🐛 Insetos

Besouro

Coleoptera

Atualizado em

2 mm a 17 cm (maioria 5–30 mm)Tamanho
Folhas, pólen, madeira, estercoAlimentação
Metamorfose completa: ovo, larva, pupa e adultoCiclo de vida
Todos os biomas; solo, plantas e água doceHabitat
Baixo; poucos mordem ou liberam toxinasPerigo para humanos
Besouro verde-metálico sobre folha visto de cima com élitros brilhantes

Besouro não é uma espécie só, é o nome popular de toda a ordem Coleoptera, a maior do reino animal com cerca de 400 mil espécies descritas. Todo besouro tem élitros — aquele par de asas duras que forma uma capinha nas costas — e aparelho bucal mastigador.

No Brasil eles estão em todos os lugares: da Amazônia à despensa da cozinha. Alguns polinizam flores, outros reciclam esterco e madeira morta, e alguns viram praga de lavoura e de grãos armazenados. Saber diferenciar ajuda a decidir quando admirar e quando controlar.

Na maioria são inofensivos para pessoas e pets. Poucos mordem ou liberam substâncias irritantes, e o manejo correto evita veneno desnecessário e protege espécies benéficas.

Faz parte de: Insetos Benéficos, Insetos do Brasil, Insetos Voadores, Pragas de Jardim

Explore a wiki

Galeria de fotos de Besouro

Besouro verde-metálico sobre folha visto de cima com élitros brilhantes
Besouro verde-metálico com élitros rígidos bem visíveis.
Close extremo da cabeça de besouro mostrando olhos compostos e antenas
Detalhe da cabeça, olhos e antenas, importantes para identificação.
Besouro em voo com élitros levantados e asas membranosas abertas
Em voo, o besouro levanta os élitros e desenrola as asas membranosas.
Larva branca em forma de C de besouro no solo
Larva típica de escarabeídeo, fase que mais se alimenta.
Joaninha, que é um besouro, se alimentando de pulgões na folha
Joaninha predando pulgões, exemplo de besouro benéfico.
Rola-bosta rolando bola de esterco no solo
Rola-bosta reciclando esterco e fertilizando o solo.

Perfil rápido de Besouro

Calendário

Maior atividade dos adultosJFMAMJJASOND
Reprodução e posturaJFMAMJJASOND
Pico de atração por luz em áreas urbanasJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsVariável por espécie
  • PessoasBaixa na maioria; poucas espécies causam queimadura química

Cantarídeos e potós (Paederus) liberam cantaridina/pederina que causa bolhas se esmagados na pele. Não esmague sobre o corpo, lave com água e sabão e procure atendimento se houver lesão extensa, contato ocular ou ingestão por pet.

Vida útil

Na natureza
Poucas semanas a 3 anos como adulto; larvas de espécies grandes vivem de 6 meses a 3 anos antes de empupar

Reprodução

Acasalamento
Sexuado com atração por feromônios e, em algumas espécies, por luz; machos de Dynastinae brigam com chifres
Estrutura social
Solitária; sem cuidado parental prolongado, exceto rola-bostas que moldam bolas de esterco para os ovos
Padrão sazonal
Pico reprodutivo na estação quente e chuvosa (outubro a março no Brasil)
Ninhada
Dezenas a centenas de ovos por fêmea, depositados isolados ou em grupos conforme a família

Habitat

Ambientes

  • Solo e serapilheira
  • Folhagem e flores
  • Troncos e madeira morta
  • Esterco e carcaças
  • Água doce (famílias aquáticas)
  • Interior de residências e armazéns

Biomas

  • Amazônia
  • Mata Atlântica
  • Cerrado
  • Caatinga
  • Pampa
  • Pantanal

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Folhas
  • Pólen e néctar
  • Madeira e raízes
  • Outros insetos (predação)
  • Esterco e matéria em decomposição

Outros alimentos

  • Fungos
  • Sementes e grãos armazenados
  • Carcaças

Encontrado em 8 países

  • Brasil
  • Argentina
  • Colômbia
  • Estados Unidos
  • México
  • Austrália
  • África do Sul
  • Índia

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Arthropoda
Classe
Insecta
Ordem
Coleoptera
Família
Mais de 170 famílias (ex.: Scarabaeidae, Chrysomelidae, Curculionidae)
Gênero
Diversos
Espécie
Cerca de 400 mil espécies descritas

Resumo

  • Besouros são coleópteros reconhecidos pelos élitros rígidos que protegem as asas membranosas e representam cerca de 40% de todos os insetos descritos.
  • No Brasil ocorrem em todos os biomas, com dieta extremamente variada que vai de folhas e pólen a outros insetos, esterco e madeira.
  • A maioria não morde nem é venenosa, mas algumas espécies são pragas agrícolas ou domésticas e outras são aliadas essenciais na polinização e decomposição.

Características

Ficha do inseto

OrdemColeoptera
FamíliaMais de 170 famílias (ex.: Scarabaeidae, Chrysomelidae, Curculionidae, Cerambycidae)
Origem e distribuiçãoCosmopolita; presente em todos os continentes exceto Antártica, muito diverso no Brasil
Tamanho1 mm a 170 mm; maioria entre 5 e 30 mm
Corespretomarromverde-metálicoazulvermelhoamarelolaranjacom ou sem manchas
Asas e vooÉlitros rígidos + asas membranosas dobradas por baixo; voo varia de ágil a desajeitado
AlimentaçãoFitófaga, predadora, detritívora, micófaga ou necrófaga conforme a espécie
MetamorfoseCompleta (holometábola: ovo > larva > pupa > adulto)
Expectativa de vidaSemanas a 2–3 anos como adulto; larvas podem viver meses a anos
HabitatSolo, folhagem, troncos, flores, água doce, esterco e interior de residências
Comportamento socialPredominantemente solitário; agregações temporárias em luz ou alimento
Principais predadoresPássaros, morcegos, lagartos, anfíbios, aranhas e outros insetos

Perfil e comportamento

Periculosidade para pessoasMuito baixo
Importância para o ecossistemaMuito alto
Presença em casasMédio
Benefício para a agriculturaAlto
Dano às plantasMédio
Vida em grupoBaixo

Como identificar um besouro de verdade

Todo besouro tem três segmentos bem marcados: cabeça, tórax e abdômen, seis pernas e um par de antenas. O que realmente o distingue de percevejos, baratas e moscas são os élitros, as asas anteriores endurecidas que se encontram no meio das costas formando uma linha reta.

Quando pousado, o besouro parece usar uma capinha brilhante. Por baixo dela ficam dobradas as asas membranosas de voo. Percevejos também têm asas duras na base, mas em forma de X, e baratas têm élitros mais coriáceos e corpo achatado.

As antenas entregam a família. Besouros escarabeídeos têm antenas em forma de leque, cerambicídeos (serra-paus) têm antenas muito mais longas que o corpo, e crisomelídeos têm antenas curtas e filiformes. O aparelho bucal é sempre mastigador, nunca sugador.

Outro erro comum é chamar qualquer bicho redondinho de besouro. Joaninhas são besouros, assim como carunchos, vaquinhas e rola-bostas. Já percevejo-fedido, cigarra e barata não são, mesmo que pareçam.

Onde vive o besouro e onde é mais comum no Brasil

Besouro ocorre em todos os biomas brasileiros, da Amazônia à Caatinga, do Cerrado ao Pampa e à Mata Atlântica. É o grupo de insetos com maior ocupação de nichos: solo, copa das árvores, flores, troncos em decomposição, esterco, carcaças e até água doce.

Na prática, você encontra besouros diferentes em cada ambiente. No solo e em esterco, os Scarabaeidae; nas folhas, os Chrysomelidae (vaquinhas); nos troncos, os Cerambycidae; nos grãos armazenados, os Curculionidae (carunchos); e atraídos por luz à noite, muitos besouros-marrom.

A maior diversidade está em florestas úmidas e quentes, mas áreas agrícolas e urbanas também concentram espécies. Luz branca e amarela durante a primavera e o verão aumenta muito a presença dentro de casas.

Ambiente Quem você costuma ver Pista de identificação
Jardim e horta Joaninha, vaquinha, besouro-metálico Cor viva, tamanho 5–12 mm, sobre folhas e flores
Tronco e madeira Serra-pau, broca Corpo alongado, antenas longas, faz galerias
Despensa Caruncho, besouro-castanho 2–4 mm, marrom, dentro de farinha, feijão ou arroz
Luz noturna Besouro-marrom, besouro-rinoceronte Atração forte por luz, voo barulhento

O que o besouro come: nem todo besouro é igual

Não existe uma dieta única. A ordem inteira inclui fitófagos, predadores, detritívoros, micófagos e necrófagos. Essa versatilidade explica por que alguns são praga e outros são aliados.

Fitófagos comem folhas, pólen, néctar, frutos, raízes e madeira. Vaquinhas e larvas de besouro-japonês raspam folhas; brocas perfuram troncos; carunchos se desenvolvem dentro de sementes. Já os predadores, como joaninhas e besouros-tigre, caçam pulgões, lagartas e outros insetos.

Detritívoros e coprófagos são fundamentais para o solo. Rola-bostas enterram esterco, arejam a terra e reduzem moscas e parasitas. Besouros que vivem em madeira morta aceleram a decomposição e liberam nutrientes.

  • Folhas e flores: vaquinhas, besouros-verdes, cantáridas
  • Madeira e raízes: serra-paus, larva-arame, larva-angorá
  • Outros insetos: joaninhas, carabídeos, estafilinídeos
  • Esterco e matéria em decomposição: rola-bostas, necróforos
  • Grãos armazenados: caruncho-do-feijão, caruncho-do-arroz

Ciclo de vida e metamorfose completa

Todo besouro faz metamorfose completa: ovo, larva, pupa e adulto. É por isso que a larva não se parece em nada com o adulto e muitas vezes é ela quem causa o maior dano.

A fêmea põe ovos em local com alimento para a larva: solo, folha, dentro de semente, sob casca ou em esterco. As larvas variam de vermiformes e brancas (corós de solo) a achatadas e com pernas (larvas de joaninha). Elas se alimentam intensamente, trocam de pele várias vezes e depois viram pupa.

A pupa é imóvel e não se alimenta. Dentro dela o corpo é todo reorganizado. Depois emerge o adulto com élitros e asas formadas. Em espécies pequenas o ciclo fecha em 3 a 6 semanas; em besouros grandes pode levar 1 a 3 anos, com a maior parte da vida passada como larva dentro de madeira ou solo.

Sazonalidade no Brasil é marcada. A maioria dos adultos aparece na estação quente e chuvosa, de outubro a março, quando há mais folhas, flores e umidade para ovos e larvas. No inverno a atividade cai e muitos entram em dormência no solo.

Como o besouro se comporta, voa e se defende

O voo do besouro é característico: ele levanta os élitros como portas e desenrola as asas membranosas por baixo. Por isso o voo costuma ser barulhento e pouco manobrável, diferente de moscas e abelhas.

São quase todos solitários. Agregações acontecem por atração à luz, alimento abundante ou feromônio de acasalamento, não por vida em colônia. Durante o dia muitos ficam escondidos sob folhas, cascas ou enterrados.

As defesas são variadas e eficazes. A mais comum é a tanatose, se fingir de morto e cair no chão. Outros liberam odores fortes, líquidos amarelados irritantes ou substâncias químicas.

  • Besouro-bombardeiro (Brachinus): ejeta jato quente a cerca de 100 °C com benzoquinonas, produzindo estalo audível.
  • Cantarídeos e potós (Paederus): liberam cantaridina e pederina, que causam bolhas e queimadura química na pele, sem precisar morder.
  • Besouro-rinoceronte e serra-pau: usam chifres e mandíbulas para briga entre machos e podem dar beliscão dolorido se manuseados.

Besouro morde, pica ou é venenoso? Riscos para pessoas e pets

A grande maioria não morde, não pica e não é venenosa. Besouros não têm ferrão e não inoculam veneno como abelhas ou escorpiões. O risco real vem de poucos grupos e de contato com substâncias químicas.

Mordidas acontecem por defesa quando o inseto é apertado na mão. Serra-paus e besouros-rinoceronte podem beliscar com as mandíbulas, causando dor local sem gravidade. Não há transmissão de doença por essa mordida.

O problema maior é a queimadura química. Se você esmagar um potó (Paederus) sobre a pele, a pederina causa dermatite linear com bolhas e ardor que dura dias. Cantáridas com cantaridina fazem o mesmo. Ingestão acidental por cachorro ou gato pode causar salivação, vômito e irritação na boca.

Para tutores, a orientação é simples: não esmague besouros sobre a pele, assopre ou use papel para retirar, lave a área com água e sabão e procure atendimento médico se houver bolhas extensas, dor nos olhos ou reação alérgica. Em caso de ingestão por pet, observe e contate o veterinário.

Besouro é praga ou aliado? Papel no ecossistema e na agricultura

Os dois. Cerca de um terço das espécies tem impacto agrícola, mas o saldo ecológico dos besouros é fortemente positivo. Sem eles, teríamos acúmulo de esterco, madeira morta e surtos de pulgões.

Como aliados, destacam-se três papéis. Polinização: besouros visitam flores de antúrio, magnólia, anonáceas e palmeiras, algumas dependentes deles. Controle biológico: uma joaninha consome até 5 mil pulgões na vida. Reciclagem: rola-bostas enterram toneladas de esterco por hectare ao ano, fertilizando e descompactando o solo.

Como pragas, os prejuízos são concentrados. Larvas de solo (corós) comem raízes de milho e pastagem, vaquinhas desfolham soja e feijão, brocas matam árvores e carunchos destroem grãos armazenados, com perdas que podem passar de 20% se não houver manejo.

Na nossa avaliação, o erro mais comum é tratar todo besouro como praga e aplicar inseticida de amplo espectro. Isso mata joaninhas e polinizadores e piora o problema na safra seguinte. Manejo integrado funciona melhor.

Como conviver e controlar besouros sem acabar com os polinizadores

Em casa, controle começa na prevenção. Telhas em janelas, luz amarela ou quente do lado externo e vedação de frestas reduzem a entrada de besouros noturnos. Para carunchos, guarde farinhas, arroz e feijão em potes herméticos e descarte pacotes infestados fora de casa.

Na horta e no jardim, prefira medidas culturais e mecânicas. Catação manual de vaquinhas ao entardecer, rotação de culturas, cobertura morta e incentivo a inimigos naturais como joaninhas e pássaros mantêm a população baixa. Armadilhas luminosas ajudam a monitorar, não a eliminar tudo.

Se precisar intervir, escolha manejo integrado de pragas (MIP): identifique a espécie, estime o nível de dano e use métodos seletivos. Evite pulverização preventiva em floração, aplique no fim da tarde e preserve faixas de vegetação nativa. Para infestações grandes em lavoura ou madeira, busque orientação técnica da Embrapa ou agrônomo local. Não recomendamos marcas ou doses de inseticida aqui.

Curiosidades que pouca gente sabe sobre besouros

Besouros são recordistas. O besouro-rinoceronte consegue carregar até 850 vezes o próprio peso, o maior desempenho relativo entre animais. O besouro-golias africano tem larvas de até 100 g, mais pesadas que muitos pássaros adultos.

Eles também dominam em números. Com cerca de 400 mil espécies descritas, um em cada quatro animais conhecidos é um besouro. No Brasil já são mais de 30 mil espécies catalogadas e estima-se que muitas ainda não foram descritas na Amazônia.

Outra curiosidade é a luz. Nem todo besouro que brilha é vagalume, mas todo vagalume é um besouro da família Lampyridae. A bioluminescência serve para atração sexual e aviso de gosto ruim a predadores.

Perguntas frequentes

Besouro morde ou pica?

A maioria não morde nem pica. Alguns podem beliscar se apertados (serra-pau, rinoceronte) e poucos causam queimadura química se esmagados na pele, mas não têm ferrão nem inoculam veneno.

Besouro dentro de casa é perigoso?

Geralmente não. São atraídos por luz e entram por frestas. Retire com papel sem esmagar, vede frestas e use luz amarela externa. Carunchos em alimentos devem ser descartados e os potes bem vedados.

Qual a diferença entre besouro e barata?

Besouro tem élitros rígidos que se encontram em linha reta nas costas e corpo mais compacto. Barata tem corpo achatado, antenas muito longas e élitros coriáceos que deixam parte do abdômen visível.

Quanto tempo vive um besouro?

Depende da espécie: adultos de vaquinhas e carunchos vivem semanas a meses; besouros maiores podem viver 1 a 3 anos. A fase de larva costuma ser mais longa que a de adulto.

Besouro é praga?

Alguns são, como vaquinhas, corós e carunchos. Outros são benéficos, como joaninhas que comem pulgões e rola-bostas que fertilizam o solo. Identificar a espécie evita controle desnecessário.

Como acabar com besouro sem matar joaninha?

Use manejo integrado: catação manual, rotação de culturas, potes herméticos e controle seletivo. Evite inseticida de amplo espectro na floração e preserve inimigos naturais.

Vagalume é besouro?

Sim. Vagalumes são besouros da família Lampyridae. A luz que emitem é bioluminescência usada para acasalamento e defesa.

Você sabia?

1

O animal mais diverso do planeta

Um em cada quatro espécies animais descritas é um besouro. A ordem Coleoptera tem cerca de 400 mil espécies válidas, mais que todas as plantas juntas.

2

Bombardeio químico a 100 °C

O besouro-bombardeiro mistura hidroquinona e peróxido em uma câmara abdominal e ejeta um jato quente e estalante que queima predadores sem se queimar.

3

Força desproporcional

O besouro-rinoceronte (Dynastes hercules) pode levantar até 850 vezes seu peso. Se fosse humano, equivaleria a carregar vários caminhões.

4

Vagalume é besouro

Vagalumes não são moscas, são besouros da família Lampyridae. A luz fria que emitem vem de reação química no abdômen e serve para acasalamento.

Fontes

  1. Embrapa - Entomologia e Manejo de Pragas
  2. GBIF - Global Biodiversity Information Facility
  3. ESALQ/USP - Entomologia Agrícola
  4. Museu de Zoologia da USP

Prós e contras: Besouro

Prós

  • Grupo essencial para polinização, decomposição e controle natural de pragas
  • Grande diversidade facilita observação e educação ambiental
  • Maioria inofensiva para pessoas e pets
  • Rola-bostas e predadores reduzem necessidade de químicos
  • Indicadores de saúde do solo e da vegetação

Contras

  • Algumas espécies desfolham hortas e lavouras
  • Larvas de solo podem danificar raízes
  • Carunchos infestam grãos armazenados
  • Poucas espécies causam dermatite por contato se esmagadas
  • Atração por luz pode gerar incômodo noturno em casas
Nossa opinião

Na nossa avaliação, besouro é o melhor termômetro de jardim saudável: se você vê joaninhas, rola-bostas e besouros-metálicos, o ecossistema está funcionando. Vale tolerar alguns furos em folhas para não perder esses aliados com veneno desnecessário.

Continue explorando: Insetos

Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Sansão Monteiro
Revisão especializadaSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.