🦜 Aves e Pássaros

Agapornis

Agapornis spp.

Atualizado em

13 a 17 cmTamanho
40 a 60 gPeso
10 a 15 anosExpectativa de vida
Chiado agudo e repetitivoCanto
Savanas e bosques secos africanosHabitat
Agapornis roseicollis de corpo inteiro empoleirado em galho

O agapornis é um periquito africano pequeno, de 13 a 17 cm e 40 a 60 g, conhecido como pássaro-do-amor pelo vínculo duradouro do casal. São 9 espécies selvagens, mas as mais criadas no Brasil são o Agapornis roseicollis, o personatus e o fischeri, todas com dezenas de mutações de cor.

Na natureza vive em savanas e bosques secos da África subsaariana e de Madagascar, em bandos barulhentos que buscam sementes e água ao amanhecer. Em casa, é ativo, curioso e muito social: precisa de interação diária, não aprende a falar como um papagaio, mas compensa com afeto, inteligência e longevidade de 10 a 15 anos.

Também conhecido como: Pássaro-do-amor, Periquito-do-amor, Inseparável, Lovebird, Inséparable

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Galeria de fotos de Agapornis

Agapornis roseicollis de corpo inteiro empoleirado em galho
Agapornis roseicollis, a espécie mais criada, com face rosada e corpo verde.
Close da cabeça de agapornis fischeri mostrando anel ocular branco e bico vermelho
Detalhe da cabeça laranja e do anel ocular branco do agapornis-de-Fischer.
Agapornis em voo com asas abertas
Voo curto e rápido do agapornis, com cauda curta característica.
Bando de agapornis em savana africana com acácias
Habitat natural: savanas e bosques secos da África subsaariana.
Agapornis se alimentando de sementes e folhas
Alimentação granívora, base de sementes e brotos.
Ninho de madeira de agapornis com ovos brancos
Ninho em cavidade com ovos brancos; incubação dura 21 a 23 dias.
Casal de agapornis fazendo carinho mútuo
Casal em comportamento de vínculo, típico do pássaro-do-amor.
Ideal para

Ideal para tutores que ficam bastante em casa e buscam um pássaro pequeno, afetuoso e muito ativo para interagir diariamente. Funciona bem em apartamentos de tamanho médio, para quem tem tempo para soltura supervisionada e enriquecimento com brinquedos de madeira.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem passa o dia fora, mora em apartamento com vizinhos sensíveis a ruído ou espera um pássaro que fale. Não é indicado para crianças pequenas sem supervisão, pois tem bico forte e pode beliscar quando assustado, além de exigir rotina rigorosa de sono e limpeza.

Como cuidar

Alimentação
Ração extrusada como base + mix de sementes com moderação, verduras escuras diárias e frutas 2 a 3x/semana
Rotina
2 a 3 horas de interação e voo supervisionado fora da gaiola todos os dias
Higiene
Troca diária de água, limpeza de comedouros e poleiros, banho com água fresca 3x/semana
Saúde
Vigilância contra obesidade, ácaros, psitacose e ovo preso; consulta anual com veterinário de aves
Ambiente
Viveiro mínimo 60x40x40 cm por casal, poleiros naturais, brinquedos de madeira e 10 a 12h de sono no escuro

Perfil rápido de Agapornis

Estado de conservação

LC
Pouco preocupante

Maioria das espécies com populações estáveis, mas A. nigrigenis é Vulnerável e A. lilianae Quase Ameaçada.

População
estável
Protegido por
Não, exceto espécies ameaçadas com restrições de captura

Calendário

ReproduçãoJFMAMJJASOND
Muda de penasJFMAMJJASOND

Vida útil

Na natureza
5 a 8 anos
Em cativeiro
10 a 15 anos, até 20 com manejo ideal

Reprodução

Acasalamento
Monogâmico, par estável por anos
Estrutura social
Casal isolado para nidificar, bando fora da reprodução
Padrão sazonal
Oportunista, pico na estação chuvosa; em cativeiro o ano todo
Tipo de nascimento
Ovíparo, filhotes altriciais (nus e cegos)
Ninhada
4 a 6 ovos, incubação 21 a 23 dias, saída do ninho com 5 a 6 semanas

Habitat

Ambientes

  • Savanas
  • Bosques secos e matas de acácia
  • Matas de mopane
  • Áreas agrícolas e pomares
  • Parques urbanos

Biomas

  • Savana africana
  • Bosque seco tropical

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • sementes de gramíneas
  • brotos e flores
  • frutos pequenos

Outros alimentos

  • milho-miúdo e sorgo
  • verduras escuras
  • flores de acácia

Encontrado em 9 países

  • Namíbia
  • África do Sul
  • Angola
  • Botsuana
  • Tanzânia
  • Zâmbia
  • Moçambique
  • Etiópia
  • Madagascar

Como animal de estimação

Adequação
Alta, desde que com interação diária
Legalidade no Brasil
Permitida com ave anilhada de criadouro autorizado; não exige licença do IBAMA para o tutor
Nível de cuidado
Moderado a alto
Custo de aquisição
Baixo a moderado, varia por espécie e mutação (sem valores exatos)

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Aves
Ordem
Psittaciformes
Família
Psittaculidae
Gênero
Agapornis
Espécie
Agapornis spp. (9 espécies)

Resumo

  • O agapornis é um psitacídeo africano de 13 a 17 cm, monogâmico e muito social, com 9 espécies e centenas de mutações de cor.
  • Vive em savanas e bosques secos, alimenta-se de sementes, brotos e frutos e faz ninhos em cavidades com 4 a 6 ovos.
  • Em casa exige viveiro adequado, alimentação com ração extrusada e verduras, e 2 a 3 horas diárias de interação; criação é legal no Brasil com ave anilhada de criadouro autorizado.

Características

Ficha da espécie

FamíliaPsittaculidae
Origem e distribuiçãoÁfrica subsaariana e Madagascar
HabitatSavanas, bosques secos, matas de acácia e áreas agrícolas
Tamanho (comprimento)13 a 17 cm
Envergadura24 a 28 cm
Peso40 a 60 g
Coresverdeamarelolaranjavermelhoazulbrancocinzapreto
Expectativa de vida10 a 15 anos (até 20 em cativeiro)
AlimentaçãoGranívora: sementes, brotos, frutos e flores
CantoVocalizações agudas, curtas e estridentes
Reprodução (ninho e ovos)4 a 6 ovos brancos, incubação de 21 a 23 dias
Comportamento socialMonogâmico, vive em casais ou bandos de 5 a 20 aves
Variedades ou subespécies9 espécies reconhecidas + dezenas de mutações de cor

Perfil e comportamento

SociabilidadeMuito alto
Intensidade do cantoMédio
InteligênciaAlto
Facilidade de criaçãoMédio
Necessidade de espaçoBaixo
Nível de atividadeMuito alto
Capacidade de imitar sonsBaixo

Como reconhecer um agapornis: tamanho, cores e bico

Agapornis não é uma espécie única, mas um gênero com 9 espécies de psitacídeos pequenos. Todas têm corpo compacto, cauda curta e bico curvo e forte, mas o padrão de cor da cabeça é o que mais ajuda na identificação.

O tamanho varia de 13 a 17 cm e o peso de 40 a 60 g. A envergadura fica entre 24 e 28 cm. É bem menor que uma calopsita e maior que um periquito-australiano mirim, com postura mais arredondada.

O bico é um ótimo marcador: roseicollis tem bico cor de marfim, enquanto personatus e fischeri têm bico vermelho vivo. Olhos com anel branco bem evidente indicam as espécies de “anel ocular”, como fischeri e personatus; sem anel, é roseicollis ou taranta.

As 9 espécies de agapornis e como diferenciá-las

Nenhum outro gênero de pássaro de gaiola tem tanta variação com tão pouca diferença de tamanho. As três mais comuns no Brasil dominam a criação, mas vale conhecer todas.

Espécie Nome popular Tamanho médio Traço distintivo
Agapornis roseicollis Agapornis-de-face-rosada 15 a 17 cm Face rosada, sem anel ocular, bico claro
Agapornis personatus Agapornis-de-cabeça-preta 14 a 15 cm Cabeça preta, peito amarelo, anel ocular branco
Agapornis fischeri Agapornis-de-Fischer 14 a 15 cm Cabeça laranja intensa, anel ocular branco
Agapornis lilianae Agapornis-de-Lilian 13 a 14 cm Face laranja-rosada, menor e mais raro
Agapornis nigrigenis Agapornis-de-face-preta 13 a 14 cm Bochecha castanha-escura, vulnerável na natureza
Agapornis taranta Agapornis-de-asa-preta 16 a 17 cm Maior do gênero, macho com testa vermelha
Agapornis canus Agapornis-de-cabeça-cinza 13 a 14 cm Único de Madagascar, cabeça cinza-clara
Agapornis pullarius Agapornis-de-face-vermelha 13 a 15 cm Face vermelha, cava túneis em cupinzeiros
Agapornis swindernianus Agapornis-de-colar-preto 13 cm Colar preto na nuca, raríssimo em cativeiro

Em cativeiro, as mutações de cor multiplicam as opções: azul, violeta, lutino (amarelo total), albino (branco de olhos vermelhos), arlequim e pastel. Elas não são espécies novas, apenas variações de roseicollis, fischeri e personatus selecionadas por criadores.

Onde vive na natureza e por que se adaptou tão bem

Na natureza, o agapornis ocupa savanas, bosques de acácia e mopane, matas secas e áreas agrícolas da África subsaariana. A. roseicollis vive no sudoeste árido (Namíbia, Botsuana, África do Sul), enquanto fischeri e personatus ficam no entorno do Lago Vitória, na Tanzânia.

São aves de clima quente e seco, que bebem água diariamente e fazem deslocamentos curtos em busca de sementes de gramíneas. Não são migratórias, mas formam bandos nômades de 5 a 20 aves fora da época reprodutiva.

Essa rusticidade explica o sucesso como ave de estimação e também como espécie asselvajada em cidades. No Arizona (EUA) e em algumas regiões da África do Sul, bandos de roseicollis fugidos nidificam em coqueiros e postes, competindo por cavidades com pássaros nativos.

Comportamento e vínculo: por que chamam de pássaro-do-amor

O nome Agapornis vem do grego agape (amor) + ornis (pássaro). O casal é monogâmico e mantém contato físico constante: dormem lado a lado, fazem carinho mútuo no pescoço e se alimentam bico a bico.

Esse vínculo é tão forte que, se um parceiro morre, o outro pode ficar apático por semanas. O mito de que “morre de amor” é exagerado, mas a dependência social é real. Por isso, ave criada sozinha exige muito mais atenção do tutor.

São extremamente ativos e roedores. Passam o dia escalando grades, destruindo madeira e carregando material no bico. A. roseicollis tem um comportamento único: fêmeas carregam tiras de papel e folhas entre as penas do dorso para levar ao ninho, como se fossem mochilas.

O que o agapornis come na natureza e em casa

Na savana, a dieta é granívora: sementes de capim, milho-miúdo, sorgo, brotos, flores de acácia e pequenos frutos. Também consomem larvas e cascas para complementar minerais, e precisam de água limpa todos os dias.

Em casa, a base não pode ser só girassol. O ideal é ração extrusada para psitacídeos pequenos (60 a 70% da dieta) + mix de sementes com moderação + verduras escuras diárias como couve, chicória e brócolis, e frutas 2 a 3 vezes por semana.

Evite abacate, chocolate, café, cebola, alho e sementes de maçã, tóxicos para psitacídeos. Grit mineral e bloco de cálcio ajudam no desgaste do bico e na formação de ovos, mas areia não é necessária e pode causar impactação.

Reprodução, ninho e cuidado com os filhotes

Agapornis atinge maturidade com 10 a 12 meses, mas a reprodução segura é a partir de 1 ano. São cavitários: na natureza usam ocos de árvores, ninhos abandonados de tecelões e até fendas em rochas.

A fêmea põe 4 a 6 ovos brancos, um a cada dois dias, e incuba por 21 a 23 dias enquanto o macho a alimenta. Os filhotes nascem pelados e cegos, e ficam no ninho por 5 a 6 semanas até empenarem.

Em cativeiro, use ninho vertical de madeira 20x20x25 cm com serragem grossa. Não é preciso colocar algodão. A fêmea de roseicollis vai picar o material em tiras e forrar o ninho sozinha. Retire o ninho após a postura para evitar desgaste excessivo da fêmea, que pode fazer até 2 posturas por ano.

Como sexar sem erro

Não há dimorfismo evidente na maioria das espécies, exceto taranta. A sexagem mais confiável é por DNA de pena ou sangue. O teste da pelve (ossos mais afastados na fêmea) falha em aves jovens e em machos obesos.

Agapornis em casa: gaiola, rotina e legalidade no Brasil

Agapornis não é ave silvestre brasileira, então não precisa de autorização do IBAMA para manter, desde que comprado anilhado de criadouro comercial autorizado. Exija nota fiscal e anilha fechada com registro. Comprar ave sem procedência é crime ambiental e risco sanitário.

O viveiro mínimo para um casal é de 60 cm de comprimento x 40 cm de largura x 40 cm de altura, com poleiros de madeira natural em diferentes diâmetros. Viveiros maiores são sempre melhores, pois voam na horizontal, não na vertical.

A rotina precisa incluir 10 a 12 horas de sono em local escuro e silencioso, 2 a 3 horas de soltura supervisionada fora da gaiola e banhos de água fresca 3 vezes por semana. São pássaros que estressam fácil com isolamento: se ficar sozinho o dia todo, desenvolve arrancamento de penas e gritos.

Saúde, canto e quanto tempo vive

O canto do agapornis não é melodioso. São chamados agudos, curtos e repetitivos, usados para manter contato com o bando. Dentro de apartamento, o barulho é moderado, mas constante ao amanhecer e entardecer. Não imitam a voz humana com clareza, embora alguns aprendam assobios.

Com manejo correto, vivem 10 a 15 anos, alguns chegando a 18 a 20. Os problemas mais comuns são obesidade por excesso de girassol, ácaros de pena, psitacose e distocia (ovo preso) por falta de cálcio e luz.

Sinais de alerta são penas arrepiadas, ficar no fundo da gaiola, secreção nasal e fezes amareladas. Psitacídeos escondem doença até estarem graves, então consulta anual com veterinário de aves é essencial.

Conservação e por que algumas espécies preocupam

A maioria das espécies é classificada como Pouco Preocupante (LC) pela IUCN, mas A. nigrigenis é Vulnerável (VU) e A. lilianae é Quase Ameaçada (NT) por perda de habitat e captura. A. roseicollis e fischeri têm populações estáveis e até em expansão.

A maior ameaça atual não é o tráfico internacional, e sim a hibridação em cativeiro entre fischeri e personatus, que gera filhotes férteis mas apaga características genéticas puras. Criadores sérios mantêm as espécies separadas.

Na nossa avaliação, o agapornis é a melhor porta de entrada para quem quer um psitacídeo pequeno sem o tamanho e o grito de um ringneck, mas não é um “pássaro de enfeite”: exige tanto compromisso social quanto um cachorro pequeno.

Perguntas frequentes

Agapornis precisa viver em casal ou pode ficar sozinho?

Pode viver sozinho se receber 2 a 3 horas de interação diária com o tutor, mas em casal fica mais equilibrado e menos dependente. Ave sozinha e isolada desenvolve estresse e arrancamento de penas.

Agapornis fala?

Raramente. Pode aprender a assobiar melodias e repetir sons curtos, mas não tem a capacidade de imitar a fala humana como calopsitas e papagaios.

Qual a diferença entre agapornis roseicollis, fischeri e personatus?

Roseicollis tem face rosada, sem anel ocular e bico claro; fischeri tem cabeça laranja e anel branco; personatus tem cabeça preta, peito amarelo e anel branco. São espécies diferentes, não variações de cor.

Quanto tempo vive um agapornis?

Em cativeiro, de 10 a 15 anos em média, podendo chegar a 18 a 20 anos com alimentação à base de ração extrusada, ambiente adequado e acompanhamento veterinário.

É legal ter agapornis no Brasil?

Sim. Por ser exótico e não silvestre brasileiro, a compra é legal desde que a ave seja anilhada e venha de criadouro comercial autorizado, com nota fiscal.

Agapornis pode ficar solto dentro de casa?

Pode e deve ter voo supervisionado diário em ambiente seguro, com janelas teladas, ventiladores desligados e sem panelas ou produtos tóxicos ao alcance.

Por que meu agapornis grita muito?

Gritos agudos ao amanhecer e entardecer são normais para manter contato com o bando. Gritos excessivos durante o dia geralmente indicam tédio, falta de sono ou viveiro pequeno.

Você sabia?

1

Mochila de penas

A fêmea de Agapornis roseicollis corta tiras de papel e as enfia entre as penas do dorso e da cauda para transportar material ao ninho, comportamento único entre os papagaios.

2

Anel ocular que entrega a espécie

Fischeri, personatus, lilianae e nigrigenis têm anel periocular branco bem marcado; roseicollis, taranta e pullarius não têm, o que facilita a identificação à primeira vista.

3

Ninho em cupinzeiro

O Agapornis pullarius, da África central, não usa ocos de árvore: o casal escava um túnel de até 30 cm em ninhos de cupins arborícolas para chocar os ovos.

4

Híbridos férteis

Fischeri e personatus cruzam entre si e geram filhotes férteis, mas os híbridos perdem o padrão puro de cor da cabeça e são desvalorizados por criadores responsáveis.

Fontes

  1. IUCN Red List - Agapornis
  2. BirdLife International
  3. WikiAves
  4. Cornell Lab - All About Birds

Prós e contras: Agapornis

Prós

  • Muito afetuoso e cria vínculo forte com o tutor ou parceiro
  • Pequeno, ocupa pouco espaço e se adapta a apartamento
  • Inteligente e ativo, adora brinquedos e aprender truques simples
  • Longevidade boa para o tamanho, 10 a 15 anos
  • Grande variedade de cores por mutações sem mudar o manejo

Contras

  • Exige interação diária; sofre com isolamento
  • Canto agudo e repetitivo pode incomodar vizinhos sensíveis
  • Rói madeira, papel e pode beliscar forte quando estressado
  • Necessita dieta equilibrada, não vive bem só de sementes
  • Híbridos entre espécies desvalorizam a criação e confundem iniciantes
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o agapornis entrega mais personalidade por grama que a maioria dos psitacídeos pequenos, mas cobra o preço em atenção diária. Se você não pode oferecer rotina estável e interação real, uma calopsita mais independente ou um canário de canto pode ser escolha mais honesta.

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Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Última revisão em 15.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.