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Guabiroba-da-mata

Campomanesia guazumifolia

Atualizado em

6 a 12 m de alturaTamanho
Sol pleno a meia-sombraLuminosidade
ModeradaRega
PereneCiclo de vida
MédiaDificuldade
Guabiroba-da-mata adulta com copa densa em ambiente natural

Guabiroba-da-mata (Campomanesia guazumifolia) é uma árvore frutífera perene da família Myrtaceae, nativa da Mata Atlântica e do Cerrado. Atinge de 6 a 12 metros na mata e produz frutos amarelos, suculentos e aromáticos muito apreciados pela fauna e para consumo in natura.

De crescimento lento a moderado, tem copa densa, folhas brilhantes com cheiro de goiaba quando amassadas e floração branca delicada. É indicada para pomares domésticos, recuperação de áreas degradadas e arborização rural, mas exige espaço e sol para frutificar bem.

Também conhecido como: Guabiroba, Gabiroba, Guabiroba-de-folha-fina, Sete-capotes-da-mata

Faz parte de: Plantas de Sol Pleno, Plantas para Jardim

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Galeria de fotos de Guabiroba-da-mata

Guabiroba-da-mata adulta com copa densa em ambiente natural
Árvore adulta de guabiroba-da-mata com copa arredondada.
Folhas estreitas e brilhantes da guabiroba-da-mata
Detalhe das folhas lanceoladas e brilhantes.
Flores brancas da guabiroba-da-mata com muitos estames
Flores brancas típicas de Myrtaceae.
Frutos amarelos maduros da guabiroba-da-mata no ramo
Frutos amarelos com cálix persistente.
Muda jovem de guabiroba-da-mata em saquinho de viveiro
Muda propagada por semente recém-colhida.
Casca acinzentada e descamante da guabiroba-da-mata
Casca que descama em placas finas.
Ideal para

Ideal para quem tem chácara, sítio ou quintal amplo e quer uma árvore nativa produtiva, rústica e que atrai pássaros e abelhas nativas. Funciona muito bem em pomares agroecológicos, sistemas agroflorestais e projetos de restauração da Mata Atlântica.

Pode não ser ideal para

Não é ideal para apartamento, varanda ou vasos, nem para quem tem pouco espaço e precisa de frutificação rápida. Exige sol pleno, solo profundo e de 4 a 6 anos até a primeira safra, além de manejo contra mosca-das-frutas na colheita.

Cultivo rápido

Luz
Sol pleno na fase adulta (mínimo 6 h/dia); meia-sombra leve apenas para mudas jovens
Rega
Moderada; solo úmido sem encharcar; 2 a 3 vezes/semana em mudas e quinzenal em adultas na seca
Solo
Fértil, profundo, bem drenado, argilo-arenoso, pH 5,5 a 6,5, rico em matéria orgânica
Temperatura
15 °C a 28 °C; adulta tolera geada leve até -3 °C por curto período
Adubação
10 a 15 L de composto orgânico 2x/ano + NPK 10-10-10 se necessário; evitar excesso de nitrogênio
Poda
Formação até 80 cm e limpeza leve anual entre fevereiro e março; sem poda drástica
Propagação
Exclusivamente por sementes recém-colhidas; semeadura a 1 cm de profundidade, germinação em 20 a 45 dias

Perfil rápido de Guabiroba-da-mata

Calendário

PlantioJFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND
Frutificação/colheitaJFMAMJJASOND
Poda leveJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica (fruto comestível)

Frutos comestíveis para humanos e fauna. Sementes não são consumidas isoladamente. Em caso de ingestão atípica por pets, consulte veterinário.

Habitat

Ambientes

  • Matas ciliares
  • Floresta Estacional Semidecidual
  • Bordas de mata e capoeiras

Biomas

  • Mata Atlântica
  • Cerrado

Encontrado em 3 países

  • Brasil
  • Argentina
  • Paraguai

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Tracheophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Myrtales
Família
Myrtaceae
Gênero
Campomanesia
Espécie
Campomanesia guazumifolia

Resumo

  • Guabiroba-da-mata é a Campomanesia guazumifolia, árvore perene de 6 a 12 m da Mata Atlântica com frutos amarelos doces e aromáticos.
  • Floresce entre agosto e outubro e frutifica de outubro a janeiro, com polinização por abelhas nativas e dispersão por aves e mamíferos.
  • Precisa de sol pleno, solo fértil e bem drenado e rega moderada; propaga-se quase exclusivamente por sementes recém-colhidas.

Características

Ficha da planta

Nome popularGuabiroba-da-mata
Nome científicoCampomanesia guazumifolia (Cambess.) O.Berg
Família botânicaMyrtaceae
OrigemMata Atlântica e Cerrado do Brasil
Tipo de plantaÁrvore frutífera
Ciclo de vidaPerene
Tamanho6 a 12 m na mata (4 a 8 m em cultivo)
LuminosidadeSol pleno a meia-sombra
RegaModerada
SoloFértil, profundo, bem drenado, levemente ácido (pH 5,5 a 6,5)
Temperatura15 °C a 28 °C
PropagaçãoSementes
Toxicidade para petsNão tóxica (fruto comestível)
Coresverdebrancoamarelo

Perfil e comportamento

Necessidade de luzAlto
Necessidade de águaMédio
Facilidade de cultivoMédio
Adequação a vasosMuito baixo
Resistência a pragasAlto
Tolerância ao frioMédio
Tolerância ao calorAlto
Valor ornamentalMédio

Como identificar a guabiroba-da-mata sem confundir com outras guabirobas

A guabiroba-da-mata é Campomanesia guazumifolia, da família Myrtaceae, e costuma ser confundida com Campomanesia xanthocarpa (guabiroba-verde) e Campomanesia pubescens (guabiroba-peluda). A resposta direta para não errar é observar folha, casca e fruto juntos. As folhas são estreitas, lanceoladas, de 4 a 8 cm de comprimento, verde-escuras e brilhantes por cima, mais claras por baixo, com nervura central bem marcada e cheiro suave de goiaba quando amassadas.

O tronco tem casca acinzentada que descama em placas finas, característica marcante de muitas Myrtaceae, e os ramos jovens são levemente pubescentes. O porte é de árvore de 6 a 12 metros na mata, com copa arredondada e densa; em pomar doméstico, com poda de formação, estabiliza entre 4 e 8 metros. As flores são brancas, de 1 a 1,5 cm, com muitos estames, solitárias ou em grupos de 2 a 3 nas axilas foliares.

O fruto fecha a identificação: baga globosa de 1,5 a 2,5 cm, amarelo-intenso quando maduro, com cálix persistente em forma de coroa na ponta, polpa suculenta doce-ácida e 4 a 8 sementes pequenas e achatadas. Diferente da guabiroba-do-campo, que tem folhas mais largas e pilosas, a guabiroba-da-mata tem folhas quase glabras na face superior quando adultas.

Traços observáveis que confirmam a espécie

  • Folhas sem pelos na face superior na fase adulta e margem inteira levemente ondulada.
  • Casca descamante e cheiro de Myrtaceae ao esmagar folhas ou frutos verdes.
  • Fruto amarelo com coroinha do cálix e polpa muito aromática.
  • Crescimento lento a moderado, com anéis de descamação anual no tronco.

Floração e frutificação: quando e como acontecem

A floração ocorre entre agosto e outubro, no final do inverno e início da primavera, e a frutificação vem logo depois, de outubro a janeiro, variando com o clima e a altitude. As flores brancas são hermafroditas e muito visitadas por abelhas nativas, principalmente jataí, mirim e arapuá, além de abelhas Apis, que garantem a polinização cruzada. Sem polinizadores, a frutificação cai drasticamente.

Os frutos amadurecem de forma desuniforme na mesma planta e caem facilmente quando maduros, por isso a colheita deve ser quase diária no pico da safra. Cada árvore adulta bem conduzida pode produzir de 20 a 40 kg de frutos por safra após 4 a 6 anos do plantio por semente. A polpa é rica em vitamina C e compostos aromáticos, com sabor que lembra goiaba ácida e leve toque cítrico, consumida in natura ou em sucos, geleias e licores.

A dispersão natural é feita por aves como sabiás, jacus e tucanos, além de morcegos e mamíferos que consomem os frutos caídos. As sementes são recalcitrantes, ou seja, perdem viabilidade em poucas semanas se secarem, o que explica por que a espécie depende de frutos frescos para se regenerar na mata.

Onde a guabiroba-da-mata vive na natureza

Na natureza, a guabiroba-da-mata ocorre em Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila Densa e matas ciliares, sempre em áreas de Mata Atlântica e transição com Cerrado. Prefere solos férteis, profundos e úmidos, mas bem drenados, em bordas de mata e capoeiras onde recebe luz lateral. É comum nos estados do Sul e Sudeste, além de partes do Centro-Oeste.

Fora do Brasil, ocorre também no nordeste da Argentina e leste do Paraguai, sempre em formações florestais úmidas. Por ser espécie de sub-bosque a dossel médio, tolera meia-sombra na fase jovem, mas só frutifica bem com sol pleno na fase adulta. É usada em projetos de restauração florestal e sistemas agroflorestais por atrair fauna e tolerar solos argilosos desde que não encharquem.

Como plantar guabiroba-da-mata passo a passo no Brasil

O plantio por semente é o método viável e deve usar sementes recém-colhidas. Retire a polpa, lave e semeie em até 7 a 10 dias, sem deixar secar. Semeie a 1 cm de profundidade em substrato leve com areia, terra vegetal e matéria orgânica, mantendo úmido e à meia-sombra. A germinação leva 20 a 45 dias e a taxa cai muito após 30 dias de armazenamento.

Quando as mudas atingirem 15 a 20 cm, repique para saquinhos de 15 x 20 cm e mantenha por 6 a 10 meses até atingir 40 a 60 cm. O plantio definitivo deve ser feito no início da estação chuvosa, de setembro a dezembro, em cova de 50 x 50 x 50 cm com 5 a 8 litros de composto orgânico curtido e 150 g de calcário se o pH estiver abaixo de 5,5. Espaçamento recomendado é de 5 x 5 m a 6 x 6 m entre plantas.

Nos primeiros dois anos, mantenha cobertura morta e tutoramento e irrigue semanalmente em períodos secos. A frutificação por semente começa entre 4 e 6 anos; não há clones comerciais por enxertia com resultados consistentes, embora alguns viveiros testem enxertia sobre Campomanesia xanthocarpa com pegamento irregular. Evite plantar em vaso: o sistema radicular pivotante exige profundidade e a planta não produz bem em recipiente.

Luz, rega, solo e clima ideais para produzir frutos

A guabiroba-da-mata precisa de sol pleno por pelo menos 6 horas diárias na fase adulta para florescer e adoçar os frutos. Na fase de muda, meia-sombra com 30% de sombreamento evita queimadura foliar. Em sombra total, cresce estiolada e quase não frutifica.

A rega deve ser moderada e regular: mantenha o solo úmido, nunca encharcado. Em mudas, irrigue 2 a 3 vezes por semana; em árvores adultas, irrigação quinzenal na seca já sustenta a produção. Excesso de água causa amarelecimento e queda de folhas, enquanto seca prolongada na floração aborta flores.

O solo ideal é argilo-arenoso, profundo, fértil e bem drenado, com pH 5,5 a 6,5 e alto teor de matéria orgânica. Tolera geadas leves de até -3 °C por curto período quando adulta, mas mudas jovens precisam de proteção. O clima preferido é subtropical úmido a tropical de altitude, com temperaturas entre 15 °C e 28 °C e chuvas bem distribuídas de 1.200 a 1.800 mm anuais.

Adubação, poda e condução da copa

Adube com matéria orgânica como base. No plantio, use composto; na formação, aplique 10 a 15 litros de esterco curtido por planta duas vezes ao ano, no início das chuvas e após a colheita, complementando com NPK 10-10-10 (100 a 200 g por planta) se o crescimento estiver lento. Em solos pobres, adicione farinha de ossos e cinzas com moderação. Evite excesso de nitrogênio, que estimula folhas em detrimento de flores.

A poda é de formação e limpeza, não de frutificação intensa. Nos dois primeiros anos, conduza em haste única até 80 cm e selecione 3 a 4 ramos principais bem distribuídos. Depois, faça apenas poda leve anual após a colheita, entre fevereiro e março, removendo ramos secos, cruzados e mal posicionados. Poda drástica reduz a safra do ano seguinte porque a espécie floresce em ramos do ano anterior.

Mantenha a copa arejada para reduzir fungos e melhorar a coloração dos frutos. A cobertura morta com folhas e palha ajuda a conservar umidade e alimentar a microbiota, essencial para Myrtaceae que formam micorrizas.

Pragas, doenças e erros que impedem a frutificação

A guabiroba-da-mata é relativamente rústica, mas pode ser atacada por mosca-das-frutas (Anastrepha spp.), que perfura frutos maduros, e por cochonilhas e pulgões em brotações novas. A mosca é o problema mais sério para consumo: colha frutos no ponto amarelo-claro, antes de amolecerem demais, e recolha frutos caídos diariamente para quebrar o ciclo.

Doenças fúngicas como antracnose e ferrugem aparecem em anos muito úmidos e com copa fechada, causando manchas foliares e queda de frutos. Previna com espaçamento correto, poda de aeração e evitando molhar a folhagem à tarde. Em viveiro, o tombamento (damping-off) pode matar plântulas se o substrato ficar encharcado.

Os erros mais comuns que impedem frutos são plantio em sombra, sementes velhas e secas, solo compactado e falta de polinizadores. Outro erro é plantar muda isolada longe de outras Myrtaceae: embora autofértil, a produção aumenta com polinização cruzada e presença de abelhas nativas. Não use inseticida na floração.

Guabiroba-da-mata é comestível? Usos e diferença para outras guabirobas

Sim, o fruto da guabiroba-da-mata é comestível e muito apreciado, consumido in natura, em sucos, geleias, sorvetes e cachaças aromatizadas. A polpa é suculenta, ácida-doce e perfumada, mas tem muitas sementes em relação à polpa, o que limita o rendimento industrial. É rica em vitamina C, fibras e antioxidantes, e faz parte da alimentação tradicional no interior do Sul e Sudeste.

A diferença para a guabiroba-verde (C. xanthocarpa) é que esta tem frutos maiores, de até 3 cm, mais verdes-amarelados e menos ácidos, e folhas mais largas. Já a guabiroba-do-campo (C. pubescens) é arbustiva, de Cerrado aberto, com frutos menores e planta de até 2 m. A guabiroba-da-mata se destaca pelo porte arbóreo e frutos amarelo-ouro bem aromáticos, ideais para consumo fresco e atração de aves.

Além do uso alimentar, a madeira é dura e usada localmente para cabos e mourões, e a árvore tem potencial ornamental pela floração branca e frutificação decorativa. Na nossa avaliação, é uma das Myrtaceae nativas mais interessantes para quem quer pomar biodiverso sem agrotóxicos, mas não serve para quem busca frutífera anã ou de vaso.

Perguntas frequentes

Guabiroba-da-mata é comestível?

Sim. Os frutos amarelos são comestíveis, doces-ácidos e aromáticos, consumidos in natura, em sucos, geleias e licores.

Quanto tempo demora para frutificar?

De 4 a 6 anos após o plantio por semente, com produção plena após 7 a 8 anos em condições de sol pleno e solo fértil.

Pode plantar guabiroba-da-mata em vaso?

Não é recomendado. É árvore de 6 a 12 m com raiz pivotante profunda e só frutifica bem no solo com espaço e sol pleno.

Qual a diferença para guabiroba-verde?

A guabiroba-da-mata (C. guazumifolia) tem folhas mais estreitas e frutos amarelo-ouro menores; a guabiroba-verde (C. xanthocarpa) tem folhas mais largas e frutos maiores e mais verdes.

Como plantar a semente corretamente?

Use sementes recém-colhidas, lave e semeie em até 10 dias a 1 cm de profundidade em substrato leve e úmido; germina em 20 a 45 dias.

Precisa de outra planta para polinizar?

É hermafrodita, mas a produção aumenta muito com polinização cruzada por abelhas nativas; ter duas plantas próximas melhora a safra.

Guabiroba-da-mata aguenta geada?

Planta adulta tolera geadas leves até -3 °C por curto período; mudas jovens precisam de proteção no inverno.

Você sabia?

1

Semente que não pode secar

As sementes são recalcitrantes e morrem se desidratarem por mais de 3 a 4 semanas, por isso viveiristas semeiam em até 10 dias após a colheita.

2

Casca que descama todo ano

O tronco solta placas finas acinzentadas anualmente, um mecanismo que ajuda a eliminar liquens e parasitas da casca.

3

Parente da goiaba e da jabuticaba

Pertence à mesma família Myrtaceae da goiabeira, pitangueira e jabuticabeira, compartilhando o cheiro característico ao amassar as folhas.

4

Fruto que alimenta a mata

Jacus, sabiás, tucanos e morcegos são os principais dispersores; sem eles, a regeneração natural da espécie cai drasticamente.

Fontes

  1. Embrapa Florestas
  2. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  3. Instituto Brasileiro de Florestas - IBF

Prós e contras: Guabiroba-da-mata

Prós

  • Frutos nativos comestíveis, aromáticos e ricos em vitamina C
  • Atrai abelhas nativas, sabiás, jacus e morcegos, ajudando a biodiversidade
  • Rústica e resistente a pragas quando em sol pleno e solo bem drenado
  • Ótima para restauração florestal, agrofloresta e pomar sem agrotóxicos
  • Madeira dura e copa ornamental com floração branca delicada

Contras

  • Porte grande (6 a 12 m), inadequada para vasos e espaços pequenos
  • Crescimento lento e frutificação tardia (4 a 6 anos)
  • Sementes recalcitrantes com baixa viabilidade se armazenadas
  • Frutos com muitas sementes e polpa relativamente pequena
  • Suscetível a mosca-das-frutas se a colheita não for diária
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a guabiroba-da-mata é uma das frutíferas nativas mais subestimadas para pomar doméstico: rústica, bela e excelente para atrair fauna, mas injustamente trocada por exóticas. Vale o investimento de espaço e tempo se o objetivo for biodiversidade e frutos aromáticos, não produção comercial em larga escala.

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Última revisão em 20.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.