🐟 Peixes

Bagre

Ordem Siluriformes (ex.: Rhamdia quelen - jundiá)

Atualizado em

5 cm a 1,5 mTamanho
Doce, salobra e salgadaTipo de água
8 a 20 anosExpectativa de vida
Noturno e territorialTemperamento
Média a altaDificuldade
Bagre jundiá de lado em água doce cristalina mostrando pele lisa e barbilhões

O bagre não é uma única espécie, mas o nome popular para mais de 3.000 espécies da ordem Siluriformes, conhecidas pelos barbilhões ao redor da boca e pela pele lisa sem escamas. No Brasil, o termo abrange desde pequenos bagrinhos de aquário até gigantes como a piraíba, que passa de 1,5 metro.

São peixes extremamente adaptáveis, presentes em rios, lagos, estuários e também no mar. A maioria tem hábito noturno, faro apurado e espinhos peitorais que podem causar ferroadas doloridas. Por isso, o bagre é ao mesmo tempo muito apreciado na pesca e na piscicultura e temido por quem o manuseia sem cuidado.

Este guia trata do bagre de forma geral, com foco nas espécies mais comuns no Brasil, como jundiá, bagre-amarelo, bagre-africano e surubins, explicando como diferenciar, onde vivem e o que realmente importa para criar, pescar ou manter em aquário.

Também conhecido como: Jundiá, Bagre-amarelo, Bagre-branco, Bagre-africano, Catfish (inglês), Bagre (espanhol)

Faz parte de: Peixes Carnívoros, Peixes de Água Doce, Peixes para Aquário

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Galeria de fotos de Bagre

Bagre jundiá de lado em água doce cristalina mostrando pele lisa e barbilhões
Bagre jundiá (Rhamdia quelen), um dos bagres de água doce mais comuns no Brasil.
Close-up da cabeça do bagre mostrando barbilhões e espinho peitoral
Detalhe dos barbilhões sensoriais e do espinho peitoral serrilhado.
Bagre escondido sob tronco submerso no fundo do rio
Habitat natural: fundo de areia e abrigos onde o bagre passa o dia.
Grupo de bagres-amarelos nadando em estuário com raízes de mangue
Bagres-amarelos em estuário, onde vivem os bagres-marinhos.
Bagre-africano na superfície da água respirando ar atmosférico
Bagre-africano, espécie exótica que respira ar e tolera baixo oxigênio.
Manuseio seguro de bagre com luvas atrás dos espinhos peitorais
Manuseio correto pelas costas dos espinhos para evitar ferroada.
Ideal para

Ideal para pescadores esportivos e criadores com espaço, que buscam peixe rústico, de crescimento rápido e adaptado a águas turvas. Também agrada aquaristas experientes focados em peixes de fundo de comportamento noturno e que dispõem de aquário grande com esconderijos. Para piscicultura familiar no Sul e Sudeste, o jundiá é uma boa escolha por tolerar variação de temperatura e aceitar ração, desde que haja sistema de filtragem e manejo correto do lodo.

Pode não ser ideal para

Não é ideal para quem quer peixe pequeno, colorido e ativo durante o dia para aquário de apartamento. A maioria dos bagres cresce muito, suja bastante a água e passa o dia escondida, frustrando quem espera movimento constante. Também não é indicado para donos de primeira viagem sem experiência em manuseio, por causa dos espinhos peçonhentos, nem para quem tem outros peixes pequenos que podem virar alimento à noite.

Como cuidar

Aquário
Use substrato fino, tocas e troncos; tampa bem vedada, pois alguns saltam. Filtragem forte e trocas parciais semanais de 20 a 30%.
Água
Mantenha amônia e nitrito zerados, oxigenação alta e temperatura estável entre 22 e 28 °C. Evite variações bruscas de pH.
Alimentação
Ração de fundo para onívoros/carnívoros + alimentos frescos (minhoca, camarão). Alimente ao entardecer e retire sobras.
Manuseio
Sempre com luvas ou pano grosso, segurando atrás dos espinhos. Tenha água quente disponível em caso de ferroada.

Perfil rápido de Bagre

Estado de conservação

NE
Não Avaliado (grupo diverso)

A ordem Siluriformes reúne espécies com status distintos, de pouco preocupante a vulnerável nos grandes bagres migradores.

População
estável para espécies comuns, em declínio para grandes migradores amazônicos
Protegido por
Bagre-africano é exótico invasor com criação controlada; soltura na natureza é proibida

Vida útil

Na natureza
8 a 15 anos para espécies médias; grandes amazônicos podem passar de 20 anos
Em cativeiro / piscicultura
10 a 20 anos com água bem oxigenada e alimentação adequada; bagrinhos de aquário vivem 5 a 10 anos

Reprodução

Tipo
Ovípara
Estratégia
Desova em ninho no substrato (jundiá) ou incubação oral paterna (bagres-marinhos)
Época
Primavera e verão, com chuvas e água mais quente (22 a 28 °C)
Fecundidade
De dezenas de ovos grandes (Ariidae) a milhares de ovos pequenos (jundiá)
Maturidade sexual
Jundiá: 1 a 2 anos; bagres-marinhos: 2 a 3 anos

Habitat

Ambientes

  • Rios e riachos de água doce
  • Lagos, represas e açudes
  • Estuários e manguezais
  • Águas costeiras marinhas
  • Fundo de areia, lama e troncos submersos

Biomas

  • Mata Atlântica
  • Amazônia
  • Cerrado
  • Pampa
  • Caatinga
  • Pantanal
  • Zona Costeira

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Peixes pequenos
  • Crustáceos e camarões
  • Larvas e insetos aquáticos

Outros alimentos

  • Moluscos
  • Ovos de peixes
  • Frutos e sementes
  • Detritos orgânicos
  • Ração de fundo

Encontrado em 6 países

  • Brasil
  • Argentina
  • Colômbia
  • Peru
  • Venezuela
  • Estados Unidos

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Actinopterygii
Ordem
Siluriformes
Família
Várias (Pimelodidae, Heptapteridae, Ariidae, Clariidae)
Gênero
Vários (Rhamdia, Cathorops, Clarias, Brachyplatystoma)
Espécie
Múltiplas espécies agrupadas como bagre

Resumo

  • O bagre reúne peixes de couro da ordem Siluriformes, reconhecidos pelos barbilhões sensoriais, pele sem escamas e espinhos peitorais com peçonha.
  • Vive em água doce, salobra e marinha em todo o Brasil, com hábito noturno, dieta onívora a carnívora e grande resistência a baixos níveis de oxigênio.
  • A maioria das espécies cresce muito e não é indicada para aquários pequenos, exigindo cuidado no manuseio e atenção à espécie invasora bagre-africano.

Características

Ficha da espécie

Nome científicoOrdem Siluriformes (ex.: Rhamdia quelen, Cathorops spixii, Clarias gariepinus)
FamíliaVárias: Pimelodidae, Heptapteridae, Ariidae, Clariidae, Loricariidae
OrigemAmérica do Sul, África e Ásia; amplamente distribuído no Brasil
Tipo de águaDoce, salobra e marinha
TamanhoDe 5 cm (bagrinhos) a mais de 150 cm e 80 kg (piraíba)
Tamanho adultoJundiá: 30 a 50 cm; Bagre-amarelo: 30 a 40 cm; Bagre-africano: até 1,2 m
Expectativa de vida8 a 15 anos (espécies médias); até 20 anos em cativeiro
Corescinzamarromamarelopretobrancoprateado
AlimentaçãoOnívora a carnívora
ReproduçãoOvípara, com desova em ninhos ou incubação oral (Ariidae)
VariedadesJundiá, bagre-amarelo, bagre-branco, surubim, piraíba, bagre-africano

Perfil e comportamento

Facilidade de criaçãoBaixo
AgressividadeMédio
SociabilidadeBaixo
Nível de atividadeMédio
Exigência com a qualidade da águaMédio
Adequação a aquários pequenosMuito baixo

O que é bagre e como reconhecer na hora

Bagre é todo peixe da ordem Siluriformes. Não é uma espécie única. A característica que une o grupo é a pele de couro sem escamas, coberta por muco, e os barbilhões ao redor da boca, que funcionam como órgão tátil e olfativo.

Para identificar, observe três pontos: ausência de escamas, nadadeira adiposa pequena entre a dorsal e a caudal na maioria das espécies, e espinhos serrilhados nas nadadeiras peitorais e dorsal. Esses espinhos travam quando abertos e, em muitas espécies, têm glândulas de peçonha na base.

O corpo costuma ser alongado, com cabeça achatada e boca ventral. Os olhos são pequenos, porque o bagre depende mais do olfato e do tato do que da visão. É por isso que ele se sai tão bem em águas turvas e à noite.

Onde vive o bagre no Brasil: rios, estuários e mar

No Brasil, há bagres em praticamente toda bacia hidrográfica. Água doce concentra a maior diversidade, mas os bagres-marinhos da família Ariidae, como o bagre-amarelo (Cathorops spixii) e o bagre-branco (Genidens barbus), vivem em estuários e na costa.

Em rios, preferem fundo de areia ou lama, poços, troncos submersos e margens com vegetação. São peixes de fundo, que passam o dia escondidos e saem para caçar ao entardecer. Em represas e açudes, o jundiá (Rhamdia quelen) é um dos mais comuns.

Algumas espécies toleram salinidade variável e baixo oxigênio. O bagre-africano (Clarias gariepinus), introduzido para piscicultura, sobrevive em águas quase sem oxigênio porque respira ar atmosférico com um órgão suprabranquial. Esse é o motivo de ter se tornado invasor em várias regiões.

Comportamento: por que o bagre é noturno e tão resistente

O bagre é predominantemente noturno e solitário. Durante o dia fica abrigado; à noite, usa os barbilhões para farejar alimento no substrato. Possui o aparelho de Weber, conjunto de ossículos que liga a bexiga natatória ao ouvido interno, garantindo audição apurada.

É um peixe territorial com outros de fundo, mas não necessariamente agressivo com peixes de meia-água e superfície. Espécies maiores, como surubim e piraíba, são predadoras e engolem presas inteiras. Já jundiás e bagrinhos são onívoros oportunistas.

A resistência vem da pele grossa, do muco protetor e, em alguns casos, da capacidade de sobreviver horas fora d’água mantendo as brânquias úmidas. O bagre-africano chega a se deslocar por terra curta distância se contorcendo, em busca de outro corpo d’água.

Bagre no aquário: quando dá certo e quando não dá

A maioria dos bagres de rio e mar não serve para aquário doméstico. Jundiá, bagre-amarelo e bagre-africano crescem rápido, precisam de centenas de litros e produzem muita carga orgânica. Manter um peixe de 40 cm em aquário de 60 litros é erro comum que leva à morte por amônia.

Para aquário, as opções viáveis são os bagrinhos de pequeno tamanho, como corydoras, ancistrus e o jundiá-veludo juvenil apenas temporariamente. Mesmo esses exigem aquário com esconderijos, substrato fino sem quinas e forte oxigenação.

  • Litragem: bagrinhos até 7 cm vivem bem em 80 a 120 litros em grupo; jundiá adulto precisa de 500 litros ou mais.
  • Água: temperatura de 22 a 28 °C e pH 6,0 a 7,8 conforme a espécie; amônia e nitrito sempre zerados.
  • Filtragem: filtro potente e circulação moderada, pois são peixes que sujam muito o fundo.
  • Convivência: evite manter com peixes muito pequenos que caibam na boca e com outros bagres territoriais no mesmo esconderijo.

Na nossa avaliação, bagre não é peixe para iniciante que busca aquário pequeno e colorido. Ele é interessante para aquarista que gosta de peixe de comportamento, noturno e que não se importa de vê-lo pouco durante o dia.

Alimentação: o que o bagre realmente come

Na natureza, o bagre é onívoro com tendência carnívora. Come larvas, insetos, crustáceos, pequenos peixes, ovos, frutos e detritos. Usa os barbilhões para encontrar comida enterrada no lodo.

Em cativeiro ou piscicultura, aceita ração de fundo para peixes carnívoros/onívoros, peixes, camarão, minhoca e coração bovino picado. Ração que flutua quase não funciona, porque ele se alimenta no fundo. Ofereça alimento ao entardecer, quando está mais ativo.

Evite alimentar apenas com restos ou pão. Dieta pobre causa desnutrição e deformidade nos barbilhões. E nunca superalimente: bagre come até passar mal e o excesso apodrece no fundo, piorando a qualidade da água.

Reprodução e crescimento

A reprodução varia muito entre famílias. Jundiá (Rhamdia quelen) faz desova parcelada em ninhos no substrato, na primavera e verão, com aumento de chuvas e temperatura. A fêmea pode liberar milhares de ovos adesivos por temporada.

Já os bagres-marinhos (Ariidae) praticam incubação oral paterna: o macho carrega os ovos grandes, de 1 a 2 cm, na boca por semanas, sem se alimentar, até a eclosão. É um dos poucos grupos de peixes marinhos com esse cuidado.

O crescimento é rápido no primeiro ano, especialmente em piscicultura com água aquecida. Jundiá atinge tamanho de abate de 500 a 800 g em 8 a 12 meses em sistema intensivo. Na natureza, o crescimento é mais lento e depende da oferta de alimento.

Pesca e manejo: cuidado com o ferrão

A ferroada de bagre é o acidente mais comum na pesca amadora. Os espinhos peitorais e dorsal são serrilhados e travam. Ao serem introduzidos na pele, inoculam muco e toxina que causam dor intensa, inchaço e risco de infecção.

Para manusear, segure por trás das nadadeiras peitorais com pano grosso ou alicate de contenção, nunca com a mão nua por cima. Se for pescar e soltar, use anzol sem farpa e evite manter o peixe fora d’água por muito tempo.

Na pesca, bagres mordem melhor à noite ou no fim de tarde, com iscas naturais de cheiro forte: minhoca, tuvira, pedaço de peixe, fígado de frango ou queijo. Em estuários, o bagre-amarelo é pego com camarão e sardinha no fundo.

Primeiros socorros em caso de ferroada

Lave com água e sabão, retire fragmentos do espinho se visíveis e mergulhe o local em água quente suportável (cerca de 40 a 45 °C) por 30 a 60 minutos para aliviar a dor. Procure atendimento médico se houver sangramento intenso, febre ou sinais de infecção. Não aplique gelo direto nem torniquete.

Principais tipos de bagre encontrados no Brasil

Entender o tipo evita confusão na compra, na pesca e na criação. Veja os mais relevantes:

Tipo Habitat Tamanho comum Destaque
Jundiá (Rhamdia quelen) Rios e açudes de água doce 30 a 50 cm Mais criado em piscicultura no Sul e Sudeste
Bagre-amarelo (Cathorops spixii) Estuários e costa 20 a 40 cm Macho incuba ovos na boca
Bagre-africano (Clarias gariepinus) Água doce, represas 60 a 120 cm Invasor, respira ar e anda em terra
Surubim / pintado Grandes rios (Paraná, Araguaia) 80 a 130 cm Predador de grande porte, pintas pretas
Piraíba (Brachyplatystoma filamentosum) Amazonas 100 a 150 cm Pode passar de 80 kg, migrador

Na hora da compra para criação, exija identificação correta da espécie. Muitos alevinos vendidos como jundiá são na verdade híbridos ou bagre-africano, que crescem muito mais e são proibidos de soltar na natureza.

Conservação e papel ecológico

Bagres são faxineiros e predadores de fundo, controlando populações de pequenos peixes e reciclando matéria orgânica. Sem eles, rios e estuários acumulam detritos e desequilibram a cadeia alimentar.

Enquanto jundiá e bagre-amarelo têm populações estáveis, grandes bagres amazônicos como piraíba e surubim sofrem com sobrepesca e hidrelétricas que bloqueiam migração. Já o bagre-africano é considerado espécie exótica invasora e seu escape de tanques ameaça a fauna nativa.

Se criar bagre, nunca solte na natureza. A legislação brasileira proíbe a introdução de espécies exóticas sem autorização e prevê multa. O descarte deve ser feito por doação responsável ou abate.

Perguntas frequentes

Bagre tem escama?

Não. Bagre é peixe de couro, com pele lisa sem escamas e coberta por muco protetor.

Bagre dá ferroada venenosa?

Sim, muitas espécies têm espinhos peitorais e dorsal com peçonha na base, que causam dor forte e inflamação.

Qual a diferença entre bagre e jundiá?

Jundiá é um tipo de bagre de água doce (Rhamdia quelen), muito comum no Sul e Sudeste. Todo jundiá é bagre, mas nem todo bagre é jundiá.

Bagre pode viver em aquário pequeno?

Não. A maioria cresce muito e suja a água. Apenas bagrinhos de até 7 cm podem viver em aquários de 80 a 120 litros.

O que o bagre come?

É onívoro a carnívoro: come peixes, crustáceos, insetos, ovos e ração de fundo. Alimente ao entardecer.

Bagre-africano pode ser solto na natureza?

Não. É espécie exótica invasora e sua soltura é proibida por lei, pois ameaça peixes nativos.

Bagre de mar é diferente do de rio?

Sim. Bagres-marinhos (Ariidae) vivem em estuários e mar, e o macho incuba os ovos na boca, o que não ocorre com os de água doce.

Você sabia?

1

Ferroada que trava

O espinho peitoral do bagre tem trava óssea: quando aberto, ele se fixa e só destrava com movimento específico. Por isso, tentar puxar o peixe à força pode aprofundar a ferroada.

2

Respira fora d'água

O bagre-africano possui um órgão arborescente acima das brânquias que permite respirar ar atmosférico. Ele sobrevive horas fora d'água se mantido úmido e pode atravessar pequenos trechos de terra.

3

Pai que choca na boca

Nos bagres-marinhos da família Ariidae, o macho incuba até 50 ovos grandes na cavidade oral por 6 a 8 semanas, sem se alimentar, até os filhotes saírem já formados.

4

Audição de primeira

Bagres têm o aparelho de Weber, que conecta a bexiga natatória ao ouvido interno. Isso os torna capazes de ouvir vibrações sutis e explica por que encontram alimento no escuro total.

Fontes

  1. FishBase - Siluriformes
  2. ICMBio - Instituto Chico Mendes
  3. Embrapa Pesca e Aquicultura

Prós e contras: Bagre

Prós

  • Extremamente rústico e tolerante a água turva e com pouco oxigênio
  • Crescimento rápido em piscicultura, bom para criação familiar
  • Papel ecológico importante como predador e reciclador de detritos
  • Variedade enorme de espécies para pesca esportiva e estudo

Contras

  • Espinhos peçonhentos exigem manuseio cuidadoso
  • Maioria cresce muito e não cabe em aquário doméstico
  • Hábito noturno: passa o dia escondido e pouco visível
  • Risco de espécie invasora se for o bagre-africano
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o bagre é o peixe mais subestimado do Brasil: pouco vistoso, mas com biologia fascinante e papel ecológico central. Para aquário, só vale a pena se você valoriza comportamento noturno e tem estrutura grande; para pesca e criação, o jundiá é a escolha mais equilibrada e sustentável.

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Sansão Monteiro
Escrito porSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 17.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.