🦜 Aves e Pássaros

Mutum

Crax spp., Mitu spp. e Pauxi spp. (Família Cracidae)

Atualizado em

75 a 92 cmTamanho
2,7 a 4,8 kgPeso
20 a 30 anosExpectativa de vida
Grave e abafadoCanto
Matas úmidas preservadasHabitat
Mutum-de-penacho macho de corpo inteiro em pé no chão da floresta

O mutum é uma das aves mais imponentes das matas brasileiras. Grande, de porte semelhante ao de um peru, chama atenção pela plumagem predominantemente preta, barriga branca e o bico com ornamento amarelo ou alaranjado nos machos. É uma ave terrícola que passa boa parte do tempo no chão da floresta.

Apesar do tamanho, é discreto e difícil de ver na natureza. Vive em matas bem preservadas da Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal e Cerrado, e tem papel ecológico essencial como dispersor de frutos grandes que poucas outras aves conseguem engolir. A maioria das espécies está ameaçada pela caça e pelo desmatamento.

Também conhecido como: Mutum-de-penacho, Mutum-assu, Mutum-cavalo, Mutum-de-alagoas, Mutum-do-sudeste, Mutum-poranga, Curassow (inglês), Paujil (espanhol)

Faz parte de: Aves da Amazônia

Explore a wiki

Galeria de fotos de Mutum

Mutum-de-penacho macho de corpo inteiro em pé no chão da floresta
Mutum-de-penacho macho, com plumagem preta, barriga branca e cera amarela no bico.
Close-up da cabeça e bico de mutum mostrando a cera amarela
Detalhe da cabeça do mutum com o ornamento amarelo característico do bico.
Mutum em voo com asas abertas sobre a mata
Mutum em voo curto, com asas largas e cauda longa.
Casal de mutuns caminhando no chão da Mata Atlântica
Casal de mutuns forrageando no chão da mata, onde passam a maior parte do dia.
Mutum se alimentando de frutos caídos no chão da floresta
Mutum se alimentando de frutos no chão, comportamento típico de dispersor.
Ninho de mutum com dois ovos brancos em plataforma de gravetos
Ninho em plataforma de gravetos com dois ovos brancos, postura típica da espécie.

Perfil rápido de Mutum

Estado de conservação

VU
Vulnerável

A maioria das espécies brasileiras está ameaçada; Pauxi mitu é Extinto na Natureza (EW) e Crax blumenbachii é Em Perigo (EN).

População
decrescente
Protegido por
sim

Calendário

ReproduçãoJFMAMJJASOND
Maior atividade de cantoJFMAMJJASOND
Eclosão dos filhotesJFMAMJJASOND

Vida útil

Na natureza
15 a 20 anos
Em cativeiro autorizado
25 a 40 anos

Reprodução

Sistema
Monogâmico, casal territorial
Época
Estação chuvosa, de agosto a janeiro
Ninho
Plataforma de gravetos em árvores a 2-6 m de altura
Ovos
2 ovos brancos, grandes (80-90 g cada)
Incubação
28 a 32 dias, principalmente pela fêmea
Filhotes
Precoces, nidífugos; acompanham os pais por 8-12 meses

Habitat

Ambientes

  • Florestas altas de terra firme
  • Matas ciliares e de galeria
  • Cerradões e matas secas preservadas
  • Várzeas amazônicas (Crax globulosa)

Biomas

  • Amazônia
  • Mata Atlântica
  • Cerrado
  • Pantanal

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Frutos carnosos e coquinhos de palmeiras
  • Sementes grandes (jatobá, ingá, bacaba)

Outros alimentos

  • Folhas novas e brotos
  • Flores
  • Insetos, larvas e pequenos caracóis

Encontrado em 8 países

  • Brasil
  • Bolívia
  • Paraguai
  • Argentina
  • Peru
  • Colômbia
  • Venezuela
  • Guiana

Como animal de estimação

Adequação
Não é ave doméstica; apenas para criadouros conservacionistas
Legalidade no Brasil
Criação e venda só com autorização do IBAMA/órgão estadual; captura na natureza é crime ambiental
Nível de cuidado
Muito alto: viveiro amplo, dieta frugívora variada e manejo veterinário especializado
Observação
Compra apenas de criadouro legalizado com anilha e nota; denuncie comércio ilegal

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Aves
Ordem
Galliformes
Família
Cracidae
Gênero
Crax, Mitu, Pauxi, Nothocrax
Espécie
Crax fasciolata e outras 6 espécies no Brasil

Resumo

  • Mutum é um grupo de aves grandes da família Cracidae, com 75 a 92 cm e até 4,8 kg, reconhecidas pela plumagem preta, barriga branca e bico com cera amarela nos machos.
  • Vive no chão de matas preservadas da Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal, alimenta-se sobretudo de frutos e atua como importante dispersor de sementes.
  • A maioria das espécies brasileiras está ameaçada de extinção e sua criação como animal de estimação é proibida sem autorização do IBAMA, sendo crime capturar aves na natureza.

Características

Ficha da espécie

FamíliaCracidae
Origem e distribuiçãoAmérica do Sul e Central; no Brasil da Amazônia ao Rio Grande do Sul
HabitatFlorestas úmidas de terra firme, matas ciliares e cerradões preservados
Tamanho (comprimento)75 a 92 cm (fêmeas menores)
Envergadura75 a 85 cm
Peso2,7 a 4,8 kg (machos mais pesados)
Corespretobrancoamarelocinzacastanho-avermelhado (varia por espéciesexo)
Expectativa de vida15 a 20 anos na natureza; 25 a 40 anos em cativeiro autorizado
AlimentaçãoFrugívora (frutos, sementes, coquinhos), folhas, brotos e pequenos invertebrados
CantoGrave, profundo e abafado, tipo "hum... hum..." audível a centenas de metros
Reprodução (ninho e ovos)Ninho plataforma em árvores a 2-6 m; 2 ovos brancos e grandes; incubação 28-32 dias
Comportamento socialMonogâmico, vive em casal ou pequenos grupos familiares; terrícola e arisco
Variedades ou subespécies7 espécies no Brasil, ex.: mutum-de-penacho, mutum-de-alagoas, mutum-assu, mutum-cavalo

Perfil e comportamento

SociabilidadeBaixo
Intensidade do cantoAlto
InteligênciaMédio
Facilidade de criaçãoMuito baixo
Necessidade de espaçoMuito alto
Nível de atividadeBaixo
Capacidade de imitar sonsMuito baixo

Como reconhecer um mutum: tamanho, cores e o detalhe do bico

O mutum é inconfundível quando visto bem. É uma ave grande e pesada, de 75 a 92 cm, com corpo robusto, pernas longas e cauda larga. O porte lembra um peru doméstico, mas com postura mais ereta e andar silencioso no chão da mata.

A plumagem da maioria das espécies é preta brilhante com barriga e ponta da cauda brancas. Machos e fêmeas são diferentes em várias espécies. No mutum-de-penacho (Crax fasciolata), o macho é preto com barriga branca, enquanto a fêmea é toda barrada de preto, branco e castanho, com penacho listrado.

O detalhe que mais chama atenção é o bico com cera amarela, alaranjada ou vermelha inchada na base, muito evidente nos machos adultos. O mutum-de-penacho tem topete de penas arrepiadas na cabeça. O mutum-assu (Mitu tuberosum) tem bico vermelho-vivo com ponta amarela e penacho mais curto. Já o mutum-de-alagoas (Pauxi mitu) tem uma protuberância óssea azulada na base do bico.

Onde o mutum vive no Brasil e na América do Sul

O mutum é ave de interior de mata preservada. Não se adapta a áreas abertas ou muito alteradas. Prefere florestas altas, matas ciliares e cerradões com sub-bosque limpo, onde caminha à procura de frutos caídos.

No Brasil ocorre em quatro biomas principais: Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal e Cerrado. A distribuição depende da espécie. O mutum-de-penacho é o mais amplamente distribuído, do Maranhão e Pará até o Paraná e Paraguai. O mutum-assu e o mutum-cavalo (Mitu tomentosum e Pauxi tomentosa) são amazônicos. O mutum-do-sudeste (Crax blumenbachii) só existe em fragmentos de Mata Atlântica da Bahia ao Rio de Janeiro.

Fora do Brasil, o grupo ocorre da América Central até o norte da Argentina, sempre associado a florestas úmidas. É uma ave sedentária, que não migra. Cada casal defende um território grande, de 50 a mais de 100 hectares, e raramente se desloca para longe.

O que o mutum come e por que é o jardineiro da floresta

A dieta é essencialmente frugívora. Cerca de 80% do que consome são frutos carnosos, coquinhos de palmeiras, sementes e bagas coletadas no chão. Complementa com folhas novas, brotos, flores e, ocasionalmente, insetos, larvas e pequenos caracóis.

O mutum engole frutos inteiros, mesmo os grandes de até 4 cm, como os de jatobá, bacaba e ingá. As sementes atravessam o trato digestivo intactas e são defecadas longe da planta-mãe, muitas vezes a 500 a 800 metros de distância. Por isso é considerado um dos principais dispersores de árvores de sementes grandes na Amazônia e na Mata Atlântica.

Forrageia sozinho ou em casal, cedo pela manhã e no fim da tarde. Usa o bico forte para revirar folhiço e quebrar coquinhos. Em época de escassez de frutos, consome mais sementes secas e folhas. Em cativeiro autorizado, precisa de dieta variada com frutas, ração específica para Galliformes e suplemento mineral.

Comportamento e canto: o grave “hum” que atravessa a mata

É uma ave arredia, silenciosa e terrícola. Passa o dia no chão e dorme empoleirada em galhos altos, a 4 a 10 metros. Ao perceber gente, prefere fugir caminhando rápido ou com voos curtos e pesados, em vez de cantar ou se exibir.

O canto é um dos traços mais singulares. Não é um gorjeio, mas um som grave, profundo e abafado, como um “hmm… hmmm… hmmm” repetido 3 a 5 vezes. O macho emite com o bico fechado, inflando o papo, e o som pode ser ouvido a mais de 400 metros na mata fechada, mesmo sendo de baixa frequência. Serve para marcar território e atrair a fêmea.

Vive em casal monogâmico e territorial. Fora da época reprodutiva, pode ser visto em pequenos grupos familiares com um ou dois filhotes. Não forma bandos grandes. É pouco vocal fora do período de reprodução e raramente vocaliza durante o dia, preferindo o amanhecer e o entardecer.

Reprodução, ninho e cuidado com os filhotes

A reprodução coincide com a estação chuvosa, de agosto a janeiro na maior parte do Brasil. O casal constrói um ninho simples, em forma de plataforma rasa de gravetos e folhas, sobre árvores ou palmeiras a 2 a 6 metros do solo, bem escondido na folhagem.

A fêmea põe geralmente 2 ovos brancos, grandes e de casca áspera, raramente 1 ou 3. A incubação dura 28 a 32 dias e é feita quase exclusivamente pela fêmea, enquanto o macho vigia o território nas proximidades e afasta intrusos com voos de exibição.

Os filhotes são precoces e nidífugos: nascem com penugem, olhos abertos e já no primeiro ou segundo dia conseguem pular do ninho e seguir a mãe pelo chão, mesmo sem voar bem. Permanecem com os pais por 8 a 12 meses, aprendendo onde encontrar frutos e como se esconder de predadores como gaviões e jaguatiricas.

Mutuns do Brasil: as 6 espécies que você pode encontrar

“Mutum” não é uma única espécie, mas o nome popular para 7 espécies da família Cracidae que ocorrem no Brasil. Cada uma tem distribuição e estado de conservação diferentes.

Nome popular Nome científico Tamanho médio Onde vive Traço distintivo
Mutum-de-penacho Crax fasciolata 82-92 cm Cerrado, Pantanal e borda amazônica Topete arrepiado; cera amarela no bico
Mutum-assu Mitu tuberosum 83-89 cm Amazônia ocidental Bico vermelho com ponta amarela; calção castanho
Mutum-cavalo Mitu tomentosum 75-85 cm Amazônia norte Sem penacho; crista baixa
Mutum-de-alagoas Pauxi mitu 83-89 cm Mata Atlântica de AL e PE Protuberância azul no bico; extinto na natureza
Mutum-do-sudeste Crax blumenbachii 84-92 cm Mata Atlântica BA ao RJ Bico laranja-avermelhado; fêmea barrada de castanho
Mutum-poranga Crax globulosa 82-89 cm Várzeas amazônicas Carúnculas vermelhas no bico do macho

Na nossa avaliação, confundir todas como “mutum” esconde um problema grave: cada espécie tem uma história de ameaça distinta. Tratar o grupo como um todo faz parecer que o mutum está bem, quando na verdade o mutum-de-alagoas só existe em cativeiro e o mutum-do-sudeste tem menos de 250 indivíduos na natureza.

Mutum pode ser criado em casa? O que diz a lei brasileira

Não. O mutum é ave silvestre nativa e sua captura, transporte ou manutenção sem autorização é crime ambiental (Lei 9.605/98). Não é ave doméstica como calopsita ou canário. A criação só é permitida em criadouros conservacionistas ou comerciais autorizados pelo IBAMA e órgãos estaduais, com anilha, registro e finalidade de conservação ou manejo.

Mesmo nesses criadouros, a exigência é altíssima. Precisa de viveiro grande (mínimo 20 a 30 m² por casal), sombreado, com poleiros altos e solo de terra, dieta rica em frutas nativas e manejo veterinário especializado. É uma ave estressada em espaço pequeno, que não se adapta a gaiola, apartamento ou quintal urbano.

A compra só pode ocorrer de criadouro legalizado, com nota fiscal e anilha fechada. Aves oferecidas em feiras, redes sociais ou sem documentação são de origem ilegal. Além da multa pesada, quem compra financia o tráfico e a retirada de uma espécie já ameaçada da mata.

Por que o mutum está desaparecendo e como ajudar na conservação

O mutum é extremamente sensível a duas pressões: caça e desmatamento. Por ser grande, manso e ter carne apreciada, foi historicamente muito caçado para alimentação, o que lhe rendeu o apelido de “pavão da mata”. Por viver só em mata fechada e precisar de território grande, desaparece rapidamente quando a floresta é fragmentada.

O resultado é crítico. O mutum-de-alagoas (Pauxi mitu) é considerado Extinto na Natureza (EW) desde o fim da década de 1970 e hoje só sobrevive em cerca de 100 indivíduos em cativeiro, em projetos de reintrodução em Alagoas. O mutum-do-sudeste é Em Perigo (EN) e o mutum-de-penacho e o mutum-poranga são Vulneráveis (VU) pela IUCN.

A conservação depende de proteção de matas contínuas, fiscalização contra caça e programas de reprodução em cativeiro. Projetos no Parque Nacional da Serra da Capivara, na Estação Ecológica de Murici e no criadouro Crax Brasil trabalham na reprodução e soltura. Para quem observa aves, a melhor ajuda é não comprar mutuns ilegais, denunciar tráfico ao IBAMA (Linha Verde 0800 61 8080) e apoiar reservas que mantêm floresta em pé.

Perguntas frequentes

Mutum é a mesma coisa que jacu?

Não. Ambos são da família Cracidae, mas o jacu (Penelope spp.) é menor, mais arborícola e tem papo vermelho. O mutum é maior, mais terrícola e tem bico com cera amarela ou vermelha.

Qual o tamanho do mutum?

Entre 75 e 92 cm de comprimento e 2,7 a 4,8 kg, sendo o macho maior que a fêmea. É uma das maiores aves florestais do Brasil.

Onde encontrar mutum na natureza?

Em matas bem preservadas da Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal e Cerrado, sempre no interior da floresta. É arisco e mais ouvido do que visto.

O que o mutum come?

Principalmente frutos e coquinhos caídos no chão, além de sementes, folhas e eventualmente insetos. É um importante dispersor de sementes grandes.

Pode criar mutum em casa?

Não como animal de estimação. É ave silvestre nativa e só pode ser mantida em criadouros autorizados pelo IBAMA, com registro e anilha. Capturar na natureza é crime.

Por que o mutum-de-alagoas está extinto na natureza?

Pelo desmatamento total da Mata Atlântica em Alagoas e Pernambuco e pela caça. Desde 1979 só existe em cativeiro, com cerca de 100 aves em projetos de reintrodução.

Como é o canto do mutum?

Um som grave, abafado e profundo, tipo "hum... hum...", emitido com o bico fechado ao amanhecer e entardecer. Pode ser ouvido a mais de 400 metros.

Você sabia?

1

O canto que parece vir do chão

O mutum canta com o bico fechado, inflando o esôfago como um balão. O som grave de baixa frequência viaja melhor na mata densa e pode ser confundido com o ronco de um mamífero.

2

Extinto na natureza e salvo em cativeiro

O mutum-de-alagoas (Pauxi mitu) desapareceu da natureza em 1979 por desmatamento em Murici (AL). Foi salvo porque um criador manteve 5 aves em cativeiro, origem de toda a população atual de cerca de 100 indivíduos.

3

Filhotes que saltam do ninho

Com apenas 24 horas de vida, o filhote já pula de galhos a 3 metros de altura para seguir a mãe no chão. A penugem densa amortece a queda e ele já corre em poucas horas.

4

Jardineiro de sementes gigantes

O mutum é uma das poucas aves capazes de engolir e dispersar sementes de mais de 3 cm, como as do jatobá e da castanha-de-cutia, que tucanos e pombas não conseguem transportar.

Fontes

  1. IUCN Red List / BirdLife International
  2. WikiAves - Mutum
  3. CBRO - Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos
  4. ICMBio - Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada

Prós e contras: Mutum

Prós

  • Papel ecológico essencial como dispersor de sementes grandes
  • Ave emblemática e indicadora de floresta bem preservada
  • Monogâmico e com cuidado parental prolongado
  • Boa longevidade em cativeiro conservacionista (até 40 anos)
  • Observação na natureza é experiência marcante para birdwatching

Contras

  • Extremamente sensível a desmatamento e caça
  • Precisa de território grande e não se adapta a áreas alteradas
  • Reprodução lenta: apenas 2 ovos por ano
  • Criação exige viveiro muito grande e autorização legal
  • Populações pequenas e isoladas com alto risco de extinção local
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o mutum é o melhor indicador de mata realmente preservada no Brasil: onde ele ainda existe, a floresta está inteira. Por isso, protegê-lo vale mais como estratégia de conservação de ecossistema do que como espécie isolada, e a reintrodução do mutum-de-alagoas é hoje o teste mais importante da ornitologia brasileira.

Continue explorando: Aves e Pássaros

Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Última revisão em 19.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.