🐛 Insetos

Lagarta-de-fogo

Lonomia obliqua

Atualizado em

4 a 6 cm na fase de lagartaTamanho
Folhas de aroeira, abacateiro e outras árvoresAlimentação
Metamorfose completa em ~3 mesesCiclo de vida
Troncos de árvores, Mata Atlântica e áreas ruraisHabitat
Alto: veneno hemorrágico, risco de hemorragiaPerigo para humanos
Colônia de lagartas-de-fogo Lonomia obliqua agrupadas no tronco de árvore

A lagarta-de-fogo é o nome popular mais usado para a fase larval da mariposa do gênero Lonomia, sobretudo a espécie Lonomia obliqua. É uma das poucas lagartas do Brasil com risco real de morte, por causa do veneno liberado pelos espinhos ramificados que cobrem todo o corpo.

Apesar da aparência de "taturana", ela não é agressiva: o acidente acontece quase sempre por toque acidental em troncos de árvores onde dezenas de lagartas ficam agrupadas e camufladas. A mariposa adulta, ao contrário, é discreta, marrom-acinzentada e não oferece perigo.

Confundir lagarta-de-fogo com lagartas inofensivas é o erro mais comum. Entender as diferenças de cor, comportamento gregário e plantas hospedeiras é a melhor forma de prevenção para tutores de cachorro e gato, crianças e trabalhadores rurais.

Também conhecido como: Taturana, Taturana-de-fogo, Taturana oblíqua, Mariposa-da-taturana, Fire caterpillar (inglês), Oruga de fuego (espanhol)

Faz parte de: Insetos do Brasil, Insetos Peçonhentos, Pragas de Jardim

Explore a wiki

Galeria de fotos de Lagarta-de-fogo

Colônia de lagartas-de-fogo Lonomia obliqua agrupadas no tronco de árvore
Colônia de Lonomia obliqua camuflada no tronco, padrão típico de agrupamento.
Close extremo da cabeça e espinhos ramificados da lagarta-de-fogo
Detalhe dos espinhos ocos em forma de pinheirinho que injetam o veneno.
Mariposa adulta de Lonomia obliqua com asas abertas sobre casca de árvore
Mariposa adulta, discreta e noturna, sem risco de queimadura.
Pupa e casulo da lagarta-de-fogo semelhante a folha seca no solo
Casulo da pupa no solo, facilmente confundido com folha seca.
Lagartas-de-fogo se alimentando de folhas de aroeira
Alimentação noturna em folhas de aroeira, uma das hospedeiras preferidas.
Lagarta-de-fogo ao lado de ponta de dedo para escala de tamanho
Tamanho real da lagarta-de-fogo, entre 4 e 6 cm.

Perfil rápido de Lagarta-de-fogo

Calendário

Maior atividade das lagartasJFMAMJJASOND
Reprodução e postura de ovosJFMAMJJASOND
Fase de pupa no soloJFMAMJJASOND
Mariposas adultas em vooJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsTóxica
  • PessoasTóxica

Cerdas ocos injetam veneno com ação hemorrágica. Dor intensa imediata e risco de síndrome hemorrágica 12 a 48 h após contato extenso. Soro antilonômico é o tratamento específico. Leve ao pronto-socorro e ao veterinário imediatamente.

Vida útil

Na natureza
3 a 4 meses do ovo ao adulto; adulto vive 7 a 15 dias

Reprodução

Metamorfose
Completa: ovo > lagarta > pupa > mariposa
Acasalamento
Noturno, mediado por feromônios; fêmea atrai macho a curtas distâncias
Postura
70 a 120 ovos agrupados na face inferior de folhas
Ninhada e cuidado parental
Sem cuidado parental; lagartas gregárias desde a eclosão
Sazonalidade
Reprodução concentrada na primavera e verão, com pico de novembro a fevereiro

Habitat

Ambientes

  • Troncos e galhos de árvores frutíferas e nativas
  • Pomares, quintais arborizados, praças e matas de galeria
  • Bordas de Mata Atlântica e áreas de transição com Cerrado

Biomas

  • Mata Atlântica
  • Cerrado
  • Pampa
  • Amazônia (registros pontuais)

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Folhas de aroeira-mansa, abacateiro, goiabeira, pessegueiro, ameixeira, ipê e cedro

Outros alimentos

  • Folhas de outras árvores nativas e frutíferas; adulto raramente se alimenta

Encontrado em 4 países

  • Brasil
  • Argentina
  • Paraguai
  • Uruguai

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Arthropoda
Classe
Insecta
Ordem
Lepidoptera
Família
Saturniidae
Gênero
Lonomia
Espécie
Lonomia obliqua

Resumo

  • A lagarta-de-fogo é a larva urticante da mariposa Lonomia obliqua, com espinhos ocos que injetam veneno hemorrágico ao toque.
  • Vive agrupada em troncos de árvores no Sul e Sudeste do Brasil, ativa sobretudo entre primavera e verão, e se alimenta de folhas de frutíferas e nativas.
  • O contato causa dor intensa, queimação e pode evoluir para sangramentos; exige lavagem local e atendimento médico imediato, sem espremer ou usar remédios caseiros.

Características

Ficha do inseto

OrdemLepidoptera
FamíliaSaturniidae
GêneroLonomia
Espécie principalLonomia obliqua Walker, 1855
Origem e distribuiçãoAmérica do Sul; no Brasil, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com registros também no Norte
TamanhoLagarta: 4 a 6 cm; mariposa adulta: 4,5 a 5,5 cm de envergadura
Coresverdemarrommarrom-acinzentadobegecom espinhos esverdeadosmanchas em forma de U no dorso
Asas e vooAdulto com asas, voo noturno e curto; lagarta áptera
AlimentaçãoLagarta fitófaga (folhas); adulto não se alimenta ou se alimenta pouco
MetamorfoseCompleta (ovo > lagarta > pupa > mariposa)
Expectativa de vidaLagarta: 60 a 90 dias; pupa: 30 a 40 dias; adulto: 7 a 15 dias
HabitatTroncos, galhos e folhagens de árvores em matas, pomares e quintais arborizados
Comportamento socialGregário na fase larval, colônias de 20 a 100 indivíduos lado a lado
Principais predadoresAves, vespas parasitoides, moscas taquinídeas e percevejos predadores

Perfil e comportamento

Periculosidade para pessoasMuito alto
Importância para o ecossistemaMédio
Presença em casasBaixo
Benefício para a agriculturaMuito baixo
Dano às plantasMédio
Vida em grupoMuito alto

Como identificar a lagarta-de-fogo sem confundir

A lagarta-de-fogo não é uma espécie única no vocabulário popular, mas no Sul e Sudeste o nome quase sempre se refere à Lonomia obliqua, também chamada de taturana. Outras lagartas urticantes como Megalopyge lanata e Automeris spp. também são chamadas de lagarta-de-fogo em algumas regiões, o que gera confusão.

O traço inconfundível da Lonomia é a coroa de espinhos ramificados em forma de pinheirinho, distribuídos em fileiras ao longo do dorso. Cada espinho é oco e ligado a uma glândula de veneno. A coloração varia de verde-claro a marrom-escuro, sempre com manchas dorsais claras em forma de U ou V, que funcionam como camuflagem em cascas de árvore.

Outro ponto decisivo é o comportamento gregário. Ela raramente está sozinha. Colônias de 20 a 100 lagartas ficam alinhadas no tronco, cabeça para baixo, imóveis durante o dia. Se você vê uma lagarta peluda isolada, colorida e com tufos macios, provavelmente não é Lonomia.

Erros comuns de identificação

  • Lagarta peluda preta e laranja (taturana-gatinho): tem pelos longos e macios, não espinhos rígidos em forma de árvore.
  • Lagarta verde lisa sem espinhos: costuma ser de mariposas inofensivas e não causa queimação.
  • Casulo ou ninho: Lonomia não faz teia coletiva vistosa; fica exposta no tronco.

Por que a queimadura dói tanto: o veneno por trás dos espinhos

O veneno da Lonomia obliqua é diferente da maioria das lagartas que só causam dermatite. Ele contém toxinas com ação anticoagulante e pró-coagulante que desregulam a coagulação sanguínea. Na pele, a primeira reação é dor em queimação imediata, vermelhidão e inchaço, como se tivesse encostado em fogo — daí o nome.

Em casos com contato extenso ou múltiplas lagartas, o veneno pode entrar na circulação e causar síndrome hemorrágica: sangramento em gengivas, nariz, urina, hematomas espontâneos e, nos casos graves, insuficiência renal aguda. É o único gênero de lagarta no mundo com registro comprovado de mortes por hemorragia.

A estrutura que injeta o veneno é a cerda urticante oca. Ao toque, a ponta se quebra e funciona como uma microagulha. Não é preciso apertar: o simples roçar já libera o conteúdo. Por isso, escovar ou esfregar a área piora o quadro.

Onde vive e quando aparece no Brasil

A Lonomia obliqua é nativa da América do Sul e no Brasil concentra-se na Mata Atlântica do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, com expansão para áreas de Cerrado e até registros na Amazônia. Ela prefere ambientes arborizados, pomares, matas de galeria e quintais com árvores frutíferas.

As plantas hospedeiras mais citadas são aroeira-mansa, abacateiro, ameixeira, pessegueiro, goiabeira, ipê e cedro. As lagartas ficam no tronco durante o dia e sobem para se alimentar à noite. Em áreas urbanas, aparecem em árvores de praças, chácaras e sítios, raramente dentro de casa.

O pico de atividade vai de setembro a março, com maior incidência entre novembro e fevereiro, quando temperatura e umidade favorecem a eclosão dos ovos. É exatamente o período de férias e de maior contato de crianças e cachorros com árvores no quintal.

O que a lagarta-de-fogo come

Na fase larval, é estritamente fitófaga. Consome folhas à noite, podendo desfolhar ramos inteiros quando a colônia é grande, mas raramente mata a árvore. O dano agrícola é considerado moderado e localizado, bem menor que o de lagartas desfolhadoras de soja ou milho.

A mariposa adulta tem aparelho bucal atrofiado e vive de reservas acumuladas na fase de lagarta. Ela não se alimenta ou toma apenas néctar em pequena quantidade, vive cerca de uma semana e tem como única função reproduzir.

Essa diferença explica por que o controle focado no adulto não funciona. O manejo deve ser direcionado à fase de lagarta e à remoção de ovos, sempre com orientação técnica.

Ciclo de vida: de lagarta urticante a mariposa discreta

A metamorfose é completa e dura cerca de 90 dias, variando com clima e alimento. A fêmea põe 70 a 120 ovos em posturas agrupadas na face inferior de folhas.

  • Ovo (10 a 15 dias): pequenos, amarelados, em fileiras.
  • Lagarta (60 a 90 dias): passa por 6 ínstares, crescendo de poucos milímetros até 6 cm. É a única fase perigosa.
  • Pupa (30 a 40 dias): casulo marrom em forma de folha seca, no solo ou em fendas do tronco.
  • Adulto (7 a 15 dias): mariposa marrom-acinzentada, com faixa mais clara nas asas, hábito noturno e atraída por luz.

Na nossa avaliação, o ponto mais subestimado é a camuflagem da pupa. Muita gente limpa o quintal, mexe em folhas secas acumuladas na base da árvore e toca no casulo sem perceber, embora o risco maior continue sendo a lagarta.

A lagarta-de-fogo pica? Riscos para humanos, cachorro e gato

Ela não pica nem morde. O termo correto é acidente por contato com cerdas urticantes. A dor é imediata e descrita como queimadura, com vermelhidão, coceira intensa e formação de vergões. Em pessoas sensíveis, pode haver náusea, dor de cabeça e mal-estar.

O risco sistêmico surge quando há contato com muitas lagartas ou com grande área de pele, ou quando a vítima é criança pequena. Os sintomas de gravidade demoram de 12 a 48 horas para aparecer: sangramento espontâneo, urina escura, dor lombar e queda de pressão. Todo caso deve ser observado por pelo menos 24 horas.

Para cachorro e gato, o perigo é igual ou maior. Pets curiosos encostam o focinho no tronco ou tentam morder a lagarta. Os sinais são focinho inchado, salivação, choro, coceira intensa e apatia. Se houver sangramento em gengiva ou fezes escuras, é emergência veterinária. Nunca deixe o animal lamber o local.

O que fazer em caso de contato e como evitar acidentes

A primeira medida é lavar com água corrente e sabão neutro, sem esfregar. Retire cerdas visíveis com fita adesiva, pressionando levemente e puxando, sem usar pinça que possa espremer a glândula. Não aplique álcool, vinagre, pasta de dente ou gelo diretamente e não faça torniquete.

Procure atendimento médico imediatamente, mesmo que a dor pareça leve. Informe que foi contato com Lonomia/taturana e, se possível, leve foto da lagarta. O Brasil dispõe de soro antilonômico produzido pelo Instituto Butantan, único eficaz contra a síndrome hemorrágica, distribuído pelo SUS em hospitais de referência.

Prevenção prática no quintal e na escola

  • Inspecione troncos antes de encostar, podar ou deixar crianças brincarem perto de árvores frutíferas.
  • Use luvas grossas, camisa de manga longa e botas ao manusear lenha, entulho ou folhagens.
  • Não queime nem esmague a colônia com as mãos: cerdas soltas continuam ativas. Isole a árvore e acione vigilância ambiental ou centro de zoonoses.
  • Ensine crianças e tutores a não tocar em lagartas peludas ou espinhosas, por mais bonitas que pareçam.

Para controle, prefira manejo integrado: poda seletiva, remoção manual com ferramenta de cabo longo por profissional e preservação de inimigos naturais como vespas parasitoides. Inseticida só com recomendação agronômica e nunca de forma preventiva em área urbana.

Papel no ecossistema: praga ou parte do equilíbrio?

Na natureza, a lagarta-de-fogo é presa importante para aves, vespas e moscas parasitoides, e a mariposa é polinizadora noturna discreta. O surto populacional costuma estar ligado a desequilíbrio ambiental: desmatamento, monocultura e redução de predadores naturais.

Do ponto de vista agrícola, ela é considerada praga secundária. O desfolhamento raramente compromete a produção de pomares domésticos, e o maior prejuízo é sanitário, não econômico. Por isso, a Embrapa e órgãos de saúde recomendam convivência e controle focal, não erradicação.

Na nossa opinião, tratar toda lagarta como inimiga a ser eliminada é um erro. A Lonomia é um bioindicador de mata bem preservada e seu veneno, paradoxalmente, é estudado para desenvolver medicamentos anticoagulantes e antitrombóticos. O desafio é aprender a respeitar a distância.

Curiosidades que pouca gente sabe

Apesar da fama, a mariposa adulta é tão críptica que passa despercebida até por entomologistas. Ela tem coloração que imita casca de árvore e voo silencioso, o que dificulta o monitoramento por armadilha luminosa.

Outro detalhe pouco divulgado é a variação de cor dentro da mesma colônia: irmãs nascidas dos mesmos ovos podem ser verdes ou marrons, dependendo da alimentação e da idade, o que confunde quem tenta identificar por foto na internet.

Perguntas frequentes

Lagarta-de-fogo é venenosa?

Sim. As cerdas ocos liberam veneno com ação anticoagulante. O contato causa dor intensa e, em casos com muitas lagartas, pode causar hemorragias internas.

Qual a diferença entre lagarta-de-fogo e taturana?

São nomes populares para o mesmo grupo. No Sul e Sudeste, lagarta-de-fogo costuma ser a Lonomia obliqua, a taturana mais perigosa. Outras taturanas são menos tóxicas.

O que fazer se encostar em uma lagarta-de-fogo?

Lave com água e sabão sem esfregar, retire cerdas com fita adesiva e procure pronto-socorro imediatamente. Não use remédios caseiros e observe sintomas por 48 horas.

Lagarta-de-fogo pode matar cachorro ou gato?

Pode, se o contato for extenso ou se o pet morder a lagarta. Leve ao veterinário com urgência se houver inchaço no focinho, salivação ou sangramento.

Como acabar com lagarta-de-fogo no quintal?

Isole a árvore, não toque com as mãos e acione vigilância ambiental ou zoonoses. A remoção deve ser feita por profissional com equipamento de proteção.

Onde a lagarta-de-fogo vive?

Em troncos de árvores em matas, pomares e quintais arborizados, principalmente na Mata Atlântica do Sul e Sudeste, com pico entre primavera e verão.

A mariposa da lagarta-de-fogo também queima?

Não. O adulto é uma mariposa marrom discreta, sem cerdas urticantes, e não oferece risco. Apenas a lagarta é perigosa.

Você sabia?

1

O único soro do mundo contra lagarta

O soro antilonômico é produzido exclusivamente pelo Instituto Butantan, em São Paulo, a partir do veneno das cerdas da Lonomia obliqua. É distribuído gratuitamente pelo SUS e reverte a alteração de coagulação em horas.

2

Veneno que virou remédio

Proteínas do veneno, como a lopap e a losac, são estudadas para criar anticoagulantes e tratar tromboses. O mesmo mecanismo que causa hemorragia pode, em dose controlada, impedir coágulos.

3

Colônia que se move junta

As lagartas se deslocam em fila indiana à noite para se alimentar e voltam ao mesmo ponto do tronco ao amanhecer, mantendo a formação lado a lado que aumenta a camuflagem contra aves.

4

Mariposa que não come

O adulto de Lonomia obliqua vive apenas 7 a 15 dias e praticamente não se alimenta. Toda a energia para acasalar e pôr ovos vem das folhas que a lagarta consumiu.

Fontes

  1. Instituto Butantan - Acidentes por Lonomia
  2. Embrapa - Entomologia e Manejo de Lagartas
  3. GBIF - Lonomia obliqua occurrence data
  4. Ministério da Saúde - Guia de Vigilância de Acidentes por Animais Peçonhentos

Prós e contras: Lagarta-de-fogo

Prós

  • Veneno estudado para novos anticoagulantes e pesquisas médicas
  • Indicadora de mata preservada e de equilíbrio ecológico
  • Fase adulta atua como polinizadora noturna discreta
  • Serve de alimento para aves e insetos predadores, mantendo a cadeia alimentar

Contras

  • Veneno hemorrágico com risco de internação e morte em casos graves
  • Dor intensa e queimação imediata ao menor toque
  • Vive em colônias camufladas de difícil visualização em troncos
  • Perigo extra para crianças e pets curiosos em quintais arborizados
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a lagarta-de-fogo é o melhor exemplo de que perigo no Brasil não vem só de cobra e aranha. Ela exige educação ambiental, não pânico: saber reconhecer a colônia no tronco evita 90% dos acidentes sem precisar de veneno ou queimada.

Continue explorando: Insetos

Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Sansão Monteiro
Revisão especializadaSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 19.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.