🦜 Aves e Pássaros

Faisão-prateado

Lophura nycthemera

Atualizado em

70 a 125 cm (macho com cauda longa)Tamanho
1,1 a 3,2 kgPeso
10 a 15 anosExpectativa de vida
Baixo, áspero e curtoCanto
Florestas montanas do Sudeste AsiáticoHabitat
Faisão-prateado macho de corpo inteiro em pé, com cauda longa branca e face vermelha

O faisão-prateado (Lophura nycthemera) é um faisão de grande porte nativo das florestas montanhosas do Sudeste Asiático, famoso pelo macho quase todo branco com finas estrias pretas e pela pele nua vermelha e intensa ao redor dos olhos. A fêmea é completamente diferente, em tons de marrom-oliva, o que torna o dimorfismo sexual um dos mais marcantes entre os fasianídeos.

No Brasil, não ocorre na natureza e é mantido apenas em criatórios ornamentais e conservacionistas. Apesar da beleza elegante, é uma ave territorial, arisca e que exige muito espaço, não sendo um pássaro de gaiola nem indicado para convívio doméstico como calopsitas ou canários.

Também conhecido como: Faisão prateado, Silver Pheasant (inglês), Faisán plateado (espanhol), Lophura prateada

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Galeria de fotos de Faisão-prateado

Faisão-prateado macho de corpo inteiro em pé, com cauda longa branca e face vermelha
Macho adulto de faisão-prateado com plumagem prateada e cauda longa.
Close da cabeça do faisão-prateado mostrando crista preta e pele vermelha ao redor do olho
Detalhe da cabeça com crista preta e máscara vermelha característica.
Fêmea do faisão-prateado com plumagem marrom-oliva em meio à vegetação
Fêmea marrom-oliva, bem diferente do macho prateado.
Macho de faisão-prateado em exibição nupcial diante da fêmea
Macho em display lateral durante a corte.
Ninho do faisão-prateado no chão com ovos rosados
Ninho simples no chão com ovos rosados.
Filhotes de faisão-prateado seguindo a mãe na serrapilheira
Filhotes precoces acompanham a mãe logo após a eclosão.

Como cuidar

Viveiro
10 a 15 m² por casal, 2 m de altura, poleiros, abrigo coberto e piso drenado com terra e folhas secas
Alimentação
Ração para fasianídeos + verduras, frutas, grãos e proteína animal (tenébrios, ovo cozido) na reprodução
Higiene e saúde
Manter piso seco, trocar água diariamente, vermifugar com exame de fezes e quarentena para aves novas
Manejo social
Um macho por viveiro; separar macho agressivo após a cópula; não misturar com galinhas domésticas sem quarentena
Ambiente
Sombreamento parcial, proteção contra vento e predadores, e barreira visual entre viveiros de machos vizinhos

Perfil rápido de Faisão-prateado

Estado de conservação

LC
Pouco Preocupante

Espécie com distribuição ampla e população grande, mas em declínio por desmatamento e caça.

População
Decrescente
Protegido por
Não globalmente ameaçado; protegido por leis locais em parte da distribuição

Calendário

ReproduçãoJFMAMJJASOND
Postura e incubaçãoJFMAMJJASOND
Muda de penasJFMAMJJASOND

Vida útil

Na natureza
10 a 12 anos, com alta mortalidade de filhotes no primeiro mês
Em cativeiro
12 a 15 anos com manejo seco, vermifugação e dieta adequada

Reprodução

Acasalamento
Poligínico; macho corteja 2 a 4 fêmeas com exibição lateral e batida de asas
Estrutura social
Territorial na reprodução; harém temporário defendido pelo macho
Padrão sazonal
Sazonal; março a junho na Ásia; agosto a dezembro no Brasil
Tipo de nascimento
Ovíparo, nidífugo e precoce
Ninhada
6 a 9 ovos por postura; incubação 26 a 28 dias apenas pela fêmea

Habitat

Ambientes

  • Florestas montanas subtropicais
  • Bambuzais densos
  • Matas secundárias com sub-bosque
  • Clareiras e bordas de mata

Biomas

  • Floresta subtropical úmida
  • Floresta temperada montana

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Sementes
  • Frutos caídos
  • Brotos e folhas

Outros alimentos

  • Insetos e larvas
  • Minhocas e pequenos invertebrados
  • Grãos cultivados

Encontrado em 6 países

  • China
  • Mianmar
  • Tailândia
  • Laos
  • Vietnã
  • Camboja

Como animal de estimação

Adequação
Ave ornamental de viveiro, não é pet de colo nem de gaiola
Legalidade no Brasil
Exige registro como criadouro no órgão ambiental estadual/IBAMA e ave anilhada com nota de origem; venda de ave capturada na natureza é crime
Nível de cuidado
Médio a alto; exige viveiro grande, seco e manejo sanitário rigoroso
Custo de aquisição
Moderado a alto; varia por linhagem e pureza; sem valores fixos por ser mercado restrito

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Aves
Ordem
Galliformes
Família
Phasianidae
Gênero
Lophura
Espécie
Lophura nycthemera

Resumo

  • O faisão-prateado é um faisão asiático com macho branco-prateado de cauda longa e fêmea marrom-oliva, ambos com face vermelha nua e pernas avermelhadas.
  • Vive em florestas montanas entre 300 e 2.000 metros de altitude, é terrestre, onívoro e territorial, com canto baixo e áspero usado mais para alarme.
  • No Brasil sua criação é legal apenas com registro no SISPASS/Sistema de criadouro autorizado, exige viveiro amplo e manejo específico e tem status Pouco Preocupante na IUCN.

Características

Ficha da espécie

FamíliaPhasianidae
Origem e distribuiçãoSudeste Asiático: sul da China, Mianmar, Tailândia, Laos, Vietnã e Camboja
HabitatFlorestas subtropicais e temperadas montanas, bambuzais e matas secundárias de 300 a 2.000 m
TamanhoMacho 90 a 125 cm (cauda 60 a 75 cm); fêmea 55 a 70 cm
Envergadura70 a 85 cm
PesoMacho 1,8 a 3,2 kg; fêmea 1,1 a 1,7 kg
Coresbrancopretovermelhomarrom-olivacinza
Expectativa de vida10 a 12 anos na natureza; até 15 anos em cativeiro
AlimentaçãoOnívora: sementes, frutos, brotos, insetos, pequenos invertebrados
CantoGrasnado áspero e assobios curtos, mais vocal ao amanhecer e em alarme
ReproduçãoNinho no chão; 6 a 9 ovos rosados a avermelhados; incubação 26 a 28 dias
Comportamento socialTerritorial e poligínico; macho defende harém de 2 a 4 fêmeas na reprodução
Variedades ou subespécies15 subespécies reconhecidas, variando no grau de branco/preto no dorso do macho

Perfil e comportamento

SociabilidadeBaixo
Intensidade do cantoBaixo
InteligênciaMédio
Facilidade de criaçãoMédio
Necessidade de espaçoMuito alto
Nível de atividadeAlto
Capacidade de imitar sonsMuito baixo

Como reconhecer o faisão-prateado: dimorfismo que não deixa dúvida

O faisão-prateado é inconfundível quando adulto, mas macho e fêmea parecem espécies diferentes. O macho tem plumagem quase toda branca com finíssimas linhas pretas em V no dorso, peito e manto, que criam o efeito prateado. A cauda é longa, branca e também estriada de preto.

A cabeça é preta com topete negro e pele nua vermelha viva ao redor dos olhos, que fica mais intensa na época reprodutiva. Bico esbranquiçado, pernas e pés vermelhos e esporas afiadas nos tarsos completam o macho. A crista pode ser eriçada em exibição.

A fêmea é marrom-oliva uniforme, com ventre mais claro e finas manchas escuras, cauda bem mais curta e castanha. Também tem a face vermelha, porém menor e menos brilhante. Filhotes e jovens de ambos os sexos nascem amarronzados e só após a primeira muda o macho começa a clarear.

Diferença crucial para não confundir: o faisão-dourado (Chrysolophus pictus) tem corpo dourado e vermelho, enquanto o prateado é branco e preto. Híbridos entre os dois ocorrem em cativeiro e perdem o padrão puro.

Onde vive na natureza e onde é encontrado no Brasil

Na natureza, o faisão-prateado ocupa florestas montanas do sul da China, Mianmar, Tailândia, Laos, Vietnã e Camboja, entre 300 e 2.000 metros de altitude. Prefere mata primária com sub-bosque denso, bambuzais e clareiras úmidas, onde forrageia no chão.

É uma ave essencialmente terrestre e sedentária. Dorme empoleirada em galhos baixos e passa o dia ciscando sob a folhagem. Não migra, apenas faz deslocamentos altitudinais curtos no inverno.

No Brasil, não existe população asselvajada. Todos os exemplares são de cativeiro, mantidos por criadores ornamentais registrados, zoológicos e coleções particulares. Foi introduzido em outros países como ave ornamental e, em alguns locais como Havaí e partes da Europa, formou populações ferais, mas isso não ocorreu aqui.

Comportamento e temperamento: bonito, mas territorial

Quem espera um faisão dócil se surpreende. O faisão-prateado é arisco, vigilante e fortemente territorial, sobretudo o macho. Na época reprodutiva ele persegue outros machos, investe com as esporas e pode ser agressivo até com o tutor.

Fora da reprodução, vive em pequenos grupos familiares ou em haréns. É mais silencioso que galos domésticos, mas reage a qualquer susto com disparada rápida e voo curto e ruidoso para o poleiro. Raramente voa longas distâncias.

Em cativeiro, tolera a presença humana se criado desde filhote, mas não gosta de manuseio. Não é ave para soltura em quintal com cachorro ou gato por perto: o estresse predatório é alto e ele se fere facilmente tentando fugir contra a tela.

Canto e comunicação: discreto, mas inconfundível

O canto não é melódico. O macho emite um grasnado áspero, curto e repetido, tipo “tchack-tchack”, além de assobios finos de contato e um cacarejo de alarme quando detecta predador.

Na exibição nupcial, ele não canta alto: faz batida de asas audível, eriçamento da crista e abertura da cauda em leque lateral, rodeando a fêmea com passos laterais. A face vermelha incha e brilha como sinal visual.

Fêmeas e filhotes usam piados suaves e cliques para manter coesão enquanto forrageiam. À noite, todos permanecem em silêncio no poleiro.

O que come: onívoro de chão de mata

Na natureza, a dieta é onívora e oportunista. Cerca de 70% são sementes, frutos caídos, brotos e folhas tenras, e o restante são insetos, larvas, minhocas, pequenos caracóis e até lagartixas.

Ele cisca como uma galinha, revolvendo a serrapilheira com o bico e os pés. Em áreas de bambu, consome brotos jovens com frequência.

Em cativeiro, a base deve ser ração para fasianídeos ou para galináceos ornamentais com 18 a 20% de proteína, complementada com:

  • Verduras e frutas: couve, chicória, maçã, mamão e banana em pequenos pedaços
  • Proteína animal: tenébrios, grilos e ovo cozido, essenciais na reprodução e para filhotes
  • Grãos e sementes: milho triturado, sorgo e painço
  • Grit e cálcio: farinha de ostra e areia grossa para moela

Água limpa sempre disponível e sem oferecer pão, temperos ou alimentos salgados, que prejudicam o fígado.

Reprodução, ninho e desenvolvimento dos filhotes

O sistema é poligínico: um macho dominante corteja e acasala com 2 a 4 fêmeas em seu território. A estação reprodutiva na origem vai de março a junho; no Brasil, com fotoperíodo diferente, costuma ocorrer entre agosto e dezembro.

O ninho é extremamente simples: depressão rasa no chão, forrada com folhas secas, escondida sob arbustos ou troncos. A fêmea põe 6 a 9 ovos rosados a marrom-avermelhados, um a cada 1 ou 2 dias.

A incubação é só da fêmea e dura 26 a 28 dias. O macho não ajuda e deve ser separado se mostrar agressividade. Os filhotes são nidífugos e precoces: nascem com penugem camuflada, olhos abertos e já seguem a mãe nas primeiras horas.

Com 2 semanas já dão voos curtos para poleiros baixos. A maturidade sexual vem com 1 ano para fêmeas e 2 anos para machos, quando o macho adquire a plumagem prateada definitiva. Em cativeiro, a sobrevivência dos filhotes depende de ambiente seco, aquecido nos primeiros 15 dias e livre de verminoses.

Tabela comparativa de grupos de subespécies

Grupo Exemplo de subespécie Macho Distribuição
Norte L. n. nycthemera Quase todo branco, poucas estrias Sul da China
Central L. n. beaulieui Branco com estrias pretas moderadas Norte do Laos e Vietnã
Sul L. n. annamensis Dorso muito estriado de preto, aspecto acinzentado Sul do Vietnã e Camboja

Na prática de criação, a maioria das aves no Brasil são mestiças entre subespécies, sem valor taxonômico puro, mas mantêm o padrão prateado clássico.

Criação em cativeiro no Brasil: legalidade, espaço e manejo

É possível criar faisão-prateado legalmente, mas não é ave de gaiola. A criação exige registro como criadouro amador ou comercial no órgão ambiental estadual e no SISPASS/IBAMA, com anilhas, nota fiscal de origem e comprovação de plantel. Comprar ave sem documentação é crime ambiental.

O viveiro precisa ser amplo e telado: mínimo recomendado de 10 a 15 m² por casal, com 2 metros de altura, poleiros em diferentes níveis, área coberta para chuva e área de chão com terra e folhas. Machos não podem dividir o mesmo recinto.

Manejo sanitário é crítico: verminoses, coccidiose e coriza são comuns em piso úmido. Faça quarentena de aves novas, rotação de piquetes e exames de fezes semestrais. Vacinação contra bouba e Newcastle deve ser orientada por veterinário de aves.

Não é ave para apartamento, para quem tem pouco tempo ou para quem busca interação. Na nossa avaliação, o faisão-prateado funciona melhor para criadores com experiência em galináceos ornamentais que buscam uma espécie rústica e vistosa, não para tutor de primeira viagem que quer carinho diário.

Estado de conservação e principais ameaças

Globalmente, o faisão-prateado é classificado como Pouco Preocupante (LC) pela IUCN, com população grande, mas em declínio lento devido à perda de habitat.

As ameaças na natureza são desmatamento de florestas montanas, caça para consumo e captura para comércio ilegal em partes do Sudeste Asiático. Por ser cinegético em algumas regiões, sofre pressão de caça esportiva onde é introduzido.

Em cativeiro, a espécie está bem estabelecida e não depende de retiradas da natureza. Programas de zoológicos mantêm plantéis de segurança genética, mas a hibridização entre subespécies em criatórios comerciais já apagou linhagens puras em muitos países.

Curiosidades que diferenciam o faisão-prateado

Um detalhe pouco comentado é a longevidade da cauda do macho: ela pode representar mais de 60% do comprimento total e é trocada integralmente uma vez ao ano após a reprodução, ficando temporariamente mais curta e opaca.

Outro ponto é a pele facial termossensível: o vermelho fica pálido no frio e extremamente rubro no calor ou na excitação, funcionando como termômetro visual do estado da ave.

Perguntas frequentes

Faisão-prateado pode ser criado solto no quintal?

Não. Ele precisa de viveiro telado e protegido. Solto, foge com voo curto, se estressa com predadores e fica exposto a doenças de galinhas domésticas.

Qual a diferença entre macho e fêmea?

Macho é branco-prateado com estrias pretas, cauda longa e topete preto; fêmea é marrom-oliva com cauda curta castanha. Ambos têm face nua vermelha.

Faisão-prateado canta bonito?

Não. O canto é baixo, áspero e curto, tipo grasnado. A exibição é mais visual, com eriçamento da crista e abertura da cauda.

Quantos ovos bota por ano?

Uma postura de 6 a 9 ovos por estação. Em cativeiro bem manejado pode fazer 2 posturas se os ovos forem retirados para incubação artificial.

Precisa de autorização para criar no Brasil?

Sim. É necessário registro como criadouro amador ou comercial no órgão ambiental estadual/IBAMA, com aves anilhadas e com origem comprovada.

Convive bem com outros faisões ou galinhas?

Machos são incompatíveis entre si e territorialistas. Com galinhas há risco de transmissão de doenças; só com quarentena e viveiros separados.

Quanto tempo vive?

10 a 12 anos na natureza e 12 a 15 anos em cativeiro com manejo seco, alimentação correta e controle sanitário.

Você sabia?

1

Cauda que vale metade da ave

No macho adulto, a cauda mede 60 a 75 cm e sozinha corresponde a mais de 60% do comprimento total. Ela é usada como leque lateral na corte, não como roda como no pavão.

2

15 subespécies em um degradê

As 15 subespécies formam um cline norte-sul: quanto mais ao norte, mais branco o macho; quanto mais ao sul, mais estriado de preto, chegando a parecer cinza no Vietnã.

3

Esporas como arma

Machos têm esporas ósseas afiadas de até 2 cm nos tarsos e as usam em combates territoriais que podem causar ferimentos sérios em rivais e até no tratador.

4

Filhotes que dormem em poleiro com 14 dias

Diferente de galinhas domésticas, os filhotes de faisão-prateado já empoleiram com duas semanas de vida, o que exige poleiros baixos no viveiro desde cedo para evitar perdas por frio e umidade no chão.

Fontes

  1. IUCN Red List - Lophura nycthemera
  2. BirdLife International
  3. WikiAves
  4. Cornell Lab - Birds of the World

Prós e contras: Faisão-prateado

Prós

  • Plumagem prateada muito elegante e rústica, adaptada a clima subtropical
  • Rústico e resistente quando em viveiro seco e bem drenado
  • Reprodução relativamente fácil em cativeiro com manejo correto
  • Silencioso, não causa incômodo sonoro como galos domésticos
  • Bem estabelecido em criatórios, sem necessidade de captura na natureza

Contras

  • Macho territorial e agressivo, exige um macho por viveiro
  • Necessita de viveiro grande, não serve para gaiola ou apartamento
  • Arisco, não gosta de manuseio e não cria vínculo de pet
  • Suscetível a verminoses e coccidiose em piso úmido
  • Fêmea tem coloração discreta, menos vistosa que o macho
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o faisão-prateado é um dos faisões mais elegantes para criação ornamental justamente pela sobriedade do prateado contra o vermelho facial, mas seu temperamento territorial exige que o criador priorize espaço e manejo sobre estética. Não é ave para quem busca canto ou interação, e sim para quem valoriza comportamento natural de galináceo silvestre bem manejado.

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Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.