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Faisão-dourado

Chrysolophus pictus

Atualizado em

90 a 105 cm (macho) e 60 a 80 cm (fêmea)Tamanho
900 g a 1,2 kg (macho)Peso
5 a 6 anos na natureza; até 15 em cativeiroExpectativa de vida
Baixo e áspero, tipo "tcha-tcha"Canto
Florestas montanhosas e bambusaisHabitat
Faisão-dourado macho adulto em corpo inteiro mostrando plumagem dourada, vermelha e verde

O faisão-dourado é uma das aves ornamentais mais impressionantes do mundo. O macho exibe crista dourada, peito vermelho intenso, costas verde-metálicas e uma cauda longa barrada que pode representar dois terços do seu comprimento total.

Nativo das florestas montanhosas do centro da China, foi levado para parques e criações de todo o mundo ainda no século XVIII. No Brasil é mantido exclusivamente em cativeiro, em viveiros, e não ocorre solto na natureza.

Apesar da plumagem exuberante, é uma ave arisca, terrícola e silenciosa na maior parte do ano. Na nossa avaliação, é uma espécie para criador que busca contemplação, não interação.

Também conhecido como: Faisão-chinês, Golden Pheasant (inglês), Faisán dorado (espanhol), Chrysolophus pictus

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Galeria de fotos de Faisão-dourado

Faisão-dourado macho adulto em corpo inteiro mostrando plumagem dourada, vermelha e verde
Macho adulto de faisão-dourado com cauda longa barrada e crista dourada.
Retrato em close da cabeça do faisão-dourado macho
Detalhe da cabeça: crista dourada e anel alaranjado ao redor dos olhos.
Faisão-dourado em voo com asas abertas
Voo curto e explosivo usado para fuga e para alcançar poleiros.
Faisão-dourado em habitat natural de floresta montanhosa com bambus
Habitat nativo: florestas montanhosas e bambusais do centro da China.
Faisão-dourado ciscando no chão em busca de sementes
Comportamento terrícola: passa o dia ciscando sementes e insetos.
Ninho de faisão-dourado no chão com ovos creme
Ninho raso no chão com ovos creme-oliva, bem camuflado.
Macho de faisão-dourado em exibição de cortejo para a fêmea
Exibição lateral do macho durante a corte, com crista eriçada.
Ideal para

Ideal para criadores com chácara, sítio ou quintal grande que buscam uma ave ornamental silenciosa e de contemplação. Funciona bem para quem já cria galináceos e tem disciplina com higiene e manejo de viveiro.

Pode não ser ideal para

Não é ideal para apartamento, casas sem área externa ou para quem quer ave de colo e interação diária. Também não serve para tutores de primeira viagem sem tempo para manutenção do viveiro, nem para quem tem cães ou gatos com acesso livre ao quintal.

Como cuidar

Viveiro
Mínimo 6 a 10 m² por ave, 2 m de altura, área coberta, poleiros e tela enterrada contra predadores
Alimentação
Ração para faisões + sementes, verduras, frutas e proteína (tenébrio/ovo) na reprodução
Higiene e saúde
Limpeza semanal, água sempre limpa, quarentena para aves novas; vigiar coccidiose e verminoses
Convivência
Não misturar com galinhas sem controle sanitário; nunca dois machos adultos no mesmo viveiro pequeno
Manejo reprodutivo
Ofereça abrigo seco para ninho no chão e recolha ovos para incubadora se houver umidade ou predadores

Perfil rápido de Faisão-dourado

Estado de conservação

LC
Pouco Preocupante

População estável e amplamente criada em cativeiro no mundo.

População
estável
Protegido por
Não ameaçado globalmente; protegido por leis contra caça na China

Calendário

ReproduçãoJFMAMJJASOND
Postura e incubaçãoJFMAMJJASOND
Muda de penas do machoJFMAMJJASOND

Vida útil

Na natureza
5 a 6 anos
Em cativeiro
10 a 15 anos com manejo adequado

Reprodução

Maturidade sexual
10 a 12 meses
Época reprodutiva no Brasil
Agosto a dezembro (pico setembro-outubro)
Sistema
Poligínico (1 macho para 2 a 3 fêmeas)
Tipo de ninho
Depressão rasa no chão, escondido sob vegetação
Ovos por postura
8 a 12 ovos creme-oliva
Incubação
22 a 23 dias, apenas pela fêmea
Filhotes
Precoces, nidífugos; seguem a mãe com 24 horas

Habitat

Ambientes

  • Florestas montanhosas mistas
  • Bambusais densos
  • Matas de coníferas com sub-bosque

Biomas

  • Floresta temperada montana
  • Floresta subtropical úmida

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Sementes e grãos
  • Brotos e folhas de bambu
  • Frutos caídos

Outros alimentos

  • Insetos e larvas
  • Aranhas e pequenos invertebrados
  • Verduras e ração em cativeiro

Encontrado em 6 países

  • China
  • Reino Unido
  • Estados Unidos
  • França
  • Alemanha
  • Brasil (em cativeiro)

Como animal de estimação

Adequação
Ave ornamental de viveiro, não de gaiola e não de colo
Legalidade no Brasil
Exótica, criação permitida; compre apenas de criadouro autorizado com nota e origem comprovada
Nível de cuidado
Moderado a alto; exige viveiro grande, higiene rigorosa e manejo sanitário
Custo de aquisição
Médio a alto; varia por linhagem, pureza e região; híbridos custam menos e devem ser evitados

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Aves
Ordem
Galliformes
Família
Phasianidae
Gênero
Chrysolophus
Espécie
Chrysolophus pictus (Linnaeus, 1758)

Resumo

  • O faisão-dourado é um faisão asiático com dimorfismo extremo: macho dourado, vermelho e verde com cauda de até 75 cm, fêmea marrom-rajada e bem menor.
  • Vive em florestas montanhosas e de bambu na China central e passa o dia no chão ciscando sementes, brotos e insetos, dormindo empoleirado à noite.
  • No Brasil sua criação é legal, mas exige viveiro grande, manejo correto e compra apenas de criadouro autorizado, pois aves da natureza são protegidas por lei.

Características

Ficha da espécie

FamíliaPhasianidae
Origem e distribuiçãoCentro da China; introduzido no Reino Unido, Europa e América do Norte
HabitatFlorestas mistas montanhosas, bambusais e matas de coníferas entre 300 e 2.000 m
Tamanho (comprimento)Macho 90 a 105 cm (cauda 65 a 75 cm); fêmea 60 a 80 cm (cauda 35 a 40 cm)
Envergadura70 a 80 cm
PesoMacho 900 g a 1,2 kg; fêmea 700 g a 900 g
CoresMacho: douradovermelhoverde-metálicoazullaranjamarromfêmea: marrombegepreto rajado
Expectativa de vida5 a 6 anos na natureza; 10 a 15 anos em cativeiro
AlimentaçãoOnívora: sementes, brotos, folhas, insetos e pequenos invertebrados
CantoGrito áspero e metálico, pouco frequente; macho vocaliza mais na época reprodutiva
Reprodução (ninho e ovos)Ninho no chão; 8 a 12 ovos creme de 40 a 45 mm; incubação 22 a 23 dias
Comportamento socialTímido e terrícola; vive em pares ou haréns pequenos; machos territoriais
Variedades ou subespéciesEspécie monotípica (sem subespécies); mutações em cativeiro: canela, pêssego e escuro

Perfil e comportamento

SociabilidadeBaixo
Intensidade do cantoBaixo
InteligênciaMédio
Facilidade de criaçãoMédio
Necessidade de espaçoMuito alto
Nível de atividadeMédio
Capacidade de imitar sonsMuito baixo

Como reconhecer o faisão-dourado: macho, fêmea e filhote

O dimorfismo é total. Se você viu uma foto toda colorida, era um macho adulto. Ele tem crista dourada sedosa que cai como uma capa sobre a nuca, rosto e garganta dourados, peito e flancos vermelho-escarlate, costas e asas verde-escuro metálico e barriga vermelha. A cauda é longa, bege com barras pretas e pode passar de 70 cm.

A fêmea é completamente diferente: marrom com rajados pretos e beges, barriga mais clara e cauda bem mais curta e barrada. Essa camuflagem é proposital, protege no ninho no chão. Filhotes de ambos os sexos nascem parecidos com a fêmea, e só com cerca de 12 meses o macho começa a mostrar as cores definitivas.

Outro detalhe que entrega a espécie é o anel de pele alaranjada ao redor dos olhos e as pernas amareladas com esporas nos machos. O bico é curto, amarelado e forte, adaptado para ciscar. Não confunda com o faisão-lady-amherst (Chrysolophus amherstiae): o dourado não tem a capa branca rajada de preto no pescoço.

De onde vem e onde vive hoje

O faisão-dourado é nativo do centro da China, em províncias como Sichuan, Shaanxi, Guizhou e Gansu. Lá habita florestas montanhosas, matas de bambu e áreas de sub-bosque denso, geralmente entre 300 e 2.000 metros de altitude.

É uma ave residente e não migratória. Passa o dia no chão e dorme empoleirada em galhos baixos. Por ser muito criado como ornamental desde o século XVIII, formou populações asselvajadas no Reino Unido, onde é a maior população fora da China, além de pontos na Europa, Estados Unidos e Nova Zelândia.

No Brasil não existe população selvagem. Todos os exemplares são de cativeiro, mantidos em criadouros, parques e coleções particulares. Se alguém oferecer um faisão-dourado “capturado na mata”, desconfie: é criação ilegal ou golpe.

Comportamento e temperamento: arisco, não é ave de colo

Na natureza e no viveiro o faisão-dourado é tímido, silencioso e terrícola. Prefere correr e se esconder no mato a voar. O voo é curto, explosivo e barulhento, usado só para fugir ou alcançar o poleiro noturno.

Machos são territoriais na primavera. Podem perseguir outros machos e até fêmeas com investidas rápidas. Fora da época reprodutiva, toleram haréns de 2 a 3 fêmeas, mas nunca dois machos adultos no mesmo viveiro pequeno. Fêmeas são mais discretas e podem ser agressivas entre si se faltar espaço.

Não é uma ave que cria vínculo como papagaio ou galinha. Não gosta de ser manuseada e se estressa com movimentação constante. É ideal para quem gosta de observar, não de interagir. Vive bem com outras aves de chão calmas, mas sofre com barulho excessivo e com cães ou gatos à solta perto do viveiro.

O que o faisão-dourado come

É onívoro generalista. Na natureza cisca sementes, brotos de bambu, folhas tenras, frutos caídos e complementa com insetos, larvas, aranhas e pequenos moluscos, especialmente na primavera e para alimentar os filhotes.

Em cativeiro a base é ração para faisões ou para galináceos ornamentais com 18% a 22% de proteína, complementada com mix de sementes, verduras escuras, frutas picadas e proteína animal como tenébrio e ovo cozido duas a três vezes por semana na reprodução.

Filhotes precisam de proteína mais alta nos primeiros 60 dias. Grãos crus exclusivos, como milho puro, causam deficiência. Água limpa, grit mineral e areia para ajudar na moela devem estar sempre disponíveis. Evite alimentos mofados, que causam aspergilose.

Canto e comunicação: bonito de ver, discreto de ouvir

Quem espera um canto melódico vai se decepcionar. O faisão-dourado tem vocalização baixa, áspera e metálica, descrita como um tchaa-tchaa ou chack-chack repetido. O macho chama mais ao amanhecer na época de acasalamento e solta um grito de alarme agudo quando assustado.

A maior parte da comunicação é visual. O macho faz a famosa exibição lateral: eriçado, abre a crista, estufa o peito vermelho e gira ao redor da fêmea mostrando o contraste entre o dourado e o verde. Se ela não estiver receptiva, simplesmente se afasta.

Em viveiro urbano, o barulho raramente incomoda vizinhos, diferente de galos ou pavões. Essa é uma das razões pelas quais é tolerado em chácaras e sítios próximos a áreas residenciais.

Reprodução, ninho e filhotes

A estação reprodutiva no Brasil vai de agosto a dezembro, com pico em setembro e outubro. O macho corteja várias fêmeas, mas não ajuda nos cuidados com o ninho. Em cativeiro recomenda-se manter 1 macho para 2 ou 3 fêmeas para reduzir brigas e ovos inférteis.

O ninho é uma depressão rasa no chão, forrada com folhas e capim, bem escondida sob arbustos ou abrigo. A fêmea põe 8 a 12 ovos de cor creme-oliva, um a cada 1 ou 2 dias, e só começa a chocar quando a postura termina. A incubação dura 22 a 23 dias e é feita só por ela.

Os filhotes são precoces e nidífugos: nascem com penugem, olhos abertos e já saem do ninho em 24 horas seguindo a mãe. Precisam de abrigo aquecido nos primeiros dias e de proteção contra umidade e ratos. A maturidade sexual vem com cerca de 1 ano, mas machos só atingem plumagem completa no segundo outono.

Como diferenciar ovos e ninhos

Ovos de faisão-dourado são menores que os de galinha caipira e têm casca lisa, sem manchas. Ninhos no chão são vulneráveis a formigas, ratos e umidade, por isso criadores experientes recolhem os ovos para incubadora ou usam galinhas chocas como amas.

Sim, a criação é legal e não exige autorização do IBAMA para espécies exóticas como o faisão-dourado, desde que o animal venha de criadouro comercial autorizado com nota fiscal e, quando aplicável, anilha ou microchip. Capturar, comprar ou manter ave nativa sem licença é crime ambiental (Lei 9.605/98).

O viveiro é o ponto crítico. Para um trio, considere no mínimo 6 a 10 m² de área por ave, com 2 metros de altura, poleiros, área coberta contra chuva e vento, e tela fina enterrada contra predadores. Piso de terra com parte de areia e vegetação rasteira ajuda no bem-estar.

Higiene é inegociável. Faisões são sensíveis a coccidiose, verminoses e aspergilose. Limpeza semanal, quarentena para aves novas e vermifugação orientada por veterinário são rotina. Não mantenha faisões junto com galinhas domésticas sem manejo sanitário, pois galinhas podem transmitir histomonose (blackhead), fatal para faisões.

Estado de conservação e ameaças

Na Lista Vermelha da IUCN o faisão-dourado é classificado como Pouco Preocupante (LC), com população estável. A espécie é comum em sua área nativa e muito numerosa em cativeiro no mundo todo.

As ameaças na China são perda de habitat por desmatamento e agricultura, caça para alimentação e captura para comércio ilegal no passado. Hoje o maior risco genético está em cativeiro: hibridação com o faisão-lady-amherst gera híbridos férteis que perdem as características puras das duas espécies.

Criadores sérios mantêm as linhagens separadas. Se você comprar um macho com capa parcialmente branca ou com tons alaranjados estranhos no peito, pode ser híbrido. Isso desvaloriza a ave e prejudica programas de conservação.

Espécie Nome científico Macho adulto Traço distintivo
Faisão-dourado Chrysolophus pictus Dourado e vermelho, sem capa branca Crista dourada e costas verdes
Faisão-lady-amherst Chrysolophus amherstiae Branco, preto, verde e vermelho Capa branca com barras pretas no pescoço
Híbrido C. pictus x amherstiae Mistura dos dois Capa creme ou alaranjada, padrão irregular

Curiosidades que pouca gente conta

O faisão-dourado foi um dos primeiros faisões levados para a Europa, em 1740 para a Inglaterra, como presente para parques aristocráticos. Carlos Darwin o citou em estudos sobre seleção sexual por causa da plumagem extrema do macho.

Apesar do colorido, o macho consegue desaparecer em meio a folhas secas e luz filtrada quando está imóvel. O contraste quebra a silhueta e confunde predadores, uma camuflagem disruptiva.

Em liberdade no Reino Unido, estima-se que existam centenas a poucos milhares de casais asselvajados, concentrados no leste da Inglaterra e na Escócia, todos descendentes de aves escapadas de cativeiro há mais de um século.

Perguntas frequentes

Faisão-dourado pode ser criado solto no quintal?

Não. Ele precisa de viveiro telado e protegido. Solto, foge facilmente, sofre com predadores e pode se perder, pois voa pouco mas corre muito.

Fêmea de faisão-dourado também é colorida?

Não. A fêmea é marrom rajada e bem discreta, o que ajuda na camuflagem do ninho. Só o macho adulto tem as cores dourada, vermelha e verde.

Faisão-dourado canta alto e incomoda vizinhos?

Não. O canto é baixo, áspero e pouco frequente, bem mais silencioso que galo ou pavão.

Quanto tempo vive um faisão-dourado?

Na natureza vive 5 a 6 anos. Em cativeiro bem manejado chega a 10 a 15 anos.

Precisa de autorização do IBAMA para criar?

Por ser espécie exótica, não exige registro como ave nativa, mas a compra deve ser de criadouro autorizado com nota fiscal e comprovação de origem.

Faisão-dourado cruza com galinha?

Não. Pode cruzar e gerar híbridos férteis com o faisão-lady-amherst (Chrysolophus amherstiae), o que deve ser evitado para manter a pureza da linhagem.

O que dar de comer para filhotes?

Ração inicial para faisões com proteína mais alta, ovo cozido esfarelado e tenébrios pequenos, além de água limpa e ambiente seco e aquecido nos primeiros dias.

Você sabia?

1

Capa que vira leque

O macho eriça a crista e as penas douradas do pescoço formando um leque ao redor do rosto durante a corte, escondendo parcialmente o bico para parecer maior.

2

Cauda que vale dois terços da ave

Até 75 cm da medida total do macho é só cauda, usada em equilíbrio ao correr no sub-bosque e como sinal visual para a fêmea.

3

Fêmea que finge estar machucada

Se um predador se aproxima do ninho, a fêmea pode se arrastar pelo chão batendo as asas como se estivesse ferida para desviar a atenção dos ovos.

4

Híbrido fértil que confunde criadores

Cruzamentos entre faisão-dourado e lady-amherst geram filhotes férteis, por isso a mistura acidental já contaminou muitos plantéis ornamentais no mundo.

Fontes

  1. IUCN Red List - Chrysolophus pictus
  2. BirdLife International
  3. WikiAves
  4. Cornell Lab of Ornithology - Birds of the World

Prós e contras: Faisão-dourado

Prós

  • Plumagem mais espetacular entre os faisões de pequeno porte
  • Canto baixo, adequado para chácaras perto de vizinhos
  • Rusticidade e boa adaptação a viveiros bem manejados
  • Alta disponibilidade em criadouros no Brasil
  • Longevidade boa em cativeiro (10 a 15 anos)

Contras

  • Exige viveiro grande e telado, não vive em gaiola
  • Arisco, não gosta de colo nem de manuseio frequente
  • Macho territorial; não tolera outro macho no mesmo espaço
  • Sensível a doenças de galinhas como histomonose e coccidiose
  • Risco de comprar híbrido com lady-amherst se a origem não for confiável
Nossa opinião

O faisão-dourado é a porta de entrada mais bonita para a criação de faisões, mas não é ave para improviso. Na nossa avaliação, só vale a pena se você puder oferecer viveiro espaçoso, rotina de limpeza e origem comprovada — sem isso, o colorido vira sofrimento e plantel híbrido.

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Sansão Monteiro
Escrito porSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.