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Tartaruga-de-orelha-vermelha

Trachemys scripta elegans

Atualizado em

13 a 29 cm de carapaçaTamanho
RéptilGrupo
20 a 40 anosExpectativa de vida
Água doceHabitat
Baixo (mordida e salmonela)Perigo
Filhote de tartaruga-de-orelha-vermelha recém-nascido

A tartaruga-de-orelha-vermelha é um réptil aquático de água doce, facilmente reconhecida pela mancha vermelho-alaranjada atrás dos olhos. Nativa do vale do Mississippi, nos Estados Unidos, tornou-se o quelônio de estimação mais popular do mundo e, por solturas irresponsáveis, uma das 100 espécies exóticas mais invasoras do planeta.

No Brasil ela é exótica e não pode ser solta na natureza. Quando escapa ou é abandonada em lagos urbanos, compete com cágados nativos, transmite patógenos e desequilibra o ecossistema. Em cativeiro, vive décadas e precisa de estrutura bem maior do que a maioria dos tutores imagina.

Também conhecido como: Tartaruga-americana, Tigre-d'água-americano, Tartaruga-de-orelha-vermelha-americana, Red-eared Slider (inglês), Tortuga de orejas rojas (espanhol)

Faz parte de: Répteis de Estimação, Tartarugas, Jabutis e Cágados

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Galeria de fotos de Tartaruga-de-orelha-vermelha

Filhote de tartaruga-de-orelha-vermelha recém-nascido
Filhotes têm cores vivas e apenas 3 a 4 cm de carapaça.
Close da cabeça da tartaruga-de-orelha-vermelha mostrando mancha vermelha
Detalhe da cabeça listrada e da mancha que dá nome à espécie.
Detalhe da carapaça e plastrão da tartaruga-de-orelha-vermelha
Carapaça verde-oliva e plastrão amarelo com manchas escuras.
Tartaruga-de-orelha-vermelha nadando em água doce
Altamente aquática, passa a maior parte do tempo na água.
Filhote de tartaruga-de-orelha-vermelha recém-nascido
Filhotes têm cores vivas e apenas 3 a 4 cm de carapaça.
Grupo de tartarugas-de-orelha-vermelha empilhadas tomando sol
Banho de sol em grupo é essencial para regular a temperatura.
Ideal para

Ideal para tutores experientes que têm espaço, tempo e orçamento para manter um aquaterrário grande com filtragem, aquecimento e iluminação UVB por décadas. Também atende quem busca um réptil aquático longevo e observável, sem necessidade de interação de colo.

Pode não ser ideal para

Não é ideal para quem mora em apartamento pequeno, tem pouco tempo para manutenção de água ou busca um pet para crianças manusearem. Não convive livre com cachorros e gatos sem barreiras, exige cuidados técnicos e não pode ser solta na natureza quando cresce.

Como cuidar

Ambiente
Aquaterrário de 300 a 500 L para adulto, com área seca, rampa e tampa
Temperatura
Água 24 a 28 °C, área seca 30 a 32 °C, UVB 10 a 12 h por dia
Alimentação
Ração própria + vegetais aquáticos e proteína animal 2 a 3 vezes por semana, com cálcio
Higiene
Filtro externo, trocas parciais semanais e sifonagem, lavar mãos após manejo
Saúde
Observe casco mole, olhos inchados e falta de apetite; consulte veterinário de silvestres

Perfil rápido de Tartaruga-de-orelha-vermelha

Estado de conservação

LC
Pouco Preocupante

Espécie abundante e amplamente distribuída, sem risco global de extinção.

População
estável
Protegido por
Não protegida no Brasil por ser exótica; comércio só via criadouros autorizados

Calendário

AcasalamentoJFMAMJJASOND
Postura de ovosJFMAMJJASOND
Eclosão dos filhotesJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica

Sem toxina de pele ou veneno, mas pode transmitir Salmonella pelas fezes e água. Lave as mãos após o manejo.

Vida útil

Na natureza
20 a 30 anos
Em cativeiro
30 a 40 anos, com registros acima de 45 anos

Reprodução

Maturidade sexual
Machos 2 a 5 anos, fêmeas 4 a 7 anos
Tipo de reprodução
Ovípara com fecundação interna
Postura
2 a 30 ovos por ninho, até 3 posturas por estação
Incubação
60 a 90 dias, sexo dependente da temperatura
Cuidado parental
Nenhum, fêmea abandona o ninho após enterrar os ovos

Habitat

Ambientes

  • Lagos de água doce
  • Lagoas urbanas e represas
  • Rios calmos e canais
  • Pântanos e brejos com troncos para sol

Biomas

  • Área nativa em clima temperado norte-americano
  • No Brasil ocorre como exótica em áreas urbanas de Mata Atlântica, Cerrado e Pampa

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Plantas aquáticas
  • Algas
  • Ração para tartarugas aquáticas

Outros alimentos

  • Insetos e larvas aquáticas
  • Caramujos e minhocas
  • Pequenos peixes e girinos
  • Carcaças

Encontrado em 10 países

  • Estados Unidos
  • México
  • Brasil
  • Espanha
  • Itália
  • França
  • Japão
  • China
  • Austrália
  • África do Sul

Como animal de estimação

Adequação
Média a baixa, exige aquaterrário grande e manejo técnico
Legalidade no Brasil
Permitida apenas de criadouro autorizado pelo IBAMA com nota fiscal
Nível de cuidado
Alto, água aquecida, filtro potente e UVB diário
Tempo de compromisso
30 a 40 anos, planeje longo prazo

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Reptilia
Ordem
Testudines
Família
Emydidae
Gênero
Trachemys
Espécie
Trachemys scripta
Subespécie
Trachemys scripta elegans

Resumo

  • A tartaruga-de-orelha-vermelha é um réptil aquático nativo dos EUA, identificado pela mancha vermelha atrás dos olhos e carapaça verde-oliva com listras amarelas.
  • É onívora, diurna e precisa de sol diário para se aquecer, com fêmeas que chegam a 29 cm e vivem de 20 a 40 anos.
  • No Brasil é espécie exótica invasora e só pode ser criada quando adquirida de criadouro autorizado pelo IBAMA, nunca solta na natureza.

Características

Ficha da espécie

GrupoRéptil
OrdemTestudines
FamíliaEmydidae
Origem e distribuiçãoVale do Mississippi (EUA) e norte do México; introduzida em mais de 70 países, incluindo o Brasil
Tamanho13 a 29 cm de carapaça (fêmeas até 29 cm, machos até 20 cm)
Peso0,5 a 2,5 kg na fase adulta
Coresverde-olivaamarelovermelhopretomarrom
HabitatLagos, rios calmos, pântanos, lagoas e parques urbanos
AlimentaçãoOnívora
ReproduçãoOvípara, 2 a 30 ovos por postura
AtividadeDiurna
Expectativa de vida20 a 30 anos na natureza, até 40 em cativeiro
Estado de conservaçãoPouco preocupante (LC) para Trachemys scripta

Perfil e comportamento

Periculosidade para pessoas e petsBaixo
Facilidade de criação em cativeiroMédio
Adaptação a casasBaixo
Importância para o ecossistemaMédio
Sensibilidade a temperatura e umidadeAlto
Vida na águaMuito alto

Como identificar a tartaruga-de-orelha-vermelha sem confundir

A marca registrada é a mancha vermelho-alaranjada alongada atrás de cada olho, que parece uma orelha. Nenhum cágado nativo brasileiro tem essa mancha tão viva e bem delimitada.

A carapaça é oval, levemente achatada e verde-oliva a marrom, com linhas finas amarelas. O plastrão (parte de baixo) é amarelo com manchas escuras arredondadas. A pele também é toda listrada de amarelo sobre fundo verde-escuro.

Filhotes têm cores muito mais vivas e carapaça de 3 a 4 cm. Adultos ficam mais escuros, e fêmeas idosas podem perder quase todo o vermelho. Machos adultos se distinguem pelas garras dianteiras muito longas e cauda mais grossa e comprida, com a cloaca além da borda da carapaça.

Confusão comum no Brasil é com o tigre-d’água-brasileiro (Trachemys dorbigni), que tem manchas amarelo-alaranjadas, nunca vermelho intenso, e ocorre naturalmente no Sul e Sudeste. Cágados do gênero Phrynops têm pescoço mais longo e cabeça diferente.

Réptil ou anfíbio? Por que ela não é anfíbio

A tartaruga-de-orelha-vermelha é réptil, não anfíbio. Ela tem pele seca coberta por escamas, carapaça óssea, respiração exclusivamente pulmonar e ovos com casca calcária.

Anfíbios como sapos, rãs e salamandras têm pele permeável, dependem de umidade, fazem metamorfose (girino para adulto) e põem ovos sem casca na água. Tartarugas não passam por metamorfose: o filhote já nasce miniatura do adulto.

Por ser réptil ectotérmico, ela precisa de sol para regular a temperatura. Sem área seca para se aquecer, não digere alimentos e desenvolve doenças respiratórias e de casco.

Onde vive e por que virou invasora global

A origem é a bacia do rio Mississippi e do Golfo do México, do centro dos EUA ao norte do México. Vive em ambientes de água doce calma: lagos, lagoas, brejos, rios de baixa correnteza e canais com vegetação e troncos para tomar sol.

Desde a década de 1950 foi exportada em massa como pet. Solturas e fugas fizeram a subespécie se estabelecer em mais de 70 países em todos os continentes, exceto Antártica. A União Internacional para Conservação da Natureza a lista entre as 100 piores espécies exóticas invasoras do mundo.

No Brasil é encontrada em parques urbanos de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília e outras capitais, sempre por introdução humana. Não ocorre naturalmente em nenhum bioma brasileiro. Quando compete com espécies nativas como Trachemys dorbigni e Phrynops geoffroanus, leva vantagem por ser maior, mais agressiva e se reproduzir mais.

É altamente aquática, mas precisa de área seca para banho de sol diário. Na natureza faz brumação (letargia de inverno) enterrada na lama quando a temperatura cai abaixo de 10 °C. No Brasil, onde o inverno é ameno, permanece ativa o ano todo.

O que come e como a dieta muda com a idade

É onívora generalista. Na natureza consome plantas aquáticas, algas, insetos, larvas, caramujos, pequenos peixes, girinos, minhocas e carcaças.

Filhotes e jovens são predominantemente carnívoros, precisando de mais proteína para crescer rápido. Adultos tornam-se mais herbívoros, com até 70% da dieta composta por vegetais.

  • Filhotes: larvas, dáfnias, insetos aquáticos e ração específica.
  • Adultos: folhas de alface-d’água, lentilha-d’água, elódea, couve, além de peixes pequenos e caracóis.
  • Em cativeiro: ração para tartarugas aquáticas como base, complementada com vegetais e proteína animal 2 a 3 vezes por semana. Excesso de proteína causa deformação da carapaça (piramidação).

Come sempre dentro da água, pois precisa de água para engolir. Restos de comida apodrecem rápido e pioram a qualidade da água, por isso muitos criadores alimentam em recipiente separado.

Reprodução e ciclo de vida: dos ovos à vida adulta

A maturidade chega com 2 a 5 anos para machos (a partir de 10 cm) e 4 a 7 anos para fêmeas (a partir de 15 cm). A corte é característica: o macho vibra as longas garras dianteiras em frente ao rosto da fêmea.

Após a cópula na água, a fêmea sai para a terra, cava um ninho com as patas traseiras e põe 2 a 30 ovos brancos e alongados por postura, podendo fazer até 3 posturas por temporada. Enterra e abandona o ninho.

O sexo dos filhotes é definido pela temperatura de incubação: temperaturas mais altas (acima de 29 °C) geram mais fêmeas, mais baixas geram mais machos. A incubação dura 60 a 90 dias, dependendo do calor do solo.

Filhotes rompem o ovo com um dentinho temporário (carúncula) e correm para a água. Nos primeiros anos crescem rápido, cerca de 2 a 3 cm por ano. O crescimento desacelera na fase adulta, mas a carapaça continua se expandindo lentamente por toda a vida.

Quanto tempo vive

Na natureza, 20 a 30 anos é a média, com alta mortalidade de ovos e filhotes por predação. Em cativeiro bem manejado, 30 a 40 anos é comum, com registros acima de 45 anos.

Comportamento e hábitos que você precisa conhecer

É diurna e extremamente aquática. Passa a maior parte do dia nadando, forrageando e, principalmente, tomando sol empilhada com outras tartarugas sobre troncos e pedras. Esse banho de sol é vital para sintetizar vitamina D3 e fixar cálcio.

Arisca, mergulha ao menor sinal de perigo e pode ficar submersa por 20 a 30 minutos. Apesar da aparência lenta, é ágil na água e relativamente rápida em terra em curtas distâncias.

Não é animal social, mas tolera coespecíficos se houver espaço e alimento farto. Em aquaterrário pequeno, torna-se territorial e morde patas e caudas de outras tartarugas. Machos adultos são mais agressivos entre si.

Ela é perigosa? Mordida, salmonela e risco para pets

Não é venenosa e não tem toxina de pele, diferente de alguns sapos. O risco principal é mordida. Adultos têm mandíbula forte e cortante, capaz de beliscar com força e causar ferimento, sobretudo em crianças que colocam o dedo perto da boca.

O risco maior é invisível: como todo réptil, pode carregar Salmonella spp. no intestino sem ficar doente. A bactéria sai nas fezes e contamina água e superfícies. Crianças pequenas, idosos e imunossuprimidos são mais vulneráveis.

  • Lave sempre as mãos após manusear o animal ou a água.
  • Não lave o aquaterrário na pia da cozinha.
  • Não beije nem leve a tartaruga ao rosto.

Para cachorros e gatos, o perigo é duplo: morder e ser mordida. Cães podem tentar abocanhar a tartaruga e fraturar a carapaça ou ingerir água contaminada. Mantenha o aquaterrário com tampa e fora do alcance.

Pode ter como pet no Brasil? Legalidade e cuidados reais

Sim, mas só se for adquirida de criadouro comercial autorizado pelo IBAMA, com nota fiscal e microchip ou marcação. Comprar de feira, vendedor ambulante ou capturar na natureza é crime ambiental (Lei 9.605/98).

Não é um pet de aquário pequeno. Um adulto precisa de aquaterrário de 300 a 500 litros para uma fêmea, com área seca, rampa, lâmpada UVB 5.0 ou 10.0, aquecimento (água entre 24 e 28 °C, área seca até 32 °C) e filtragem potente. Sem UVB e cálcio, desenvolve doença óssea metabólica e amolecimento da carapaça.

Exige troca parcial de água frequente, filtro externo e alimentação variada. Vive décadas, cresce muito e não pode ser solta em lagoas: soltar é crime e condena o animal e os nativos. Antes de comprar, planeje quem cuidará dela por 30 anos.

Item Exigência mínima
Aquaterrário adulto 10 litros por cm de carapaça; 300 L+ para fêmea
Temperatura da água 24 a 28 °C
Área seca 30 a 32 °C com lâmpada UVB
Filtragem Filtro externo para 2 a 3x o volume
Alimentação Ração + vegetais + proteína 2 a 3x/semana

Papel no ecossistema e conservação

Na área nativa, controla populações de insetos, caramujos e plantas aquáticas e serve de presa para jacarés, aves e peixes grandes. Seus ninhos alimentam guaxinins e outros predadores.

Fora da área nativa, o papel se inverte: vira predadora de girinos, peixes e filhotes de cágados nativos e competidora por sol e alimento. Por isso muitos estados brasileiros proíbem a soltura e recomendam não alimentar tartarugas em parques.

Globalmente, Trachemys scripta é classificada como Pouco Preocupante (LC) pela IUCN, pois é abundante e amplamente distribuída. O problema não é extinção, é excesso. A subespécie elegans é justamente a mais invasora por sua rusticidade e alta fecundidade.

Curiosidades que pouca gente sabe

A tartaruga-de-orelha-vermelha não tem orelha externa: o nome vem da mancha que cobre a região onde fica o tímpano, coberto por pele. Ela ouve vibrações, mas tem audição limitada.

Ela chora para eliminar sal: possui glândulas perto dos olhos que excretam excesso de sais, o que parece lágrima quando está fora da água.

Em cativeiro, reconhece o tutor e aprende a associar a aproximação à comida, nadando até a borda. Já na natureza, é extremamente arisca e salta na água ao menor vulto.

Perguntas frequentes

Tartaruga-de-orelha-vermelha é réptil ou anfíbio?

É réptil. Tem pele com escamas, carapaça óssea, respiração pulmonar e ovos com casca. Não faz metamorfose como sapos e rãs.

Quanto tempo vive a tartaruga-de-orelha-vermelha?

De 20 a 30 anos na natureza e 30 a 40 anos em cativeiro com manejo correto, com registros acima de 45 anos.

Qual o tamanho que ela atinge?

Fêmeas chegam a 28-29 cm de carapaça, machos ficam entre 15 e 20 cm. Fêmeas são visivelmente maiores e mais pesadas.

Pode soltar tartaruga-de-orelha-vermelha em lagoa?

Não. É crime ambiental e prejudica espécies nativas. Ela é exótica invasora e compete com cágados brasileiros.

Ela morde? É perigosa?

Pode morder se manuseada, mas não é venenosa. O maior risco é a transmissão de Salmonella pelas fezes e água contaminada.

Pode criar tartaruga-de-orelha-vermelha no Brasil?

Só se comprada de criadouro autorizado pelo IBAMA, com nota fiscal. Criação sem origem legal e captura na natureza são ilegais.

O que a tartaruga-de-orelha-vermelha come?

É onívora. Filhotes comem mais proteína animal, adultos comem mais vegetais aquáticos, complementados com ração específica.

Você sabia?

1

Orelha que não é orelha

A mancha vermelha não é audição, mas pele sobre o tímpano. Tartarugas não têm orelha externa e ouvem por vibrações internas.

2

Sexo definido pelo calor

Não são os cromossomos que decidem: ovos incubados acima de 29 °C geram quase só fêmeas, abaixo disso geram mais machos.

3

Garras de cortejo

Machos têm garras dianteiras até 3 vezes mais longas que as das fêmeas e as vibram diante do rosto da fêmea para cortejá-la.

4

Invasora top 100 mundial

A IUCN a coloca entre as 100 piores espécies invasoras do mundo por se estabelecer em lagos urbanos de todos os continentes.

Fontes

  1. IUCN Red List - Trachemys scripta
  2. Reptile Database
  3. ICMBio / Ministério do Meio Ambiente
  4. Sociedade Brasileira de Herpetologia

Prós e contras: Tartaruga-de-orelha-vermelha

Prós

  • Muito resistente e adaptável quando o ambiente está correto
  • Longeva, pode acompanhar a família por décadas
  • Dieta onívora facilita a alimentação variada
  • Comportamento diurno e ótima para observação
  • Reconhece rotina de alimentação e interage à distância

Contras

  • Exige aquaterrário muito grande, filtro e UVB, com custo contínuo
  • Vive 30 a 40 anos e cresce mais que o esperado
  • Água suja rápido e demanda manutenção frequente
  • Risco de Salmonella se houver falta de higiene
  • Não pode ser solta na natureza e é invasora se for abandonada
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a tartaruga-de-orelha-vermelha é um pet fascinante, mas mal compreendido: barata para comprar e cara para manter bem. Para a maioria das famílias, o compromisso de 30 anos e o aquaterrário gigante pesam mais que a fofura do filhote verde com orelha vermelha.

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