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Periquito-australiano

Melopsittacus undulatus

Atualizado em

18 a 20 cmTamanho
30 a 40 gPeso
8 a 15 anosExpectativa de vida
Gorjeio suave e tagarelaCanto
Interior árido da AustráliaHabitat
Periquito-australiano verde ancestral de corpo inteiro pousado em galho

O periquito-australiano (Melopsittacus undulatus) é um psitacídeo pequeno, originário do interior árido da Austrália, e a ave de estimação mais criada no mundo. Na natureza é exclusivamente verde com o rosto amarelo e barras pretas, mas em cativeiro existem centenas de mutações de cor, do azul ao branco e violeta.

Extremamente sociável e ativo, vive em bandos grandes, tem voo rápido e gorjeio constante, e se destaca pela capacidade de imitar sons e até palavras humanas. É curioso, inteligente e cria vínculo forte com o tutor quando manejado com regularidade.

Fácil de criar e muito adaptável, é recomendado para quem busca uma ave interativa que não exige tanto espaço quanto papagaios maiores. Exige, porém, atenção diária, alimentação variada e ambiente enriquecido para viver bem por muitos anos.

Também conhecido como: Periquito-comum, Periquito-inglês (linhagem), Budgerigar, Budgie, Wellensittich (alemão), Perruche ondulée (francês)

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Galeria de fotos de Periquito-australiano

Periquito-australiano verde ancestral de corpo inteiro pousado em galho
Periquito-australiano ancestral verde, padrão selvagem da Austrália.
Close da cabeça e bico do periquito-australiano mostrando a cera
Detalhe da cabeça e da cera, usada para diferenciar macho e fêmea.
Periquito-australiano em voo com asas abertas
Voo rápido e ágil, típico dos bandos nômades.
Bando de periquitos-australianos em habitat árido australiano
Habitat natural: estepes e savanas áridas do interior da Austrália.
Periquito-australiano se alimentando de sementes de gramíneas
Alimentação granívora, baseada em sementes de gramíneas.
Ninho de periquito-australiano em cavidade de árvore com ovos brancos
Nidificação em cavidades, com 4 a 8 ovos brancos.
Detalhe das plumagens e mutações de cor do periquito-australiano
Variedade de mutações: verde, azul, lutino e outras cores.
Ideal para

Ideal para quem busca uma ave pequena, interativa e de manejo simples, incluindo famílias com crianças maiores e tutores de primeira viagem. É sociável, aprende truques, ocupa pouco espaço e tem canto suave que não incomoda vizinhos como o de psitacídeos grandes.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem passa o dia todo fora sem poder interagir ou para quem espera uma ave silenciosa e que não faça sujeira. Precisa de atenção diária, solta penas e cascas de sementes, e sofre muito quando mantido isolado em gaiola pequena sem enriquecimento.

Como cuidar

Recinto
Viveiro horizontal de no mínimo 60 cm para um casal; ideal 80 a 100 cm com poleiros de galhos naturais
Alimentação
Ração extrusada + mix de sementes controlado e folhas/legumes 3 a 4x por semana; água fresca diária
Rotina e enriquecimento
2 a 4 horas de interação e voo supervisionado fora da gaiola; brinquedos de madeira e rotação semanal
Higiene e saúde
Limpeza diária de comedouros e bandeja; desinfecção semanal; 10 a 12 horas de sono em local silencioso
Veterinário
Consulta anual com veterinário de aves; isolar e buscar atendimento imediato se houver apatia ou secreção nasal

Perfil rápido de Periquito-australiano

Estado de conservação

LC
Pouco Preocupante

Espécie muito abundante e com distribuição ampla na Austrália.

População
Estável
Protegido por
Não ameaçado; população selvagem estimada em milhões

Calendário

Reprodução em cativeiro (Brasil)JFMAMJJASOND
Muda de penas principalJFMAMJJASOND

Vida útil

Na natureza
5 a 8 anos, com alta mortalidade de filhotes por seca e predação
Em cativeiro
8 a 12 anos, até 15 com dieta balanceada, sono adequado e acompanhamento veterinário

Reprodução

Maturidade sexual
5 a 9 meses, ideal reproduzir após 12 meses
Época de reprodução
Oportunista após chuvas na natureza; em cativeiro pico de agosto a janeiro no Brasil
Tipo de ninho
Cavidade de árvore ou ninho caixa de madeira (20x20x25 cm)
Ovos por postura
4 a 8 ovos brancos, incubação de 18 dias pela fêmea
Filhotes
Nidícolas, altriciais; saem do ninho com 35 a 40 dias e independência com 45 a 50 dias

Habitat

Ambientes

  • Savanas áridas e semiáridas
  • Estepes de gramíneas
  • Áreas com eucaliptos e acácias esparsas
  • Zonas agrícolas e proximidades de água

Biomas

  • Deserto e estepes australianas
  • Savana

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Sementes de gramíneas
  • Alpiste
  • Painço
  • Aveia

Outros alimentos

  • Folhas verde-escuras (couve, chicória)
  • Legumes (brócolis, cenoura, milho)
  • Ração extrusada
  • Brotos e sementes germinadas

Encontrado em 1 país

  • Austrália

Como animal de estimação

Adequação
Excelente ave de companhia, dócil e interativa quando criada com manejo diário
Legalidade no Brasil
Criação livre por ser espécie exótica domesticada; não exige autorização do IBAMA para amador
Nível de cuidado
Moderado: exige interação diária, higiene rigorosa e dieta variada
Custo de aquisição
Baixo a moderado; filhotes de mutações raras e linhagem inglesa custam mais

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Aves
Ordem
Psittaciformes
Família
Psittaculidae
Gênero
Melopsittacus
Espécie
Melopsittacus undulatus

Resumo

  • Periquito-australiano é um psitacídeo de 18 a 20 cm, verde na natureza e com dezenas de mutações em cativeiro, nativo do interior árido da Austrália.
  • Vive em bandos grandes, tem gorjeio suave e tagarelice constante, aprende a imitar sons e cria laços fortes com o tutor.
  • Em casa vive de 8 a 15 anos com dieta variada, viveiro amplo, rotina estável e interação diária; criação é legal e muito popular no Brasil.

Características

Ficha da espécie

FamíliaPsittaculidae
Origem e distribuiçãoInterior da Austrália; domesticado e criado no mundo todo
HabitatEstepes, savanas áridas, áreas semi-desérticas e zonas agrícolas
Tamanho (comprimento)18 a 20 cm (linhagens inglesas até 22 cm)
Envergadura28 a 32 cm
Peso30 a 40 g (inglês até 50 g)
Coresverde-claroamareloazulbrancocinzavioleta (selvagem: verdeamarelo com barras pretas)
Expectativa de vida8 a 12 anos, até 15 com manejo ideal
AlimentaçãoGranívora: sementes de gramíneas, alpiste, painço, aveia e vegetais
CantoGorjeio contínuo, chilreios agudos e imitação de sons e palavras
Reprodução (ninho e ovos)Ninho em cavidade; 4 a 8 ovos brancos; incubação de 18 dias
Comportamento socialExtremamente gregário, forma bandos de dezenas a centenas
Variedades ou subespéciesSem subespécies; centenas de mutações (lutino, albino, azul, arlequim, inglês)

Perfil e comportamento

SociabilidadeMuito alto
Intensidade do cantoMédio
InteligênciaAlto
Facilidade de criaçãoMuito alto
Necessidade de espaçoMédio
Nível de atividadeMuito alto
Capacidade de imitar sonsAlto

Como reconhecer o periquito-australiano: tamanho, cores e mutações

O periquito-australiano selvagem tem 18 a 20 cm e 30 a 40 g, corpo esguio, cauda longa em ponta e asas com barras pretas e amarelas bem marcadas.

O padrão natural é sempre o mesmo: barriga e peito verde-claros, rosto amarelo, testa sem barras e nuca com ondulações pretas que deram origem ao nome científico undulatus. Não existe periquito-australiano selvagem azul ou branco.

A forma mais prática de sexar sem exame de DNA é pela cera (a pele acima do bico). Em adultos, macho tem cera azul intensa e fêmea tem cera marrom-rosada a marrom escuro quando em fase reprodutiva, e bege-esbranquiçada fora dela. Em filhotes, ambos têm cera rosada.

Em cativeiro surgiram centenas de mutações desde o século XIX. As mais comuns são azul, cinza, lutino (amarelo de olhos vermelhos), albino (branco de olhos vermelhos), arlequim, opalino e violeta. A linhagem chamada inglês ou de exposição é maior, com cabeça mais robusta e penas mais longas, chegando a 22 cm e 50 g.

De onde vem e onde vive na natureza

O periquito-australiano é nômade do interior árido e semiárido da Austrália, ausente apenas das áreas costeiras mais úmidas e do extremo sudoeste.

Vive em estepes de gramíneas, savanas abertas, áreas com acácias e eucaliptos esparsos e proximidades de cursos d’água temporários. É uma ave de áreas abertas, não de floresta densa.

Na natureza é nômade oportunista, não migratório no sentido clássico. Bandos percorrem dezenas de quilômetros por dia em busca de sementes e água após chuvas irregulares. Em anos de seca, concentrações de milhares de indivíduos se formam ao redor dos poucos bebedouros.

Fora da Austrália, existem apenas populações asselvajadas pontuais, como na Flórida (EUA). A imensa maioria dos periquitos vistos no Brasil é de criação doméstica, sem populações selvagens estabelecidas.

Comportamento e vida em bando: por que é tão sociável

É uma das aves mais gregárias entre os psitacídeos. Forma bandos de 20 a 100 aves, que podem chegar a centenas na estação seca, e mantém contato vocal o tempo todo.

Dentro do bando há monogamia sazonal forte. O casal faz carícias mútuas, alimenta o parceiro por regurgitação e permanece junto mesmo fora da reprodução.

O nível de atividade é altíssimo. Escala, mastiga, explora, toma banho e brinca com objetos o dia inteiro. Sem estímulo, desenvolve rapidamente picacismo, gritos repetitivos e estereotipias.

Na nossa avaliação, é a melhor porta de entrada para quem quer um psitacídeo interativo sem o desafio de um papagaio grande. Ele exige presença, mas perdoa mais erros de manejo que calopsitas e agapornis muito ariscos.

Como se comunica

Usa chilreios curtos em voo, gorjeio contínuo quando pousado e chamados nasais de contato. O macho costuma ser mais tagarela e faz sequências longas para cortejar a fêmea.

À noite dorme empoleirado, muitas vezes apoiado em uma perna só com a cabeça virada para as costas, comportamento que ajuda a conservar calor.

Canto, gorjeios e capacidade de imitar sons

O canto não é alto nem melódico como o de um canário. É um gorjeio suave, rápido e constante, intercalado com trinados e estalos de bico.

A intensidade sonora é baixa a moderada, o que o torna viável para apartamento. O barulho incomoda mais pela constância do que pelo volume.

A imitação é o ponto forte. Machos, principalmente, podem aprender dezenas de palavras e assobios se treinados desde filhotes com sessões curtas e diárias. Fêmeas também imitam, mas com menos frequência.

Um fato pouco conhecido: periquitos têm visão tetracromática e enxergam luz ultravioleta. As manchas da face e as barras refletem UV, e isso influencia a escolha do parceiro. O que parece igual para nós é bem diferente para eles.

O que o periquito-australiano come na natureza e em casa

Na Austrália é granívoro estrito de sementes de gramíneas nativas, complementado com brotos e, raramente, pequenos insetos. Bebe água diariamente e precisa de fontes regulares.

Em casa, a base de só alpiste e painço é insuficiente e engorda. A dieta ideal combina mix de sementes de qualidade, ração extrusada para periquitos, folhas verde-escuras e legumes.

  • Ofereça diariamente: ração extrusada + mix com alpiste, painço, aveia e perila em pequena quantidade.
  • 3 a 4 vezes por semana: couve, chicória, espinafre, brócolis, cenoura ralada e milho verde.
  • Evite: abacate, chocolate, alho, cebola, sementes de maçã e alimentos com sal ou gordura.
  • Sempre disponível: água fresca, bloco mineral e osso de siba para desgaste do bico.

Troque alimentos frescos em até 4 horas para não fermentarem. Sementes germinadas são um ótimo enriquecimento e aumentam a aceitação de vegetais.

Reprodução, ninhos e desenvolvimento dos filhotes

Na natureza reproduz de forma oportunista após chuvas, quando há sementes abundantes. Em cativeiro bem manejado, reproduz o ano todo, com pico entre agosto e janeiro no Brasil.

Nidifica em cavidades de eucaliptos e troncos ocos. Em viveiro, aceita ninho vertical de madeira com 20 x 20 x 25 cm e entrada de 4,5 cm. Não carrega material: apenas desgasta a madeira interna.

A fêmea põe 4 a 8 ovos brancos, um a cada dois dias, e incuba por 18 dias. O macho alimenta a fêmea no ninho durante todo o período.

Os filhotes nascem cegos, sem penas e totalmente dependentes. Abrem os olhos com 7 a 10 dias, empenam com 30 a 35 dias e saem do ninho com cerca de 40 dias. A independência alimentar vem entre 45 e 50 dias.

Para evitar desgaste, limite a duas ninhadas por ano e retire o ninho após isso. Reprodução contínua encurta a vida da fêmea e gera filhotes fracos.

Periquito-australiano em casa: legalidade e cuidados essenciais

A criação é totalmente legal no Brasil. Por ser espécie exótica domesticada, não exige autorização do IBAMA para criação amadora, diferente de aves silvestres nativas.

Compre sempre de criador regularizado ou loja com nota. Nunca adquira aves de origem duvidosa, e não solte periquitos na natureza: eles não sobrevivem bem e podem transmitir doenças a aves nativas.

O viveiro ou gaiola precisa ser horizontal e o maior possível. Para um casal, o mínimo funcional é 60 cm de comprimento; para voo real, prefira viveiros de 80 a 100 cm. Poleiros de galhos naturais de diferentes diâmetros evitam problemas nos pés.

Enriquecimento não é luxo. Ofereça brinquedos de madeira, cordas de algodão trançado, balanços e rotação semanal dos objetos. Deixe a ave fora da gaiola em ambiente seguro todos os dias, com janelas teladas.

Higiene é crítica: limpeza diária de comedouros, bebedouros e bandeja, e desinfecção semanal. Correntes de ar, cozinha com panela antiaderente superaquecida e fumaça são perigos reais e pouco lembrados.

Saúde, longevidade e erros comuns que encurtam a vida

Com manejo correto vive 8 a 12 anos, e há registros bem documentados de 15 anos. Dieta só de sementes, sedentarismo e falta de sono encurtam esse tempo pela metade.

Precisa de 10 a 12 horas de escuro e silêncio para dormir. Cobrir a gaiola ajuda, mas o ideal é um cômodo tranquilo. Privação de sono causa irritabilidade, queda de penas e baixa imunidade.

Sinais de alerta que exigem veterinário de aves: penas arrepiadas por horas, ficar no fundo da gaiola, secreção nasal, fezes com cor ou cheiro diferentes e respiração com cauda balançando. Periquitos escondem doença até estarem graves.

Erros frequentes no Brasil: gaiola redonda pequena, um único poleiro de plástico liso, espelho permanente que gera obsessão sexual, e deixar a ave sozinha por dias. São aves sociais: isolamento prolongado é sofrimento.

Mutações mais comuns Base genética Como identificar
Verde ancestral Selvagem Barriga verde, máscara amarela, ondulações pretas
Azul Recessiva Sem pigmento amarelo, corpo azul e branco
Lutino Ligada ao sexo Todo amarelo, olhos vermelhos, sem barras
Albino Lutino + azul Todo branco, olhos vermelhos
Arlequim dominante Dominante Manchas irregulares de cor e branco/amarelo
Inglês Seleção Maior, cabeça grande, penas frontais volumosas

Perguntas frequentes

Periquito-australiano fala?

Pode aprender a repetir palavras e assobios, principalmente machos jovens treinados diariamente. A voz é fina e nem todos falam com clareza.

Como saber se é macho ou fêmea?

Em adultos, observe a cera acima do bico: azul intensa indica macho e marrom ou bege-esbranquiçado indica fêmea. Em filhotes, ambos têm cera rosada.

Quanto tempo vive um periquito-australiano?

Em média 8 a 12 anos em casa, podendo chegar a 15 com alimentação balanceada, sono adequado e cuidados veterinários.

Pode criar periquito-australiano em apartamento?

Sim. Tem canto suave e de baixa intensidade, ocupa pouco espaço e se adapta bem, desde que tenha viveiro horizontal e interação diária.

Precisa de autorização do IBAMA para criar?

Não. Por ser espécie exótica domesticada, a criação amadora é legal e não exige registro no IBAMA, diferente de aves silvestres nativas.

O que o periquito-australiano come?

Ração extrusada como base, pouco mix de sementes e folhas e legumes 3 a 4 vezes por semana, além de água fresca e osso de siba.

Periquito-australiano pode viver sozinho?

Pode, mas exige muito mais atenção do tutor. Na natureza vive em bando, então um único indivíduo isolado sem interação desenvolve estresse e problemas de comportamento.

Você sabia?

1

A cera muda de cor

A cor da cera acima do bico indica sexo e fase hormonal: machos adultos ficam com azul vivo e fêmeas com marrom escuro quando prontas para reproduzir, voltando a bege depois.

2

Voa muito na natureza

Bandos selvagens podem voar mais de 50 km em um único dia atrás de áreas com sementes e água após chuvas no deserto australiano.

3

Recorde de vocabulário

Um periquito chamado Puck entrou para o Guinness com mais de 1.700 palavras reconhecidas, o maior vocabulário já registrado para uma ave.

4

Enxerga ultravioleta

As penas do rosto refletem luz UV invisível para humanos. Essa fluorescência ajuda na escolha do parceiro e explica por que algumas aves parecem idênticas para nós e não para elas.

Fontes

  1. IUCN Red List - Melopsittacus undulatus
  2. BirdLife International
  3. WikiAves
  4. CBRO - Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos

Prós e contras: Periquito-australiano

Prós

  • Muito sociável e interativo, cria vínculo forte com o tutor
  • Canto suave, bom para apartamento
  • Fácil de criar e com alimentação simples e barata
  • Grande variedade de cores e mutações
  • Inteligente e capaz de imitar sons e palavras
  • Vive bem em viveiros horizontais sem exigir muito espaço

Contras

  • Exige interação diária; sofre com isolamento
  • Faz sujeira com penas e cascas de sementes
  • Pode roer móveis e objetos se ficar solto sem supervisão
  • Necessita de 10 a 12 horas de sono tranquilo por noite
  • Sensível a correntes de ar, fumaça e vapores de cozinha
  • Vive menos quando alimentado só com sementes
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o periquito-australiano é imbatível como ave de companhia para quem quer interação sem a demanda de um papagaio grande, mas sofre com a fama de ave descartável. Criado com espaço, dieta variada e atenção real, mostra inteligência e afeto surpreendentes por mais de uma década.

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Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Última revisão em 15.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.