🐴 Cavalos

Campeiro

Equus ferus caballus

Atualizado em

Médio - 1,42 a 1,54 mTamanho
380 a 520 kgPeso
25 a 30 anosExpectativa de vida
Sela e lida com gadoUso
Dócil e corajosoTemperamento
Cavalo Campeiro adulto de pelagem baia em perfil na pastagem com araucárias ao fundo

O Campeiro é uma raça brasileira de cavalo de sela e trabalho formada no Planalto Catarinense após quase 400 anos de seleção natural sob frio, altitude e mata de araucária. É um marchador rústico, de tamanho médio, dócil e muito resistente, criado para a lida com gado e para cavalgadas longas.

Reconhecido oficialmente em 1985, destaca-se pelos andamentos marchados confortáveis, cascos fortes e temperamento corajoso e cooperativo. Vai bem com iniciantes orientados, famílias e quem busca um cavalo versátil para campo, turismo rural e enduro de regularidade.

Também conhecido como: Cavalo Campeiro, Marchador das Araucárias

Faz parte de: Cavalos de Sela, Cavalos de Trabalho, Raças de Cavalos Brasileiras

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Galeria de fotos de Campeiro

Cavalo Campeiro adulto de pelagem baia em perfil na pastagem com araucárias ao fundo
Campeiro adulto em pastagem nativa do Planalto Catarinense.
Retrato da cabeça de cavalo Campeiro mostrando perfil retilíneo e orelhas pequenas
Cabeça de Campeiro: perfil retilíneo e orelhas pequenas e bem implantadas.
Égua Campeira com potro pastando em campo verde
Égua Campeira com potro em campo nativo.
Cavalo Campeiro em movimento na marcha trotada
Campeiro na marcha trotada, andamento cômodo e ritmado.
Grupo de cavalos Campeiros pastando juntos no planalto
Tropa de Campeiros em pastagem de altitude.
Detalhe dos cascos escuros e resistentes do cavalo Campeiro
Cascos escuros e resistentes, marca da rusticidade do Campeiro.
Ideal para

O Campeiro é ideal para quem vive no campo ou tem sítio no Sul e Sudeste e procura um cavalo de sela dócil, resistente ao frio e confortável para longas cavalgadas. Funciona muito bem para famílias, turismo rural e lida leve a moderada, pois une coragem com facilidade de manejo. Também atende iniciantes dedicados que buscam um marchador brasileiro versátil e rústico, que não exige cocheira sofisticada nem suplementação pesada quando tem pasto de qualidade e rotina estável.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem mora em cidade sem acesso a piquete, baia e área para exercício diário, ou para quem busca velocidade de corrida e salto em altura. Criadores sem tempo para casqueamento, vermifugação e acompanhamento veterinário terão problemas, pois mesmo rústico ele não é autossuficiente. Não é a melhor escolha para quem deseja pelagem pampa ou cavalo de exposição de morfologia extrema, já que a raça desclassifica pampa e valoriza funcionalidade e marcha em vez de padrão estético exagerado.

Como cuidar

Alimentação
Pasto nativo ou cultivado de inverno, feno de qualidade e sal mineral para equinos; concentrado só com trabalho intenso e orientação veterinária; água limpa à vontade
Casco e ferrageamento
Casqueamento a cada 40 a 60 dias; ferrageamento se trabalha em pedra/asfalto; manter piquete drenado para evitar broca e abscesso
Abrigo
Galpão ou abrigo contra vento sul, geada e chuva prolongada; cama seca, piquete com sombra e espaço para exercício diário
Saúde
Vacinas (tétano, influenza, encefalomielite, raiva), vermifugação estratégica, controle de carrapatos e odontologia anual; observar sinais de cólica e laminite e chamar veterinário de equinos imediatamente

Perfil rápido de Campeiro

Vida útil

Expectativa de vida
25 a 30 anos em criação doméstica com manejo sanitário e nutricional adequados
Fase adulta
Maturidade entre 4 e 5 anos; vida útil de sela longa, frequentemente até 20 anos

Reprodução

Gestação
11 meses em média (335 a 342 dias)
Idade reprodutiva
Éguas a partir de 3 anos; garanhões a partir de 3 a 4 anos
Potros
Um potro por gestação; desmame entre 5 e 6 meses
Precocidade
Potros rústicos, acompanham a mãe a campo desde os primeiros dias

Encontrado em 1 país

  • Brasil

Como animal de estimação

Adequação
Alta para sela e trabalho leve a moderado; dócil com manejo consistente
Legalidade no Brasil
Criação legal e registrada pela ABCCCampeiro com registro genealógico e chip
Nível de cuidado
Moderado; exige piquete, abrigo contra vento e geada, casqueamento e veterinário de equinos
Custo de manutenção
Moderado; envolve pasto/feno, sal mineral, ferrageamento, vacinas, vermífugos e odontologia; sem valores fixos, varia por região e manejo

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Mammalia
Ordem
Perissodactyla
Família
Equidae
Gênero
Equus
Espécie
Equus ferus caballus

Resumo

  • O Campeiro é uma raça brasileira de marcha originada no Planalto Catarinense a partir de cavalos ibéricos asselvajados e selecionados por séculos no frio da mata de araucária.
  • De tamanho médio e muito rústico, tem andamentos marchados confortáveis, cascos resistentes e temperamento dócil, corajoso e fácil de manejar.
  • É indicado para lida com gado, sela, cavalgadas e turismo rural, exigindo manejo básico de equino com atenção a cascos, vermifugação e acompanhamento veterinário.

Características

Ficha da raça

OrigemBrasil - Planalto Catarinense (Lages, Curitibanos e Campos de Cima da Serra)
TipoSangue misto (base ibérica com seleção natural)
TamanhoMédio
Altura na cernelha1,42 a 1,54 m nos machos e 1,40 a 1,52 m nas fêmeas (cerca de 14 a 15,1 mãos)
Peso380 a 520 kg
Expectativa de vida25 a 30 anos
PelagensTodas, exceto pampa/tobiana e branca despigmentada (albina)
Corescastanhoalazãobaiotordilhopretozainorosilholobuno
TemperamentoDócil, corajoso, atento e cooperativo
Principais usosLida com gado, sela, cavalgada, turismo rural e enduro
AndamentosMarcha batida, marcha picada e marcha trotada (marcha campeira)
Principais problemas de saúdeCólica, laminite, síndrome metabólica equina e afecções de casco sem manejo adequado

Perfil e comportamento

DocilidadeMuito alto
Nível de energiaMédio
VelocidadeMédio
ResistênciaMuito alto
Facilidade de manejoAlto
Indicado para iniciantesAlto
Adequado para criançasAlto
Custo de manutençãoMédio

De onde vem o Campeiro: o cavalo que sobreviveu 400 anos nas Araucárias

O Campeiro é uma raça brasileira formada no Planalto Catarinense, entre Lages, Curitibanos e os Campos de Cima da Serra, na divisa com Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Sua base são cavalos ibéricos trazidos por espanhóis a partir de 1541, na expedição de Álvar Núñez Cabeza de Vaca, somados a animais deixados por jesuítas e colonizadores na Ilha de Santa Catarina. Abandonados, esses cavalos se asselvajaram e passaram por quase 400 anos de seleção natural sob geada, altitude acima de 900 m, inverno rigoroso e mata de araucária.

Essa pressão ambiental moldou um cavalo rústico, de casco forte e grande resistência. Só no século XX houve organização: criadores de Lages e Curitibanos reuniram os melhores exemplares, fundaram a Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Campeiro (ABCCCampeiro) em 1976 e obtiveram o reconhecimento oficial pelo Ministério da Agricultura em 1985. É uma das cinco raças nacionais reconhecidas.

Como reconhecer um Campeiro na tropa

O Campeiro tem perfil retilíneo ou levemente subconvexo, cabeça média e expressiva, orelhas pequenas e bem implantadas e pescoço musculoso de inserção harmoniosa. O olhar é atento, mas sem nervosismo.

O tronco é compacto e forte, com peito amplo, costelas arqueadas e lombo curto. A garupa é levemente inclinada e musculosa, o que ajuda no impulso da marcha e no trabalho com gado. Pernas com bons aprumos, articulações secas e cascos escuros, muito resistentes, são marca da raça.

Diferente do Crioulo, que é mais robusto e de trote, e do Mangalarga Marchador, mais refinado, o Campeiro tem aspecto intermediário: menos pesado que raças de tração e mais encorpado que marchadores de pista. A crina e a cauda são fartas, mas sem excesso de pelos de raças de sangue frio.

Tamanho, altura e estrutura que importam no campo

O Campeiro é de tamanho médio. O padrão da ABCCCampeiro estabelece 1,42 a 1,54 m na cernelha para machos e 1,40 a 1,52 m para fêmeas, medidos com hipômetro. Em mãos, isso equivale a cerca de 14 a 15,1 mãos.

O peso varia de 380 a 520 kg em animais adultos, conforme sexo e manejo. É um cavalo de sela por excelência: leve o suficiente para ser ágil na lida, mas com estrutura para suportar cavaleiro e longas jornadas sem fadiga precoce.

Na avaliação morfológica, valorizam-se angulações equilibradas, quartelas de comprimento médio e cascos bem conformados. Defeitos de aprumo, jarretes fechados ou cascos achinelados são penalizados porque comprometem a marcha e a rusticidade, justamente os pontos fortes da raça.

Pelagens e cores: o que é aceito e o que não é

A raça aceita praticamente todas as pelagens sólidas e compostas, o que reflete sua origem miscigenada. As mais comuns são castanho, alazão, baio, tordilho, preto, zaino e rosilho, além de variações como lobuno, pampa não é aceita.

Pelagem pampa, tobiana, malhada e branca despigmentada (albina) são desclassificadas no registro. O critério busca manter a identidade da raça e evitar albinismo e despigmentação excessiva, que trazem sensibilidade a sol e problemas de pele.

Marcas brancas pequenas na testa e nos membros são toleradas, mas excesso de branco e olhos despigmentados são indesejáveis. A pele deve ser pigmentada e o pelo denso, adaptado ao frio do Sul, com boa troca sazonal.

Temperamento e andamentos: a marcha campeira confortável

O temperamento é um dos maiores trunfos. O Campeiro é dócil, corajoso, curioso e muito cooperativo, com forte vínculo com o tutor. Lida bem com crianças e cavaleiros menos experientes quando bem domado, mas mantém vivacidade para o trabalho.

Nos andamentos, é um cavalo de marcha. Apresenta marcha batida, marcha picada e marcha trotada, esta última chamada por criadores de marcha campeira. São andamentos a quatro tempos, com apoio alternado e sem suspensão, o que garante comodidade para longas cavalgadas e menor impacto para o cavaleiro.

A marcha trotada tem batida mais marcada e sonoridade próxima ao trote, porém sem o desconforto do trote puro. Na nossa avaliação, a marcha do Campeiro é menos diagramada que a do Mangalarga, mas mais macia que o trote do Crioulo, ideal para quem prioriza conforto no campo em vez de pista.

Andamento Característica Quando se destaca
Marcha batida Apoios diagonais predominantes, cômoda e ritmada Cavalgada e lida diária
Marcha picada Apoios laterais predominantes, mais suave Turismo e cavaleiros que buscam maciez
Marcha trotada Intermediária, com tempo de trote marcado Provas de resistência e campo aberto

Para que serve hoje: sela, lida, turismo e enduro

Historicamente cavalo de fazenda, o Campeiro brilha na lida com gado bovino nos campos nativos. Tem habilidade de rédea, giro rápido e coragem para enfrentar gado, sem a reatividade excessiva de raças mais sanguíneas.

Na sela, é excelente para cavalgadas longas, turismo rural e travessias na Serra Catarinense. Sua rusticidade permite pernoitar no campo, enfrentar chuva e frio e manter bom escore corporal com pasto nativo.

Também aparece em enduro de regularidade, provas de marcha e desfiles tradicionalistas. Não é um velocista de corrida nem um saltador de alto rendimento, mas compensa com resistência, docilidade e baixo índice de descarte por problemas locomotores quando bem manejado.

Saúde, cascos e manejo no clima frio do Sul

É uma raça muito saudável e longeva, justamente pela seleção natural. Ainda assim, como todo equino, está sujeita a cólica, laminite, síndrome metabólica equina e afecções respiratórias se houver erro de manejo alimentar ou falta de vermifugação.

Os cascos são naturalmente fortes e de crescimento regular, mas exigem casqueamento a cada 40 a 60 dias e ferrageamento quando há trabalho em pedra ou asfalto. Em campo nativo, muitos criadores mantêm o Campeiro desferrado, com recorte periódico.

  • Alimentação: base em pasto nativo ou cultivado de inverno (aveia, azevém) + feno e sal mineral específico para equinos. Grão só se houver trabalho intenso e com orientação veterinária.
  • Abrigo: galpão simples contra vento sul e geada, cama seca e água limpa sempre disponível. Tolera bem frio, mas sofre com lama constante nos cascos.
  • Rotina sanitária: vermifugação estratégica, controle de carrapatos, vacinações (tétano, influenza, encefalomielite e raiva) e odontologia equina anual. Consulte sempre médico-veterinário de equinos.

Vale a pena ter um Campeiro? Perfil de tutor e custo de manutenção

O Campeiro vale a pena para quem busca um cavalo versátil, confortável e fácil de lidar no dia a dia. É indicado para pecuaristas familiares, sítios, pousadas rurais e cavaleiros de lazer que fazem cavalgadas de 20 a 40 km sem precisar de um atleta de pista.

Para iniciantes, é uma boa porta de entrada entre as raças brasileiras porque perdoa erros de rédea e tem marcha cômoda, mas exige aprendizado básico de equitação, manejo de casco e leitura de comportamento. Não é cavalo para ficar confinado em baia pequena sem exercício.

O custo de manutenção é moderado: envolve feno e pasto, sal mineral, casqueamento/ferrageamento, vacinas, vermífugos, dentista e baia ou piquete com abrigo. Por ser rústico, tende a gastar menos com suplementação e veterinário que raças mais exigentes, desde que tenha espaço, companhia de outros cavalos e rotina.

Como escolher e registrar um Campeiro sem erro

Compre sempre de criatório registrado na ABCCCampeiro e com registro genealógico. Exija exame clínico, avaliação de marcha ao vivo e conferência de resenha e chip. Desconfie de animais muito baratos sem documentação.

Na escolha, observe marcha regular sem claudicação, aprumos corretos, cascos pigmentados e temperamento calmo ao cabresto. Evite potros com excesso de branco, despigmentação ou andamentos exclusivamente trotados sem variação de marcha.

Para reprodução, a raça tem boa fertilidade a campo e potros precoces, que acompanham a mãe no pasto desde cedo. A doma racional, iniciada por volta dos 2,5 a 3 anos, preserva a docilidade e a qualidade da marcha.

Perguntas frequentes

Qual a altura do cavalo Campeiro?

Machos de 1,42 a 1,54 m e fêmeas de 1,40 a 1,52 m na cernelha, conforme padrão da ABCCCampeiro. É um cavalo de tamanho médio.

Campeiro é cavalo de marcha?

Sim. Apresenta marcha batida, marcha picada e marcha trotada (marcha campeira), todas cômodas e a quatro tempos, ideais para cavalgadas longas.

Qual a diferença entre Campeiro e Crioulo?

O Campeiro é marchador e mais leve, selecionado nas Araucárias catarinenses; o Crioulo é trotador, mais robusto e selecionado nos pampas. O Campeiro prioriza comodidade da marcha, o Crioulo prioriza rusticidade para laço e rédeas.

Quais pelagens são aceitas no Campeiro?

Todas as pelagens sólidas são aceitas, como castanho, alazão, baio, tordilho, preto e zaino. Pelagem pampa/tobiana e branca albina são desclassificadas.

Campeiro é bom para iniciante?

Sim, quando bem domado e com orientação. É dócil, corajoso e tem marcha confortável, mas exige aprendizado básico de equitação e manejo de cascos e alimentação.

Onde encontrar criadores de Campeiro?

Os principais núcleos estão em Santa Catarina (Lages, Curitibanos), Rio Grande do Sul e Paraná. Procure criatórios registrados na ABCCCampeiro com registro genealógico.

Campeiro precisa de ferradura?

Depende do uso. No campo nativo muitos trabalham desferrados com casqueamento regular; em pedra, asfalto ou trabalho intenso, o ferrageamento é recomendado.

Você sabia?

1

Sobrevivente da mata de araucária

O Campeiro é a única raça brasileira forjada quase exclusivamente por seleção natural na mata de araucária, suportando geada e altitude por séculos sem manejo humano.

2

Marcha com nome próprio

Criadores chamam a marcha trotada de marcha campeira, um andamento intermediário entre trote e marcha batida que só o Campeiro apresenta com essa denominação no registro.

3

Quase desapareceu nos anos 1970

Nos anos 1970 restavam poucos núcleos puros em Lages e Curitibanos; o trabalho de resgate de criadores locais evitou a extinção e levou ao reconhecimento oficial em 1985.

4

Casco que dispensa ferradura no campo

Em campo nativo pedregoso do planalto, muitos Campeiros trabalham desferrados o ano todo, graças a cascos escuros, densos e de crescimento muito regular.

Fontes

  1. Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Campeiro - ABCCCampeiro
  2. Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA
  3. Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Prós e contras: Campeiro

Prós

  • Muito rústico e resistente ao frio, geada e altitude
  • Marcha cômoda para longas cavalgadas (batida, picada e trotada)
  • Temperamento dócil, corajoso e fácil de manejar, bom para família
  • Cascos fortes e boa longevidade útil
  • Versátil para lida, sela, turismo rural e enduro de regularidade

Contras

  • Pouca oferta fora do Sul, pode ser difícil encontrar à venda
  • Não é velocista nem saltador de alto rendimento
  • Pelagem pampa não é aceita no registro
  • Exige piquete e exercício diário, não se adapta a baia pequena sem rotina
  • Marcha menos valorizada em pista que a de raças de marcha mais famosas
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o Campeiro é o marchador brasileiro mais honesto para quem vive de campo de verdade: menos marketing que outros marchadores, mais rusticidade e conforto real. Se a prioridade é um cavalo que aguenta inverno, faz lida e ainda leva a família para cavalgada sem sustos, ele entrega mais que promete.

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Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

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Revisão especializadaSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.