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Inajazeiro

Attalea maripa (sin. Maximiliana maripa)

Atualizado em

15 a 20 m de alturaTamanho
Sol plenoLuminosidade
Moderada a altaRega
6 a 8 anosPrimeiros frutos
Média a altaDificuldade
Inajazeiro adulto Attalea maripa com estipe único e copa grande na Amazônia

O inajazeiro (Attalea maripa) é uma palmeira frutífera nativa da Amazônia, de estipe único e copa imponente, que pode passar de 15 metros de altura. Forma cachos grandes e pesados com centenas de frutos amarelo-alaranjados de polpa fina e amêndoa oleosa muito apreciada por animais e comunidades tradicionais.

Diferente do açaí e da pupunha, o inajazeiro não perfilha e tem crescimento lento, levando de 6 a 8 anos para a primeira frutificação. É uma espécie de terra firme, extremamente rústica e adaptada ao clima quente e úmido, mas pouco adequada a vasos ou quintais pequenos.

Seu fruto é consumido in natura, em sucos, mingaus e óleo, e tem importância ecológica como alimento para araras, cutias e queixadas. Na nossa avaliação, é uma frutífera para quem pensa em longo prazo e tem espaço: não é para colheita rápida, e sim para sombra, biodiversidade e produção oleaginosa.

Também conhecido como: Inajá, Inajá-açu, Anajá, Maripá, Palmeira-inajá

Faz parte de: Frutíferas do Brasil, Lista de Frutíferas

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Galeria de fotos de Inajazeiro

Inajazeiro adulto Attalea maripa com estipe único e copa grande na Amazônia
Inajazeiro adulto pode ultrapassar 15 metros e domina paisagens de terra firme.
Frutos de inajá amarelo-alaranjados em close
Frutos ovoides de 3 a 4,5 cm com polpa fina e oleosa.
Cacho pendente de inajá entre as folhas da palmeira
Cada cacho pode ter 500 a 1.000 frutos e pesar até 50 kg.
Inflorescência do inajazeiro com flores creme
Floração de agosto a novembro atrai besouros polinizadores.
Fruto de inajá cortado mostrando polpa e amêndoa
Interior com endocarpo duro e até três amêndoas oleosas ricas em óleo láurico.
Cesta com colheita de frutos de inajá
Colheita ocorre na estação chuvosa e a polpa deve ser usada ou congelada rápido.
Ideal para

Ideal para quem tem sítio, chácara ou fazenda na região Norte e Centro-Oeste úmido e busca uma palmeira nativa de sombra alta, produção oleosa e atração de fauna. Funciona muito bem em sistemas agroflorestais, reflorestamento produtivo e quintais rurais amplos onde há espaço para copa de 8 metros e queda de cachos pesados.

Pode não ser ideal para

Não é ideal para apartamento, vaso, quintal urbano pequeno ou para quem quer fruta rápida e doce para consumo de mesa. O porte gigante, o crescimento lento de 6 a 8 anos até frutificar e a necessidade de sol pleno e manejo de cachos pesados exigem espaço, tempo e tolerância à sujeira de frutos que caem e fermentam rápido.

Cultivo rápido

Luminosidade
Sol pleno o dia todo; não tolera sombreamento na fase produtiva
Rega
Moderada a alta nos 2 primeiros anos; depois apenas em veranicos prolongados
Solo
Profundo, bem drenado, arenoso-argiloso, pH 4,5 a 6,5, com muita matéria orgânica
Temperatura ideal
22 °C a 32 °C; sensível a geada e frio abaixo de 12 °C
Adubação
NPK 10-10-10 nos 2 primeiros anos; NPK 10-05-20 na produção + esterco e calcário se necessário
Poda
Apenas folhas secas e cachos velhos; nunca remover folhas verdes ativas
Propagação
Sementes com escarificação do endocarpo; germinação de 8 a 18 meses

Perfil rápido de Inajazeiro

Calendário

PlantioJFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND
Frutificação / ColheitaJFMAMJJASOND

Encontrado em 6 países

  • Brasil
  • Guiana
  • Suriname
  • Venezuela
  • Colômbia
  • Bolívia

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Tracheophyta
Classe
Liliopsida
Ordem
Arecales
Família
Arecaceae
Gênero
Attalea
Espécie
Attalea maripa (Aubl.) Mart.

Resumo

  • Inajazeiro é palmeira amazônica de estipe único com 15 a 20 m, de sol pleno e clima quente e úmido, que frutifica entre dezembro e junho.
  • Leva de 6 a 8 anos para produzir os primeiros cachos, que podem ter 500 a 1.000 frutos com polpa fina e amêndoa rica em óleo láurico.
  • Propagação é por sementes com dormência longa (8 a 12 meses para germinar) e cultivo exige espaço, solo bem drenado e pouca poda.

Características

Ficha da frutífera

Nome popularInajazeiro, inajá, inajá-açu, anajá, maripá
Nome científicoAttalea maripa (Aubl.) Mart. (sin. Maximiliana maripa)
Família botânicaArecaceae
OrigemAmazônia (Brasil, Guianas, Venezuela, Colômbia e Bolívia)
Tamanho15 a 20 m de altura; estipe de 20 a 35 cm de diâmetro
Tempo até frutificar6 a 8 anos (a partir de semente)
Época de frutificaçãoDezembro a junho, pico de março a maio
LuminosidadeSol pleno
RegaModerada a alta; não tolera encharcamento prolongado
SoloProfundo, bem drenado, arenoso-argiloso, pH 4,5 a 6,5, rico em matéria orgânica
ClimaTropical úmido e equatorial; 22 °C a 32 °C, chuvas acima de 1.600 mm/ano
PropagaçãoSementes (amêndoas)
Cultivo em vasoNão recomendado; apenas muda jovem temporariamente
Espaçamento8 x 8 m a 10 x 10 m entre plantas

Perfil e comportamento

Necessidade de solMuito alto
Necessidade de águaAlto
Facilidade de cultivoBaixo
Adequação a vasosMuito baixo
ProdutividadeAlto
Resistência a pragasAlto

Como reconhecer o inajazeiro sem confundir com outras palmeiras

O inajazeiro é uma palmeira solitária, de estipe único, liso e acinzentado, sem perfilhos na base. Isso já o diferencia do açaí e da pupunha, que formam touceiras. A copa é densa, com 8 a 15 folhas pinadas enormes, de 6 a 10 metros de comprimento, arqueadas e com folíolos dispostos em vários planos, o que dá aspecto plumoso e desordenado.

O estipe costuma ter 20 a 35 cm de diâmetro e marcas aneladas das folhas antigas. Em plantas adultas, a altura varia de 15 a 20 metros, podendo excepcionalmente chegar a 25 metros em floresta. Não tem espinhos no tronco nem nas folhas, ao contrário do tucumã e do pupunheira.

Os cachos são interfoliares, pendentes e muito pesados, com 1 a 2 metros de comprimento. Cada cacho sustenta 500 a 1.000 frutos ovoides de 3 a 4,5 cm, com casca lisa que vai do verde ao amarelo-alaranjado quando madura. A polpa é fina, fibrosa e oleosa, envolvendo 1 a 3 amêndoas duras por fruto.

Onde o inajazeiro vive e por que é tão importante na Amazônia

O inajazeiro é nativo da Amazônia brasileira e das Guianas, ocorrendo do Pará e Amapá ao Acre, Amazonas, Roraima e Maranhão, além de Venezuela, Colômbia, Suriname e Bolívia. Prefere terra firme, capoeiras, pastagens abandonadas e bordas de floresta, raramente em áreas alagadas.

É uma espécie pioneira e colonizadora. Em áreas desmatadas, surge espontaneamente e domina a paisagem, formando os chamados inajazais. Isso acontece porque suas sementes são dispersas por cutias, pacas, queixadas e araras, que enterram ou carregam os frutos a longas distâncias.

Ecologicamente, é uma planta-chave para a fauna. Na entressafra de outras palmeiras, seus frutos mantêm mamíferos e aves. Para comunidades ribeirinhas e indígenas, é fonte tradicional de alimento, óleo e material para cobertura de casas com as folhas.

Quando e como o inajazeiro dá frutos

A floração ocorre principalmente de agosto a novembro, com inflorescências amarelo-creme grandes e ramificadas, protegidas por bráctea lenhosa. A polinização é feita por besouros e abelhas, e a frutificação leva de 4 a 6 meses.

A colheita vai de dezembro a junho, com pico entre março e maio, coincidindo com o período chuvoso. Um único indivíduo adulto pode produzir 2 a 4 cachos por ano, cada um com 30 a 50 kg. A produtividade aumenta após os 10 anos.

O fruto maduro tem polpa amarela fina (2 a 4 mm), de sabor adocicado e oleoso, que lembra dendê suave. No interior, há um endocarpo extremamente duro com até 3 amêndoas brancas e oleosas. A polpa se deteriora em 2 a 3 dias após a queda, por isso o consumo deve ser rápido ou a polpa congelada.

Como saber se o fruto está no ponto

  • Casca amarelo-alaranjada intensa e levemente brilhante, sem verde na base.
  • Queda espontânea do cacho: frutos no chão indicam maturação completa.
  • Aroma oleoso adocicado e polpa que se solta com facilidade ao pressionar.

Como plantar inajazeiro: o desafio da semente dormente

A propagação é exclusivamente por sementes. Não há estaquia ou perfilhamento. O maior obstáculo é a dormência física do endocarpo, que faz a germinação levar de 8 a 18 meses em condições naturais. Sem quebra de dormência, menos de 30% germinam.

Para acelerar, produtores escarificam o endocarpo com lixa ou corte lateral sem atingir a amêndoa e deixam as sementes de molho em água por 48 horas, trocando a água diariamente. Outra técnica é manter as sementes em canteiro úmido e sombreado com areia e serragem, cobertas por 5 cm de substrato.

O plantio definitivo deve ser feito com muda de 60 a 90 cm, com 1 a 2 anos. Abra cova de 60 x 60 x 60 cm, misture 10 a 15 litros de esterco curtido, 200 g de farinha de ossos e areia se o solo for argiloso. Plante no início da estação chuvosa (outubro a março) e mantenha coroamento de 1 metro sem mato.

Respeite o espaçamento de 8 a 10 metros entre plantas. O inajazeiro tem sistema radicular profundo e copa ampla; plantio adensado reduz frutificação e aumenta competição por luz.

Luz, rega, solo e clima ideais no Brasil

Luz: exige sol pleno desde jovem. Sombreamento prolongado estica o estipe, afina as folhas e atrasa a frutificação em anos. Em sistemas agroflorestais, só funciona como espécie emergente, acima do dossel.

Clima: tropical úmido e equatorial, com temperaturas de 22 °C a 32 °C e chuvas bem distribuídas acima de 1.600 mm anuais. Tolera veranicos curtos, mas não geada nem frio abaixo de 12 °C. Vai bem em todo o Norte, parte do Nordeste e Centro-Oeste úmido; no Sudeste e Sul, só em baixadas quentes e sem geada.

Solo: prefere latossolos profundos, bem drenados, arenosos a argilo-arenosos, com pH entre 4,5 e 6,5. Não tolera solo compactado ou encharcado. Matéria orgânica alta acelera o crescimento inicial, que é naturalmente lento nos dois primeiros anos.

Rega: nos primeiros 2 anos, regue 2 a 3 vezes por semana na seca, mantendo o solo úmido, mas não encharcado. Após estabelecida, a palmeira é resistente à seca moderada graças às raízes profundas, mas a produção cai sem água no período de floração e enchimento dos frutos.

Poda, adubação e manejo para produzir mais

O inajazeiro não precisa de poda de formação. A única intervenção é a remoção de folhas secas, velhas ou com pragas, cortando próximo ao estipe sem ferir o palmito. Nunca corte folhas verdes ativas: cada folha sustenta o crescimento e a produção do cacho seguinte.

A limpeza do cacho também importa. Retire frutos mumificados e brácteas velhas após a colheita para reduzir fungos. Use ferramenta limpa e desinfetada; feridas no estipe são porta de entrada para brocas.

Para adubação, faça análise de solo e siga esta base usada por produtores no Pará:

  • Anos 1 e 2: 40 a 60 g de NPK 10-10-10 por planta a cada 4 meses, mais cobertura morta.
  • Anos 3 a 5: 800 g a 1,2 kg de NPK 10-05-15 por ano, parcelado no início e fim das chuvas.
  • Produção: 1,5 a 2 kg de NPK 10-05-20 + 1 kg de calcário dolomítico se pH abaixo de 4,5, além de 10 litros de esterco.

Em solos pobres de potássio, a deficiência aparece como amarelecimento das pontas das folhas mais velhas. Nesse caso, reforce com cloreto de potássio e matéria orgânica.

Pragas, doenças e problemas mais comuns

O inajazeiro é rústico e pouco atacado quando bem espaçado e ventilado, mas há dois inimigos principais. O besouro Rhynchophorus palmarum (broca-do-olho-do-coqueiro) perfura o palmito e pode matar a planta. Sinais são exsudação escura e folhas centrais murchas. Previna evitando feridas e removendo plantas mortas próximas.

Lagartas Brassolis sophorae e ácaros podem desfolhar mudas em viveiro. Controle com catação manual e jato de água; em casos severos, óleo de neem. Evite inseticidas amplos que matam polinizadores.

Entre doenças, a podridão do estipe por Ganoderma ocorre em solo encharcado e com ferimentos. Não há cura; a prevenção é drenagem e não enterrar o colo da muda. Manchas foliares por fungos são comuns em mudas sombreadas e úmidas: melhore a ventilação e reduza a irrigação por aspersão nas folhas.

Usos do fruto, da amêndoa e do óleo: além do consumo in natura

A polpa do inajá é consumida crua, cozida ou batida com água como mingau chamado “vinho de inajá” no interior do Pará e Amazonas. Tem consistência cremosa e sabor que lembra milho verde com dendê. Por ser muito oleosa, é energética e perecível: deve ser despolpada e congelada no mesmo dia.

A amêndoa é o maior valor econômico. Contém 45% a 55% de óleo rico em ácido láurico, semelhante ao óleo de babaçu e coco. Comunidades extraem o óleo por prensagem a frio para cozinha, sabão e cosméticos. A torta residual serve para ração animal.

Outros usos tradicionais incluem palmito amargo (pouco consumido), folhas para cobertura de casas e artesanato, e endocarpo duro como carvão. O óleo também é estudado como matéria-prima para biodiesel por seu rendimento e estabilidade, embora a colheita ainda seja extrativista.

Nutricionalmente, a polpa é rica em lipídios, carotenoides (pró-vitamina A) e fibras, mas pobre em açúcares. Não é fruta de mesa doce como manga; seu apelo é oleoso e sustentado, mais próximo da pupunha e do tucumã.

Vale a pena plantar inajazeiro no quintal?

O inajazeiro só faz sentido se você tem espaço, paciência e clima amazônico. Para sítios, chácaras e projetos de restauração, é excelente: dá sombra alta, atrai fauna e produz óleo sem exigir irrigação constante depois de adulto.

Para quintal urbano pequeno, vaso ou quem busca fruta rápida e doce, não é a escolha certa. O crescimento lento, o porte gigante e a queda de cachos pesados de 40 kg exigem distância de casas, fiação e áreas de circulação.

Perguntas frequentes

Inajazeiro dá para plantar em vaso?

Não. O porte de 15 a 20 m e as raízes profundas inviabilizam vaso. Só é possível manter muda jovem por até 1 ano em vaso grande de 50 litros, depois precisa ir para o solo.

Quanto tempo o inajazeiro leva para dar frutos?

De 6 a 8 anos a partir da semente em condições ideais de sol e solo. Com dormência longa, some mais 1 ano de viveiro até a muda ir a campo.

Qual a diferença entre inajá e açaí?

O inajá (Attalea maripa) tem estipe único, não perfilha, frutos amarelo-alaranjados com polpa fina e amêndoa oleosa. O açaí (Euterpe oleracea) forma touceira e tem frutos roxos com polpa cremosa.

Como quebrar a dormência da semente de inajá?

Escarifique o endocarpo lixando levemente um lado sem atingir a amêndoa, deixe 48 horas de molho trocando a água e semeie em areia úmida e sombreada. A germinação ainda leva meses.

O fruto do inajazeiro é comestível?

Sim. A polpa fina é comestível in natura, cozida ou batida como mingau, e a amêndoa é comestível e rica em óleo. O sabor é oleoso e adocicado, não muito doce.

Precisa podar o inajazeiro?

Apenas remova folhas secas e restos de cachos. Nunca corte folhas verdes, pois cada folha sustenta o crescimento e a próxima produção.

Inajazeiro precisa de muita água?

Precisa de chuvas acima de 1.600 mm anuais ou rega regular nos 2 primeiros anos. Depois de adulto tolera seca curta, mas a produção cai sem água na floração.

Você sabia?

1

Germinação que testa a paciência

O endocarpo do inajá é tão duro que a semente pode levar de 8 a 18 meses para germinar. Cutias ajudam ao roer e enterrar os frutos, fazendo escarificação natural.

2

Óleo laurico como o do coco

A amêndoa tem até 55% de óleo rico em ácido láurico, o mesmo do coco e babaçu, muito valorizado para sabão, cosméticos e estudos de biodiesel.

3

Cachos de até 50 kg

Um único cacho pode pesar 30 a 50 kg e conter quase mil frutos. A queda espontânea é o principal sinal de maturação e exige cuidado onde há circulação.

4

Inajazais espontâneos

Em pastagens abandonadas da Amazônia, o inajazeiro domina e forma populações densas chamadas inajazais, sendo uma das primeiras palmeiras a recolonizar áreas desmatadas.

Fontes

  1. Embrapa Amazônia Oriental
  2. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  3. FAO - Non-Wood Forest Products

Prós e contras: Inajazeiro

Prós

  • Extremamente rústico e adaptado à Amazônia, tolera solos pobres se bem drenados
  • Alta produtividade oleosa com amêndoa rica em ácido láurico para óleo e sabão
  • Importante para fauna e restauração, forma sombra alta e atrai polinizadores e dispersores
  • Pouca exigência de poda e baixa incidência de doenças quando bem espaçado

Contras

  • Porte gigante (15 a 20 m) incompatível com quintais pequenos e vasos
  • Demora de 6 a 8 anos até a primeira colheita e germinação muito lenta
  • Frutos perecíveis e cachos pesados que caem e sujam o entorno
  • Não tolera geada, frio ou sombreamento prolongado
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o inajazeiro não é frutífera de quintal urbano, e sim palmeira de paisagem produtiva para quem tem área e visão de longo prazo. Seu valor está menos no sabor doce e mais no óleo da amêndoa, na rusticidade e no papel ecológico de alimentar a fauna amazônica.

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Escrito porFeliciano MureneVeterinário

Feliciano Murene é professor e criador de conteúdo. Formado em Biologia, possui cerca de 5 anos de experiência em sala de aula e atua na produção de conteúdos…

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Revisão especializadaCacilda MassemaEngenheira Agrônoma

Com experiência no universo das plantas, dedica-se à pesquisa e produção de conteúdos sobre cultivo, identificação de espécies, plantas ornamentais, flores, árvores e frutíferas. Partilha conhecimentos práticos sobre…

Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.