🌳 Árvores

Araucária

Araucaria angustifolia

Atualizado em

20 a 50 m de alturaTamanho
Perene, pontiagudaFolhagem
LentoCrescimento
Sol plenoLuminosidade
200 a 300 anosLongevidade
Araucária adulta com copa em forma de taça vista de longe

A araucária (Araucaria angustifolia) é a árvore símbolo do Sul do Brasil, inconfundível pela copa em forma de taça ou guarda-chuva quando adulta e pelas folhas em escama duras e pontiagudas. Diferente dos pinus exóticos, tem tronco reto, casca grossa e pode ultrapassar 30 metros de altura.

É uma espécie dioica e muito longeva, que produz as famosas pinhas com pinhões entre abril e julho. Cresce devagar nos primeiros anos, exige sol pleno e bastante espaço, e hoje é criticamente ameaçada, com corte e manejo controlados por lei.

Também conhecido como: Pinheiro-brasileiro, Pinheiro-do-paraná, Curi, Araucária-brasileira

Faz parte de: Árvores de Sombra, Árvores Grandes, Árvores Ornamentais

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Galeria de fotos de Araucária

Araucária adulta com copa em forma de taça vista de longe
Araucária adulta com copa em taça, forma típica após 20 anos.
Folhas em escama pontiagudas da araucária em detalhe
Folhas coriáceas em escama, pontiagudas e perenes.
Tronco e casca grossa fissurada da araucária
Tronco reto e casca grossa que protege do fogo.
Copa da araucária vista de baixo com galhos em andares
Galhos em verticilos formam andares bem marcados.
Pinha e pinhões da araucária
Pinha esférica com pinhões que amadurecem no outono-inverno.
Araucárias em paisagem de parque no Sul do Brasil
Uso em parques e áreas amplas onde pode atingir porte total.
Ideal para

Ideal para quem tem chácara, sítio, fazenda ou terreno grande em região de clima frio a ameno do Sul e Sudeste e busca uma árvore nativa imponente, longeva e com valor cultural. Ela oferece sombra, atrai gralha-azul e outras aves, e ainda produz pinhão no inverno quando há macho e fêmea por perto. Também é excelente para projetos de restauração florestal, arborização de parques e propriedades rurais que querem investir em legado ambiental. Quem valoriza conservação e não tem pressa para ver resultado vai se encantar com o crescimento lento e a copa escultural que se forma ao longo de décadas.

Pode não ser ideal para

Não é ideal para quintal pequeno, calçada estreita, sob fiação elétrica ou para quem mora em região quente e seca com solo raso ou encharcado. O tamanho adulto, a queda de pinhas pesadas e a necessidade de sol pleno o dia todo inviabilizam o uso urbano compacto. Também não serve para quem quer sombra rápida ou fruto em poucos anos. Ela demora mais de uma década para produzir, precisa de mais de um exemplar para frutificar e não tolera poda de topo para controlar altura. Para esses casos, árvores menores e de crescimento rápido são escolhas mais sensatas.

Cultivo rápido

Luz
Sol pleno o dia todo; não tolera sombra na fase adulta
Solo
Profundo (>60 cm), bem drenado, fértil, pH 5,0 a 6,5, rico em matéria orgânica
Rega
Manter úmido no 1º ano (2 a 3x/semana); depois apenas em estiagem prolongada
Temperatura
Subtropical úmido, 10 a 25 °C ideal; tolera geadas, sofre com calor >32 °C constante
Adubação
Composto orgânico na cova e cobertura anual no fim do inverno; evitar excesso de nitrogênio
Poda
Apenas limpeza de galhos secos no inverno; nunca podar o ponteiro
Propagação
Por sementes (pinhões frescos) semeados logo após a colheita; enxertia pouco usada

Perfil rápido de Araucária

Estado de conservação

CR
Criticamente em Perigo

População reduzida a menos de 3% da cobertura original por exploração madeireira e conversão de habitat.

População
Decrescente
Protegido por
Sim - corte de nativas restrito por Lei da Mata Atlântica e legislações estaduais

Calendário

Polinização (mingotes do macho)JFMAMJJASOND
Maturação e queda de pinhas/pinhõesJFMAMJJASOND
Plantio/semeadura do pinhãoJFMAMJJASOND
Plantio de mudas no local definitivoJFMAMJJASOND

Habitat

Ambientes

  • Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária)
  • Campos de altitude e capões
  • Transição com Floresta Estacional Semidecidual

Biomas

  • Mata Atlântica

Encontrado em 3 países

  • Brasil
  • Argentina
  • Paraguai

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Pinophyta
Classe
Pinopsida
Ordem
Pinales
Família
Araucariaceae
Gênero
Araucaria
Espécie
Araucaria angustifolia

Resumo

  • Araucária é o pinheiro-brasileiro nativo da Mata Atlântica, de copa em taça e folhas pontiagudas, que pode atingir 20 a 50 metros.
  • É dioica, com árvores macho e fêmea separadas, e produz pinhas com pinhões comestíveis que amadurecem no outono e inverno.
  • Exige sol pleno, solo profundo e bem drenado e muito espaço, cresce devagar e pode viver mais de 200 anos.

Características

Ficha da árvore

Nome popularAraucária, pinheiro-brasileiro, pinheiro-do-paraná, curi
Nome científicoAraucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze
Família botânicaAraucariaceae
OrigemMata Atlântica do Brasil - Floresta Ombrófila Mista
Tamanho20 a 50 m de altura, 60 a 120 cm de DAP
CopaCônica quando jovem, em taça/umbela quando adulta, 10 a 20 m de diâmetro
FolhagemPerene, folhas coriáceas em forma de escama, verde-escuras
CrescimentoLento, 0,3 a 0,8 m por ano nos primeiros anos
LuminosidadeSol pleno
SoloProfundo, bem drenado, fértil, levemente ácido, úmido sem encharcar
RegaModerada; manter úmido no primeiro ano, depois só em estiagem
UsosOrnamental, sombra, reflorestamento, alimento (pinhão), madeira (manejo restrito)
Longevidade200 a 300 anos, podendo passar de 500 anos

Perfil e comportamento

Velocidade de crescimentoBaixo
SombraMuito alto
Resistência à secaBaixo
Agressividade das raízesBaixo
Facilidade de cultivoMédio
Atrai faunaMuito alto

Como reconhecer a araucária sem erro

A araucária adulta é impossível de confundir: tronco reto, cilíndrico e sem galhos na parte inferior, com casca grossa, acinzentada e fissurada, e copa no topo em forma de taça ou guarda-chuva. Jovem, ela tem formato piramidal, bem fechado, parecendo um pinheiro de Natal nativo.

As folhas são o detalhe que entrega. São perenes, coriáceas, em forma de escama triangular com ponta aguda, de 3 a 6 cm, espiraladas nos ramos e que espetam ao toque. Não são acículas finas como as de pinus. Os ramos são verticilados, saindo em andares bem marcados ao redor do tronco.

  • Tronco: reto, até mais de 1 metro de diâmetro, casca com placas espessas que protegem do fogo.
  • Folhas: verde-escuras, duras, pontiagudas, permanecem por anos na planta.
  • Copa: cônica nos primeiros 15 a 20 anos, depois abre em umbela característica.
  • Sementes: pinhões grandes, sem asa, dentro de pinhas esféricas que podem pesar 4 kg.

Origem, onde vive e por que está ameaçada

A Araucaria angustifolia é nativa da Floresta Ombrófila Mista, a Mata de Araucária, que faz parte da Mata Atlântica. Ocorre naturalmente do sul de Minas Gerais e São Paulo até o Rio Grande do Sul, com maior concentração no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, em altitudes de 500 a 1.800 metros.

Prefere clima subtropical úmido, sem estação seca definida, com inverno frio e geadas ocasionais. É a árvore dominante desse ecossistema e sustenta uma rede inteira de fauna. No passado cobria cerca de 200 mil km²; hoje restam menos de 3% da área original em fragmentos bem conservados.

Por isso está classificada como Criticamente em Perigo (CR) pela IUCN e protegida por lei. O corte de araucária nativa é proibido sem autorização e o manejo é restrito. O plantio, por outro lado, é incentivado e essencial para conservação e produção sustentável de pinhão.

Tamanho, copa e raízes: o que esperar no terreno

Espere uma árvore grande de verdade. Em cultivo, atinge 20 a 35 metros com facilidade; na mata, exemplares antigos passam de 40 a 50 metros. O DAP (diâmetro à altura do peito) varia de 60 a 120 cm em árvores maduras, e a copa adulta abre de 10 a 20 metros de diâmetro.

O crescimento é lento a moderado. Nos primeiros 2 a 3 anos cresce pouco acima do solo, formando raiz pivotante profunda. Depois acelera para 30 a 80 cm por ano se houver sol pleno e solo bom. Leva de 12 a 20 anos para começar a produzir pinhas, com pico de produção após os 25 anos.

As raízes são pivotantes e profundas, pouco agressivas em superfície comparadas a figueiras ou tipuanas. Não costuma levantar calçada como espécies de raiz superficial, mas precisa de solo profundo e espaço livre de 8 a 10 metros de construções, muros e fiação. Não é árvore para vaso, calçada estreita ou quintal pequeno.

Como plantar araucária: do pinhão à muda

A forma mais segura é plantar o pinhão fresco colhido no mesmo ano. Escolha pinhões grandes, cheios e sem manchas, colhidos entre abril e julho. Pinhão armazenado por meses ou seco perde viabilidade rapidamente.

Plante logo após a colheita, com a ponta mais fina voltada para baixo, enterrando 2/3 da semente em substrato leve e bem drenado. Mantenha úmido e à meia-sombra até germinar, o que ocorre em 20 a 45 dias. A germinação é hipógea e a muda forma primeiro uma raiz forte antes de alongar o caule.

  • Época ideal no Brasil: semear de abril a agosto; levar a muda para local definitivo na primavera, de setembro a novembro.
  • Recipiente: use saquinho ou tubete fundo (pelo menos 20 cm) para não enovelar a raiz pivotante.
  • Berçário: sol da manhã e sombra leve à tarde no primeiro ano; depois sol pleno.
  • Plantio definitivo: cova de 60 x 60 x 60 cm, com terra misturada a composto orgânico e areia se o solo for argiloso.

Se comprar muda, prefira viveiros credenciados com mudas de 50 a 80 cm, com raiz bem formada. Plante em local definitivo com sol o dia todo, solo profundo e sem encharcamento. Como a espécie é dioica, plante pelo menos 3 a 5 árvores para aumentar a chance de ter machos e fêmeas e garantir pinhão.

Como cuidar: luz, solo, rega, adubação e poda

A araucária é rústica depois de estabelecida, mas exigente nos dois primeiros anos. O segredo é sol pleno, solo bem drenado e constância na água sem encharcar.

Luz: precisa de sol direto o dia todo. Sombra atrasa muito o crescimento e deforma a copa. Solo: prefere latossolos e cambissolos profundos, férteis, levemente ácidos (pH 5,0 a 6,5) e com boa matéria orgânica. Não tolera solo compactado, raso ou com lençol freático alto. Rega: nos primeiros 12 meses, regue 2 a 3 vezes por semana se não chover. Depois, só em estiagens longas.

Adubação: na cova, 5 a 10 litros de composto orgânico curtido. Anualmente, no fim do inverno, aplique adubo orgânico ao redor da copa, sem encostar no tronco. Evite excesso de nitrogênio, que deixa a planta estiolada. Poda: quase não precisa. Remova apenas galhos secos ou quebrados no inverno. Nunca corte o ponteiro, pois ela não rebrota a copa em taça e perde a forma característica.

Tabela rápida de manejo nos primeiros anos

Fase Luz Água Cuidado chave
0 a 6 meses Meia-sombra Manter úmido Proteger do sol forte e de geada severa
6 a 18 meses Sol pleno gradual 2 a 3x/semana Transplantar para vaso maior ou solo
2 a 5 anos Sol pleno Só em seca Capina ao redor, sem poda apical

Pinhas, pinhões e reprodução: por que precisa de macho e fêmea

A araucária é dioica: existem árvores macho e árvores fêmea separadas. Só a fêmea produz pinhas com pinhões, mas precisa do pólen do macho levado pelo vento. Na mata, a proporção natural é próxima de 1:1, e o pólen pode viajar centenas de metros.

O macho forma estróbilos alongados (mingotes) de 10 a 22 cm, amarelados, que liberam pólen entre setembro e outubro. A fêmea forma a pinha esférica de 15 a 25 cm, verde-escura, com 20 a 120 pinhões. A maturação leva cerca de 20 a 24 meses após a polinização, e a queda ocorre no outono-inverno, de abril a julho, com pico em junho.

Cada pinhão tem 3 a 7 cm e pesa 6 a 10 gramas, com casca fina e amêndoa rica em amido. A dispersão natural depende de animais como a gralha-azul, cutias e esquilos, que enterram pinhões e esquecem parte deles. Sem fauna, a regeneração cai drasticamente.

Usos no paisagismo, madeira e cultura do pinhão

No paisagismo, a araucária é árvore de grande porte para parques, fazendas, chácaras e praças amplas. Cria sombra rala quando jovem e sombra mais densa na copa adulta, além de ser um marco visual imponente. Não serve para calçada estreita, fiação baixa ou jardim pequeno.

A madeira, clara e de fibra longa, foi muito explorada no século XX para construção e caixotaria, o que levou à devastação. Hoje o uso madeireiro só é permitido com manejo sustentável e autorização, e o foco mudou para reflorestamento e crédito de carbono. Em reflorestamento, é usada para recuperar áreas degradadas de altitude e conectar fragmentos.

O pinhão é o uso mais vivo e cultural. Cozido, assado na brasa ou em pratos como paçoca de pinhão e entrevero, é base da festa do pinhão em Lages, Campos do Jordão e outras cidades serranas. A colheita sustenta renda de famílias rurais no inverno e movimenta turismo gastronômico. Cada pinha pode render 1 a 2 kg de pinhão.

Pragas, doenças e problemas mais comuns

A araucária é resistente, mas sofre com seca prolongada, encharcamento e plantio fora do clima frio de altitude. Em regiões quentes e secas do Centro-Oeste e Nordeste, cresce mal e pode amarelar.

  • Amarelecimento e queda de acículas: geralmente falta de água no primeiro ano ou solo compactado. Corrija drenagem e cobertura morta.
  • Cochonilhas e pulgões: atacam brotos jovens, enrolando folhas. Remova manualmente e use jato d’água; em casos severos, óleo vegetal emulsionável.
  • Fungos de solo (Fusarium, Phytophthora): causam podridão de raiz em solo encharcado. Evite encharcar e plante em canteiro elevado se o solo for argiloso.
  • Vespa-da-madeira e besouros: perfuram tronco em árvores estressadas. Mantenha a árvore vigorosa e remova galhos doentes.
  • Queda prematura de pinhas: falta de polinização por ausência de macho por perto ou ventos fortes na floração.

Na nossa avaliação, o erro mais comum é plantar araucária isolada esperando pinhão. Sem um macho num raio de 100 a 300 metros, a produção será nula ou muito baixa. Outro erro é podar o topo para “controlar altura”: a árvore perde a arquitetura e não se recupera.

Curiosidades que só quem convive com araucária conhece

A araucária é uma relíquia jurássica. O gênero Araucaria existe há cerca de 200 milhões de anos e conviveu com dinossauros. No Brasil, fósseis mostram que ela já dominava o Sul antes da formação da Mata Atlântica atual.

Ela também é termômetro de altitude. Quase não ocorre naturalmente abaixo de 500 metros no Sul e Sudeste; quando plantada no litoral quente, cresce fina, com copa rala e produz pouco pinhão. É por isso que Curitiba, Lages e Campos do Jordão são suas capitais naturais.

Perguntas frequentes

Quanto tempo a araucária demora para dar pinhão?

Em média de 12 a 20 anos após o plantio, com pico de produção após os 25 anos. Como é dioica, só a árvore fêmea produz e precisa de um macho por perto para polinização.

Araucária pode ser plantada em vaso?

Não. Ela forma raiz pivotante profunda e cresce mais de 20 metros. Vaso limita a raiz, atrofia a planta e impede a formação da copa em taça.

Qual a diferença entre araucária e pinus?

Araucária é nativa, tem folhas em escama pontiagudas e pinhões grandes sem asa; pinus é exótico, tem acículas finas em feixes e pinhas pequenas com sementes aladas.

Pode podar a araucária para não crescer muito?

Não se deve cortar o ponteiro. A árvore perde a forma característica e não recompõe a copa. Escolha local com espaço para altura total.

Quando é a época do pinhão?

A maturação e queda das pinhas ocorre de abril a julho, com pico em junho. É quando o pinhão está fresco para consumo e para semear.

Araucária gosta de sol ou sombra?

Sol pleno o dia todo. Sombra atrasa o crescimento, afina o tronco e reduz drasticamente a produção de pinhas.

É permitido cortar araucária?

O corte de araucária nativa é restrito e depende de autorização ambiental. O plantio é incentivado, mas a supressão sem licença é ilegal.

Você sabia?

1

Fóssil vivo do Jurássico

O gênero Araucaria surgiu há cerca de 200 milhões de anos. No Paraná já foram encontrados fósseis de araucárias com mais de 100 milhões de anos, muito antes da Mata Atlântica atual.

2

Cada pinha pesa até 4 kg

Uma única pinha pode conter de 20 a 120 pinhões e despencar de mais de 20 metros de altura. Por isso a colheita tradicional espera a pinha cair naturalmente entre abril e julho.

3

Gralha-azul é a semeadora oficial

A gralha-azul enterra pinhões para estocar alimento e esquece parte deles, que germinam. Sem essa ave, símbolo do Paraná, a regeneração natural da araucária cai drasticamente.

4

Macho e fêmea separados

A araucária é dioica e só dá para saber o sexo na floração, após 12 a 20 anos. Por isso produtores plantam 4 a 5 mudas juntas para garantir pelo menos um casal.

Fontes

  1. Flora e Funga do Brasil - Araucaria angustifolia
  2. Embrapa Florestas - Araucária
  3. IUCN Red List - Araucaria angustifolia

Prós e contras: Araucária

Prós

  • Copa escultural em taça, símbolo do Sul e de grande valor paisagístico
  • Atrai fauna nativa, especialmente gralha-azul, cutias e aves
  • Produz pinhão comestível e de valor cultural e econômico no inverno
  • Longeva e rústica após estabelecida, tolera geadas
  • Raiz pivotante profunda, menos agressiva a calçadas que figueiras

Contras

  • Tamanho grande demais para quintais pequenos e calçadas
  • Crescimento lento e demora de 12 a 20 anos para produzir pinhão
  • Precisa de macho e fêmea separados para frutificar
  • Pinhas pesadas (até 4 kg) que caem de grande altura exigem distância de áreas de circulação
  • Exige clima frio de altitude e solo profundo, sofre em regiões quentes e secas
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a araucária é a árvore nativa mais emblemática para quem tem espaço e clima frio no Sul e Sudeste, mas é a pior escolha para quem busca resultado rápido em terreno pequeno. Vale plantá-la como projeto de décadas, pensando em sombra, fauna e pinhão, não como quebra-galho ornamental.

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Última revisão em 19.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.