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Caeté

Goeppertia lutea (sin. Calathea lutea)

Atualizado em

0,8 a 3 m de alturaTamanho
Meia-sombra a sombraLuminosidade
Frequente, solo úmidoRega
PereneCiclo de vida
Fácil a moderadaDificuldade
Caeté-açu adulto com folhas grandes e brilhantes no jardim tropical

O Caeté é o nome popular dado a várias plantas da família Marantaceae, sobretudo do gênero Goeppertia (antiga Calathea), Stromanthe e Thalia. No Brasil, o mais conhecido é o Caeté-açu (Goeppertia lutea), de folhas grandes e cerosas muito usadas na Amazônia para embrulhar alimentos.

É uma planta perene, rizomatosa e tipicamente de sombra ou meia-sombra, que se destaca pelo porte escultural e pelo movimento das folhas ao longo do dia. No jardim, forma touceiras densas que trazem clima de mata úmida, e em vasos funciona bem em varandas protegidas, desde que haja umidade no ar.

Diferente de folhagens comuns, o Caeté tem um mecanismo visível de nictinastia: as folhas se abrem de dia e se erguem à noite. Essa característica, somada à resistência ao calor e à baixa exigência de sol direto, explica por que ele é tão usado em projetos de paisagismo tropical e em áreas de borda de lago.

Também conhecido como: Caeté-açu, Caetê, Bananeirinha, Caeté-bordô, Caeté aquático, Pariri

Faz parte de: Plantas de Sombra, Plantas Ornamentais, Plantas para Jardim, Plantas para Vasos

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Galeria de fotos de Caeté

Caeté-açu adulto com folhas grandes e brilhantes no jardim tropical
Caeté-açu (Goeppertia lutea) adulto com touceira densa e folhas esculturais.
Detalhe da folha grande e cerosa do Caeté
Folha do Caeté mostra textura coriácea e cera na face inferior.
Folhas de Caeté-bordô com verso bordô intenso
Caeté-bordô (Stromanthe thalia) com contraste entre verde e bordô.
Caeté aquático na margem de lago ornamental
Caeté aquático (Thalia geniculata) ideal para margens de lagos.
Divisão de touceira e rizomas do Caeté para propagação
Propagação do Caeté por divisão de touceira e rizomas.
Caeté cultivado em vaso grande em varanda sombreada
Caeté em vaso grande valoriza varandas sombreadas e bem iluminadas.
Ideal para

O Caeté é ideal para quem busca uma folhagem grande e tropical para locais sombreados onde outras plantas não vingam. Ele funciona muito bem para tutores que têm varanda protegida, jardim com árvores ou quintal úmido e querem impacto visual rápido sem precisar de sol pleno. Também é ótimo para famílias com cachorro ou gato que precisam de planta segura e de baixa manutenção. Com rega regular e umidade do ar correta, ele forma touceiras cheias e valoriza projetos de paisagismo com cara de mata.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem mora em apartamento muito seco, com ar-condicionado constante e sem possibilidade de aumentar a umidade. Nesse ambiente as bordas secam e a planta exige borrifos frequentes, o que frustra quem tem pouco tempo. Também não é indicado para quem procura planta de sol pleno, floração vistosa o ano todo ou espécie compacta para mesa pequena. O Caeté cresce bastante, precisa de vaso grande e não tolera frio intenso nem geada.

Cultivo rápido

Luz
Meia-sombra a sombra luminosa; luz difusa intensa, sem sol direto do meio-dia
Rega
Frequente, mantendo solo úmido; 2 a 4 vezes por semana conforme calor e vaso
Solo
Leve, fértil e bem drenado, com matéria orgânica; pH 5,5 a 6,5
Temperatura
18 °C a 28 °C; proteger abaixo de 12 °C e de geadas
Umidade
Alta, acima de 60%; borrifar folhas de manhã em ambientes secos
Adubação
Orgânica ou NPK 10-10-10 leve a cada 45-60 dias de setembro a março
Poda
Apenas limpeza de folhas secas ou danificadas, rente à base
Propagação
Divisão de touceira e rizomas no início da primavera

Perfil rápido de Caeté

Calendário

Plantio e divisãoJFMAMJJASOND
AdubaçãoJFMAMJJASOND
Floração (Goeppertia lutea)JFMAMJJASOND
Floração (Thalia geniculata)JFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica

Goeppertia/Calathea e Stromanthe são listadas como não tóxicas para cães e gatos pela ASPCA. Ainda assim, ingestão em grande quantidade pode causar desconforto gastrointestinal leve.

Encontrado em 5 países

  • Brasil
  • Colômbia
  • Peru
  • México
  • Panamá

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Tracheophyta
Classe
Liliopsida
Ordem
Zingiberales
Família
Marantaceae
Gênero
Goeppertia / Stromanthe / Thalia
Espécie
Goeppertia lutea (principal), Stromanthe thalia, Thalia geniculata

Resumo

  • O Caeté reúne espécies da família Marantaceae, perenes e rizomatosas, famosas pelas folhas grandes, eretas e com movimento diário de abertura e fechamento.
  • Prefere meia-sombra ou sombra luminosa, solo rico em matéria orgânica sempre úmido e umidade do ar acima de 60%, com melhor desenvolvimento entre 18 °C e 28 °C.
  • É considerado não tóxico para cachorro e gato, se propaga facilmente por divisão de touceira e é ideal para jardins tropicais, cantos sombreados e vasos grandes em espaços protegidos.

Características

Ficha da planta

Nome popularCaeté, Caeté-açu, Bananeirinha, Caetê
Nome científicoGoeppertia lutea (sin. Calathea lutea) - principal; outros: Stromanthe thalia, Thalia geniculata
Família botânicaMarantaceae
OrigemAmérica tropical - do México ao Brasil, incluindo Amazônia e Mata Atlântica
Tipo de plantaHerbácea rizomatosa, folhagem ornamental
Ciclo de vidaPerene
Tamanho0,8 a 3 m de altura; touceira com 0,8 a 1,5 m de largura
LuminosidadeMeia-sombra a sombra luminosa; não tolera sol pleno direto
RegaRegular, mantendo solo úmido sem encharcar
SoloFértil, leve, rico em matéria orgânica, pH 5,5 a 6,5, bem drenado
TemperaturaIdeal entre 18 °C e 28 °C; sensível a frio abaixo de 12 °C
PropagaçãoDivisão de touceira e rizomas
Toxicidade para petsNão tóxica para cachorro e gato (ASPCA lista Calathea/Goeppertia como não tóxica)
CoresVerdeverde-escuroprateadobordô na face inferiorroxo

Perfil e comportamento

Necessidade de luzBaixo
Necessidade de águaAlto
Facilidade de cultivoAlto
Adequação a vasosAlto
Resistência a pragasMédio
Tolerância ao frioBaixo
Tolerância ao calorMuito alto
Valor ornamentalMuito alto

Como identificar o Caeté: folhas, porte e floração que não enganam

O Caeté se reconhece de longe pelo porte ereto e pelas folhas muito grandes, coriáceas e brilhantes, que lembram bananeira em miniatura. Em Goeppertia lutea, a lâmina pode chegar a 60 a 100 cm de comprimento, verde na face superior e levemente acinzentada ou cerosa na inferior, sustentada por pecíolos longos e rígidos que partem direto do rizoma.

Outro traço inconfundível é o pulvino, um inchaço na base do pecíolo que funciona como articulação hidráulica. É ele que permite a nictinastia: durante o dia as folhas ficam mais abertas e horizontais para captar luz difusa, e ao entardecer se elevam quase na vertical. Se você ouvir alguém dizer que a planta “reza” à noite, é esse movimento.

A floração é discreta perto da folhagem. O Caeté-açu emite espigas com brácteas cerosas marrom-avermelhadas e flores pequenas amarelas ou alaranjadas. Já Thalia geniculata, o Caeté aquático, tem inflorescência mais alta, com flores roxas e hastes que podem ultrapassar 2,5 m. Em todas as espécies, o fruto é pequeno e pouco ornamental.

Onde o Caeté vive no Brasil e por que ele ama sombra úmida

Na natureza, o Caeté ocorre em bordas de mata, capoeiras úmidas, margens de rios e áreas alagáveis da Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal. Ele é planta de sub-bosque: evoluiu sob luz filtrada, com solo sempre úmido e ar saturado de umidade. Por isso sofre rapidamente em sol forte e vento seco.

Em cultivo, essa origem explica tudo. Ele vai bem em jardins sombreados, corredores entre muros, varandas voltadas a sul ou leste e beira de lagos. Thalia geniculata é inclusive palustre e pode ser plantada com o rizoma parcialmente submerso, ótima para lagos ornamentais e jardins de chuva. As espécies terrestres preferem solo fofo e úmido, nunca compactado.

Luz, rega e solo ideais para o Caeté não enrolar as folhas

A regra de ouro é sombra luminosa. Luz difusa abundante mantém as folhas grandes e com cor intensa; sol direto queima as bordas e desbota o verde. Dentro de casa, posicione a até 2 m de uma janela bem iluminada, mas sem raios diretos do meio-dia. Se as folhas ficarem pálidas e com bordas secas, é excesso de sol ou ar muito seco.

Rega deve manter o substrato constantemente úmido, nunca encharcado. Em clima quente, isso significa regar 3 a 4 vezes por semana no jardim e 2 a 3 vezes em vaso, sempre verificando os 2 cm superficiais do solo. Use água em temperatura ambiente e, se possível, deixe descansar para reduzir cloro. A umidade do ar acima de 60% é mais importante que a frequência de rega: borrife as folhas pela manhã ou use bandeja com pedriscos e água por baixo do vaso.

O solo ideal é leve, aerado e rico em matéria orgânica, com mistura de terra vegetal, húmus de minhoca e perlita ou casca de pinus para drenagem. pH entre 5,5 e 6,5 favorece a absorção de nutrientes. Em vasos, escolha recipientes com furos amplos e camada de drenagem de argila expandida, pois rizomas apodrecem facilmente em água parada.

Adubação e poda: o que realmente faz diferença

Adube de setembro a março, a cada 45 a 60 dias, com orgânico curtido ou NPK 10-10-10 em dose leve. Excesso de nitrogênio deixa folhas muito grandes porém fracas e mais sujeitas a pragas. No inverno, suspenda ou reduza pela metade.

Poda é apenas de limpeza: remova folhas amareladas, secas ou com bordas queimadas cortando rente à base do pecíolo com tesoura desinfetada. Não há poda de formação, pois a touceira se molda sozinha. Aproveite a limpeza para dividir touceiras muito adensadas.

Como plantar e propagar Caeté em vaso ou no jardim

O plantio por divisão de touceira tem taxa de pegamento muito alta e é o método recomendado no Brasil. O melhor período é no início da estação chuvosa, de setembro a novembro, quando a planta retoma o crescimento ativo.

  • Escolha da muda: selecione touceira adulta com pelo menos 3 a 4 hastes. Retire com rizoma e raízes intactas.
  • Divisão: com faca limpa, separe blocos com 1 a 2 hastes e porção generosa de rizoma. Mantenha raízes úmidas durante o processo.
  • Plantio no vaso: vaso de 30 a 50 cm de boca, substrato fofo e úmido. Plante na mesma profundidade original, sem enterrar o colo. Regue bem e mantenha à sombra por 10 a 15 dias.
  • Plantio no jardim: cova de 30 x 30 cm, espaçamento de 80 cm a 1 m entre mudas. Misture composto orgânico à terra e cubra com cobertura morta para reter umidade.

Nos primeiros 30 dias, não deixe o solo secar e proteja do vento. A brotação nova surge do rizoma em 2 a 4 semanas. Sementes existem, mas são raramente usadas por serem de germinação lenta e irregular.

Tipos e variedades de Caeté mais cultivados no Brasil

Embora o nome Caeté seja genérico, três grupos concentram quase todo o cultivo ornamental e cada um tem uso diferente no paisagismo.

Nome popular Nome científico atual Porte e destaque Uso indicado
Caeté-açu / Caeté de folha grande Goeppertia lutea 1,5 a 3 m; folhas enormes verde-brilhantes, face inferior cerosa Fundo de canteiro, renque sombreado, folhas para artesanato
Caeté-bordô / Bananeirinha Stromanthe thalia (sin. S. sanguinea) 0,8 a 1,5 m; folhas alongadas verde-escuras com verso bordô intenso Vasos grandes, bordas de muro, contraste de cor
Caeté aquático Thalia geniculata 1,5 a 3 m; hastes eretas, folhas glaucas, flores roxas Margem de lagos, jardim alagável, filtro natural
Caeté-zebra / Caeté-listrado Goeppertia zebrina 0,6 a 1 m; folhas com faixas verde-claras em zigue-zague Interiores luminosos, vasos médios, coleção

Na hora de comprar, confira o verso da folha: Stromanthe tem bordô muito vivo, Goeppertia lutea tem cera esbranquiçada e Thalia tem tom azulado. Essa checagem evita confusão com bananeiras jovens ou com Maranta, que é menor e mais rasteira.

Pragas, doenças e erros que mais matam o Caeté

O Caeté é rústico, mas sofre com ar seco, solo encharcado e cochonilhas. Ácaros e tripes aparecem quando a umidade cai abaixo de 50%, deixando pontuações amareladas e teias finas na face inferior. Cochonilha-algodão se instala nos pecíolos e exige remoção manual com algodão e álcool isopropílico, além de melhorar ventilação.

Doenças fúngicas como antracnose e mancha foliar surgem com excesso de água nas folhas à noite. Evite molhar a folhagem após as 16h e garanta espaçamento entre touceiras. Folhas enroladas para dentro durante o dia quase sempre indicam falta de água ou calor excessivo, não praga. Já folhas enroladas com bordas secas e quebradiças apontam para salinidade do substrato por adubo em excesso — lave o vaso com rega abundante e suspenda a adubação.

Um erro comum é plantar Caeté em sol pleno achando que “planta tropical aguenta sol”. Ele até sobrevive, mas fica amarelado, com folhas menores e queimadas. Outro erro é vaso pequeno: rizomas precisam de espaço horizontal para expandir; vaso apertado trava o crescimento.

Curiosidades e usos tradicionais que tornam o Caeté único

O Caeté-açu tem uso cultural profundo na Amazônia. Suas folhas grandes, impermeáveis graças à camada de cera epicuticular, são tradicionalmente usadas para embrulhar peixe, beiju, pamonha e farinha, mantendo a umidade e o aroma. Em algumas comunidades, as folhas secas servem como cobertura temporária e até como “papel” para assar alimentos na brasa.

Na Marantaceae, as flores têm um mecanismo de polinização por explosão: o estilete fica tensionado e, ao ser tocado por abelhas Euglossini, se solta e deposita pólen com precisão. É um dos poucos casos de polinização tão especializada entre folhagens ornamentais cultivadas no Brasil.

Por fim, o Caeté é uma das poucas folhagens grandes seguras para casas com pets, ao contrário de comigo-ninguém-pode e costela-de-adão. Essa combinação de porte tropical, tolerância à sombra e baixa toxicidade explica por que paisagistas o indicam como “planta coringa” para cantos difíceis onde poucas espécies prosperam.

Perguntas frequentes

Caeté precisa de sol?

Não. Ele prefere meia-sombra ou sombra luminosa com luz difusa. Sol direto queima as folhas e deixa as bordas secas.

Caeté pode ficar dentro de casa?

Sim, desde que perto de janela bem iluminada sem sol direto e com umidade do ar acima de 60%. Borrife as folhas e use vaso grande com boa drenagem.

Como fazer muda de Caeté?

Por divisão de touceira, de setembro a novembro. Separe um bloco com 1 a 2 hastes e rizoma com raízes e replante em substrato úmido à sombra.

Por que as folhas do Caeté enrolam?

Folhas enroladas de dia indicam falta de água, calor excessivo ou ar muito seco. Verifique a umidade do solo e aumente a umidade do ambiente.

Caeté é tóxico para cachorro e gato?

Não. Espécies de Goeppertia/Calathea e Stromanthe são consideradas não tóxicas pela ASPCA, mas evite ingestão em grande quantidade.

Qual a diferença entre Caeté e bananeira?

O Caeté tem folhas mais rígidas, cerosas e com pulvino na base do pecíolo que permite movimento noturno, além de rizoma e não formar tronco como a bananeira.

Caeté gosta de muita água?

Gosta de solo sempre úmido, mas não encharcado. Regue com frequência e garanta drenagem para não apodrecer o rizoma.

Você sabia?

1

Folha que embrulha comida

Na Amazônia, a folha cerosa de Goeppertia lutea é usada para embrulhar peixe e pamonha, pois é naturalmente impermeável e mantém o alimento úmido no fogo.

2

Planta que reza

O Caeté faz nictinastia: suas folhas se abrem de dia e se erguem à noite graças ao pulvino na base do pecíolo, um movimento hidráulico visível a olho nu.

3

Polinização por explosão

As flores de Marantaceae têm estilete tensionado que dispara pólen quando visitado por abelhas das orquídeas (Euglossini), um mecanismo raro entre folhagens.

4

Parente da araruta

Caeté é da mesma família da araruta (Maranta arundinacea), de onde se extrai polvilho. Por isso tem rizoma rico em amido, embora o Caeté ornamental não seja cultivado para consumo.

Fontes

  1. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  2. Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
  3. ASPCA - Toxic and Non-Toxic Plants
  4. Missouri Botanical Garden

Prós e contras: Caeté

Prós

  • Folhagem grande e escultural que preenche rápido cantos sombreados
  • Vai muito bem em meia-sombra e sombra luminosa, onde poucas plantas vingam
  • Considerado não tóxico para cachorro e gato
  • Propagação fácil por divisão de touceira com alta taxa de sucesso
  • Tolerante ao calor e ótimo para jardim tropical e beira de lago (Thalia)

Contras

  • Exige umidade do ar alta; ar seco causa bordas queimadas
  • Não tolera sol pleno direto nem geada
  • Precisa de vaso grande e solo sempre úmido, não é para quem esquece regas por muito tempo
  • Floração pouco ornamental comparada à folhagem
  • Rizomas apodrecem se o solo ficar encharcado sem drenagem
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o Caeté é a melhor folhagem grande para sombra úmida no Brasil quando se quer efeito de mata sem dor de cabeça com sol. Ele entrega presença, movimento diário das folhas e segurança para pets, mas cobra umidade do ar — sem isso, vira planta de bordas secas.

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Com experiência no universo das plantas, dedica-se à pesquisa e produção de conteúdos sobre cultivo, identificação de espécies, plantas ornamentais, flores, árvores e frutíferas. Partilha conhecimentos práticos sobre…

Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.