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Dicondra

Dichondra repens

Atualizado em

3 a 10 cm de alturaTamanho
Sol pleno a meia-sombraLuminosidade
Moderada, 2 a 3x por semanaRega
PereneCiclo de vida
FácilDificuldade
Dicondra verde formando tapete denso no jardim

A dicondra é uma planta rasteira perene da família Convolvulaceae, famosa por formar um tapete denso e macio de folhas arredondadas em forma de rim. Com apenas 3 a 10 cm de altura, ela é usada como substituta do gramado, forração para canteiros e planta pendente para vasos e jardineiras.

No Brasil são encontradas duas formas principais: a dicondra verde (Dichondra repens) e a dicondra prateada (Dichondra argentea 'Silver Falls'), com folhas acinzentadas e hábito cascata. Ambas gostam de sol pleno a meia-sombra, solo leve e rega moderada, mas têm comportamentos bem diferentes em relação ao pisoteio e à seca.

Também conhecido como: Orelha-de-rato, Dichondra, Silver Falls, Prata-dichondra

Faz parte de: Plantas Ornamentais, Plantas para Jardim, Plantas para Vasos, Plantas Pendentes

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Galeria de fotos de Dicondra

Dicondra verde formando tapete denso no jardim
Dicondra verde formando tapete baixo e uniforme como substituta do gramado.
Folhas de dicondra verde em close mostrando formato de rim
Detalhe das folhas em forma de rim, marca registrada da dicondra verde.
Dicondra prateada Silver Falls pendente em vaso suspenso
Dicondra prateada Silver Falls com cascata acinzentada ideal para vasos.
Folhas prateadas e aveludadas da dicondra Silver Falls em close
Pelos prateados que dão cor e ajudam na tolerância à seca.
Dicondra entre pedras pisantes em canteiro ornamental
Uso como forração entre pedras e bordaduras.
Estolões da dicondra enraizando nos nós sobre o solo
Estolões que enraízam nos nós e fecham o tapete rapidamente.
Ideal para

Ideal para quem busca um jardim com visual de tapete verde sem o trabalho de cortar grama toda semana e para quem tem varanda ou pátio com vasos altos. A dicondra, especialmente a prateada, cria um efeito ornamental sofisticado com pouca manutenção e fecha bem em meia-sombra onde a grama falha. Funciona muito bem para tutores que querem forração macia em áreas de contemplação, bordaduras e entre pedras, e para quem gosta de composições pendentes com contraste prateado.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem precisa de gramado resistente a pisoteio intenso, crianças brincando ou cachorros que correm e cavam diariamente, pois os estolões superficiais se rompem e abrem falhas. Também não é indicada para quem não pode controlar a rega e tem solo argiloso e encharcado, onde ela apodrece com facilidade e exige correção de drenagem.

Cultivo rápido

Luz
Sol pleno a meia-sombra; mínimo 4 horas de sol. Prateada exige sol pleno para manter a cor.
Rega
Moderada, 2 a 3 vezes por semana no verão para a verde, 1 a 2 vezes para a prateada. Reduzir no inverno. Evitar encharcar.
Solo
Leve, fértil e bem drenado, com composto orgânico e areia/perlita. pH 6,0 a 7,5. Não tolera solo compactado.
Temperatura
Ideal 18 °C a 28 °C. Tolera calor, sofre com geadas fortes abaixo de 5 °C e com sombra densa.
Adubação
2 a 3 vezes ao ano (primavera e verão) com composto, húmus ou NPK 10-10-10 em meia dose.
Poda
Não precisa de corte. Apenas aparar bordas, remover estolões invasores e fazer limpeza anual com ancinho leve.
Propagação
Sementes na primavera (1 g/2-3 m²), divisão de touceiras e replantio de estolões com nós enraizados.

Perfil rápido de Dicondra

Calendário

PlantioJFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND
Poda / LimpezaJFMAMJJASOND
AdubaçãoJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica

Considerada segura para cães, gatos e pessoas por bases internacionais como ASPCA e jardins botânicos. Ingestão em grande quantidade pode causar desconforto gastrointestinal leve. Em caso de dúvida, consulte veterinário ou médico.

Encontrado em 4 países

  • Austrália
  • Nova Zelândia
  • Estados Unidos
  • México

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Magnoliophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Solanales
Família
Convolvulaceae
Gênero
Dichondra
Espécie
Dichondra repens / Dichondra argentea

Resumo

  • A dicondra é uma forração perene e rasteira que forma tapete denso de 3 a 10 cm, ideal para substituir gramado em áreas de pouco pisoteio e para vasos pendentes.
  • Existem dois tipos principais no Brasil: a verde (Dichondra repens), mais fechada e resistente, e a prateada (Dichondra argentea 'Silver Falls'), ornamental e pendente com folhas acinzentadas.
  • Precisa de sol pleno a meia-sombra, solo bem drenado e rega moderada de 2 a 3 vezes por semana, com plantio preferencial entre agosto e novembro e floração discreta na primavera e verão.

Características

Ficha da planta

Nome popularDicondra, orelha-de-rato
Nome científicoDichondra repens (tipo verde) e Dichondra argentea (tipo prateado)
Família botânicaConvolvulaceae
OrigemAustrália e Nova Zelândia (D. repens); desertos do Texas e México (D. argentea)
Tipo de plantaHerbácea rasteira, forração e pendente
Ciclo de vidaPerene
Tamanho3 a 10 cm de altura; estolões de até 1,5 m de comprimento
LuminosidadeSol pleno a meia-sombra (mínimo 4 horas de sol)
RegaModerada, mantendo solo levemente úmido
SoloLeve, fértil, bem drenado, pH 6,0 a 7,5
TemperaturaIdeal entre 18 °C e 28 °C; sensível a geadas fortes
PropagaçãoSementes, divisão de touceiras e estolões
Toxicidade para petsNão tóxica para cães e gatos
CoresVerde-brilhanteverde-acinzentadoprateado

Perfil e comportamento

Necessidade de luzAlto
Necessidade de águaMédio
Facilidade de cultivoAlto
Adequação a vasosMuito alto
Resistência a pragasMédio
Tolerância ao frioMédio
Tolerância ao calorAlto
Valor ornamentalMuito alto

Como identificar a dicondra: o tapete de folhas em forma de rim

A dicondra não tem como confundir depois que você vê de perto. Ela forma um tapete rasteiro e contínuo, sem caule aparente, com folhas pequenas, reniformes (em forma de rim) ou quase circulares, de 1 a 3 cm de diâmetro. As folhas são sustentadas por pecíolos finos e delicados que partem diretamente dos estolões que correm sobre o solo e enraízam nos nós. É esse crescimento estolonífero que faz ela fechar o canteiro tão rápido.

A floração é o detalhe que muita gente nem percebe. As flores são minúsculas, branco-esverdeadas ou amareladas, escondidas entre as folhas, com menos de 5 mm. Elas não têm valor ornamental e aparecem na primavera e verão. O charme da dicondra está todo na folhagem. A textura é macia ao toque, diferente da grama, e o visual lembra um carpete de moedas verdes ou prateadas, dependendo da variedade.

  • Folha: rim ou círculo perfeito, bordas lisas, superfície levemente brilhante na verde e aveludada na prateada.
  • Crescimento: estolões rasteiros que enraízam a cada nó e cobrem o solo em 60 a 90 dias após o plantio.
  • Altura: nunca passa de 10 cm, por isso não precisa de corte como gramado.
  • Raiz: superficial e fibrosa, o que explica a sensibilidade ao pisoteio intenso e ao encharcamento.

Dicondra verde ou prateada: qual tipo escolher?

No mercado brasileiro você vai encontrar basicamente dois grupos vendidos como dicondra, e eles servem para usos diferentes. Escolher errado é o motivo número um de frustração. A dicondra verde (Dichondra repens) é a forração clássica para substituir gramado. Ela tem folha verde-vivo, brilhante, fecha bem densa e tolera meia-sombra melhor que a grama. Já a dicondra prateada (Dichondra argentea ‘Silver Falls’) é uma seleção ornamental de folhas prateadas, sedosas e alongadas, com hábito pendente que pode chegar a 1,5 m de cascata. Ela é cultivada quase sempre em vasos, jardineiras e cestas suspensas.

Na nossa avaliação, para quem quer pisar, a verde é a única opção viável — e ainda assim só para pisoteio leve e ocasional. Para varanda, muro ou vaso alto, a prateada é imbatível e muito mais tolerante à seca e ao sol forte. Elas não são intercambiáveis.

Característica Dicondra Verde (D. repens) Dicondra Prateada (D. argentea ‘Silver Falls’)
Cor e textura Verde brilhante, folha em rim Prateada acinzentada, folha mais alongada e aveludada
Hábito Rasteiro, forma tapete denso no chão Pendente, cascata de até 150 cm
Uso ideal Forração, bordadura, substituta de gramado sombreado Vasos suspensos, jardineiras, muros e arranjos
Sol Sol pleno a meia-sombra Sol pleno (precisa de muito sol para manter o prateado)
Tolerância à seca Média Alta, raízes mais profundas
Pisoteio Tolera pouco, recupera devagar Não tolera pisoteio

Como plantar dicondra do jeito certo: sementes, mudas e fechamento

A dicondra pode ser plantada por sementes ou por mudas/estolões, e a escolha muda o tempo de fechamento e a taxa de sucesso. Sementes são mais baratas e indicadas para áreas grandes, mas exigem solo muito bem preparado e irrigação diária no início. Mudas em bandeja ou divisão de touceiras fecham em metade do tempo e falham menos, ideais para quem quer resultado em 2 meses.

Para semeadura, o período ideal no Brasil é do final do inverno à primavera (agosto a novembro), quando o solo já está aquecido acima de 18 °C. Espalhe 1 g de sementes para cada 2 a 3 m², pressione levemente contra o solo sem enterrar muito — luz ajuda na germinação — e mantenha úmido por 14 a 21 dias. A germinação ocorre em 7 a 14 dias. Para mudas, faça covas com espaçamento de 15 a 20 cm entre plantas, em solo fofo e nivelado. Em 60 a 90 dias o tapete fecha se houver sol e água adequados.

  • Preparo do solo: retire toda a grama e ervas daninhas, revolva 15 cm, misture composto orgânico e areia grossa se o solo for argiloso. A dicondra morre em solo compactado e encharcado.
  • Nivelamento: deixe o terreno bem plano; qualquer depressão acumula água e cria falhas amarelas.
  • Primeiras 3 semanas: rega leve diária, de manhã, sem encharcar. Depois, reduza para 2 a 3 vezes por semana.
  • Em vasos: use substrato leve com perlita ou casca de pinus, vaso com furos e camada de drenagem. A prateada precisa de vaso com pelo menos 20 cm de profundidade.

O erro mais comum no plantio

Muita gente planta dicondra como se fosse grama esmeralda, em solo batido e sem preparo. Ela não compete bem com ervas daninhas no início. Se você não limpar o terreno e não mantiver a umidade nas primeiras semanas, o mato toma conta e a dicondra falha em reboleiras. Capriche na limpeza inicial e na cobertura leve com substrato peneirado após a semeadura.

Luz, rega e solo: o tripé que decide se ela fecha ou falha

Luz é inegociável. A dicondra verde precisa de mínimo 4 horas de sol direto ou meia-sombra luminosa. Em sombra densa ela estica, fica rala e abre clareiras. A prateada é ainda mais exigente: sem sol pleno, perde o tom prateado e fica esverdeada e estiolada. Em varandas voltadas para o sul, prefira a verde.

Rega é onde a maioria erra por excesso. O solo deve ficar levemente úmido, nunca encharcado. No verão, 2 a 3 regas por semana são suficientes para a verde; a prateada aguenta até menos, 1 a 2 vezes, pois tem pelos prateados que reduzem a transpiração. No inverno, reduza pela metade. Regar todo dia em solo mal drenado causa podridão de estolões e manchas pretas — o sintoma clássico de excesso de água. Prefira regar de manhã para as folhas secarem ao longo do dia.

O solo ideal é leve, fértil e muito bem drenado, com pH entre 6,0 e 7,5. Misturas com 60% terra vegetal, 20% composto orgânico e 20% areia grossa ou perlita funcionam bem tanto no chão quanto em vasos. Solos argilosos e compactados são o pior cenário: as raízes superficiais sufocam e a planta amarela. Se o seu solo é pesado, eleve o canteiro 10 a 15 cm e incorpore matéria orgânica antes de plantar.

Adubação, poda e manutenção ao longo do ano

Dicondra não é planta faminta, mas responde muito bem a adubação leve. Faça 2 a 3 adubações por ano: no início da primavera (setembro), no verão (janeiro) e, se necessário, no outono (abril). Use composto orgânico, húmus de minhoca ou NPK 10-10-10 em dose baixa — metade da recomendada para gramados. Excesso de nitrogênio deixa as folhas grandes e moles, mais suscetíveis a fungos.

Poda, no sentido tradicional, não existe. A altura se mantém naturalmente entre 3 e 10 cm. O que você faz é aparar bordas e desbastar quando os estolões invadem calçadas ou quando o centro fica muito denso e abafado. Uma vez por ano, no final do inverno, passe um ancinho leve para remover folhas secas e melhorar a aeração. Em vasos, belisque as pontas da prateada para estimular ramificação e cascata mais cheia.

  • Primavera: adube, complete falhas com mudas e controle ervas daninhas manualmente.
  • Verão: mantenha rega regular, mas sem encharcar; observe manchas de fungo após chuvas longas.
  • Outono: reduza rega, faça limpeza leve e evite pisoteio com solo úmido.
  • Inverno: crescimento quase para; não adube com frio intenso e proteja de geadas fortes com cobertura leve.

Pragas, doenças e os erros que matam a dicondra

Quando bem instalada, a dicondra é rústica, mas tem inimigos específicos. O principal é o excesso de água associado a fungos de solo (Pythium e Rhizoctonia), que causam manchas marrons, apodrecimento dos estolões e falhas circulares. A prevenção é drenagem e rega pela manhã. Se aparecerem manchas, reduza a rega, melhore a ventilação e remova as áreas afetadas.

Entre as pragas, lesmas e caracóis adoram as folhas tenras, principalmente em canteiros sombreados e úmidos. Faça catação manual à noite e evite cobertura morta excessiva. Lagartas e besouros podem recortar as folhas, mas raramente matam o tapete. Já ácaros e pulgões atacam mais a prateada em vasos com ar seco — jato de água e óleo de neem resolvem na maioria dos casos.

Ervas daninhas são o maior problema nos primeiros 3 meses. Como a dicondra cresce rente ao solo, não abafa o mato no início. Capine à mão, sem herbicida, pois ela é sensível a muitos produtos usados em gramados. Depois de fechada, ela mesma inibe boa parte das invasoras ao sombrear o solo.

Onde usar dicondra: gramado sem corte, vasos pendentes e bordaduras

A dicondra brilha em três situações onde a grama sofre. Primeiro, como substituta de gramado em áreas de sombra parcial e pouco pisoteio — entre árvores, pátios internos, ao redor de canteiros e em jardins de estilo natural. Ela cria um efeito de carpete uniforme, macio e sem necessidade de roçada semanal, o que é um alívio para quem não quer manutenção.

Segundo, como planta pendente. A ‘Silver Falls’ é uma das melhores cascatas prateadas para vasos altos, jardineiras de janela e muros. Combina muito bem com flores de cores fortes como petúnias, gerânios e suculentas, criando contraste de textura e cor. Terceiro, como forração entre pedras, degraus e bordaduras, onde seu hábito rasteiro preenche frestas e suaviza o paisagismo sem competir com plantas maiores.

Onde não usar: áreas de passagem intensa, campo de jogo, local onde cachorro corre e cava, ou encostas com erosão forte. Ela não aguenta pisoteio constante e tem raízes rasas. Para esses casos, grama esmeralda ou amendoim-forrageiro são escolhas mais resistentes.

Perguntas frequentes

Dicondra pode substituir a grama?

Sim, mas só em áreas de pouco pisoteio e com sol ou meia-sombra luminosa. Ela forma um tapete denso de 3 a 10 cm que não precisa de corte, porém não aguenta tráfego intenso como a grama esmeralda.

Dicondra é perene?

Sim, é perene. Mantida com drenagem e rega adequada, dura muitos anos e se espalha por estolões, rebrotando a cada primavera.

Qual a diferença entre dicondra verde e prateada?

A verde (D. repens) é rasteira e fecha o solo como gramado; a prateada (D. argentea 'Silver Falls') é pendente, com folhas acinzentadas e cascata de até 1,5 m, ideal para vasos.

Dicondra precisa de sol ou sombra?

Precisa de sol pleno a meia-sombra, com no mínimo 4 horas de sol. Sombra densa deixa a planta rala e com falhas. A prateada precisa de sol pleno.

Como regar a dicondra?

Mantenha o solo levemente úmido, regando 2 a 3 vezes por semana no verão e menos no inverno. Evite encharcar, pois o excesso causa podridão dos estolões.

Dicondra é tóxica para cachorro e gato?

Não, é considerada não tóxica para cães e gatos segundo bases internacionais. Ainda assim, evite que pets comam grandes quantidades e consulte um veterinário se houver ingestão.

Quanto tempo leva para fechar o tapete?

Com mudas espaçadas 15 a 20 cm, fecha em 60 a 90 dias em condições ideais. Por sementes, leva de 90 a 120 dias até a cobertura completa.

Você sabia?

1

Parente da batata-doce

Apesar da aparência de trevo, a dicondra pertence à família Convolvulaceae, a mesma da batata-doce e da glória-da-manhã, não à dos trevos ou gramíneas.

2

Tapete que não precisa de cortador

Por crescer no máximo 10 cm de altura, a dicondra verde dispensa roçadas. Nos anos 1950 e 60 ela foi moda como substituta do gramado na Califórnia justamente por isso.

3

Prateada que reflete o sol

Os pelos prateados da Dichondra argentea 'Silver Falls' não são só bonitos: eles refletem a luz solar e reduzem a perda de água, permitindo que a planta aguente sol forte e seca melhor que a verde.

4

Semente que precisa de luz

As sementes de dicondra são fotoblásticas positivas leves: germinam melhor quando ficam quase na superfície, apenas pressionadas contra o solo, não enterradas fundo.

Fontes

  1. Embrapa - Plantas Ornamentais e Forrações
  2. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  3. Missouri Botanical Garden - Dichondra

Prós e contras: Dicondra

Prós

  • Tapete uniforme que não precisa de corte semanal
  • Excelente para meia-sombra onde a grama falha
  • Fecha rápido por estolões e abafa ervas daninhas após estabelecida
  • Prateada é pendente espetacular para vasos e muros
  • Tolerante ao calor e, na versão prateada, à seca

Contras

  • Não tolera pisoteio intenso e constante
  • Sensível a solo encharcado e compactado
  • Sofre com geadas fortes e sombra densa
  • Disputa difícil com ervas daninhas nos primeiros meses
  • Flores sem valor ornamental e atrai lesmas em locais úmidos
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a dicondra é a forração mais elegante para quem quer fugir da grama sem abrir mão do tapete verde, mas ela exige honestidade sobre o uso: é planta de contemplação, não de pisoteio. Se você respeitar sol, drenagem e pisoteio leve, ela entrega um jardim de revista com manutenção mínima.

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Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.