🦎 Répteis e Anfíbios

Tigre-d’água

Trachemys dorbigni

Atualizado em

18 a 30 cm de cascoTamanho
Réptil semiaquáticoGrupo
25 a 40 anosExpectativa de vida
Banhados e lagoas do SulHabitat
Baixo, morde se acuadoPerigo
Filhote de tigre-d'água recém-nascido ao lado da casca do ovo

O tigre-d'água é um réptil semiaquático e não um anfíbio. Pertence à família Emydidae e seu nome mais correto no Brasil é tigre-d'água-brasileiro, da espécie Trachemys dorbigni, natural do Sul do país.

Facilmente reconhecido pelas listras amarelas na cabeça e pelas manchas escuras no plastrão, ele passa boa parte do dia tomando sol fora da água para regular a temperatura. Vive em lagoas, banhados e rios lentos, é onívoro e pode ultrapassar 30 anos em cativeiro quando bem cuidado.

Apesar de popular como pet, só pode ser criado legalmente se vier de criadouro autorizado pelo IBAMA. Solturas irresponsáveis transformaram parentes próximos, como a tartaruga-de-orelha-vermelha, em espécies invasoras no Sudeste.

Também conhecido como: Tigre-d'água-brasileiro, Tartaruga-tigre-d'água, Tartaruga-de-ouvido-amarelo, Tartaruga-tigre

Faz parte de: Répteis de Estimação, Répteis do Brasil, Tartarugas, Jabutis e Cágados

Explore a wiki

Galeria de fotos de Tigre-d’água

Filhote de tigre-d'água recém-nascido ao lado da casca do ovo
Filhote com cerca de 3 cm, já independente após a eclosão.
Close da cabeça do tigre-d'água mostrando listras amarelas e olhos
Detalhe da cabeça com as listras amarelas características, sem mancha vermelha.
Detalhe do casco do tigre-d'água com padrão de manchas
Padrão da carapaça e do plastrão amarelo com manchas pretas.
Tigre-d'água nadando em lagoa com vegetação aquática
Tigre-d'água em natação, com patas palmadas bem visíveis.
Filhote de tigre-d'água recém-nascido ao lado da casca do ovo
Filhote com cerca de 3 cm, já independente após a eclosão.
Grupo de tigres-d'água tomando sol alinhados sobre troncos
Comportamento de heliotermia em grupo, essencial para a saúde.
Close da cabeça do tigre-d'água mostrando listras amarelas e olhos
Detalhe da cabeça com as listras amarelas características, sem mancha vermelha.
Detalhe do casco do tigre-d'água com padrão de manchas
Padrão da carapaça e do plastrão amarelo com manchas pretas.
Ideal para

Ideal para tutores que buscam um réptil aquático de vida longa e têm espaço para um aquaterrário grande, com tempo para cuidar de filtragem, temperatura e UVB por décadas. Também agrada quem gosta de observar comportamento natural, como banho de sol e natação, sem esperar interação como a de cachorro ou gato.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem mora em apartamento pequeno, tem pouco tempo ou busca um pet de baixo custo e baixa manutenção. Não convive bem solto com cachorros e gatos, exige responsabilidade com Salmonella e não deve ser manuseado em excesso por crianças.

Como cuidar

Ambiente
Aquaterrário de 500 a 1000 litros para adulto, com área seca para sol, filtro externo e termostato entre 26 e 30 °C
Iluminação
Lâmpada UVB 5.0 ou 10.0 por 10 a 12 horas diárias para metabolismo do cálcio
Alimentação
Ração base + peixes, insetos e vegetais 3 a 4 vezes por semana, sem excesso para evitar obesidade e piramidação do casco
Saúde e higiene
Troca parcial de água semanal, controle de fungos no casco e risco de Salmonella, lavar mãos após manuseio

Perfil rápido de Tigre-d’água

Estado de conservação

NE
Não Avaliada

Trachemys dorbigni ainda não possui avaliação individual na Lista Vermelha da IUCN.

População
Estável
Protegido por
Não, mas captura na natureza é proibida por lei ambiental brasileira

Calendário

Reprodução e desovaJFMAMJJASOND
Eclosão dos filhotesJFMAMJJASOND

Vida útil

Na natureza
20 a 35 anos, com alta mortalidade de filhotes
Em cativeiro
30 a 40 anos com aquaterrário adequado e UVB

Reprodução

Maturidade sexual
Machos 2 a 4 anos, fêmeas 5 a 8 anos
Tipo de reprodução
Ovípara, sem metamorfose, com determinação sexual pela temperatura
Desova
2 a 3 por estação, 5 a 15 ovos em ninho escavado em barranco arenoso
Incubação
60 a 90 dias, filhotes com 3 cm e independentes

Habitat

Ambientes

  • Lagoas e banhados
  • Rios de baixa correnteza
  • Açudes e represas
  • Áreas alagadas com vegetação marginal

Biomas

  • Pampa
  • Mata Atlântica

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Ração específica para tartarugas aquáticas
  • Peixes pequenos
  • Insetos aquáticos

Outros alimentos

  • Crustáceos
  • Moluscos
  • Plantas aquáticas
  • Folhas e frutas

Encontrado em 3 países

  • Brasil
  • Uruguai
  • Argentina

Como animal de estimação

Adequação como pet
Média, exige aquaterrário grande e compromisso de décadas
Legalidade no Brasil
Permitida apenas com origem em criadouro autorizado pelo IBAMA, com nota fiscal; captura na natureza é crime
Nível de cuidado
Moderado a alto, precisa de filtragem potente, aquecimento e UVB
Custo de manutenção
Alto a longo prazo, aquário grande e energia elétrica contínua

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Reptilia
Ordem
Testudines
Família
Emydidae
Gênero
Trachemys
Espécie
Trachemys dorbigni

Resumo

  • O tigre-d'água é um réptil semiaquático da espécie Trachemys dorbigni, com listras amarelas na cabeça e casco de 18 a 30 cm.
  • Vive em banhados, lagoas e rios lentos do Sul do Brasil, Uruguai e Argentina, e depende de sol diário para termorregulação.
  • É onívoro, ovíparo sem metamorfose e pode viver 30 a 40 anos em cativeiro, mas exige aquaterrário grande, filtro, aquecimento e UVB.

Características

Ficha da espécie

GrupoRéptil
OrdemTestudines
FamíliaEmydidae
Origem e distribuiçãoSul do Brasil (RS, SC, PR), Uruguai e nordeste da Argentina; introduzido no Sudeste por soltura
TamanhoFêmeas 26 a 30 cm, machos 18 a 22 cm de carapaça
Peso1,5 a 5 kg em adultos
Coresverde-olivaamarelopretomarrom
HabitatLagoas, banhados, rios de corrente lenta e açudes
AlimentaçãoOnívora (peixes, insetos, crustáceos, plantas aquáticas)
ReproduçãoOvípara, 5 a 15 ovos por desova, sem metamorfose
AtividadeDiurna e heliotérmica
Expectativa de vida25 a 35 anos na natureza, até 40 em cativeiro
Estado de conservaçãoNão Avaliada (NE) pela IUCN; populações nativas estáveis

Perfil e comportamento

Periculosidade para pessoas e petsBaixo
Facilidade de criação em cativeiroMédio
Adaptação a casasMédio
Importância para o ecossistemaAlto
Sensibilidade a temperatura e umidadeAlto
Vida na águaMuito alto

Réptil ou anfíbio? Entenda de uma vez o que é o tigre-d’água

O tigre-d’água é um réptil, não um anfíbio. Essa confusão acontece porque ele vive entre a água e a terra, mas a biologia é totalmente diferente.

Anfíbios como sapos e salamandras têm pele permeável, dependem de umidade e passam por metamorfose (girino vira adulto). Répteis têm pele queratinizada com escamas, pulmões bem desenvolvidos e casco ósseo revestido por placas de queratina.

O tigre-d’água respira exclusivamente por pulmões, mesmo quando mergulha por minutos. Coloca ovos com casca calcária em ninhos secos e o filhote já nasce miniatura do adulto, sem fase larval. No Brasil, o nome tigre-d’água se refere principalmente a Trachemys dorbigni, o tigre-d’água-brasileiro, diferente da tartaruga-de-orelha-vermelha (Trachemys scripta elegans), que é exótica.

Como identificar o tigre-d’água: casco, listras e tamanho real

A identificação mais segura está na cabeça. O tigre-d’água-brasileiro tem listras amarelas finas e bem marcadas que vão do focinho até o pescoço, sem mancha vermelha ou laranja atrás do olho. Essa mancha vermelha indica a espécie exótica norte-americana.

A carapaça é verde-oliva a marrom com manchas amarelas circulares em cada placa, mais vivas nos jovens. O plastrão (parte de baixo) é amarelo com grandes manchas pretas simétricas, quase como um borrão que varia entre indivíduos. A pele é cinza-esverdeada com estrias amarelas nas patas e cauda.

O dimorfismo sexual é evidente. Fêmeas são maiores, com 26 a 30 cm de carapaça e até 5 kg, cauda curta e garras curtas. Machos ficam com 18 a 22 cm, cauda longa e grossa e garras dianteiras alongadas, usadas na corte. Filhotes nascem com apenas 3 a 3,5 cm e cores muito mais contrastadas.

Onde vive o tigre-d’água no Brasil e por que está em todo lugar

Na natureza, Trachemys dorbigni ocorre no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, sul do Paraná, Uruguai e nordeste da Argentina. Habita banhados, lagoas, açudes, represas e rios de corrente lenta com vegetação marginal e troncos para banho de sol.

É um animal semiaquático de verdade: precisa da água para nadar, se alimentar e se acasalar, mas depende de área seca para termorregulação. Sem sol direto, não consegue digerir nem fixar cálcio no casco.

Se você vê tigre-d’água em parques de São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília, quase sempre é Trachemys scripta elegans solta por tutores. Essa soltura é um problema grave: a espécie exótica compete com as nativas, transmite patógenos e já é considerada invasora em vários estados. Por isso, nunca solte um pet na natureza.

O que o tigre-d’água come na natureza e em cativeiro

É onívoro com mudança de dieta ao longo da vida. Filhotes e jovens são mais carnívoros e caçam insetos aquáticos, larvas, pequenos peixes, girinos, crustáceos e caramujos. Adultos tornam-se mais herbívoros, consumindo plantas aquáticas, algas, folhas, frutos caídos e sementes.

Essa plasticidade alimentar explica por que se adapta bem a ambientes alterados, mas também por que engorda fácil em cativeiro. Excesso de proteína animal causa crescimento acelerado do casco, piramidação e problemas hepáticos.

Em aquaterrário, a base deve ser ração específica para tartarugas aquáticas, complementada 2 a 3 vezes por semana com peixes pequenos, camarão, tenébrio, folhas de alface, rúcula, agrião e plantas aquáticas como lentilha-d’água. Filhotes comem diariamente; adultos, a cada 2 dias. Cálcio em bloco e UVB são obrigatórios para não haver deficiência.

Comportamento: por que ele passa o dia tomando sol

O tigre-d’água é ectotérmico e diurno. Ele regula a temperatura corporal se expondo ao sol em troncos, pedras ou margens, esticando patas e pescoço. Esse banho de sol, chamado heliotermia, ativa a digestão e a síntese de vitamina D3.

É arisco e muito ágil na água. Ao menor sinal de perigo, desliza rapidamente para a água e se esconde entre vegetação ou no fundo lodoso. Pode ficar submerso por 20 a 30 minutos em repouso, mas precisa subir para respirar.

No Sul, durante o inverno, entra em brumação, uma letargia com metabolismo reduzido, ficando semanas no fundo ou enterrado na lama, sem se alimentar. Em regiões mais quentes, apenas reduz a atividade. Vive bem solitário e pode ser territorial com outros machos em espaço pequeno.

Reprodução e ciclo de vida: ovos, filhotes e crescimento

A reprodução ocorre na primavera e verão. O macho corteja a fêmea nadando de frente para ela e vibrando as longas garras dianteiras no rosto dela. A cópula acontece dentro da água.

A fêmea sai da água para desovar, escolhendo barranco arenoso e ensolarado. Escava um ninho de 8 a 12 cm com as patas traseiras e deposita 5 a 15 ovos brancos e alongados. Pode fazer 2 a 3 desovas por estação, com intervalo de semanas.

A incubação dura 60 a 90 dias e o sexo é definido pela temperatura: temperaturas mais altas tendem a gerar fêmeas e mais baixas, machos. O filhote rompe o ovo com um dente do ovo temporário e já é totalmente independente, medindo cerca de 3 cm. A maturidade chega com 2 a 4 anos nos machos e 5 a 8 anos nas fêmeas.

Característica Tigre-d’água-brasileiro (Trachemys dorbigni) Tartaruga-de-orelha-vermelha (Trachemys scripta elegans)
Mancha atrás do olho Listras amarelas, sem mancha vermelha Mancha vermelha ou laranja larga
Origem Nativa do Sul do Brasil Exótica, dos EUA e México
Status no Brasil Nativa, não invasora Invasora em vários estados
Plastrão Amarelo com manchas pretas grandes Amarelo com manchas pretas menores e linhas

O tigre-d’água morde? É perigoso para pessoas, cachorros e gatos?

Não é venenoso e não tem toxina na pele, ao contrário de muitos sapos. O risco real é a mordida. O bico córneo é afiado e a mordida de um adulto dói, pode cortar a pele e infeccionar.

O maior perigo, porém, é invisível: como toda tartaruga, pode carregar Salmonella nas fezes e no casco sem parecer doente. A bactéria causa diarreia e febre em pessoas, com risco maior para crianças, idosos e imunossuprimidos. Lavar bem as mãos após qualquer contato e não beijar o animal são regras básicas.

Para cachorros e gatos, o risco é duplo. O pet pode morder a tartaruga e se ferir no bico, ou ingerir água contaminada. E a tartaruga sofre muito com mordidas de cachorro, que fraturam o casco. Mantenha o aquaterrário bem tampado e fora do alcance de outros animais.

Pode ter tigre-d’água como pet? Legalidade e cuidados que ninguém conta

Sim, mas só de criadouro comercial autorizado pelo IBAMA, com nota fiscal e microchip ou anilha quando exigido. Comprar de feira, vendedor sem licença ou capturar na natureza é crime ambiental e o animal quase sempre vem doente.

Na nossa avaliação, o tigre-d’água não é um pet para impulso. Ele parece pequeno na loja, mas a fêmea chega a 30 cm e precisa de aquaterrário de 500 a 1000 litros na fase adulta, com filtro externo potente, termostato entre 26 e 30 °C na água e área seca a 32 °C, além de lâmpada UVB trocada a cada 6 meses.

Outro ponto pouco falado é a longevidade: viverá 30 a 40 anos. Muita gente abandona quando o aquário fica pequeno ou quando descobre o custo de energia e filtragem. Se não puder garantir esse compromisso por décadas, prefira apenas observar na natureza.

Papel no ecossistema e conservação: por que não soltar na natureza

Na natureza, o tigre-d’água ajuda a controlar populações de insetos, caramujos e peixes pequenos e a dispersar sementes de plantas aquáticas pelas fezes. Filhotes são alimento para garças, jacarés e peixes grandes, participando da cadeia alimentar.

Trachemys dorbigni não é considerada ameaçada globalmente, mas sofre localmente com atropelamentos, poluição de banhados, drenagem de áreas úmidas e coleta ilegal de filhotes. O maior impacto atual vem da competição com a tartaruga-de-orelha-vermelha solta, que ocupa os mesmos locais de sol e nidificação.

Soltar qualquer tigre-d’água de cativeiro, mesmo o nativo, é prejudicial: ele pode levar fungos e bactérias para populações selvagens e não saberá se virar. O destino correto para quem não pode mais cuidar é procurar o IBAMA ou CETAS e nunca liberar em lagoas ou rios.

Perguntas frequentes

Tigre-d'água é réptil ou anfíbio?

É réptil da ordem Testudines. Tem casco, pulmões, pele com escamas e põe ovos com casca em terra, sem fase de girino ou metamorfose.

Qual o tamanho que o tigre-d'água fica?

Fêmeas de Trachemys dorbigni chegam a 26 a 30 cm de carapaça, machos ficam entre 18 e 22 cm. Filhotes nascem com cerca de 3 cm.

Tigre-d'água morde?

Pode morder se acuado. O bico é afiado e a mordida dói, mas não é venenosa. O maior cuidado é com Salmonella, por isso lave as mãos após manusear.

Pode criar tigre-d'água em casa? É legal?

Só se vier de criadouro autorizado pelo IBAMA com nota fiscal. Capturar ou comprar de vendedor sem licença é crime ambiental.

O que o tigre-d'água come?

É onívoro. Jovens comem mais insetos e peixes, adultos comem mais plantas aquáticas. Em cativeiro, use ração própria + complementos vegetais e proteicos.

Quanto tempo vive o tigre-d'água?

De 25 a 35 anos na natureza e de 30 a 40 anos em cativeiro com aquecimento, filtragem e UVB adequados.

Qual a diferença entre tigre-d'água-brasileiro e tartaruga-de-orelha-vermelha?

O brasileiro (Trachemys dorbigni) tem listras amarelas sem mancha vermelha atrás do olho; a de-orelha-vermelha (Trachemys scripta elegans) tem mancha vermelha larga e é exótica e invasora no Brasil.

Você sabia?

1

Fêmeas bem maiores que machos

Nas populações do Sul, fêmeas chegam a 30 cm e quase o dobro do peso dos machos, que param nos 22 cm e desenvolvem garras dianteiras desproporcionalmente longas para a dança da corte.

2

Sexo definido pelo calor do ninho

Não são os cromossomos que decidem: ovos incubados acima de cerca de 29 °C geram mais fêmeas e abaixo disso, mais machos, por isso verões mais quentes mudam a proporção da ninhada.

3

Brumação no inverno gaúcho

No frio do Pampa, o tigre-d'água pode ficar semanas sem comer, quase imóvel no fundo lodoso, em brumação. Ele não hiberna como mamífero, apenas desacelera drasticamente o metabolismo.

4

Cada plastrão é uma impressão digital

O desenho preto sobre fundo amarelo na parte de baixo do casco é único em cada indivíduo, o que permite a pesquisadores identificar e recapturar o mesmo animal em estudos de campo.

Fontes

  1. Reptile Database
  2. ICMBio - Instituto Chico Mendes
  3. IUCN Red List
  4. Sociedade Brasileira de Herpetologia

Prós e contras: Tigre-d’água

Prós

  • Muito resistente quando o ambiente está correto
  • Longevidade alta, acompanha a família por décadas
  • Comportamento diurno e ativo, ótimo para observação
  • Dieta onívora facilita a alimentação variada
  • Filhotes pequenos e muito atraentes

Contras

  • Exige aquaterrário muito grande na fase adulta
  • Manutenção cara com filtro, aquecedor e UVB
  • Vive 30 a 40 anos, exige compromisso longo
  • Risco de Salmonella se a higiene falhar
  • Não deve conviver solto com cachorros e gatos e não gosta de muito manuseio
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o tigre-d'água é um dos répteis mais subestimados como pet: parece fácil e barato quando filhote, mas exige estrutura de aquário grande e cuidado por 30 anos. É uma ótima escolha para quem entende esse compromisso e compra apenas de criadouro legalizado, nunca da natureza.

Continue explorando: Répteis e Anfíbios

Sansão Monteiro
Escrito porSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 17.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.