🦜 Aves e Pássaros

Mainá

Gracula religiosa

Atualizado em

25 a 30 cmTamanho
120 a 260 gPeso
12 a 15 anosExpectativa de vida
Muito alto, imita vozCanto
Florestas e cidadesHabitat
Mainá-da-montanha de corpo inteiro pousada em galho mostrando plumagem preta brilhante e carúnculas amarelas

A mainá é um pássaro da família dos estorninhos (Sturnidae) famoso pela capacidade extraordinária de imitar a voz humana, sons e até assobios com nitidez impressionante. No Brasil o nome é usado principalmente para duas espécies: a mainá-da-montanha (Gracula religiosa), de plumagem preta brilhante e carúnculas amarelas, e a mainá-comum (Acridotheres tristis), mais urbana e invasora.

Inteligente, barulhenta e muito social, ela vive em bandos, adapta-se fácil a cidades e florestas e pode viver mais de 12 anos. Não é uma ave silvestre brasileira — todas as mainás vistas por aqui são exóticas, vindas do sul e sudeste da Ásia — e sua criação como pet exige autorização legal.

Também conhecido como: Mainá-da-montanha, Mainá-comum, Mainato, Hill Myna, Common Myna, Gracula

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Galeria de fotos de Mainá

Mainá-da-montanha de corpo inteiro pousada em galho mostrando plumagem preta brilhante e carúnculas amarelas
Mainá-da-montanha (Gracula religiosa), a mais famosa imitadora da voz humana.
Close da cabeça da mainá-da-montanha mostrando carúnculas amarelas e bico laranja
Detalhe da cabeça: carúnculas amarelas são a marca da espécie.
Mainá-comum em voo com asas abertas mostrando mancha branca
Mainá-comum em voo, note a mancha branca na asa.
Mainá-comum forrageando no chão de parque urbano
Forrageio no solo é típico da mainá-comum nas cidades.
Ninho de mainá em cavidade de árvore com ovos azul-esverdeados
Ninho em cavidade com ovos azul-esverdeados.
Dormitório coletivo de mainás-comuns ao entardecer
Dormitórios coletivos podem reunir centenas de mainás.
Ideal para

Ideal para observadores de aves experientes e criadores autorizados que têm espaço, tempo diário para interação e buscam uma ave extremamente inteligente e comunicativa. Quem aprecia vocalização e comportamento social vai se encantar com a capacidade de imitação e curiosidade da mainá.

Pode não ser ideal para

Não é ideal para quem mora em apartamento, tem pouca disponibilidade ou busca uma ave silenciosa e de baixa manutenção. Também não serve para famílias que esperam um pet dócil para crianças, pois a mainá é territorial, barulhenta e exige manejo técnico e legalização rigorosa.

Perfil rápido de Mainá

Estado de conservação

LC
Pouco Preocupante

Populações globais estáveis, mas subespécies insulares em declínio por tráfico.

População
Estável para Gracula religiosa; em expansão para Acridotheres tristis como invasora
Protegido por
CITES Apêndice II para Gracula religiosa; controle como exótica invasora para Acridotheres tristis

Calendário

Reprodução no BrasilJFMAMJJASOND
Maior atividade vocalJFMAMJJASOND

Vida útil

Na natureza
12 a 15 anos
Em cativeiro
15 a 20 anos com manejo adequado

Reprodução

Maturidade sexual
1 a 2 anos
Época reprodutiva
Primavera e verão (setembro a janeiro no Brasil)
Tipo de ninho
Cavidade em árvore, telhado ou caixa-ninho
Ovos por postura
2 a 3 ovos azul-esverdeados com manchas marrons
Incubação
14 a 18 dias, principalmente pela fêmea
Saída do ninho
25 a 30 dias após eclosão
Ninhadas por ano
1 a 2

Habitat

Ambientes

  • Florestas úmidas e bordas de mata
  • Áreas agrícolas e pastagens
  • Parques e praças urbanas
  • Telhados, postes e áreas com cavidades

Biomas

  • Mata Atlântica (como exótica urbana)
  • Cerrado (áreas antropizadas)
  • Pampa (registros urbanos no Sul)

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Frutos e néctar
  • Insetos e larvas

Outros alimentos

  • Sementes
  • Pequenos vertebrados e ovos
  • Restos de alimento humano

Encontrado em 11 países

  • Índia
  • Sri Lanka
  • Tailândia
  • Malásia
  • Indonésia
  • Myanmar
  • Vietnã
  • Filipinas
  • Austrália
  • África do Sul
  • Brasil

Como animal de estimação

Adequação como pet
Baixa para iniciantes; exige espaço, tempo e enriquecimento intenso
Legalidade no Brasil
Só com origem em criadouro comercial autorizado pelo IBAMA/órgão estadual, com nota e anilha; captura e comércio silvestre são crime
Nível de cuidado
Alto: viveiro grande, dieta variada, banhos diários e interação social
Vocalização em casa
Muito alta; imita fala, assobios e ruídos domésticos o dia todo

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Aves
Ordem
Passeriformes
Família
Sturnidae
Gênero
Gracula / Acridotheres
Espécie
Gracula religiosa (mainá-da-montanha) / Acridotheres tristis (mainá-comum)

Resumo

  • A mainá é uma ave asiática da família Sturnidae, conhecida por imitar a voz humana com mais clareza que papagaios e periquitos.
  • No Brasil ocorre como espécie exótica e invasora, especialmente a mainá-comum, vista em áreas urbanas do Sudeste e Sul.
  • Sua criação em cativeiro só é legal com origem comprovada e registro no IBAMA, e a soltura na natureza é crime ambiental.

Características

Ficha da espécie

FamíliaSturnidae (estorninhos)
Origem e distribuiçãoSul e Sudeste da Ásia; introduzida nas Américas, África e Oceania
HabitatFlorestas úmidas, bordas de mata, áreas agrícolas e centros urbanos
Tamanho (comprimento)25 a 30 cm (Gracula religiosa); 23 a 26 cm (Acridotheres tristis)
Envergadura35 a 45 cm
Peso120 a 260 g
Corespreto brilhanteamarelobrancomarromcinza
Expectativa de vida12 a 15 anos na natureza, até 20 anos em cativeiro
AlimentaçãoOnívora: frutos, néctar, insetos, pequenos vertebrados e restos humanos
CantoVocalização alta, melodiosa e com imitação perfeita de sons humanos
Reprodução (ninho e ovos)Ninho em cavidade de árvore; 2 a 3 ovos azul-esverdeados, incubação de 14 a 18 dias
Comportamento socialGregária, vive em casais ou bandos de até centenas em dormitórios coletivos
Variedades ou subespéciesGracula religiosa com 5 a 8 subespécies; Acridotheres tristis com 2 subespécies

Perfil e comportamento

SociabilidadeMuito alto
Intensidade do cantoMuito alto
InteligênciaMuito alto
Facilidade de criaçãoBaixo
Necessidade de espaçoAlto
Nível de atividadeMuito alto
Capacidade de imitar sonsMuito alto

O que é a mainá e por que ela chama tanta atenção

A mainá não é uma ave brasileira. O nome popular reúne estorninhos asiáticos do gênero Gracula e Acridotheres, trazidos para outros continentes como aves de gaiola pela habilidade vocal.

No Brasil, duas se destacam. A mainá-da-montanha (Gracula religiosa) é a falante mais famosa do mundo, toda preta com brilho arroxeado e carúnculas amarelas na nuca. A mainá-comum (Acridotheres tristis) é marrom com cabeça preta, bico amarelo e mancha branca na asa, comum em ruas e praças de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

O que torna a mainá única é a siringe extremamente versátil e a memória auditiva. Ela não só repete palavras, mas copia entonação, risada e até toque de celular, com mais clareza que muitos papagaios.

Como reconhecer a mainá: tamanho, cores e detalhes que não enganam

Apesar do nome único, as duas mainás são bem diferentes à primeira vista.

A mainá-da-montanha mede 27 a 30 cm e pesa 200 a 260 g. A plumagem é preta com reflexos esverdeados e arroxeados, bico laranja-amarelado e pernas amarelas fortes. O detalhe inconfundível são as barbelas e carúnculas amarelas que contornam a parte de trás da cabeça e nuca, como uma máscara.

A mainá-comum é menor, 23 a 26 cm e 110 a 140 g. O corpo é marrom-acinzentado, cabeça e peito pretos, bico e pele ao redor dos olhos amarelos vivos. Em voo mostra mancha branca grande nas primárias e ponta da cauda branca, fácil de ver mesmo de longe.

Ambas têm olhos escuros, cauda curta e postura ereta quando pousadas. O canto é alto e não passa despercebido.

Mainá x chupim x estorninho: não confunda

Muita gente confunde mainá-comum com chupim ou com estorninho-europeu. O chupim tem bico mais fino e não tem amarelo no rosto. O estorninho-europeu tem plumagem pintalgada de branco e bico mais alongado. A pele nua amarela ao redor do olho é exclusiva da mainá-comum.

Mainá fala mesmo? Canto, imitação e inteligência

Sim, e muito bem. A mainá-da-montanha é considerada a melhor imitadora entre todas as aves, superando papagaios em nitidez. Em cativeiro, indivíduos bem socializados aprendem mais de 100 palavras e frases curtas e reproduzem com timbre quase humano.

Na natureza o repertório é diferente: assobios melodiosos, chamados ásperos, alarmes e imitações de outras aves. Machos e fêmeas cantam, mas machos tendem a ter vocalização mais variada na época reprodutiva.

A inteligência vai além da voz. Mainás resolvem problemas simples, reconhecem tutores, aprendem rotinas e usam o bico para explorar objetos. São extremamente sociais e sofrem com isolamento. Uma mainá sozinha sem estímulo vocaliza excessivamente e pode desenvolver comportamento repetitivo.

Um fato pouco conhecido: filhotes criados ouvindo humanos desde os 30 dias de vida imitam com muito mais precisão do que aves adultas capturadas. Por isso o tráfico de filhotes foi tão intenso na Ásia nas décadas de 1980 e 1990.

Onde vive a mainá no Brasil e no mundo

A área nativa da mainá-da-montanha vai da Índia e Sri Lanka até o sul da China, Tailândia, Malásia e Indonésia. A mainá-comum tem origem semelhante, mas se espalhou muito mais.

Por ser generalista, a mainá-comum foi introduzida em mais de 30 países e entrou na lista das 100 piores espécies invasoras do mundo segundo a IUCN. No Brasil, os primeiros registros são da década de 1990, provavelmente de fugas e solturas no Sudeste.

Hoje é vista com frequência em áreas urbanas e periurbanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Prefere praças, aterros, feiras, pastagens e bordas de mata, onde encontra alimento fácil e cavidades para nidificar.

A mainá-da-montanha não tem população asselvajada estabelecida no Brasil. Os indivíduos vistos são quase sempre aves de cativeiro fugitivas, mais dependentes de mata úmida e frutíferas.

O que a mainá come na natureza e em cativeiro

É onívora oportunista. Na natureza consome frutas, néctar, sementes, insetos, larvas, pequenos lagartos e ovos de outras aves. Em cidades, aproveita restos de comida humana, ração de pombos e lixo orgânico.

Essa dieta variada explica o sucesso como invasora. Ela compete diretamente com aves nativas como sabiás, sanhaços e pica-paus por frutos e cavidades.

Em cativeiro legalizado, a base deve ser ração extrusada para estorninhos ou pássaros frugívoros, complementada com frutas picadas, legumes e proteína animal como tenébrios. Sementes puras, como girassol, são pobres e causam deficiência de vitamina A e obesidade.

Mainás não podem comer chocolate, abacate, cafeína ou alimentos com sal e tempero. Água fresca deve estar sempre disponível, pois bebem e se banham várias vezes ao dia.

Comportamento social e vida em bando

Fora da reprodução, a mainá é altamente gregária. Durante o dia forrageia em casais ou grupos pequenos e, ao entardecer, forma dormitórios coletivos que podem reunir milhares de indivíduos em árvores ou fiações.

São ativas, barulhentas e territoriais na época de cria. Defendem o ninho com voos rasantes e gritos contra outras aves e até humanos. Em áreas urbanas, acostumam-se rápido à presença de pessoas e podem se alimentar a poucos metros de distância.

A comunicação é constante: chamados de contato, alarme agudo e duetos entre casal. A imitação também tem função social, para impressionar parceiros e marcar território.

Reprodução, ninhos e filhotes

A reprodução ocorre na primavera e verão. O casal é monogâmico e territorial, e ambos defendem a área.

O ninho é feito em cavidade natural de árvore, forro de telhado, poste ou caixa-ninho, forrado com folhas, capim, papel e até plástico. A fêmea põe 2 a 3 ovos azul-esverdeados com pintas marrons, incubados por 14 a 18 dias, principalmente por ela.

Os filhotes nascem sem penas e com olhos fechados. São alimentados pelos dois pais com insetos e frutos regurgitados e deixam o ninho com cerca de 25 a 30 dias, mas continuam sendo alimentados por mais duas semanas.

Em regiões quentes pode haver duas ninhadas por ano. Essa produtividade alta, somada à adaptação urbana, acelera a invasão da mainá-comum.

Espécie Tamanho médio Traço distintivo Status no Brasil
Mainá-da-montanha (Gracula religiosa) 27 a 30 cm Carúnculas amarelas grandes na nuca, bico laranja Exótica de cativeiro, sem população selvagem estabelecida
Mainá-comum (Acridotheres tristis) 23 a 26 cm Cabeça preta, corpo marrom, mancha branca na asa Exótica invasora, em expansão no Sudeste e Sul

Posso ter mainá em casa? Legalidade e cuidados no Brasil

Esta é a dúvida mais pesquisada e a resposta é clara: ter mainá capturada na natureza é crime ambiental (Lei 9.605/98). A venda de aves silvestres sem origem legal é ilegal.

Só é permitido manter mainá se ela vier de criadouro comercial autorizado pelo IBAMA ou órgão estadual, com nota fiscal e anilha fechada. Como não é fauna nativa, ela não entra na lista de passeriformes liberados para criadores amadores (SISPASS). A regularização é via criadouro comercial, o que torna a oferta legal muito restrita e burocrática.

Mesmo quando legalizada, a mainá exige muito cuidado: viveiro grande (mínimo 1,5 m de comprimento), enriquecimento diário, banho, dieta variada e interação social constante. É barulhenta, suja bastante e pode viver 15 a 20 anos, um compromisso longo.

Na nossa avaliação, a mainá não é uma boa escolha como pet para iniciantes ou para quem mora em apartamento. O apelo da fala esconde uma ave exigente, que sofre isolada em gaiola pequena.

Conservação e impacto como espécie introduzida

A mainá-da-montanha é classificada como Pouco Preocupante (LC) pela IUCN, mas algumas subespécies insulares estão em declínio por captura para o comércio. Já a mainá-comum, também LC globalmente, é um problema onde foi introduzida.

No Brasil, ela compete por cavidades com pica-paus, corujas e periquitos, preda ovos e pode transmitir parasitas. Estudos na Austrália e África do Sul mostram redução de aves nativas onde a mainá se estabelece.

A recomendação dos órgãos ambientais é não soltar mainás e comunicar avistamentos de bandos grandes a centros de controle de fauna exótica. O manejo é complexo e depende de educação e fiscalização, não de captura amadora.

Perguntas frequentes

Mainá fala igual gente?

A mainá-da-montanha é a ave que imita a voz humana com maior nitidez, copiando palavras, entonação e até risadas. A mainá-comum também imita, mas com menos clareza.

Qual a diferença entre mainá e mainá-comum?

A mainá-da-montanha (Gracula religiosa) é toda preta com carúnculas amarelas na nuca e bico laranja. A mainá-comum (Acridotheres tristis) é marrom com cabeça preta, bico amarelo e mancha branca na asa.

Mainá pode ser criada legalmente no Brasil?

Só se vier de criadouro comercial autorizado pelo IBAMA ou órgão estadual, com nota fiscal e anilha. Capturar, comprar ou soltar ave sem origem legal é crime ambiental.

Mainá vive quanto tempo?

Na natureza vive 12 a 15 anos. Em cativeiro, com alimentação e manejo corretos, pode chegar a 20 anos.

O que a mainá come?

É onívora: frutos, néctar, insetos, sementes e, em cidades, restos de comida humana. Em cativeiro precisa de ração para frugívoros, frutas e proteína animal, não só sementes.

Mainá é praga no Brasil?

A mainá-comum é considerada espécie exótica invasora em expansão no Sudeste e Sul. Compete com aves nativas por alimento e cavidades para ninho.

Mainá canta à noite?

Não. Ela vocaliza intensamente de dia e ao entardecer no dormitório coletivo, mas fica silenciosa à noite.

Fatos surpreendentes sobre a mainá

1

A melhor imitadora do mundo

A mainá-da-montanha pode reproduzir a voz humana com tanta clareza que já confundiu gravações telefônicas em testes na Ásia, superando papagaios em nitidez.

2

Dormitórios de milhares

Em cidades indianas, dormitórios coletivos de mainá-comum chegam a reunir mais de 5 mil aves numa única árvore, que fica completamente barulhenta ao entardecer.

3

Uma das 100 piores invasoras

A mainá-comum está na lista oficial da IUCN das 100 espécies exóticas mais danosas do planeta por competir com aves nativas e ocupar cavidades.

4

Carúnculas como impressão digital

O formato das carúnculas amarelas atrás da cabeça varia entre indivíduos de Gracula religiosa e ajuda pesquisadores a identificar aves sem precisar anilhar.

Fontes

  1. IUCN Red List - Gracula religiosa / Acridotheres tristis
  2. BirdLife International
  3. WikiAves
  4. CBRO - Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos

Prós e contras: Mainá

Prós

  • Capacidade de imitação vocal mais nítida entre as aves
  • Inteligência alta e grande interação com o tutor
  • Muito adaptável e resistente
  • Comportamento social ativo e curioso
  • Longevidade relativamente alta para o tamanho

Contras

  • Vocalização muito alta, inadequada para apartamento
  • Exige viveiro grande e enriquecimento diário
  • Criação legal no Brasil é restrita e burocrática
  • Pode competir com aves nativas se solta na natureza
  • Sujidade e odor maiores que de periquitos e calopsitas
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a mainá é fascinante justamente pelo que a torna problemática: inteligência e adaptabilidade extremas. Como pet, só faz sentido em criação legal e muito bem estruturada; como vizinha urbana, merece observação, mas também controle para não prejudicar a avifauna nativa.

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Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Última revisão em 19.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.