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Anredera

Anredera cordifolia

Atualizado em

6 a 10 m de ramaTamanho
Sol pleno a meia-sombraLuminosidade
ModeradaRega
PereneCiclo de vida
Muito fácilDificuldade
Anredera cordifolia adulta cobrindo pergolado com folhas em forma de coração

Anredera é um gênero de trepadeiras perenes e suculentas da família Basellaceae, conhecido no Brasil como bertalha. A espécie mais cultivada, Anredera cordifolia, tem folhas em forma de coração, brilhantes e carnudas, e pode ultrapassar 6 metros em uma única estação de crescimento.

Ela chama atenção por dois motivos opostos: é uma hortaliça saborosa, com folhas usadas como substituta do espinafre, e ao mesmo tempo uma das trepadeiras mais invasoras do mundo quando escapa do cultivo. Seu segredo está nos tubérculos aéreos que se formam nas axilas das folhas e nos rizomas subterrâneos carnudos, que garantem rebrota mesmo após seca ou poda drástica.

De floração discreta e perfumada no fim do verão, Anredera é extremamente rústica, tolera sol e meia-sombra e pede poucos cuidados. Por isso funciona bem em pergolados, cercas e vasos grandes, desde que o tutor controle seu avanço com poda e coleta dos bulbilos.

Também conhecido como: Bertalha, Bertalha-coração, Vinha-da-madeira, Madeira vine, Boussingaultia cordifolia (sinônimo)

Faz parte de: Hortaliças, Plantas Ornamentais, Plantas para Vasos, Plantas Trepadeiras

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Galeria de fotos de Anredera

Anredera cordifolia adulta cobrindo pergolado com folhas em forma de coração
Anredera cordifolia em pergolado, mostrando folhagem densa em coração.
Close-up das folhas cordiformes e brilhantes de Anredera
Folhas carnudas e brilhantes em forma de coração, marca da espécie.
Detalhe dos bulbilos aéreos de Anredera nas axilas das folhas
Bulbilos aéreos que garantem propagação e exigem coleta constante.
Racemo pendente com flores branco-creme de Anredera
Floração em racemos perfumados no fim do verão.
Anredera cultivada em vaso grande com treliça em varanda ensolarada
Cultivo em vaso grande com suporte, ideal para controle do crescimento.
Tubérculo subterrâneo carnudo de Anredera
Tubérculo que armazena água e permite rebrota após seca ou geada.
Ideal para

Ideal para quem busca uma trepadeira comestível de crescimento ultra-rápido para cobrir pergolado, cerca ou muro em poucos meses, com pouca rega e sem fertilização pesada. Funciona muito bem para hortas urbanas e para tutores que gostam de colher folhas frescas para refogados e querem uma planta que tolere sol forte e meia-sombra. Também é ótima para vasos grandes em varandas ensolaradas, desde que haja suporte vertical e rotina de poda. Em projetos de paisagismo com manutenção frequente, cria cortina verde densa e floração perfumada no fim do verão.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem tem pouco tempo para manejo ou mora perto de área de mata, pois exige coleta constante de bulbilos para não se espalhar. Sem poda a cada poucas semanas, ela invade calhas, forros e plantas vizinhas e se torna difícil de erradicar. Não é a melhor escolha para apartamentos pequenos, jardins sombreados ou para quem busca trepadeira contida e de floração vistosa. Quem espera flores grandes e coloridas vai se frustrar, já que a floração é pequena, clara e de curta duração.

Cultivo rápido

Luz
Sol pleno a meia-sombra; 4 a 8 horas de sol. Tolera sombra parcial, mas cresce estiolada.
Rega
Moderada. Molhe quando 2 a 3 cm do solo secarem; 2 a 3 vezes/semana no verão no vaso, reduzindo no inverno.
Solo
Fértil, leve e bem drenado; mistura de terra vegetal + composto + areia grossa; pH 6,0 a 7,0.
Temperatura
Ideal 18 °C a 28 °C; tolera calor intenso e geada leve com perda da parte aérea.
Adubação
Composto orgânico ou húmus a cada 60 dias na primavera-verão; evite excesso de nitrogênio.
Poda
A cada 3 a 4 semanas na estação quente; poda de limpeza no outono e coleta total dos bulbilos.
Propagação
Bulbilos aéreos (mais fácil), divisão de tubérculos e estacas de rama de 15 cm com 2 nós.

Perfil rápido de Anredera

Calendário

PlantioJFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND
FrutificaçãoJFMAMJJASOND
Poda de contençãoJFMAMJJASOND
Colheita de folhasJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica (comestível)

Folhas e tubérculos são consumidos como hortaliça. Confirme a identificação como Anredera cordifolia e lave bem antes de consumir; em caso de dúvida, consulte um profissional de saúde ou veterinário.

Encontrado em 6 países

  • Brasil
  • Argentina
  • Paraguai
  • Uruguai
  • Bolívia
  • Equador

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Tracheophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Caryophyllales
Família
Basellaceae
Gênero
Anredera
Espécie
Anredera cordifolia

Resumo

  • Anredera cordifolia é trepadeira perene sul-americana de folhas cordiformes carnudas, comestível e vigorosa, que pode atingir 6 a 10 metros com apoio.
  • É propagada principalmente por bulbilos aéreos e tubérculos subterrâneos, floresce em racemos brancos perfumados no fim do verão e exige controle para não se tornar invasora.
  • Prefere sol pleno a meia-sombra, solo fértil e bem drenado, rega moderada e poda regular, sendo ideal para pergolados e cercas com manejo frequente.

Características

Ficha da planta

Nome popularBertalha, bertalha-coração, vinha-da-madeira
Nome científicoAnredera cordifolia (Ten.) Steenis
Família botânicaBasellaceae
OrigemAmérica do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai)
Tipo de plantaTrepadeira perene suculenta
Ciclo de vidaPerene
Tamanho5 a 10 m de comprimento; folhas de 4 a 13 cm
Coresverde-brilhanteflores branco-creme
LuminosidadeSol pleno a meia-sombra (4 a 8 h de sol)
RegaModerada; solo levemente úmido, tolera estiagem curta
SoloFértil, leve, bem drenado, pH 6,0 a 7,0
Temperatura18 °C a 28 °C; tolera até -5 °C com perda da parte aérea
PropagaçãoBulbilos aéreos, tubérculos e estacas de rama
Toxicidade para petsNão tóxica (comestível); confirme identificação antes do consumo

Perfil e comportamento

Necessidade de luzAlto
Necessidade de águaBaixo
Facilidade de cultivoMuito alto
Adequação a vasosAlto
Resistência a pragasMuito alto
Tolerância ao frioMédio
Tolerância ao calorMuito alto
Valor ornamentalAlto

Como identificar Anredera sem confundir com bertalha Basella

Anredera cordifolia é inconfundível quando você olha para três traços juntos: folha em coração bem carnuda e brilhante, rama suculenta que se enrola no suporte e, principalmente, bulbilos aéreos arredondados que surgem nas axilas das folhas. Esses bulbilos têm 1 a 2 cm, parecem pequenas batatinhas verdes a marrons e caem no solo formando novas plantas.

As folhas medem 4 a 13 cm de comprimento, são inteiras, com nervura central clara e textura que lembra suculenta. O caule é fino no início, depois torna-se avermelhado e verrucoso na base. A floração ocorre em racemos pendentes de 10 a 30 cm, com dezenas de flores minúsculas branco-creme de 5 mm, muito perfumadas, que atraem abelhas no fim do verão.

  • Anredera cordifolia: folha cordiforme, bulbilos abundantes, flor perfumada. É a bertalha verdadeira mais comum no Brasil.
  • Basella alba (bertalha-indiana): não forma bulbilos aéreos, tem caule mais grosso e folhas ovaladas. É a confusão mais frequente em feiras.
  • Anredera baselloides: folhas mais alongadas e menor produção de tubérculos, rara em cultivo doméstico.

Anredera é comestível ou invasora? Entenda o duplo perfil

Sim, Anredera cordifolia é comestível. Folhas jovens, brotos e até os tubérculos subterrâneos são consumidos refogados, em sopas ou crus em saladas quando bem tenros. O sabor lembra espinafre, levemente mucilaginoso, e a planta é rica em água e fibras, por isso foi historicamente usada como hortaliça de quintal no Sudeste e Sul do Brasil.

Ao mesmo tempo, ela é classificada como invasora agressiva na Austrália, Nova Zelândia e África do Sul, e também escapa com facilidade em áreas de Mata Atlântica. Cada metro de rama pode produzir até 150 bulbilos por estação, e o rizoma subterrâneo armazena água e amido para rebrotar após seca, fogo ou corte. Um único bulbilho esquecido no vaso coloniza a floreira em meses.

Na nossa avaliação, Anredera só deve ser plantada onde há manejo. Se você não pode podar a cada 3 a 4 semanas na primavera-verão e recolher os bulbilos, prefira outra trepadeira menos vigorosa.

Como plantar Anredera no vaso ou no jardim sem perder o controle

Plante Anredera no final do inverno ao início da primavera, quando o solo aquece acima de 18 °C. No vaso, use recipiente de pelo menos 30 litros com treliça ou obelisco de 1,5 m; no chão, escolha cerca, pergolado ou muro onde possa conduzir e podar com facilidade. Evite plantar perto de mata nativa ou terreno baldio.

O método mais seguro é por bulbilos aéreos. Pressione levemente 2 a 3 bulbilos a 2 cm de profundidade em substrato úmido, mantendo metade exposta. Em 15 a 25 dias surgem brotos. Estacas de rama de 15 cm com 2 nós também enraízam em água em 10 dias, mas geram plantas menos vigorosas que as de tubérculo.

Passo a passo para vaso com contenção

  • Misture 2 partes de terra vegetal, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia grossa ou perlita para garantir drenagem.
  • Forre o fundo com argila expandida e manta, plante 1 bulbilho por vaso de 30 L para não superlotar.
  • Instale o suporte já no plantio e amarre as primeiras ramas com fitilho. Deixe o vaso sobre piso, não direto na terra, para os bulbilos não enraizarem no chão.
  • Nos primeiros 30 dias, mantenha o solo levemente úmido e à meia-sombra; depois leve ao sol pleno.

Luz, rega e solo: o tripé que define se a folhagem fica bonita

Anredera rende mais em sol pleno com 6 a 8 horas de luz, onde as folhas ficam menores, mais espessas e verde-escuras. Em meia-sombra com 4 horas de sol ela cresce mais rápido e com folhas maiores, porém com entrenós longos e menos floração. Sombra total deixa a planta estiolada e suscetível a fungos.

A rega deve ser moderada e profunda. Molhe quando o topo de 2 a 3 cm do substrato secar. No verão, isso significa 2 a 3 vezes por semana no vaso e 1 vez por semana no chão; no inverno, reduza para a cada 7 a 10 dias. O excesso de água apodrece o tubérculo, enquanto a seca prolongada apenas faz a parte aérea murchar e depois rebrotar.

O solo ideal é fértil, fofo e bem drenado, com pH entre 6,0 e 7,0. Incorpore composto orgânico ou húmus a cada 3 meses e evite terra compactada. Em vasos, troque 30% do substrato uma vez por ano no fim do inverno para renovar nutrientes sem precisar replantar tudo.

Adubação, poda e condução para manter a trepadeira cheia e não invasiva

Adube de forma leve. Anredera não exige fertilização pesada; excesso de nitrogênio gera ramas gigantes e poucas flores. Use composto orgânico ou NPK 10-10-10 em dose metade da recomendada, a cada 60 dias na primavera-verão. Se cultiva para consumo, prefira apenas composto e húmus.

A poda é o manejo mais importante. Pode a cada 3 a 4 semanas entre outubro e março, cortando 20 a 30 cm das pontas e removendo ramas que buscam árvores ou telhado. Sempre recolha os bulbilos cortados em saco e descarte no lixo, nunca na composteira aberta. No fim do outono, após a floração, faça uma poda de limpeza mais forte, deixando 50 cm de rama principal para rebrote.

Conduza os ramos diariamente nas primeiras semanas, enrolando-os no arame ou barbante. Quando a planta atinge o topo do suporte, redirecione horizontalmente para formar cortina verde. Sem condução, ela se emaranha e cria peso excessivo que quebra a estrutura.

Pragas, doenças e por que Anredera quase não adoece

Anredera é extremamente resistente a pragas. Cochonilhas e pulgões aparecem apenas em plantas muito sombreadas ou com adubação desequilibrada. Lave com jato d’água e, se necessário, use óleo de neem a 1% à tarde. Lesmas podem roer folhas jovens em locais úmidos; faça barreira com casca de ovo ou catação manual à noite.

Doenças fúngicas como oídio e mancha foliar surgem com pouca ventilação e rega nas folhas à noite. Melhore o espaçamento, regue pela manhã na base e remova folhas manchadas. Podridão de tubérculo ocorre em solo encharcado; se o cheiro for de mofo, retire a planta, corte a parte mole e replante em substrato seco.

O maior problema não é praga, é dispersão involuntária. Bulbilos caem em calhas, vasos vizinhos e frestas de muro e germinam meses depois. Vistorie o entorno a cada 15 dias na estação chuvosa e arranque plântulas com o tubérculo inteiro antes que engrossem.

Tipos e espécies de Anredera que você encontra no Brasil

O gênero Anredera tem cerca de 12 espécies nas Américas, mas apenas duas são vistas com alguma frequência por aqui. A diferença está no formato da folha e na produção de bulbilos, o que muda o manejo.

Espécie Folha Bulbilos Uso mais comum
Anredera cordifolia Coração largo, 4-13 cm, muito brilhante Abundantes, 1-2 cm Hortaliça, ornamental, cobertura rápida
Anredera baselloides Oval a lanceolada, menor e mais fina Raros ou ausentes Ornamental delicada, menos invasiva
Anredera vesicaria Cordiforme pequena Moderados Coleções botânicas, rara em viveiros

Para consumo, compre mudas identificadas como Anredera cordifolia de viveiro ou horticultor. Evite coletar ramas asselvajadas sem certeza, pois a semelhança com outras trepadeiras pode gerar confusão.

Floração, frutificação e o ciclo anual no clima brasileiro

Em grande parte do Brasil, Anredera floresce entre fevereiro e maio, com pico em março. Os racemos branco-creme exalam perfume adocicado à tarde e duram 2 a 3 semanas. Após a polinização por abelhas, formam-se frutos secos pequenos e pouco ornamentais; a reprodução relevante continua sendo vegetativa.

No Sudeste e Sul, a parte aérea pode secar parcialmente no inverno com geada leve, mas o tubérculo subterrâneo permanece vivo e rebrota vigorosamente em setembro. No Norte e Nordeste, o crescimento é contínuo, exigindo poda o ano todo. Essa perenidade explica por que a planta volta mesmo quando parece morta.

Perguntas frequentes

Anredera é a mesma coisa que bertalha?

Sim, Anredera cordifolia é a bertalha-coração mais comum no Brasil. Não confunda com Basella alba, a bertalha-indiana, que não produz bulbilos aéreos.

Como plantar Anredera por bulbilho?

Enterre o bulbilho a 2 cm de profundidade com metade exposta, em solo fértil e úmido. A brotação ocorre em 15 a 25 dias com luz e calor.

Anredera é tóxica para cachorro e gato?

Não, é considerada não tóxica e até comestível. Ainda assim, evite que pets mastiguem grandes quantidades e confirme a identificação da planta.

Por que Anredera é considerada invasora?

Porque cada rama produz dezenas a centenas de bulbilos que caem e germinam facilmente, além de rizomas que rebrotam após corte. Sem coleta e poda, ela domina cercas e áreas naturais.

Anredera precisa de sol ou sombra?

Prefere sol pleno a meia-sombra, com 4 a 8 horas de sol. Em sombra total cresce fraca e com poucas folhas.

Quando Anredera floresce no Brasil?

Entre fevereiro e maio, com racemos branco-creme perfumados de 10 a 30 cm. A floração é discreta e dura 2 a 3 semanas.

Como controlar Anredera que se espalhou?

Pode as ramas, colete todos os bulbilos em saco e arranque plântulas com o tubérculo. Não descarte bulbilos na composteira ou no terreno.

Você sabia?

1

Batatinhas que caem do céu

Cada rama pode soltar mais de 100 bulbilos aéreos por verão. Eles permanecem viáveis no solo por até 2 anos e brotam mesmo depois de meses secos.

2

Rizoma que sobrevive ao fogo

O tubérculo subterrâneo de Anredera cordifolia armazena água e amido e rebrota após geada, corte rente e até queimada leve, por isso a planta é tão difícil de eliminar onde se naturaliza.

3

Perfume que engana

As flores de 5 mm têm perfume forte de amêndoa e baunilha ao entardecer para atrair mariposas e abelhas, mas quase não produzem néctar visível.

4

Confusão histórica no nome

Anredera cordifolia já foi classificada como Boussingaultia cordifolia e ainda é vendida com esse sinônimo em viveiros antigos, o que gera duplicidade de nomes.

Fontes

  1. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  2. Embrapa Hortaliças
  3. Missouri Botanical Garden - Plant Finder
  4. Invasive Species Compendium - CABI

Prós e contras: Anredera

Prós

  • Crescimento extremamente rápido e rústico, cobre pergolado em meses
  • Folhas comestíveis com sabor de espinafre, ótima para horta urbana
  • Tolera sol, meia-sombra, calor e estiagem curta
  • Resistente a pragas e doenças, exige pouca adubação
  • Propagação muito fácil por bulbilos aéreos

Contras

  • Alto potencial invasor se bulbilos não forem coletados
  • Exige poda frequente na primavera-verão para não dominar o espaço
  • Floração pequena e pouco vistosa para quem busca impacto ornamental
  • Pode quebrar suportes frágeis pelo peso quando muito densa
  • Tubérculo difícil de erradicar depois de estabelecido no solo
Nossa opinião

Na nossa avaliação, Anredera é uma das melhores trepadeiras comestíveis para quem quer produção rápida, mas só compensa se o tutor aceitar o manejo rigoroso de bulbilos. Para jardins ornamentais sem colheita, outras trepadeiras menos agressivas entregam menos trabalho.

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Última revisão em 20.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.