🌿 Plantas

Guapeva

Pouteria gardneriana

Atualizado em

6 a 12 m de alturaTamanho
Sol plenoLuminosidade
ModeradaRega
PereneCiclo de vida
MédiaDificuldade
Árvore de guapeva adulta no Cerrado com copa densa e arredondada

A guapeva (Pouteria gardneriana) é uma árvore frutífera nativa do Brasil, da família Sapotaceae, muito comum no Cerrado e também presente na Amazônia e na Mata Atlântica. Atinge de 6 a 12 metros de altura, tem copa arredondada e frutos de casca amarelo-alaranjada com polpa doce e macia, consumidos in natura e pela fauna silvestre.

É uma espécie rústica, de crescimento moderado e boa tolerância à seca depois de estabelecida, mas com sementes recalcitrantes que perdem a viabilidade em poucas semanas. Valorizada em restauração do Cerrado, arborização de sítios e chácaras e como atrativo para abelhas, aves e mamíferos, ela exige sol pleno e solo bem drenado para produzir bem.

Também conhecido como: Abiurana, Guapeva-vermelha, Grão-de-galo, Guajará, Abiu-do-cerrado

Faz parte de: Plantas de Sol Pleno, Plantas para Jardim

Explore a wiki

Galeria de fotos de Guapeva

Árvore de guapeva adulta no Cerrado com copa densa e arredondada
Guapeva adulta em área de Cerrado, onde atinge de 6 a 12 m de altura.
Folhas coriáceas e brilhantes da guapeva com nervura central marcada
Folhas coriáceas e brilhantes, com látex branco característico da família Sapotaceae.
Frutos amarelo-alaranjados da guapeva no ramo e cortado mostrando polpa e sementes
Frutos amarelos de 3 a 5 cm com polpa creme e 1 a 4 sementes brilhantes.
Flores pequenas branco-esverdeadas da guapeva nas axilas das folhas
Flores pequenas e discretas que surgem entre agosto e novembro.
Muda jovem de guapeva em saco de viveiro pronta para plantio
Muda de guapeva com 30 a 50 cm, ponto ideal para plantio definitivo.
Detalhe do tronco acinzentado da guapeva com fissuras e látex branco
Tronco acinzentado com fissuras rasas e látex branco ao ser riscado.
Ideal para

Ideal para quem tem sítio, chácara ou quintal amplo no Centro-Oeste e Sudeste e busca uma árvore nativa de sombra e frutos doces que atraia aves e abelhas. Vai bem em projetos de restauração, sistemas agroflorestais e pomares de frutas do Cerrado, pois tolera seca e solos pobres depois de estabelecida.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem mora em apartamento ou tem quintal pequeno e quer frutífera de vaso, pois a guapeva vira árvore de 6 a 12 m e não se adapta a recipientes. Também não é indicada para regiões com geadas frequentes e fortes ou solos encharcados, onde o crescimento trava e a mortalidade de mudas é alta.

Cultivo rápido

Luz
Sol pleno, mínimo de 6 horas de sol direto por dia; não frutifica bem em meia-sombra
Rega
Moderada; 1 vez por semana no primeiro ano na seca, depois a cada 10 a 15 dias; suspender em período chuvoso
Solo
Profundo, bem drenado, areno-argiloso, pH 5,5 a 6,5; evitar encharcamento e compactação
Temperatura
Ideal 18 °C a 30 °C; tolera até 5 °C por curto período, sensível a geada forte
Adubação
Anual no início das chuvas: composto orgânico + NPK; reforço de fósforo e potássio após colheita
Poda
Formação nos 2 primeiros anos e limpeza anual entre maio e julho; evitar poda drástica
Propagação
Exclusivamente por sementes frescas semeadas em até 48 horas após despolpa; germinação em 20 a 45 dias

Perfil rápido de Guapeva

Calendário

Plantio (muda no local definitivo)JFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND
FrutificaçãoJFMAMJJASOND
ColheitaJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica

Fruto maduro é comestível e não é considerado tóxico. O látex do tronco, folhas e frutos verdes pode causar irritação leve em pele e mucosa sensível. Sementes não devem ser ingeridas cruas. Em caso de ingestão atípica por pets ou crianças, consulte veterinário ou médico.

Habitat

Ambientes

  • Cerrado stricto sensu
  • Cerradão
  • Mata de galeria
  • Floresta estacional semidecidual

Biomas

  • Cerrado
  • Mata Atlântica
  • Amazônia
  • Caatinga

Encontrado em 3 países

  • Brasil
  • Bolívia
  • Paraguai

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Tracheophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Ericales
Família
Sapotaceae
Gênero
Pouteria
Espécie
Pouteria gardneriana

Resumo

  • A guapeva é a árvore Pouteria gardneriana, nativa do Cerrado, com 6 a 12 m de altura e frutos amarelos de polpa doce que amadurecem entre novembro e fevereiro.
  • Precisa de sol pleno, solo bem drenado e rega moderada, com plantio ideal no início da estação chuvosa e frutificação a partir de 4 a 6 anos quando plantada por semente.
  • O fruto é comestível quando bem maduro e não é considerado tóxico para pets e pessoas, mas o látex do tronco pode irritar peles sensíveis e as sementes não devem ser consumidas cruas.

Características

Ficha da planta

Nome popularGuapeva, abiurana, guapeva-vermelha, grão-de-galo
Nome científicoPouteria gardneriana (Mart. & Miq.) Baehni
Família botânicaSapotaceae
OrigemBrasil (Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica), Bolívia e Paraguai
Tipo de plantaÁrvore frutífera nativa
Ciclo de vidaPerene
Tamanho6 a 12 m de altura (até 15 m em mata), copa de 4 a 6 m
LuminosidadeSol pleno
RegaModerada; tolera seca após 2 anos
SoloBem drenado, profundo, fértil a pobre, pH 5,5 a 6,5
Temperatura18 °C a 30 °C; sensível a geada forte
PropagaçãoSementes (principal)
Toxicidade para petsNão tóxica (fruto maduro); látex pode irritar

Perfil e comportamento

Necessidade de luzMuito alto
Necessidade de águaBaixo
Facilidade de cultivoMédio
Adequação a vasosMuito baixo
Resistência a pragasAlto
Tolerância ao frioBaixo
Tolerância ao calorMuito alto
Valor ornamentalMédio

Como reconhecer a guapeva sem confundir com outras sapotáceas

A guapeva se identifica logo pelo látex branco e pegajoso que escorre ao riscar a casca ou quebrar uma folha. O tronco é acinzentado, com fissuras rasas e copa densa e arredondada. As folhas são coriáceas, brilhantes na face superior, elípticas a obovadas, com 7 a 15 cm de comprimento, nervura central bem marcada e pecíolo curto. Quando novas, têm tom verde-claro; adultas ficam verde-escuro.

O fruto é o melhor marcador. É uma baga globosa de 3 a 5 cm, de casca fina que vai do verde ao amarelo-alaranjado quando madura, com 1 a 4 sementes elipsoides e brilhantes envoltas em polpa creme-amarelada, doce e de textura farinácea. Diferente do abiu (Pouteria caimito), a guapeva tem fruto menor, menos leitoso e polpa mais seca. Flores são pequenas, branco-esverdeadas, agrupadas nas axilas dos ramos, pouco vistosas mas muito visitadas por abelhas.

  • Teste rápido: folha coriácea + látex branco + fruto amarelo pequeno com semente brilhante = guapeva.
  • Confusão comum: Chrysophyllum gonocarpum também é chamado de guapeva em algumas regiões, mas tem folha com face inferior acobreada e fruto mais escuro.
  • Cheiro: polpa madura tem aroma suave adocicado, sem o perfume forte do abiu.

Onde a guapeva cresce no Brasil e por que ela importa

A guapeva ocorre naturalmente do Pará e Maranhão até o Paraná, com maior frequência no Brasil Central: Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Habita Cerrado stricto sensu, cerradão, mata de galeria e florestas estacionais semideciduais, em altitudes de 200 a 1.100 m. É típica de solos profundos e bem drenados, como latossolos, mas tolera solos pobres e até pedregosos quando há boa drenagem.

Ecologicamente, é uma espécie-chave. Sua frutificação no auge da estação chuvosa alimenta aves, morcegos, macacos e o lobo-guará, importantes dispersores. A floração sustenta abelhas nativas e Apis mellifera em um período de escassez de outras flores do Cerrado. Por ser perene e de sistema radicular profundo, ajuda a estabilizar o solo, sequestrar carbono e recompor áreas degradadas, sendo muito usada em restauração ecológica e sistemas agroflorestais.

Floração e frutificação: quando esperar flores e frutos

No Cerrado, a guapeva floresce entre agosto e novembro, no final da seca e início das chuvas. As flores duram poucos dias e são polinizadas principalmente por abelhas pequenas e mariposas noturnas. A frutificação vem em seguida, de novembro a fevereiro, com pico em dezembro e janeiro. Em regiões mais ao sul ou em cultivo irrigado, o calendário pode adiantar ou atrasar em 3 a 4 semanas.

Os frutos caem quando ainda estão firmes e terminam de amadurecer no chão em 2 a 4 dias, ficando macios e amarelo-intensos. Cada árvore adulta pode produzir 200 a 600 frutos por safra, dependendo da idade, do solo e da polinização. A produção começa entre 4 e 6 anos após o plantio por semente e se estabiliza por volta dos 8 a 10 anos. Sementes são recalcitrantes: perdem viabilidade em 15 a 20 dias se secarem, por isso precisam ser semeadas quase imediatamente após a colheita.

Como plantar guapeva do zero e não perder a semente

O plantio é quase sempre por semente fresca. Colha frutos bem maduros, despolpe no mesmo dia, lave as sementes para retirar toda a polpa e semeie em até 48 horas. Use sacos de 15 x 25 cm com substrato de terra de Cerrado + areia grossa + esterco curtido (2:1:1) bem drenado. Enterre a semente a 2 cm de profundidade com o hilo voltado para baixo. A germinação ocorre em 20 a 45 dias e a taxa costuma ficar entre 60% e 80% quando a semente é nova.

Mantenha as mudas em meia-sombra nos primeiros 60 dias e depois em sol pleno. Transplante para o local definitivo quando atingirem 30 a 50 cm (6 a 10 meses), no início da estação chuvosa, de outubro a dezembro. Abra berço de 50 x 50 x 50 cm, incorpore 5 a 8 litros de composto orgânico e 150 g de calcário se o pH estiver abaixo de 5,5. Espaçamento recomendado é de 6 x 6 metros entre árvores, pois a copa abre bastante. Nos primeiros dois anos, irrigue semanalmente na seca e mantenha coroamento sem mato num raio de 80 cm.

  • Não armazene sementes na geladeira por meses: elas mofam ou perdem vigor rapidamente.
  • Evite encharcar: o excesso de água no berçário causa podridão de colo.
  • Estaquia e enxertia são pouco usadas e têm pegamento baixo nesta espécie.

Luz, rega, solo e clima: o manejo que realmente funciona

Guapeva é planta de sol pleno absoluto. Precisa de pelo menos 6 horas de sol direto para crescer ereta e frutificar. Em sombra, estola, produz poucas flores e fica suscetível a fungos. Já estabelecida, tolera veranicos e seca de 4 a 5 meses típicos do Cerrado, mas mudas jovens precisam de água regular. Após o segundo ano, rega moderada a cada 10 a 15 dias na seca é suficiente; em solo arenoso, encurte para 7 a 10 dias.

O solo ideal é profundo, bem drenado e levemente ácido. Ela vai bem em latossolo vermelho, mas não tolera encharcamento nem solo compactado. Se o terreno for argiloso, plante em leve camalhão de 20 a 30 cm para escoar a água. A faixa de temperatura produtiva é de 18 °C a 30 °C. Suporta frio leve até cerca de 5 °C por poucas horas, porém geada forte queima brotações e pode matar mudas. Ventos constantes ressecam a copa; em áreas muito ventosas, use quebra-vento nos primeiros anos.

Sinais de manejo errado

  • Folhas amareladas e queda precoce: solo encharcado ou falta de nitrogênio.
  • Crescimento muito lento: sombra ou berço pequeno e compactado.
  • Frutos pequenos e poucos: falta de polinizadores ou seca severa na floração.

Adubação, poda e condução da copa

Adube de forma simples e no tempo certo. No plantio, já vai o composto orgânico do berço. A partir do segundo ano, aplique anualmente no início das chuvas 3 a 5 litros de esterco curtido + 100 g de NPK 10-30-10 por planta jovem, e 8 a 12 litros + 200 g de NPK 20-05-20 em árvores adultas, sempre em coroa a 30 cm do tronco. Em solos muito pobres, uma dose extra de fósforo e potássio após a colheita ajuda a induzir a próxima floração. Evite excesso de nitrogênio, que estimula folha em detrimento de fruto.

A poda é leve. Faça poda de formação nos primeiros 2 anos para deixar um tronco único e 3 a 4 ramos principais bem distribuídos, eliminando brotos ladrões na base. Depois, limite-se a poda de limpeza anual entre maio e julho: retire ramos secos, cruzados ou doentes e mantenha o centro da copa arejado. Não faça poda drástica, pois a guapeva rebrota devagar e pode ficar um ano sem frutificar. Ferramentas devem ser desinfetadas para não espalhar fungos.

Pragas, doenças e erros que mais atrasam a guapeva

É uma árvore considerada rústica e com boa resistência a pragas, mas não imune. Em viveiro, cochonilhas e pulgões podem atacar brotações; remova manualmente ou use jato d’água e controle biológico. Em campo, mosca-das-frutas (Anastrepha spp.) é o principal problema: fura o fruto e acelera a queda. Colha frutos assim que começarem a amarelar e recolha os caídos diariamente para quebrar o ciclo. Formigas cortadeiras desfolham mudas jovens; use barreira física no tronco e isca apenas se a infestação for grande.

Doenças fúngicas como antracnose e mancha foliar aparecem em anos muito úmidos ou em copa muito fechada. Melhore a ventilação com poda e evite molhar a folhagem na irrigação. O erro mais comum é plantar em vaso pequeno ou em solo encharcado achando que é frutífera de quintal compacto. Guapeva não é adequada para vasos e precisa de espaço; em área urbana pequena, prefira espécies de pequeno tamanho. Outro erro é deixar o mato abafar a muda nos primeiros 12 meses, o que atrasa o crescimento em até um ano.

Usos, sabor e como consumir o fruto com segurança

O fruto maduro tem polpa doce, levemente farinácea, com notas de baunilha e caramelo, e é consumido ao natural com colher, descartando a casca e as sementes. Pode virar suco, geleia, licor e sorvete, mas rende mais quando misturado a outras frutas do Cerrado como araticum e pequi, pois a polpa é relativamente seca. A madeira é densa e durável, usada tradicionalmente para mourões, cabos de ferramentas e lenha, embora hoje seu maior valor seja ambiental e alimentar.

Consuma apenas frutos bem maduros e macios ao toque; frutos verdes são adstringentes e com muito látex. Lave bem, retire sementes e não consuma sementes cruas. O látex presente em partes verdes pode causar irritação leve em boca e pele sensível, por isso use luvas ao despolpar grande quantidade. Para conservar, mantenha os frutos na geladeira por até 4 dias ou congele a polpa despolpada por até 6 meses. Na nossa avaliação, a guapeva é uma das frutíferas nativas mais subestimadas para chácaras no Cerrado: exige paciência nos primeiros anos, mas depois entrega sombra, alimento para a fauna e frutos singulares sem exigir irrigação constante.

Perguntas frequentes

Guapeva pode ser plantada em vaso?

Não é recomendado. É uma árvore de 6 a 12 m com raiz profunda que não se desenvolve bem em vaso e dificilmente frutifica em recipiente.

Quanto tempo demora para dar frutos?

De 4 a 6 anos quando plantada por semente fresca em sol pleno e solo bem drenado, com produção estável após 8 a 10 anos.

Como saber se o fruto está maduro?

A casca fica amarelo-alaranjada, o fruto cede levemente ao toque e tem aroma doce suave. Frutos verdes são firmes, adstringentes e com muito látex.

Precisa irrigar na seca?

No primeiro ano sim, semanalmente. Após estabelecida, tolera seca de 4 a 5 meses, mas uma rega a cada 10 a 15 dias na seca melhora o tamanho dos frutos.

Guapeva é tóxica para cachorro ou gato?

O fruto maduro não é considerado tóxico para pets. O látex de partes verdes pode irritar. Ofereça apenas polpa madura sem sementes e em pequena quantidade, observando o animal.

Qual a diferença entre guapeva e abiu?

Ambas são Pouteria, mas a guapeva tem fruto menor (3 a 5 cm), polpa mais seca e farinácea e é adaptada ao Cerrado, enquanto o abiu tem fruto maior, mais leitoso e de clima mais úmido.

Você sabia?

1

Semente que não espera

As sementes da guapeva são recalcitrantes e perdem a capacidade de germinar em 15 a 20 dias se secarem. Por isso, no Cerrado, a dispersão precisa ser rápida e feita por animais que consomem o fruto no chão.

2

Parentesco com o abiu e o mapati

Apesar do fruto pequeno, a guapeva pertence ao mesmo gênero do abiu (Pouteria caimito), mas tem polpa menos leitosa e mais farinácea, adaptada ao clima seco do Cerrado.

3

Alimento do lobo-guará

Estudos de dieta no Cerrado mostram frutos de Pouteria entre os itens consumidos pelo lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), que atua como dispersor ao carregar sementes longe da planta-mãe.

4

Madeira de mourão

A madeira da guapeva é pesada, com densidade ao redor de 0,75 a 0,85 g/cm³, e era tradicionalmente usada para mourões e esteios por resistir bem ao tempo quando seca.

Fontes

  1. Embrapa Cerrados
  2. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  3. Instituto Brasileiro de Florestas

Prós e contras: Guapeva

Prós

  • Frutífera nativa rústica e tolerante à seca após estabelecida
  • Atrai abelhas, aves e mamíferos, ótima para restauração do Cerrado
  • Frutos doces e versáteis para consumo in natura, sucos e geleias
  • Baixa exigência de adubação e boa resistência a pragas
  • Madeira densa e copa que fornece sombra ampla

Contras

  • Não se adapta a vasos ou quintais muito pequenos
  • Sementes recalcitrantes perdem viabilidade em 15 a 20 dias
  • Demora 4 a 6 anos para iniciar a frutificação
  • Sensível a geada forte e a solos encharcados
  • Frutos atacados por mosca-das-frutas se não colhidos rapidamente
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a guapeva é uma frutífera nativa excelente para quem pode esperar: demora para produzir, mas compensa com rusticidade, baixa exigência hídrica e alto valor ecológico. Não é planta de vaso nem de efeito ornamental imediato, e sim uma árvore de pomar e de restauração que entrega mais ao Cerrado do que ao jardim compacto.

Continue explorando: Plantas

Feliciano Murene
Escrito porFeliciano MureneVeterinário

Feliciano Murene é professor e criador de conteúdo. Formado em Biologia, possui cerca de 5 anos de experiência em sala de aula e atua na produção de conteúdos…

Cacilda Massema
Revisão especializadaCacilda MassemaEngenheira Agrônoma

Com experiência no universo das plantas, dedica-se à pesquisa e produção de conteúdos sobre cultivo, identificação de espécies, plantas ornamentais, flores, árvores e frutíferas. Partilha conhecimentos práticos sobre…

Última revisão em 20.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.