🐛 Insetos

Besouro-joia

Buprestidae (ex.: Euchroma gigantea)

Atualizado em

8 mm a 80 mm (maioria 12 a 25 mm)Tamanho
Folhas e pólen (adulto); madeira (larva)Alimentação
1 a 3 anos; adulto vive semanasCiclo de vida
Florestas, cerrado e áreas urbanas arborizadasHabitat
Não morde, não pica, não é venenosoPerigo para humanos
Besouro-joia gigante Euchroma gigantea com brilho verde-metálico sobre tronco

O besouro-joia não é uma espécie única, mas o nome popular de toda a família Buprestidae, com mais de 15 mil espécies no mundo e cerca de 1.000 no Brasil. O que todas têm em comum é o brilho metálico intenso da carapaça, que parece joia lapidada e muda de cor conforme a luz.

No Brasil o mais conhecido é o besouro-joia-gigante (Euchroma gigantea), de até 80 mm, comum na Mata Atlântica e na Amazônia. Os adultos vivem poucas semanas e são vistos no calor, enquanto as larvas podem passar anos escondidas dentro de troncos, abrindo galerias na madeira.

Também conhecido como: Besouro-metálico, Buprestídeo, Jewel beetle (inglês), Escarabajo joya (espanhol), Besouro-joia-gigante (para Euchroma gigantea)

Faz parte de: Insetos do Brasil, Insetos Voadores, Pragas de Jardim

Explore a wiki

Galeria de fotos de Besouro-joia

Besouro-joia gigante Euchroma gigantea com brilho verde-metálico sobre tronco
Euchroma gigantea, o besouro-joia gigante do Brasil, com élitros verde-cobre iridescentes.
Close extremo da cabeça do besouro-joia mostrando olhos e antenas serrilhadas
Cabeça pequena com olhos grandes e antenas curtas em forma de serra.
Besouro-joia em voo com asas membranosas abertas
Voo rápido e barulhento, só ocorre em dias quentes e ensolarados.
Larva achatada e branca do besouro-joia dentro de galeria na madeira
Larva ápoda que pode viver até 2 anos escavando galerias achatadas.
Besouro-joia adulto se alimentando de folhas jovens e pólen
Adulto se alimenta de folhas e pólen em copas ensolaradas.
Besouro-joia ao lado de folha e ponta de dedo para escala de tamanho
Tamanho varia de 8 mm a 80 mm; a maioria tem 12 a 25 mm.

Perfil rápido de Besouro-joia

Calendário

Maior atividade dos adultosJFMAMJJASOND
Postura de ovosJFMAMJJASOND
Emergência de novos adultosJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica

Não morde, não pica e não tem veneno. Pode apenas beliscar levemente se manuseado. Pó de madeira das galerias pode irritar vias respiratórias.

Vida útil

Na natureza
1 a 3 anos no total; adulto vive 3 semanas a 3 meses
Fase larval
6 meses a 2 anos dentro da madeira
Fase de ovo
10 a 20 dias em fendas da casca

Reprodução

Metamorfose
Completa (ovo, larva, pupa, adulto)
Acasalamento
No verão, sobre troncos e flores ao sol; machos patrulham e disputam fêmeas
Postura
30 a 100 ovos isolados em rachaduras da casca
Padrão sazonal
Adultos de setembro a março; pico de novembro a janeiro
Nascimento
Larva ápoda achatada que perfura direto para dentro da casca

Habitat

Ambientes

  • Troncos e galhos de árvores vivas, moribundas ou mortas
  • Copas floridas e bordas de mata ensolaradas
  • Lenha, toras e madeira estocada

Biomas

  • Mata Atlântica
  • Amazônia
  • Cerrado
  • Caatinga
  • Pampa
  • Pantanal

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Folhas jovens
  • Pólen e néctar de flores de árvores

Outros alimentos

  • Casca interna e lenho (larvas xilófagas)
  • Madeira morta em decomposição

Encontrado em 10 países

  • Brasil
  • Argentina
  • Colômbia
  • México
  • Estados Unidos
  • Austrália
  • África do Sul
  • Índia
  • Tailândia
  • Japão

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Arthropoda
Classe
Insecta
Ordem
Coleoptera
Família
Buprestidae
Gênero
Diversos (Euchroma, Chrysobothria, Agrilus, Conognatha e outros)
Espécie
Mais de 15.000 espécies; no Brasil destaca-se Euchroma gigantea

Resumo

  • Besouro-joia é o nome da família Buprestidae, reconhecida pelo brilho metálico estrutural que não desbota e varia entre verde, azul, cobre e dourado.
  • No Brasil vive principalmente em florestas e cerrados, com adultos ativos na primavera e verão se alimentando de folhas e pólen e larvas broqueadoras de madeira.
  • Não morde, não pica e não é venenoso para pessoas e pets, mas suas larvas podem danificar árvores enfraquecidas e madeira estocada.

Características

Ficha do inseto

OrdemColeoptera
FamíliaBuprestidae
Origem e distribuiçãoCosmopolita (todos os continentes exceto Antártica); no Brasil em todos os biomas
Tamanho8 mm a 80 mm; Euchroma gigantea 65 a 80 mm
Coresverde-metálicoazulcobredouradovermelhopreto
Asas e voo2 pares (élitros rígidos + asas membranosas); voo rápido e barulhento em dias quentes
AlimentaçãoAdulto: folhas jovens, pólen e néctar; Larva: madeira e casca interna
MetamorfoseCompleta (ovo > larva > pupa > adulto)
Expectativa de vidaTotal 1 a 3 anos; fase adulta 3 semanas a 3 meses
HabitatTroncos, copas floridas e madeira morta
Comportamento socialSolitário; reúne-se apenas em árvores floridas para acasalar
Principais predadoresPássaros, lagartixas, aranhas e vespas parasitoides

Perfil e comportamento

Periculosidade para pessoasMuito baixo
Importância para o ecossistemaAlto
Presença em casasBaixo
Benefício para a agriculturaBaixo
Dano às plantasMédio
Vida em grupoMuito baixo

Como identificar o besouro-joia sem confundir

O besouro-joia se reconhece de longe pelo brilho metálico que parece verniz. Não é pigmento. A cor vem da microestrutura das escamas do élitro, que reflete a luz por interferência. Por isso o tom muda entre verde-esmeralda, azul, cobre e dourado conforme o ângulo.

O corpo é alongado, achatado e muito duro, com cabeça pequena encaixada no tórax e antenas curtas em forma de serra, com 11 segmentos. As pernas são curtas e as asas anteriores são élitros rígidos que cobrem todo o abdômen. Quando pousado, ele parece uma gota de metal.

No Brasil, três tipos são mais vistos. O Euchroma gigantea, o gigante opaco verde-escuro com textura rugosa, de 65 a 80 mm. Os Chrysobothria e Conognatha, menores (12 a 25 mm), de verde ou azul brilhante com manchas amarelas. E os Agrilus, finos e de 8 a 12 mm, quase cilíndricos, que muitos confundem com besouro comum.

Onde vive e por que aparece no calor

Buprestídeos ocorrem em todos os biomas brasileiros, mas são mais diversos na Mata Atlântica, Amazônia e Cerrado. Preferem bordas de mata, capoeiras, pomares e até praças urbanas com árvores grandes e floridas.

Os adultos são heliófilos: precisam de sol e calor para voar. Só decolam com temperatura acima de 28 a 30 °C, por isso surgem em massa entre setembro e março, nos horários mais quentes do dia, entre 10h e 15h. Em dias nublados ficam imóveis no tronco.

As larvas vivem escondidas. Cada fêmea põe de 30 a 100 ovos isolados em fendas da casca. Ao eclodir, a larva perfura a casca e passa meses ou anos cavando galerias achatadas em forma de zigue-zague, cheias de serragem fina. É por isso que você raramente vê a larva, mas encontra o orifício de saída do adulto: um furo oval ou em forma de D.

O que o besouro-joia come em cada fase

Adulto e larva têm dietas opostas. O adulto é folívoro e florívoro. Ele rói bordas de folhas jovens e lambe pólen e néctar de flores de árvores como ingá, sibipiruna, mangueira, eucalipto e abacateiro. Não é grande polinizador, mas transporta pólen ao visitar flores.

A larva é xilófaga. Alimenta-se da camada entre casca e lenho (floema e câmbio) e, em algumas espécies, do cerne. Prefere árvores estressadas por seca, fogo, poda drástica ou doença, além de madeira morta e lenha estocada. Árvores sadias e vigorosas raramente são atacadas com sucesso.

Essa diferença explica o impacto duplo: o adulto quase não causa dano visível, enquanto a larva pode anelar galhos e troncos, interrompendo a seiva e matando ramos. Em pomares e reflorestamentos, o ataque é mais problemático em mudas e árvores jovens.

Ciclo de vida: anos dentro da madeira e semanas fora

O ciclo é de metamorfose completa e é longo para um besouro. Ovo dura 10 a 20 dias. A larva, branca, achatada, sem pernas e com cabeça larga, é a fase mais longa: de 6 meses a mais de 2 anos, dependendo da espécie, da umidade da madeira e da temperatura.

Durante esse tempo ela cresce trocando de pele 5 a 7 vezes e escava galerias que podem ter mais de 1 metro de extensão em espécies grandes como Euchroma. Antes de virar pupa, alarga um nicho próximo à superfície e se transforma em pupa nua, clara, já com forma de besouro.

A fase de pupa dura 2 a 4 semanas. O adulto recém-formado rói o orifício de emergência e sai. Vive pouco: 3 semanas a 3 meses. Nesse período precisa acasalar e pôr ovos. Machos patrulham troncos ao sol e disputam fêmeas em voos curtos e barulhentos. Não há cuidado parental.

Como voa e como se defende sem veneno

O voo é rápido, reto e ruidoso, com zumbido alto. Apesar dos élitros pesados, algumas espécies atingem picos de 25 a 30 km/h em voo de dispersão. Mas decolam com dificuldade e, se caem de costas, demoram para virar por causa do corpo achatado.

A defesa é passiva. Primeiro, a tanatose: ao ser tocado, recolhe pernas e antenas e finge-se de morto por segundos. Segundo, a dureza extrema do exoesqueleto e o brilho que confunde predadores na folhagem. Terceiro, algumas espécies liberam líquido amarelado de cheiro forte pelas articulações, que tem gosto ruim para pássaros.

Não há ferrão, não há glândula de veneno e as mandíbulas, embora fortes para roer folha, não conseguem morder pele humana com força. É um inseto solitário. Você pode ver 5 a 10 adultos na mesma árvore florida em dia quente, mas cada um se alimenta sozinho.

Como diferenciar de besouros parecidos

Besouro-joia não é cantárida nem besouro-tigre. Cantáridas (Meloidae) têm corpo mais mole e antenas longas. Besouros-tigre têm pernas longas e correm no chão. Buprestídeos têm corpo em forma de bala e antenas curtas serrilhadas, além do brilho metálico uniforme, sem pelos.

Besouro-joia morde, pica ou é venenoso?

Não. Nenhum buprestídeo brasileiro morde, pica, inocula veneno ou transmite doença. O contato acidental não causa dor, inchaço ou alergia grave na maioria das pessoas. Pets como cachorro e gato também não correm risco se cheirarem ou lamberem um adulto.

O único incômodo possível é mecânico: se um adulto grande como Euchroma ficar preso na pele ou no cabelo, pode beliscar levemente ao tentar se soltar, sem ferir. Larvas nunca entram em contato com pessoas, pois vivem dentro da madeira.

Atenção diferente para madeira: o pó fino (serragem) das galerias pode irritar vias respiratórias de pessoas sensíveis durante o corte de lenha infestada. Use máscara ao serrar troncos com furos em D e galerias achatadas. Em caso de ingestão acidental por criança ou pet, não há toxicidade, mas observe e procure orientação se houver engasgo.

Praga ou joia do ecossistema? O papel ambíguo

Na mata nativa, o besouro-joia é reciclador e indicador de saúde. Ao atacar árvores moribundas e madeira morta, acelera a decomposição, libera nutrientes e abre espaço para fungos e outros insetos. Pássaros como pica-paus dependem de suas larvas como alimento.

Em áreas urbanas e agrícolas, o mesmo hábito vira problema. Espécies do gênero Agrilus são pragas quarentenárias em outros países – o Agrilus planipennis dizimou milhões de freixos nos EUA. No Brasil, surtos locais de buprestídeos já foram registrados em eucalipto, mangueira, abacateiro e jabuticabeira após secas prolongadas ou queimadas.

Na nossa avaliação, o manejo não deve ser erradicação. Árvores vigorosas, bem irrigadas e sem feridas de poda expostas resistem bem. Remover e queimar galhos secos com galerias, evitar estocar lenha encostada em árvores vivas e preservar inimigos naturais como vespas parasitoides são medidas mais eficazes que inseticida, que mal atinge a larva dentro do tronco.

Ataque Como reconhecer O que fazer
Leve (1 a 3 furos) Furos ovais de 3 a 8 mm, copa ainda verde Podar ramo afetado 30 cm abaixo do furo e adubar a árvore
Moderado (galho secando) Galerias achatadas sob a casca, casca soltando Remover galho, queimar ou ensacar, não deixar lenha no local
Severo (tronco anelado) Muitos furos em D, fluxo de resina, copa amarelando Chamar engenheiro agrônomo ou florestal para avaliação

Como conviver e quando controlar

Se você encontrou um adulto na varanda ou no jardim, apenas solte-o em uma árvore ao sol. Ele vai embora sozinho. Não há infestação domiciliar: besouros-joia não vivem dentro de casas, não atacam móveis envernizados e não se reproduzem em alimento.

Para quem tem pomar ou árvores ornamentais, a prevenção vale mais que o controle curativo:

  • Mantenha a árvore forte: irrigue na seca, adube conforme análise de solo e evite podas drásticas no verão, quando os adultos estão voando.
  • Proteja feridas: cortes de poda com mais de 3 cm devem ser lisos e sem deixar tocos; não é necessário passar tinta, mas evite deixar casca rasgada.
  • Inspecione lenha: não traga lenha com furos para perto de árvores sadias e não armazene toras por mais de um ano.
  • Atraia predadores: preserve pássaros e vespas que controlam naturalmente as larvas.

Não use inseticida por conta própria dentro de troncos. Além de pouco eficaz, mata polinizadores. Se houver morte progressiva de galhos, fotografe os furos e as galerias e busque diagnóstico com Embrapa ou assistência técnica local.

Curiosidades que só o besouro-joia tem

O brilho do besouro-joia já vestiu gente. Na Tailândia e na Índia, élitros de Sternocera aequisignata são usados há séculos em bordados, joias e até como lantejoulas naturais, porque não desbotam. No Brasil, colecionadores valorizam Euchroma gigantea justamente pela carapaça rugosa que reflete verde e cobre.

Nem todo buprestídeo depende só da visão. O gênero Melanophila, parente próximo, tem sensores infravermelhos nas pernas que detectam incêndios florestais a mais de 50 km, para encontrar madeira queimada ideal para as larvas. É um dos poucos insetos com “visão de calor”.

Outra marca da família é a longevidade larval extrema. Há registros de larvas de Buprestis aurulenta que sobreviveram mais de 30 anos dentro de madeira seca de construção antes de emergir como adultas, confundindo moradores que acharam que a praga tinha surgido do nada.

Perguntas frequentes

Besouro-joia morde ou pica?

Não. Ele não tem ferrão nem veneno e as mandíbulas não cortam pele humana. No máximo dá um beliscão leve se for apertado na mão.

Besouro-joia é perigoso para cachorro ou gato?

Não. Não é tóxico se lamber ou ingerir acidentalmente. Apenas observe se houver engasgo com o élitro duro.

Por que ele brilha tanto?

O brilho é estrutural: microcamadas no élitro refletem a luz por interferência, não por pigmento. Por isso a cor muda com o ângulo e não desbota.

Encontrei furos ovais no tronco, é besouro-joia?

Provavelmente sim. Furos ovais ou em D de 3 a 10 mm com galerias achatadas cheias de serragem fina são típicos de buprestídeos.

Como acabar com besouro-joia na árvore?

Fortaleça a árvore com água e adubação, remova galhos secos com galerias e não estoquem lenha infestada perto. Inseticida raramente alcança a larva dentro do tronco.

Besouro-joia entra em casa?

Pode entrar atraído pela luz em dias quentes, mas não infesta casas, não ataca móveis envernizados e sai sozinho se solto em uma árvore.

Quanto tempo vive o besouro-joia?

O ciclo total dura 1 a 3 anos, mas quase todo dentro da madeira como larva. O adulto vive apenas de 3 semanas a 3 meses.

Você sabia?

1

Cor sem tinta

O verde e o cobre do besouro-joia não vêm de pigmento, mas de nanoestruturas que refletem luz. Por isso a cor não desbota mesmo décadas após a morte do inseto em coleções.

2

Joia viva na roupa

Na Ásia, élitros de Sternocera são costurados em tecidos e usados como lantejoulas naturais há mais de 300 anos, brilhando mais que plástico.

3

Detector de incêndio

Parentes do besouro-joia, do gênero Melanophila, percebem calor infravermelho de queimadas a até 50 km e voam até a madeira recém-queimada para por ovos.

4

Larva que espera décadas

Larvas de algumas espécies podem ficar mais de 2 anos e, em casos extremos documentados, até 30 anos dentro de madeira seca antes de virar adulto.

Fontes

  1. Embrapa - Entomologia e Pragas Florestais
  2. GBIF - Buprestidae
  3. Museu Nacional / UFRJ - Coleção Entomológica

Prós e contras: Besouro-joia

Prós

  • Brilho metálico único e fotogênico, sem necessidade de pigmento
  • Importante reciclador de madeira morta e alimento para pássaros
  • Não oferece risco a pessoas, crianças e pets
  • Indicador de árvores estressadas, ajuda no diagnóstico precoce
  • Adultos visitam flores e podem auxiliar na polinização secundária

Contras

  • Larvas broqueadoras podem matar galhos e árvores jovens enfraquecidas
  • Difícil de controlar quando já dentro do tronco
  • Pode danificar lenha e madeira estocada por meses
  • Surtos após seca ou queimada afetam pomares e eucaliptais
  • Furos de emergência desvalorizam madeira para uso comercial
Nossa opinião

O besouro-joia é o melhor exemplo de que nem toda larva broqueadora é vilã: na mata ele é reciclador essencial, só vira praga quando a árvore já está fraca. Vale mais admirar o brilho estrutural único do que temer um inseto que não oferece risco a pessoas e pets.

Continue explorando: Insetos

Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Sansão Monteiro
Revisão especializadaSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 19.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.