🍊 Frutíferas

Caquizeiro-do-lótus

Diospyros lotus

Atualizado em

10 a 15 m de alturaTamanho
Sol plenoLuminosidade
ModeradaRega
4 a 6 anosPrimeiros frutos
Baixa a médiaDificuldade
Caquizeiro-do-lótus adulto carregado de frutos pequenos alaranjados

O caquizeiro-do-lótus (Diospyros lotus) é uma árvore frutífera de porte médio a grande, muito mais rústica que o caquizeiro comum. Seus frutos são pequenos, de 1 a 2 cm, amarelo-alaranjados quando maduros e doces como tâmara após a completa maturação.

No Brasil, é pouco cultivado pelo fruto em si, mas é amplamente usado como porta-enxerto para as variedades comerciais de caqui (Diospyros kaki) por sua resistência ao frio, à seca e a solos pobres. É uma espécie dióica, com árvores masculinas e femininas separadas, de crescimento lento e grande longevidade.

Também conhecido como: Caqui-do-lótus, Lótos, Date-plum, Ameixa-tâmara, Lotus persimmon

Faz parte de: Frutíferas do Brasil, Lista de Frutíferas

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Galeria de fotos de Caquizeiro-do-lótus

Caquizeiro-do-lótus adulto carregado de frutos pequenos alaranjados
Árvore adulta de caquizeiro-do-lótus com copa alta e frutos pequenos.
Frutos pequenos do caquizeiro-do-lótus no ramo mudando de cor
Frutos de 1 a 2 cm, amarelo-alaranjados quando maduros.
Fruto de caquizeiro-do-lótus cortado ao meio mostrando polpa escura e sementes
Polpa escura e doce quando bem madura, com 1 a 3 sementes.
Folhas brilhantes e flores pequenas do caquizeiro-do-lótus na primavera
Flores discretas branco-amareladas; espécie dióica.
Cesto com colheita de caquizeiro-do-lótus e frutos secos tipo tâmara
Frutos frescos e secos, usados como passa tipo tâmara no Cáucaso.
Enxertia de caqui comercial sobre porta-enxerto de caquizeiro-do-lótus
Principal uso no Brasil: porta-enxerto vigoroso para caqui.
Ideal para

Ideal para quem tem sítio ou quintal grande no Sul e Sudeste e busca uma árvore rústica, de baixa manutenção e muito resistente ao frio e à seca. Também é perfeito para viveiristas e produtores que precisam de porta-enxerto vigoroso e compatível para enxertar caqui comercial.

Pode não ser ideal para

Não é ideal para quem mora em apartamento, tem quintal pequeno ou quer fruta grande e pronta para consumo imediato. Quem espera colher caquis doces e crocantes vai se frustrar com os frutos pequenos e adstringentes, e quem vive em região quente sem inverno frio terá frutificação fraca.

Cultivo rápido

Luz
Sol pleno, 6 a 8 horas diárias; não tolera sombra
Rega
Moderada; 2 vezes por semana no 1º ano, depois a cada 10-15 dias; suspender no inverno dormente
Solo
Profundo, bem drenado, fértil, pH 6,0-7,5; tolera calcário e pedregoso, não tolera encharcado
Temperatura
Temperado a subtropical; precisa de 300-600 horas de frio <7 °C; tolera -20 °C dormente
Adubação
Outono: matéria orgânica; fim do inverno: NPK 10-10-10 leve; calcário se pH baixo
Poda
Formação em taça nos 3 primeiros anos; depois apenas limpeza no inverno
Propagação
Sementes com estratificação fria 60-90 dias; enxertia por garfagem no inverno

Perfil rápido de Caquizeiro-do-lótus

Calendário

PlantioJFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND
ColheitaJFMAMJJASOND

Encontrado em 8 países

  • Turquia
  • Irã
  • China
  • Geórgia
  • Armênia
  • Azerbaijão
  • Itália
  • Grécia

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Magnoliophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Ericales
Família
Ebenaceae
Gênero
Diospyros
Espécie
Diospyros lotus L.

Resumo

  • O caquizeiro-do-lótus é uma árvore de 10 a 15 metros da família Ebenaceae, originária do Cáucaso e Ásia, com frutos pequenos e muito adstringentes quando verdes.
  • É extremamente resistente ao frio (tolera até -20 °C) e à seca, sendo o principal porta-enxerto do caqui comercial no Brasil.
  • Frutifica no outono, entre março e maio no Brasil, e exige sol pleno, solo bem drenado e polinização cruzada por ser uma espécie dióica.

Características

Ficha da frutífera

Nome popularCaquizeiro-do-lótus, caqui-do-lótus, date-plum
Nome científicoDiospyros lotus L.
Família botânicaEbenaceae
OrigemCáucaso, Anatólia, Irã e China ocidental
Tamanho10 a 15 m de altura (até 20 m em habitat natural), copa de 6 a 8 m
Tempo até frutificar4 a 6 anos por semente; 2 a 3 anos quando enxertado
Época de frutificaçãoMarço a maio (outono) no Brasil
LuminosidadeSol pleno, mínimo 6 horas diárias
RegaModerada; tolera seca após estabelecida
SoloBem drenado, fértil, pH 6,0 a 7,5; tolera pedregoso e calcário
ClimaTemperado a subtropical; exige frio hibernal, tolera -20 °C
PropagaçãoSementes e enxertia (principal uso como porta-enxerto)
Cultivo em vasoNão recomendado; apenas temporário em vasos acima de 200 litros
Espaçamento6 a 8 m entre plantas

Perfil e comportamento

Necessidade de solMuito alto
Necessidade de águaBaixo
Facilidade de cultivoAlto
Adequação a vasosMuito baixo
ProdutividadeMédio
Resistência a pragasMuito alto

O que é o caquizeiro-do-lótus e como reconhecê-lo

O caquizeiro-do-lótus é o Diospyros lotus, parente silvestre do caquizeiro comercial (Diospyros kaki). Enquanto o caqui de mercado tem frutos grandes de 150 a 300 g, o do lótus produz bagas pequenas, do tamanho de uma azeitona graúda, com 1 a 2 cm de diâmetro.

A árvore tem casca escura e profundamente sulcada quando adulta, muito parecida com a do caquizeiro comum, mas a copa é mais alta e ereta. As folhas são elípticas, brilhantes e verde-escuras, com 5 a 15 cm de comprimento, e ficam amareladas no outono antes de cair. É uma espécie caducifólia.

O fruto imaturo é verde e extremamente adstringente devido ao alto teor de tanino. Quando maduro, fica amarelo-alaranjado a roxo-escuro, com polpa mole, escura e muito doce, lembrando tâmara. Cada fruto tem 1 a 3 sementes achatadas e marrons.

Um detalhe decisivo para identificação: é uma espécie dióica. Existem plantas masculinas, que só dão flores pequenas e agrupadas, e plantas femininas, que dão flores solitárias e depois os frutos. Sem uma planta masculina por perto, a feminina frutifica pouco ou nada.

Caquizeiro-do-lótus x caquizeiro comum: qual a diferença

Confundir os dois é comum, mas a diferença é evidente no fruto e na função. O caquizeiro comum (Diospyros kaki) foi selecionado por séculos para frutos grandes, sem sementes e com baixa adstringência. O caquizeiro-do-lótus é a forma silvestre, com frutos pequenos e rústicos.

A madeira também distingue. A do lótus é extremamente dura e escura, típica da família Ebenaceae, a mesma do ébano. Já a do caquizeiro comercial é menos densa. Por isso, no Cáucaso, a madeira de Diospyros lotus é usada para cabos de ferramentas e pequenos objetos torneados.

No campo, a maior diferença prática é o vigor. O lótus tolera frio intenso, seca e solos pobres e calcários onde o caquizeiro comum sofre. Ele resiste a geadas de até -20 °C a -25 °C quando dormente, enquanto a maioria dos caquis comerciais queima abaixo de -12 °C.

Característica Caquizeiro-do-lótus Caquizeiro comum
Tamanho do fruto 1 a 2 cm, 3 a 10 g 6 a 10 cm, 150 a 300 g
Sabor verde Muito adstringente Adstringente ou não, conforme variedade
Sabor maduro Doce de tâmara, polpa escura Doce suave, polpa alaranjada
Sexo da planta Dióica (macho e fêmea separados) Geralmente monóica
Uso principal no Brasil Porta-enxerto Produção de frutos para consumo

Onde plantar e qual clima ideal no Brasil

O caquizeiro-do-lótus é de clima temperado com inverno frio. Ele precisa de 300 a 600 horas de frio abaixo de 7 °C para brotar e florescer bem. Por isso, produz melhor no Sul, Sudeste serrano e Centro-Oeste de altitude.

Em regiões quentes sem inverno definido, como Norte e Nordeste litorâneo, ele cresce, mas frutifica mal e de forma irregular. O calor constante impede a dormência e a floração sincronizada. Nesses locais, só vale como planta ornamental ou experimental.

Tolera bem a seca depois de 2 a 3 anos no solo, mas nos primeiros anos precisa de água regular. Também suporta ventos e solos pedregosos, sendo ótimo para áreas de encosta bem drenadas. Não tolera encharcamento: raiz em solo encharcado apodrece rápido.

Como plantar caquizeiro-do-lótus passo a passo

O plantio por semente é o mais comum quando o objetivo é produzir porta-enxerto. As sementes precisam de estratificação a frio: deixe 60 a 90 dias na geladeira em areia úmida antes de semear. Sem isso, a germinação é baixa e desuniforme.

Semeie em saquinhos profundos, com substrato arenoso e bem drenado, a 2 cm de profundidade. A germinação leva 30 a 60 dias após o frio. Mantenha à meia-sombra no início e leve a sol pleno quando a muda tiver 20 cm.

Para plantar no local definitivo, escolha o inverno, entre junho e agosto, quando a muda está dormente. Abra uma cova de 60 x 60 x 60 cm, misture esterco curtido e calcário se o pH estiver abaixo de 6,0. Plante mantendo o colo no nível do solo.

  • Espaçamento: 6 a 8 m entre árvores adultas. Para pomar de porta-enxerto, pode ser 4 x 4 m.
  • Polinização: plante pelo menos uma planta masculina para cada 6 a 8 femininas se quiser frutos. Se for só para enxertia, o sexo não importa.
  • Tutoramento: use estaca nos primeiros 2 anos, pois o tronco fino verga com vento.
  • Mulching: cubra a base com palha para conservar umidade, sem encostar no tronco.

Mudas enxertadas de viveiro frutificam mais cedo, em 2 a 3 anos, mas são raras no Brasil. A maioria dos viveiros vende sementes ou porta-enxertos já enxertados com caqui Fuyu ou Rama Forte.

Luz, rega e solo ideais

Luz é inegociável: sol pleno o dia todo. Com menos de 6 horas de sol, a planta estica, produz poucas flores e os frutos não adoçam. Em meia-sombra, vira apenas uma árvore ornamental.

A rega deve ser moderada e profunda. No primeiro ano, regue 2 vezes por semana se não chover. Do segundo ano em diante, regas a cada 10 a 15 dias são suficientes, exceto na floração e no crescimento dos frutos, quando a falta de água derruba flores.

O solo ideal é profundo, fértil e muito bem drenado, com pH entre 6,0 e 7,5. Tolera solos calcários e pedregosos, mas não argilosos e encharcados. Se o solo for pesado, plante em camalhão ou monte de 30 cm de altura.

Na nossa avaliação, o erro mais comum é plantar em solo compactado de quintal urbano sem drenagem. A planta até brota, mas amarela e morre no primeiro inverno úmido por asfixia radicular.

Poda, adubação e condução da copa

A poda do caquizeiro-do-lótus é leve. Nos primeiros 3 anos, faça poda de formação em taça aberta com 3 a 4 pernadas principais a 70 cm do solo. Isso facilita a colheita e a entrada de luz.

Depois de adulta, basta poda de limpeza no inverno, removendo ramos secos, cruzados e ladrões da base. Como frutifica em ramos do ano, podas drásticas reduzem a produção do ano seguinte. Nunca retire mais de 20% da copa de uma vez.

Adube com matéria orgânica no outono e complemento mineral no final do inverno. Uma referência para árvore adulta é 10 a 15 litros de esterco curtido + 100 g de calcário + 80 g de NPK 10-10-10 por ano, divididos em duas aplicações. Em solos pobres, adicione fósforo na cova.

  • Evite excesso de nitrogênio: faz a planta soltar muita folha e poucos frutos.
  • Cobertura morta: mantém o solo úmido e alimenta a microbiota, essencial para essa espécie micorrízica.
  • Enxertia: se for usar como porta-enxerto, enxerte por garfagem no final do inverno, quando o tronco tem 1 a 2 cm de diâmetro.

Quando e como frutifica: floração e colheita

A floração ocorre na primavera, entre setembro e novembro, logo após a brotação. As flores são pequenas, branco-amareladas e discretas, com quatro pétalas, e atraem abelhas. As masculinas aparecem em cachos de 3, as femininas isoladas.

Os frutos se desenvolvem durante o verão e amadurecem no outono, de março a maio no Brasil. O ponto de colheita é quando a casca está totalmente alaranjada e levemente mole ao toque. Se colhido verde, fica intragável de tão adstringente.

Para consumo, deixe amadurecer até ficar quase roxo e muito mole, ou faça o processo de destanização como no caqui: deixe 2 a 3 dias em saco fechado com uma banana ou maçã, ou congele por 24 horas. Depois disso, a polpa fica doce, com notas de tâmara e caramelo.

Uma árvore adulta bem polinizada pode produzir 30 a 60 kg de frutos pequenos por safra, mas a produção é alternada: um ano muito carregado e outro mais fraco. Os frutos caem sozinhos quando muito maduros e fermentam rápido no chão.

Pragas, doenças e por que é o melhor porta-enxerto

Essa é uma das frutíferas mais resistentes a pragas e doenças. Raramente sofre com mosca-das-frutas e antracnose que atacam o caquizeiro comum. Ocasionalmente aparecem cochonilhas e ácaros em plantas estressadas por seca, controlados com óleo de neem e poda para arejar a copa.

O maior problema é podridão de raiz por Phytophthora em solo encharcado. Prevenção é drenagem e não enterrar o colo. Também pode ter clorose em solos muito ácidos, corrigida com calcário.

O motivo de ser tão valorizado como porta-enxerto é a compatibilidade total com Diospyros kaki e a rusticidade. O sistema radicular do lótus é profundo, tolera seca e nematoides, e confere à copa enxertada maior tolerância ao frio e à seca e melhor ancoragem.

Quase todo caqui Fuyu, Giombo e Rama Forte vendido no Brasil está enxertado sobre Diospyros lotus. Sem ele, a caquicultura em solos pobres do Sudeste seria muito mais difícil. É um caso clássico de espécie que vale mais pelo que sustenta do que pelo fruto que entrega.

Curiosidades e usos além do fruto fresco

Quando seco ao sol, o fruto do lótus vira uma passa escura muito doce, chamada date-plum em inglês. No Cáucaso e na Turquia, é tradicional secar os frutos e usar como doce de inverno ou para fazer geleias e destilados.

A espécie é citada desde a Antiguidade. Acredita-se que seja o lótus da Odisseia de Homero, cujo fruto fazia os homens esquecerem o caminho de casa. Teofrasto, no século IV a.C., já descrevia a árvore como Diospyros, que significa fruto de Zeus.

As sementes torradas já foram usadas como sucedâneo de café em tempos de escassez, e as folhas jovens, ricas em vitamina C, são usadas para chá no Japão. A casca e os frutos verdes, muito tânicos, serviam para curtir couro.

Perguntas frequentes

Caquizeiro-do-lótus dá fruto comestível?

Sim, mas o fruto é pequeno (1 a 2 cm) e só fica doce quando muito maduro e mole, quase roxo. Verde é extremamente adstringente e intragável.

Precisa de macho e fêmea para frutificar?

Sim, é uma espécie dióica. Você precisa de pelo menos uma planta masculina para cada 6 a 8 femininas para ter boa polinização e frutificação.

Quanto tempo demora para dar frutos?

De semente, de 4 a 6 anos. Mudas enxertadas ou quando usado como porta-enxerto, a copa de caqui enxertada frutifica em 2 a 3 anos.

Pode plantar em vaso?

Não é recomendado. É uma árvore de 10 a 15 m com raiz profunda. Em vaso, mesmo de 200 litros, cresce pouco e quase não frutifica.

Qual a diferença para o caqui comum?

O lótus tem frutos 10 vezes menores, é mais rústico e resistente ao frio e à seca, e é usado principalmente como porta-enxerto para o caqui comum (Diospyros kaki).

Onde comprar muda de caquizeiro-do-lótus no Brasil?

Viveiros de frutíferas temperadas do Sul e Sudeste vendem sementes ou porta-enxertos. Muitas vezes é vendido como porta-enxerto de caqui, não como frutífera isolada.

Precisa de frio para produzir?

Sim, precisa de 300 a 600 horas de frio abaixo de 7 °C no inverno. Sem isso, brota e floresce de forma irregular.

Você sabia?

1

O lótus da Odisseia

Botânicos acreditam que o fruto que fez os companheiros de Ulisses esquecerem Ítaca era justamente o Diospyros lotus, o que explica o nome popular caquizeiro-do-lótus.

2

Porta-enxerto universal do caqui

Mais de 80% dos caquizeiros comerciais plantados no Brasil são enxertados sobre Diospyros lotus por sua resistência a seca, frio e nematoides.

3

Fruto que vira tâmara

Quando seco ao sol, o pequeno fruto escurece e fica com textura e sabor muito parecidos com tâmara, por isso em inglês se chama date-plum, ameixa-tâmara.

4

Sementes que viraram café

Na Turquia e no Cáucaso, sementes torradas e moídas de Diospyros lotus foram usadas como substituto do café em períodos de guerra e escassez.

Fontes

  1. Embrapa - Fruticultura Temperada
  2. Plants of the World Online - Kew
  3. FAO - Ecocrop

Prós e contras: Caquizeiro-do-lótus

Prós

  • Extremamente rústico: tolera frio até -20 °C, seca e solos pobres e calcários
  • Resistente a pragas e doenças que atacam o caquizeiro comum
  • Excelente porta-enxerto para todas as variedades comerciais de caqui
  • Baixa exigência de manutenção após estabelecido
  • Longevo e de copa ornamental no outono

Contras

  • Frutos muito pequenos e adstringentes se colhidos antes da maturação completa
  • Espécie dióica: precisa de planta masculina e feminina para frutificar
  • Porte grande (10 a 15 m), inadequado para vasos e quintais pequenos
  • Crescimento inicial lento e frutificação tardia por semente
  • Exige inverno frio; produz mal em regiões quentes sem dormência
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o caquizeiro-do-lótus não é uma frutífera para quem busca produtividade de mesa, mas é insubstituível como base genética da caquicultura brasileira. Para o produtor e o colecionador de frutíferas rústicas, vale cada metro de quintal; para o consumidor urbano, melhor plantar um caqui Fuyu já enxertado sobre ele.

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Última revisão em 17.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.