras ornamentais em áreas urbanas
  • Plantios de açaí e pupunha
  • Jardins e praças com palmeiras

Biomas

  • Mata Atlântica
  • Amazônia
  • Cerrado
  • Caatinga

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Folhas de coqueiro-da-baía (Cocos nucifera)
  • Folhas de dendezeiro (Elaeis guineensis)

Outros alimentos

  • Folhas de palmeira-imperial, palmeira-real, jerivá, açaí e pupunha

Encontrado em 9 países

  • Brasil
  • Colômbia
  • Venezuela
  • Guiana
  • Suriname
  • Panamá
  • Equador
  • Peru
  • Paraguai

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Arthropoda
Classe
Insecta
Ordem
Lepidoptera
Família
Nymphalidae
Gênero
Brassolis
Espécie
Brassolis sophorae

Resumo

  • A lagarta-do-coqueiro é a larva gregária da borboleta Brassolis sophorae, que vive em ninhos de seda em coqueiros e palmeiras e se alimenta das folhas.
  • O ciclo é de metamorfose completa e dura de 70 a 100 dias, com maior atividade das lagartas na estação quente e chuvosa.
  • Apesar de causar desfolha severa, tem cerdas apenas irritantes e pode ser controlada com manejo integrado, sem uso indiscriminado de inseticida.

Características

Ficha do inseto

OrdemLepidoptera
FamíliaNymphalidae (subfamília Morphinae, tribo Brassolini)
Origem e distribuiçãoNeotropical; do Panamá ao sul do Brasil, muito comum no litoral brasileiro
TamanhoLagarta: 60 a 80 mm de comprimento; Adulto: 60 a 100 mm de envergadura
CoresLagarta marrom-escura com listras longitudinais cremebegecabeça laranja-avermelhadaadulto marrom com faixa laranja-amarelada nas asas
Asas e vooAdulto com asas largas, voo baixo, lento e crepuscular/noturno; pouco atraído por luz
AlimentaçãoLagarta fitófaga (folhas de Arecaceae); adulto quase não se alimenta
MetamorfoseCompleta (ovo > lagarta > pupa > adulto)
Expectativa de vidaOvo 10 a 15 dias; lagarta 40 a 60 dias; pupa 15 a 20 dias; adulto 5 a 10 dias
HabitatCopa de palmeiras, coqueirais, dendezais, jardins e praças urbanas
Comportamento socialGregário na fase larval, forma ninhos coletivos de seda
Principais predadoresVespas, moscas parasitoides (Tachinidae), pássaros, lagartixas e fungos entomopatogênicos

Perfil e comportamento

Periculosidade para pessoasBaixo
Importância para o ecossistemaBaixo
Presença em casasBaixo
Benefício para a agriculturaMuito baixo
Dano às plantasMuito alto
Vida em grupoMuito alto

Como identificar a lagarta-do-coqueiro sem confundir

A lagarta-do-coqueiro mais comum no Brasil é Brassolis sophorae, também chamada de lagarta-das-palmeiras. Na fase larval, ela tem corpo marrom-escuro com listras longitudinais creme e bege bem marcadas e cabeça laranja-avermelhada com pequenos espinhos escuros.

O detalhe que entrega a espécie é o hábito gregário. Ela nunca anda sozinha. Dezenas a centenas de lagartas ficam juntas dentro de um ninho volumoso feito de seda e folhas secas amarradas na copa do coqueiro. À noite, saem em fila para se alimentar e voltam ao amanhecer.

O adulto é bem diferente: uma borboleta grande, marrom-escura com uma faixa transversal laranja-amarelada nas asas anteriores e posteriores. É chamada popularmente de borboleta-coruja por causa dos ocelos nas asas. Voa ao entardecer e quase não é vista de dia.

Diferença para a outra lagarta do coqueiro

Existe confusão com Eupalamides cyparissias (broca-do-olho-do-coqueiro), cuja lagarta é esbranquiçada, sem pelos, e perfura o broto. A Brassolis é listrada, peluda e come a lâmina da folha, deixando só a nervura central. Essa diferença muda todo o controle.

Característica Brassolis sophorae (lagarta-do-coqueiro) Eupalamides cyparissias (broca)
Aparência Marrom listrada, cabeça laranja, com cerdas Branco-amarelada, lisa, cabeça marrom
Onde vive Ninho de seda na copa Dentro do estipe e do olho do coqueiro
Dano Desfolha Broqueamento e morte do broto

Onde vive e por que é tão comum no Brasil

Brassolis sophorae é nativa da América do Sul e Central, ocorrendo do Panamá e Colômbia até o Paraguai e sul do Brasil. Por aqui, é mais abundante no litoral do Nordeste, Sudeste e Norte, onde há grandes plantios de coqueiro-da-baía (Cocos nucifera) e dendezeiro (Elaeis guineensis).

Mas não depende de plantação. Ela coloniza qualquer palmeira: imperial, real, jerivá, açaí, pupunha e palmeiras ornamentais de praças e quintais. Em cidades litorâneas, é comum ver ninhos em coqueiros de calçada.

O inseto prefere clima quente e úmido e copa com folhas mais velhas para construir o ninho. Ventos fortes e chuvas espalham as borboletas, que podem colocar ovos em coqueiros isolados a centenas de metros de distância.

O que a lagarta come e qual o estrago

A lagarta é exclusivamente fitófaga e se alimenta da epiderme e do mesófilo das folhas de Arecaceae. Ela raspa a folha de fora para dentro, deixando apenas a raque central pendurada, com aspecto de vassoura.

Uma colônia média de 50 a 100 lagartas consome uma folha inteira por noite. Em infestação alta, com 300 a 500 indivíduos, pode desfolhar 70% a 100% da copa em 2 a 3 semanas. O coqueiro não morre de imediato, mas perde vigor, aborta frutos e fica vulnerável a outras pragas.

O adulto praticamente não causa dano. Há relatos de que se alimenta pouco ou nada, vivendo de reservas acumuladas na fase larval e, eventualmente, de frutos fermentados e exsudatos.

Ciclo de vida e reprodução: de ovo a borboleta

O ciclo é de metamorfose completa e dura, em média, 70 a 100 dias no clima tropical, podendo se estender no frio.

  • Ovos: a fêmea põe 100 a 200 ovos em fileiras sobrepostas na face inferior da folha. São rosados no início e escurecem antes da eclosão, que ocorre em 10 a 15 dias.
  • Lagarta: fase mais longa, de 40 a 60 dias, com 5 a 6 ínstares. Nos primeiros ínstares são esverdeadas; depois ficam listradas. Vivem sempre no ninho coletivo.
  • Pupa (crisálida): marrom-clara, alongada, pendurada dentro do próprio ninho por 15 a 20 dias. Não forma casulo.
  • Adulto: borboleta vive apenas 5 a 10 dias, tempo suficiente para acasalar e ovipositar. O acasalamento ocorre ao entardecer.

Em regiões quentes há 2 a 3 gerações por ano, com pico populacional entre primavera e outono. No Nordeste, pode haver lagartas o ano todo.

Comportamento em grupo e hábitos noturnos

O ponto mais singular da espécie é a vida social na fase larval. As lagartas constroem um abrigo coletivo de seda que pode chegar a 40 cm de comprimento, onde se escondem de predadores e do sol forte.

Elas têm hábito noturno: saem do ninho ao entardecer em procissão, alimentam-se durante a noite e retornam antes do amanhecer. Durante o dia, ficam imóveis e agrupadas, o que facilita a localização do ninho pelo produtor.

Quando tocadas, exibem comportamento de defesa coletivo: erguem a parte anterior do corpo e regurgitam líquido esverdeado de cheiro forte. As cerdas não são para injeção de veneno, mas se quebram na pele e liberam substâncias irritantes.

A lagarta-do-coqueiro queima? Riscos para pessoas e pets

Sim, ela causa dermatite, mas não é considerada peçonhenta grave. O contato das cerdas urticantes com a pele provoca vermelhidão, coceira, ardor e pequenas pápulas que duram de horas a 2 dias. Em pessoas sensíveis, pode haver inchaço local.

O risco maior é mecânico e alérgico, não tóxico sistêmico. Diferente da taturana Lonomia, não há risco de hemorragia. Ainda assim, nunca manuseie o ninho com a mão nua e impeça que cachorros e gatos mordam ou brinquem com as lagartas.

Em caso de contato, lave com água e sabão, não coce, remova cerdas visíveis com fita adesiva e aplique compressa fria. Se houver falta de ar, inchaço no rosto ou reação extensa, procure atendimento médico. Para pets com lambedura, observe vômito ou salivação e leve ao veterinário.

É praga ou faz parte do equilíbrio? Papel no ecossistema

Na natureza, Brassolis sophorae é parte da cadeia alimentar. Suas lagartas alimentam vespas parasitoides, moscas Tachinidae, pássaros e lagartixas, enquanto a borboleta serve de presa para morcegos e aves crepusculares.

Em coqueirais equilibrados e diversificados, a população se mantém baixa. O problema surge em monocultivos, áreas urbanas com pouca biodiversidade e após uso excessivo de inseticidas que matam os inimigos naturais. Aí ela se torna praga primária, com alto potencial de desfolha.

Na nossa avaliação, tratá-la como inimiga a ser exterminada com veneno é um erro. Ela é um indicador de desequilíbrio e, quando manejada com foco no ninho e nos predadores, raramente precisa de controle químico.

Como controlar sem veneno desnecessário: manejo integrado

O controle mais eficaz e seguro é físico e biológico, aproveitando que as lagartas ficam concentradas no ninho.

  • Inspeção quinzenal: observe a copa. Ninho com folhas secas amarradas e fezes escuras no chão é sinal claro.
  • Remoção do ninho: com luvas, óculos e vara de poda, corte o ninho ao entardecer, quando as lagartas estão dentro. Coloque em saco, feche e descarte longe ou queime com segurança onde for permitido. Nunca deixe no chão.
  • Preserve inimigos naturais: evite pulverizar inseticidas de amplo espectro. Vespas do gênero Xanthozona e parasitoides de ovos controlam até 40% da população em áreas sem veneno.
  • Controle biológico: em plantios, produtos à base de Bacillus thuringiensis var. kurstaki (Btk) são seletivos para lagartas e pouco afetam abelhas quando aplicados corretamente. Use apenas com orientação técnica.
  • Adubação e limpeza: coqueiros bem nutridos toleram melhor a desfolha. Remova folhas muito atacadas, mas não faça poda drástica.

Não aplique inseticida doméstico diretamente na copa sem identificação e sem EPI. Além de ineficaz, contamina frutos, mata polinizadores e pode espalhar as lagartas. Em plantio comercial, consulte um engenheiro agrônomo para recomendação de manejo integrado.

Curiosidades que pouca gente sabe

A borboleta adulta de Brassolis sophorae tem probóscide atrofiada e vive poucos dias sem se alimentar direito, dependendo da gordura acumulada quando era lagarta. Por isso, o voo é curto e desajeitado.

O ninho coletivo não é só abrigo: ele funciona como estufa. A seda mantém a umidade e a temperatura mais estáveis, acelerando o desenvolvimento das lagartas nos dias mais frios.

Apesar do tamanho, a lagarta é surpreendentemente silenciosa. Produtores só percebem a infestação quando veem as folhas “espigadas” ou as fezes granuladas escuras acumuladas na base do coqueiro, parecendo borra de café.

Perguntas frequentes

Lagarta-do-coqueiro queima a pele?

Sim, o contato com as cerdas causa vermelhidão, coceira e ardor por algumas horas, mas não é veneno sistêmico como o da Lonomia. Lave com água e sabão e não coce.

Como acabar com a lagarta-do-coqueiro?

Localize o ninho de seda na copa e remova-o com poda ao entardecer, usando luvas e proteção. Preserve predadores naturais e, em plantios grandes, consulte um agrônomo para uso de Bacillus thuringiensis.

A borboleta da lagarta-do-coqueiro é perigosa?

Não. O adulto é uma borboleta marrom com faixa laranja, de voo crepuscular, que não pica, não queima e quase não se alimenta.

Qual a diferença entre lagarta-do-coqueiro e broca-do-coqueiro?

A lagarta-do-coqueiro (Brassolis) é listrada, peluda e come a folha. A broca (Eupalamides) é branca e lisa e perfura o olho e o estipe do coqueiro.

Lagarta-do-coqueiro mata o coqueiro?

Raramente mata de imediato, mas desfolhas repetidas enfraquecem a planta, derrubam frutos e abrem porta para outras doenças.

Quando a lagarta-do-coqueiro aparece mais?

Na primavera e verão, de setembro a abril, com pico nos meses quentes e úmidos. No Nordeste pode ocorrer o ano todo.

Você sabia?

1

Ninho que dura meses

O abrigo de seda da colônia pode permanecer no coqueiro por até 3 meses e ser reutilizado por gerações sucessivas, ficando cada vez maior e mais escuro com fezes e restos de folhas.

2

Fila indiana noturna

As lagartas saem para comer em procissão, seguindo um rastro de seda deixado pela primeira. Se o fio se rompe, toda a fila se perde e fica desorientada até refazer o caminho.

3

Borboleta que não come

O adulto de Brassolis sophorae tem aparelho bucal reduzido e vive de 5 a 10 dias quase sem se alimentar, usando apenas a energia armazenada na fase de lagarta.

4

Confusão histórica

Por muito tempo a lagarta-do-coqueiro foi confundida com a lagarta-das-palmeiras do gênero Opsiphanes, mas Brassolis se distingue pela cabeça laranja intensa e pelas listras longitudinais bem definidas.

Fontes

  1. Embrapa Tabuleiros Costeiros - Praga do coqueiro
  2. GBIF - Brassolis sophorae
  3. Universidade Federal de Viçosa - Entomologia

Prós e contras: Lagarta-do-coqueiro

Prós

  • Vive em ninho coletivo visível, fácil de localizar e remover sem veneno
  • É controlada naturalmente por vespas e moscas parasitoides quando não há inseticida em excesso
  • Serve de alimento para pássaros e outros predadores, participando da cadeia alimentar
  • Borboleta adulta não pica e não causa danos
  • Indicador útil de desequilíbrio no manejo do coqueiral

Contras

  • Pode desfolhar totalmente a copa em poucas semanas em alta infestação
  • Cerdas causam dermatite em pessoas sensíveis, crianças e pets
  • Ninhos altos exigem poda com vara ou serviço especializado
  • Reinfestação rápida se ovos ou pupas permanecerem no ninho descartado
  • Confusão com broca leva a controle errado e perda de tempo
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a lagarta-do-coqueiro é o exemplo perfeito de praga que se resolve com manejo e não com pânico. Por viver agrupada em um ninho visível, ela é uma das poucas pragas de palmeiras que permite controle físico eficaz, o que deveria ser sempre a primeira escolha antes de qualquer veneno.

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Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

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Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.