🍊 Frutíferas

Taun

Pouteria macrophylla

Atualizado em

15 a 25 m de alturaTamanho
Sol plenoLuminosidade
Moderada a altaRega
4 a 6 anosPrimeiros frutos
Média a altaDificuldade
Fruto da Taun inteiro e cortado ao meio mostrando polpa amarela cremosa e sementes

A Taun (Pouteria macrophylla) é uma árvore frutífera nativa da Amazônia, da família Sapotaceae, a mesma do abiu e do sapoti. De porte alto e copa densa, produz frutos arredondados de casca amarela e polpa doce, muito consumidos in natura pelas populações locais.

Ainda pouco cultivada fora da região Norte, a espécie chama atenção pelo potencial alimentício e madeireiro, mas exige clima quente e úmido e espaço para se desenvolver. Não é uma frutífera para vaso ou para quem busca produção rápida em quintal pequeno.

No Brasil, ocorre naturalmente em florestas de terra firme e várzea, principalmente no Amazonas e Pará, e começa a ganhar interesse em pomares agroflorestais e coleções de frutas nativas.

Também conhecido como: Taun, Cutite, Cutitiribá, Abiurana-grande, Abiurana-cutite, Labatia macrophylla

Faz parte de: Frutíferas do Brasil, Lista de Frutíferas

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Galeria de fotos de Taun

Fruto da Taun inteiro e cortado ao meio mostrando polpa amarela cremosa e sementes
Fruto maduro da Taun com polpa amarela e sementes grandes.
Árvore da Taun com copa densa e frutos amarelos pendentes
Árvore adulta da Taun em pomar amazônico.
Folhas grandes e brilhantes da Taun
Folhas coriáceas da Taun, com até 30 cm de comprimento.
Flores pequenas branco-esverdeadas da Taun no ramo
Flores discretas da Taun, polinizadas por abelhas nativas.
Cesto com colheita de frutos da Taun
Colheita de Taun: frutos precisam ser consumidos em poucos dias.
Muda jovem de Taun em saco de viveiro
Muda de Taun produzida por semente fresca.
Ideal para

Ideal para quem tem sítio ou chácara ampla na região Norte e Nordeste úmido e quer diversificar o pomar com frutífera nativa de dossel. Funciona muito bem em sistemas agroflorestais e quintais agroecológicos, onde seu porte alto contribui para sombra e atração de abelhas nativas. Também é uma boa escolha para colecionadores de frutas amazônicas e projetos de restauração produtiva, já que a árvore tem crescimento vigoroso e frutos valorizados localmente para consumo e processamento artesanal.

Pode não ser ideal para

Não é indicada para quem mora em apartamento, casa com quintal pequeno ou região com inverno frio e seco, como Sul e interior do Sudeste. O porte grande, a raiz profunda e a exigência de sol pleno inviabilizam o cultivo em vaso. Também não serve para quem busca frutificação precoce ou produção para venda em larga escala. A Taun demora anos para produzir, tem safra curta e fruto muito perecível, exigindo manejo e colheita frequentes.

Cultivo rápido

Luminosidade
Sol pleno após fase inicial de meia-sombra (6 meses)
Rega
Regular nos 2 primeiros anos; depois apenas na seca e na floração
Solo
Profundo, argiloso a areno-argiloso, bem drenado, rico em matéria orgânica, pH 4,5-6,5
Temperatura ideal
24 a 28°C, sem geada, umidade relativa alta
Adubação
Orgânica + NPK 10-10-10 no início e fim das chuvas; reforço de potássio na pré-floração
Poda
Formação até 1,5 m e limpeza anual após colheita
Propagação
Sementes frescas; enxertia ainda experimental e pouco disponível

Perfil rápido de Taun

Estado de conservação

NE
Não Avaliada

Espécie ainda não avaliada individualmente pela IUCN, mas com populações pressionadas localmente pelo desmatamento.

População
desconhecida
Protegido por
false

Calendário

PlantioJFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND
ColheitaJFMAMJJASOND

Habitat

Ambientes

  • Floresta de terra firme
  • Floresta de várzea alta
  • Capoeiras antigas e quintais agroflorestais

Biomas

  • Amazônia

Encontrado em 5 países

  • Brasil
  • Peru
  • Colômbia
  • Venezuela
  • Guiana

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Magnoliophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Ericales
Família
Sapotaceae
Gênero
Pouteria
Espécie
Pouteria macrophylla

Resumo

  • A Taun é uma árvore frutífera amazônica de grande tamanho que produz frutos amarelos de polpa doce e aromática, consumidos in natura.
  • Exige sol pleno, clima quente e úmido e solo profundo e bem drenado, frutificando entre 4 e 6 anos após o plantio por sementes.
  • É ideal para pomares amplos e sistemas agroflorestais na Amazônia, mas pouco indicada para vasos, apartamentos ou regiões frias e secas.

Características

Ficha da frutífera

Nome popularTaun, Cutite, Abiurana-grande
Nome científicoPouteria macrophylla (Lam.) Eyma
Família botânicaSapotaceae
OrigemAmazônia (Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela e Guianas)
Tamanho15 a 25 m de altura (8 a 12 m de copa)
Tempo até frutificar4 a 6 anos (via semente)
Época de frutificaçãoJaneiro a abril no Brasil
LuminosidadeSol pleno
RegaRegular, sem encharcar
SoloProfundo, fértil, bem drenado, pH 4,5 a 6,5
ClimaEquatorial úmido, 24 a 28°C, alta umidade
PropagaçãoSementes (principal), enxertia pouco usada
Cultivo em vasoNão recomendado
Espaçamento8 x 8 m a 10 x 10 m

Perfil e comportamento

Necessidade de solMuito alto
Necessidade de águaMédio
Facilidade de cultivoBaixo
Adequação a vasosMuito baixo
ProdutividadeMédio
Resistência a pragasAlto

O que é a Taun e por que continua quase desconhecida

A Taun é uma frutífera nativa da Amazônia que pertence à família Sapotaceae, parente próxima do abiu (Pouteria caimito) e do sapoti. Seu nome científico mais aceito é Pouteria macrophylla, embora ainda apareça como Labatia macrophylla em herbários antigos.

Fora da região Norte, ela é quase invisível no comércio. O motivo é prático: o fruto é altamente perecível, com polpa mole que amadurece e fermenta em 2 a 3 dias após a colheita, o que inviabiliza transporte longo sem cadeia de frio. Por isso, seu consumo segue restrito a feiras locais, quintais agroflorestais e comunidades extrativistas.

Diferente de frutíferas domesticadas, a Taun nunca passou por melhoramento intensivo. Cada árvore produz frutos com variação de tamanho e doçura, e a produção é irregular entre safras, característica comum em Sapotaceae silvestres.

Como identificar a árvore e o fruto da Taun

A árvore é inconfundível quando adulta. Tem tronco reto, casca acinzentada que solta látex branco quando cortada e copa densa e arredondada. As folhas são o grande marcador: simples, coriáceas, brilhantes na face superior e com 15 a 30 cm de comprimento, bem maiores que as do abiu comum.

O fruto é globoso a levemente ovoide, com 4 a 7 cm de diâmetro e peso entre 80 e 180 g. A casca fina passa de verde para amarelo intenso a alaranjado quando madura e pode apresentar lenticelas escuras. A polpa é amarela-clara, cremosa, doce e com leve aroma de caramelo, envolvendo 1 a 2 sementes grandes, elípticas e brilhantes com cicatriz lateral clara.

  • Folha: grande, oblonga, nervura central bem marcada e látex ao destacar.
  • Flor: pequena, branco-esverdeada, em fascículos no tronco e ramos, pouco vistosa.
  • Fruto maduro: cede levemente à pressão dos dedos e solta perfume adocicado.
  • Erro comum: confundir com abiu-roxo ou abiurana-cutite; a Taun tem fruto maior e folha bem mais larga.

Onde a Taun cresce e qual clima ela exige

Na natureza, a Taun ocorre em floresta de terra firme e floresta de várzea alta da bacia amazônica, em solos argilosos ou latossolos profundos, bem drenados e ácidos. É espécie de dossel médio, que compete por luz e por isso cresce rápido em busca de sol.

O clima ideal é equatorial úmido: temperatura média de 24 a 28°C, umidade relativa acima de 75% e chuvas bem distribuídas entre 1.800 e 2.800 mm anuais. Não tolera geada e sofre com estiagens prolongadas acima de 3 meses ou com ventos frios do Sul e Sudeste.

Fora da Amazônia, o cultivo só funciona bem em baixadas quentes do Nordeste litorâneo, litoral norte do Rio de Janeiro e norte do Espírito Santo, sempre com irrigação na seca. Em clima subtropical ou semiárido, a planta sobrevive, mas frutifica pouco e com frutos menores.

Como plantar Taun do jeito certo

A propagação é quase sempre por sementes recém-colhidas. A semente da Taun é recalcitrante: perde viabilidade em poucas semanas se secar. O ideal é semear em até 5 dias após retirar da polpa, após lavar bem para remover resíduos.

Use saquinhos de 20 x 30 cm com substrato de terra de mata + areia grossa + composto orgânico (2:1:1). Enterre a semente com a cicatriz voltada para baixo, a 1,5 a 2 cm de profundidade. A germinação ocorre em 20 a 45 dias, com taxa de 60 a 80% quando a semente é fresca.

Mantenha as mudas em meia-sombra nos primeiros 4 a 6 meses e transplante quando atingirem 40 a 60 cm. No local definitivo, abra berço de 60 x 60 x 60 cm, corrija com calcário se o pH estiver abaixo de 4,5 e adicione 10 a 15 litros de esterco curtido e 150 g de superfosfato simples. O plantio definitivo deve ser feito no início da estação chuvosa, de outubro a janeiro na maior parte do Brasil.

Luz, rega, solo e adubação: o manejo que funciona

Taun é árvore de sol pleno. Sombreamento após o primeiro ano reduz crescimento e atrasa a frutificação. Escolha área com pelo menos 6 horas de sol direto e sem competição de copas próximas.

O solo precisa ser profundo, fértil e bem drenado. Ela não suporta encharcamento. Em solos compactados, o crescimento trava e as raízes ficam suscetíveis a podridões. Cobertura morta com folhas e palhada ajuda a manter umidade e temperatura estável.

A rega deve ser regular nos dois primeiros anos, 2 a 3 vezes por semana na seca, mantendo o solo úmido mas nunca lodoso. Árvores adultas já estabelecidas toleram veranicos curtos, mas a falta de água na floração derruba flores. Na adubação, aplique em cobertura no início e no fim das chuvas: NPK 10-10-10 ou formulação para frutíferas + matéria orgânica. Em solos amazônicos, a reposição de potássio e micronutrientes como boro e zinco melhora o pegamento dos frutos.

Poda, crescimento e quando a Taun começa a frutificar

O crescimento inicial é moderado a rápido, cerca de 80 cm a 1,2 m por ano com água e nutrientes. A poda de formação é essencial: conduza em haste única até 1,5 m e depois deixe 3 a 4 ramos principais bem distribuídos. Isso evita forquilhas baixas e facilita a colheita.

Não existe poda drástica anual. Faça apenas poda de limpeza após a colheita, removendo ramos secos, cruzados e mal posicionados. Cortes grandes demoram a cicatrizar e exsudam muito látex, porta de entrada para fungos.

A frutificação por semente começa entre 4 e 6 anos em condições ideais; em solos pobres ou com sombra, pode levar 7 a 8 anos. A floração ocorre no fim da estação seca, entre agosto e outubro, e os frutos amadurecem de janeiro a abril, com pico em fevereiro. Uma árvore adulta bem nutrida produz de 200 a 400 frutos por safra, mas há alternância de produção.

Pragas, doenças e principais erros de cultivo

A Taun é relativamente rústica, mas sofre com os mesmos problemas de outras Sapotaceae. O mais comum é a mosca-das-frutas (Anastrepha spp.), que oviposita em frutos maduros e causa apodrecimento. Colher no ponto de vez e não deixar frutos caídos no chão reduz drasticamente a infestação.

Em viveiro, antracnose (Colletotrichum) mancha folhas e frutos jovens em períodos muito úmidos. Melhore a ventilação, evite molhar a folhagem à tarde e remova frutos mumificados. Brocas de tronco são raras, mas podem atacar árvores estressadas.

Erro frequente Por que atrapalha O que fazer
Plantar semente seca e armazenada Perda de viabilidade, germinação abaixo de 10% Semear em até 5 dias após a colheita
Vaso pequeno ou solo raso Raiz pivotante não se desenvolve Plantar direto no solo com berço profundo
Sombra excessiva Crescimento estiolado e sem frutos Sol pleno após 6 meses de meia-sombra
Deixar frutos no chão Atrai mosca e fungos Colheita frequente e limpeza do pomar

Como consumir e conservar o fruto da Taun

O consumo é simples: corte ao meio e coma a polpa com colher, descartando casca e sementes. A textura lembra abiu bem maduro, cremosa e com leve efeito de “grudar” nos lábios devido ao látex residual, que diminui quando o fruto está totalmente maduro.

Na Amazônia, a polpa é usada in natura, em sucos, sorvetes e cremes, sempre batida e coada rapidamente. Por oxidar fácil, deve ser consumida na hora ou congelada com gotas de limão. A casca não é comestível e a semente não deve ser ingerida.

Para conservar, mantenha os frutos firmes em geladeira por até 3 dias. Polpa congelada dura até 3 meses a -18°C sem grande perda de sabor. Evite colher frutos verdes para amadurecer em casa: diferente da banana, a Taun amadurece mal fora da árvore e fica adstringente.

Taun, abiu e sapoti: qual a diferença

Muita gente confunde as três Sapotaceae, mas a distinção é clara no campo. A Taun tem folha e fruto maiores que o abiu comum e polpa mais amarelada e menos translúcida. O sapoti tem casca marrom e áspera, enquanto a Taun tem casca lisa e amarela.

A madeira da Taun também é mais valorizada localmente: densa e resistente, é usada em construções rurais, o que pressionou populações nativas em algumas áreas. Já o abiu e o sapoti foram mais domesticados para pomar comercial, por isso têm variedades melhoradas e oferta maior de mudas.

Na nossa avaliação, a Taun vale o cultivo para quem busca diversificar pomar amazônico e resgatar frutas nativas, não para quem quer retorno comercial rápido. É uma frutífera de colecionador e de sistema agroflorestal, onde seu porte alto ajuda a compor dossel e atrair polinizadores.

Perguntas frequentes

Taun e abiu são a mesma fruta?

Não. São parentes da mesma família Sapotaceae, mas a Taun (Pouteria macrophylla) tem folhas e frutos maiores, polpa mais amarela e cremosa e látex mais evidente que o abiu comum (Pouteria caimito).

Quanto tempo a Taun demora para dar frutos?

De 4 a 6 anos quando plantada por semente fresca em solo fértil e sol pleno. Em condições de sombra ou solo pobre, pode levar 7 a 8 anos.

Dá para plantar Taun em vaso?

Não é recomendado. A árvore tem raiz pivotante profunda e chega a 15-25 m de altura, não se adaptando a vasos, mesmo grandes.

Qual o melhor clima para Taun no Brasil?

Clima equatorial úmido, quente e sem geada, com chuvas bem distribuídas. Produz bem na Amazônia e no litoral quente do Nordeste; sofre no Sul, Sudeste interior e semiárido sem irrigação.

Como saber se o fruto da Taun está maduro?

A casca fica amarelo-alaranjada, o fruto cede levemente ao toque e exala aroma doce. Frutos verdes são adstringentes e com muito látex.

Precisa enxertar a Taun para frutificar?

Não. A propagação por sementes já garante frutificação, e a enxertia ainda é pouco usada e com baixa oferta de porta-enxertos no mercado.

A Taun atrai pragas?

É rústica, mas frutos maduros atraem mosca-das-frutas. Colher no ponto certo e recolher frutos caídos é a principal forma de controle.

Você sabia?

1

Látex que vira cola

O látex branco da casca e dos frutos verdes já foi usado por comunidades amazônicas como cola natural e para remendar utensílios, de onde vem parte do nome popular cutite.

2

Folha gigante como marcador

As folhas da Taun podem atingir 30 cm de comprimento, quase o dobro das do abiu comum, e são usadas por mateiros para identificar a árvore mesmo sem frutos.

3

Polinização por abelhas nativas

As flores pequenas e discretas são polinizadas principalmente por abelhas meliponíneas, como jataí e uruçu, e não por abelhas africanizadas, o que a torna importante para a meliponicultura.

4

Fruto que não amadurece fora da árvore

Diferente de muitas frutíferas, a Taun colhida verde não completa o amadurecimento e permanece adstringente e latexenta, por isso a colheita precisa ser no ponto exato de vez.

Fontes

  1. Embrapa Amazônia Oriental
  2. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  3. World Flora Online

Prós e contras: Taun

Prós

  • Fruto doce e aromático, muito apreciado in natura e em polpas
  • Árvore rústica e resistente a pragas quando bem estabelecida
  • Ótima para sistemas agroflorestais e sombreamento de dossel
  • Valoriza a biodiversidade amazônica e atrai abelhas nativas sem ferrão
  • Madeira densa com uso local e potencial extrativista

Contras

  • Porte muito grande, exige espaçamento de 8 a 10 metros
  • Fruto extremamente perecível, não suporta transporte longo
  • Demora 4 a 6 anos para começar a produzir
  • Não se adapta a vaso, apartamento ou clima frio/seco
  • Mudas difíceis de encontrar fora da região Norte
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a Taun é uma frutífera de valor cultural e agroflorestal, não de pomar urbano. Seu porte e exigência climática limitam o cultivo, mas para quem tem área na Amazônia úmida, é uma das nativas mais interessantes para diversificar a produção e conservar biodiversidade.

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Feliciano Murene
Escrito porFeliciano MureneVeterinário

Feliciano Murene é professor e criador de conteúdo. Formado em Biologia, possui cerca de 5 anos de experiência em sala de aula e atua na produção de conteúdos…

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Revisão especializadaCacilda MassemaEngenheira Agrônoma

Com experiência no universo das plantas, dedica-se à pesquisa e produção de conteúdos sobre cultivo, identificação de espécies, plantas ornamentais, flores, árvores e frutíferas. Partilha conhecimentos práticos sobre…

Última revisão em 17.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.