🐟 Peixes

Rasbora-tesoura

Rasbora trilineata

Atualizado em

12 a 15 cmTamanho
DoceTipo de água
5 a 8 anosExpectativa de vida
Pacífico e muito ativoTemperamento
Fácil a moderadaDificuldade
Rasbora-tesoura adulta vista de lado mostrando corpo prateado e cauda em tesoura

A Rasbora-tesoura (Rasbora trilineata) é um peixe de água doce do Sudeste Asiático facilmente reconhecido pela cauda bifurcada com manchas pretas e amarelas que abrem e fecham como uma tesoura enquanto nada.

Muito ativa e pacífica, vive sempre em cardume e precisa de aquários longos para nadar livremente. É uma das maiores rasboras, chegando a 13 a 15 cm, e se destaca pela resistência e pelo nado sincronizado do grupo.

Ideal para aquários comunitários bem plantados, convive bem com outras espécies tranquilas de tamanho similar, mas não é indicada para aquários pequenos ou para criação isolada.

Também conhecido como: Rasbora de cauda tesoura, Rasbora de cauda em tesoura, Scissortail Rasbora, Three-lined Rasbora, Three-line Rasbora

Faz parte de: Peixes de Água Doce, Peixes para Aquário

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Galeria de fotos de Rasbora-tesoura

Rasbora-tesoura adulta vista de lado mostrando corpo prateado e cauda em tesoura
Rasbora-tesoura adulta com a cauda bifurcada preta e amarela característica.
Close-up da cabeça e nadadeiras da Rasbora-tesoura
Detalhe da cabeça, olho grande e padrão da cauda em tesoura.
Cardume de Rasbora-tesoura em aquário plantado com espaço livre para nado
Cardume em aquário longo e plantado, ambiente ideal para a espécie.
Grupo de Rasboras-tesoura nadando em cardume sincronizado
Comportamento gregário: nadam sempre em grupo e de forma coordenada.
Rasbora-tesoura se alimentando na superfície do aquário
Alimentação na meia-água e superfície, com dieta onívora variada.
Habitat natural da Rasbora-tesoura com rio raso e folhas no fundo
Habitat natural em rios de planície e áreas alagadas do Sudeste Asiático.
Ideal para

Ideal para aquaristas que têm aquário longo a partir de 200 litros e gostam de cardumes ativos e sincronizados. Funciona muito bem em aquários comunitários plantados com outros peixes pacíficos de porte médio, trazendo movimento constante sem agressividade.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem tem aquário pequeno, nano ou sem tampa, pois precisa de espaço para nadar e pode saltar. Também não é indicada para quem quer um peixe solitário, de cores neon fortes ou para conviver com espécies muito lentas ou agressivas.

Como cuidar

Aquário
Mínimo 200 a 250 litros e 120 cm de frente para 8 a 10 indivíduos; tampa obrigatória e área central livre para nado
Água
22 a 26 °C, pH 6,0 a 7,5, GH 5 a 12; filtragem forte com fluxo suave e trocas de 25 a 30% por semana
Alimentação
Ração em flocos ou microgrânulos + 2 a 3 ofertas semanais de artêmia, dáfnia ou larva de mosquito
Convivência
Manter em cardume de 6 a 10+; compatível com tetras médios, barbos pacíficos, coridoras e camarões grandes
Manutenção
Ciclagem completa antes de introduzir, quarentena de novos peixes e monitoramento de amônia e nitrito zerados

Perfil rápido de Rasbora-tesoura

Estado de conservação

LC
Pouco Preocupante

Espécie amplamente distribuída e comum em sua área de ocorrência.

População
Estável
Protegido por
Não

Vida útil

Em aquário
5 a 8 anos, até 10 anos com água estável e alimentação variada
Na natureza
3 a 6 anos, com predação e variação sazonal de habitat

Reprodução

Tipo de reprodução
Ovípara, espalha ovos adesivos entre plantas, sem cuidado parental
Época
Estação chuvosa na natureza; em aquário pode ocorrer o ano todo com estímulo de água limpa e temperatura estável
Fecundidade
100 a 300 ovos por desova
Eclosão
24 a 36 horas a 25 °C; larvas nadam livremente em 3 a 4 dias
Dimorfismo
Fêmeas maiores e com ventre mais arredondado; machos mais esguios e com amarelo da cauda mais vivo

Habitat

Ambientes

  • Rios de planície
  • Igarapés e canais
  • Lagos marginais
  • Planícies inundadas e florestas alagadas sazonais

Biomas

  • Floresta tropical úmida
  • Mata ciliar e áreas alagáveis do Sudeste Asiático

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Insetos e larvas de insetos
  • Microcrustáceos e zooplâncton

Outros alimentos

  • Rações em flocos e microgrânulos
  • Artêmia, dáfnia e larvas congeladas

Encontrado em 6 países

  • Tailândia
  • Laos
  • Camboja
  • Malásia
  • Indonésia
  • Mianmar

Como animal de estimação

Adequação para aquário
Alta, desde que em cardume e aquário longo a partir de 200 litros
Legalidade no Brasil
Comercialização permitida; adquira apenas de criadores e lojas regularizadas
Nível de cuidado
Fácil a moderado — exige espaço, grupo e rotina de trocas parciais
Custo de aquisição
Acessível; custo maior está no aquário e filtragem adequados

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Actinopterygii
Ordem
Cypriniformes
Família
Danionidae
Gênero
Rasbora
Espécie
Rasbora trilineata

Resumo

  • A Rasbora-tesoura é um peixe de cardume prateado de 12 a 15 cm, famoso pela cauda preta e amarela que lembra uma tesoura em movimento.
  • Vive em rios e planícies alagadas do Sudeste Asiático, é extremamente ativa, pacífica e precisa de grupo com no mínimo 6 a 8 indivíduos.
  • Em aquário exige espaço horizontal, água limpa e bem oxigenada, alimentação onívora variada e tampa, pois pode saltar.

Características

Ficha da espécie

Nome científicoRasbora trilineata (Steindachner, 1870)
FamíliaDanionidae (antes Cyprinidae)
OrigemSudeste Asiático — bacias do Mekong e Chao Phraya, Península Malaia, Sumatra e Bornéu
Tipo de águaDoce, correnteza leve a moderada
Tamanho12 a 15 cm (adulto)
Coresprateadopretoamarelotranslúcido
Expectativa de vida5 a 8 anos
AlimentaçãoOnívora — insetos, microcrustáceos, zooplâncton e rações
ReproduçãoOvípara, espalha ovos sem cuidado parental
VariedadesNão há variedades ornamentais fixadas; coloração varia levemente por localidade

Perfil e comportamento

Facilidade de criaçãoAlto
AgressividadeMuito baixo
SociabilidadeMuito alto
Nível de atividadeMuito alto
Exigência com a qualidade da águaMédio
Adequação a aquários pequenosBaixo

Como reconhecer a Rasbora-tesoura sem confundir

A Rasbora-tesoura é inconfundível quando vista de lado. O corpo é alongado, comprimido e prateado, com dorso levemente oliváceo e ventre mais claro, quase espelhado.

O detalhe que dá nome popular está na nadadeira caudal profundamente bifurcada, com cada lobo marcado por uma mancha preta alongada e base amarela ou dourada. Quando o peixe nada, os lobos abrem e fecham como uma tesoura.

Outro ponto de identificação é a linha escura sutil que percorre o meio do corpo até o pedúnculo caudal, acompanhada de duas linhas mais apagadas acima e abaixo — daí o nome trilineata, de três linhas. A nadadeira dorsal é pequena e recuada, e os olhos são grandes para o tamanho da cabeça.

Confusões comuns acontecem com a Rasbora caudimaculata e a Rasbora borapetensis. A tesoura verdadeira tem corpo maior, mais robusto e as manchas da cauda mais definidas, além de atingir quase o dobro do tamanho dessas primas.

Origem e habitat natural no Sudeste Asiático

Na natureza, a espécie ocorre em uma área ampla que vai do Mekong e Chao Phraya, na Tailândia, Laos e Camboja, até a Península Malaia, Sumatra e Bornéu.

Vive em rios de planície, igarapés, canais, lagos marginais e áreas alagadas com água clara a levemente turva. Prefere trechos com correnteza suave, vegetação marginal e fundo de areia ou cascalho fino.

É um peixe de meia-água e superfície. Durante a estação das chuvas, migra lateralmente para planícies inundadas e florestas alagadas, onde encontra mais alimento e locais para desova. Na seca, retorna aos canais principais.

Essa adaptação a ambientes que mudam de volume e química explica parte da sua resistência em aquário, mas não significa que tolere água mal cuidada por muito tempo.

Comportamento e vida em cardume: por que não criar sozinha

A Rasbora-tesoura é gregária, pacífica e incansável. Isolada, fica estressada, apática e com cores apagadas. Em grupo, mostra o melhor: nado sincronizado, mudanças rápidas de direção e o abre-e-fecha característico da cauda.

O número mínimo recomendado é de 6 a 8 indivíduos, com ideal de 10 ou mais. Cardumes maiores diluem a hierarquia, reduzem a timidez e deixam o comportamento muito mais natural.

É um peixe de atividade alta durante todo o dia, que ocupa principalmente o terço médio e superior do aquário. Nada sem parar, explora todo o comprimento do vidro e reage rápido a qualquer movimento fora do aquário.

Apesar da energia, raramente persegue outros peixes. Pode conviver com tetras médios, barbos pacíficos, coridoras, colisas e camarões grandes, desde que todos prefiram parâmetros parecidos. Evite colocá-la com peixes muito lentos, de nadadeiras longas ou extremamente pequenos que caibam em sua boca.

Aquário ideal: tamanho, decoração e companheiros

O ponto mais importante é o comprimento do aquário. Por ser grande e nadadora, a Rasbora-tesoura precisa de pelo menos 120 cm de frente e 200 a 250 litros para um cardume de 8 a 10 exemplares. Aquários altos e estreitos não compensam a falta de área para nado.

Decore com fundo escuro, plantas altas nas laterais e fundo, e área central livre. Plantas como Vallisneria, Hygrophila e Ceratopteris criam refúgio sem bloquear a natação. Troncos finos e folhas secas ajudam a reproduzir o visual de igarapé.

Use tampa bem ajustada. É uma saltadora habilidosa, especialmente quando assustada ou com água de má qualidade. Deixe 3 a 4 cm entre a linha d’água e a tampa.

Para companheiros, prefira espécies de temperamento calmo e tamanho de 4 a 10 cm. Boas combinações incluem rodostomus, tetras-negros, lápis, barbus-ouro e botias pequenas. Evite ciclídeos territoriais grandes e peixes mordedores de nadadeira.

Exemplo de montagem para 8 indivíduos

Item Recomendação
Aquário 120 x 40 x 50 cm (240 litros)
Filtragem Filtro externo com 5 a 8x o volume/hora
Iluminação Moderada, com plantas e áreas sombreadas
Substrato Areia fina ou cascalho liso escuro
Decoração Plantas periféricas + espaço livre central

Parâmetros de água e manutenção na prática

A espécie tolera uma faixa relativamente ampla, mas rende mais com estabilidade. Mantenha temperatura entre 22 e 26 °C, pH de 6,0 a 7,5 e dureza de 5 a 12 GH.

A água deve ser limpa, bem oxigenada e com leve correnteza. Filtragem eficiente, com circulação que crie fluxo suave sem turbulência excessiva, é essencial. Trocas parciais de 25 a 30% por semana mantêm nitrato baixo.

Não é um peixe que exige água extremamente ácida ou preta, mas aprecia taninos leves de folhas ou turfa quando o pH tende a ficar alcalino. Evite variações bruscas de temperatura e pH, que desencadeiam doenças.

Em aquários novos, só introduza o cardume após a ciclagem completa. Apesar de resistente, a Rasbora-tesoura sente picos de amônia e nitrito, que afetam brânquias e imunidade.

Alimentação: o que oferecer para cor e energia

Onívora na natureza, alimenta-se de insetos terrestres que caem na água, larvas, pequenos crustáceos e zooplâncton. Em aquário, aceita bem ração, mas precisa de variedade.

Ofereça ração em flocos ou microgrânulos de boa qualidade como base, complementada 2 a 3 vezes por semana com alimento vivo ou congelado como artêmia, dáfnia, larva de mosquito e enquitreia. Isso intensifica o brilho prateado e o amarelo da cauda.

Alimente 2 vezes ao dia, em porções que sejam consumidas em 2 minutos. Por ser comedora de superfície e meia-água, prefira alimentos que flutuem um pouco antes de afundar. Retire sobras para não sobrecarregar o filtro.

Cardumes bem alimentados mostram cauda mais contrastada e nado mais coeso. Jejum de um dia por semana é bem tolerado e ajuda a evitar problemas digestivos.

Reprodução: como acontece e por que é desafiadora

A reprodução é do tipo espalha-ovos sem cuidado parental. Na natureza, ocorre no início da estação chuvosa, em águas rasas com vegetação fina.

Em aquário, o casal espalha 100 a 300 ovos adesivos entre plantas de folhas finas, como musgo-de-java ou mop de desova, geralmente nas primeiras horas da manhã. Os ovos eclodem em 24 a 36 horas a 25 °C, e as larvas nadam livremente após 3 a 4 dias.

A dificuldade está em dois pontos: os adultos comem os ovos rapidamente e exigem água muito limpa e levemente ácida para desovar. Criadores experientes usam aquário separado de 40 a 60 litros, com pH em torno de 6,5, temperatura de 25 a 26 °C e grade ou musgo denso no fundo.

Dimorfismo é sutil. Fêmeas são ligeiramente maiores, com ventre mais arredondado quando ovadas, enquanto machos são mais esguios e com cores um pouco mais intensas. Não há cuidado com a prole e os filhotes precisam de infusórios e náuplios de artêmia nos primeiros dias.

Saúde, longevidade e erros comuns

Com manejo correto, vive 5 a 8 anos, com relatos de até 10 anos em aquários estáveis. É considerada resistente, mas sofre com ictio (pontos brancos), fungos e infecções bacterianas quando há estresse crônico, superlotação ou oscilações de temperatura.

Os erros mais frequentes são aquário curto demais, cardume pequeno e ausência de tampa. Outro erro é mantê-la com peixes incompatíveis, como bettas de nadadeiras longas, que se estressam com sua agitação, ou com predadores que a veem como presa.

Sinais de alerta incluem nado isolado, perda de apetite, cores desbotadas, cauda fechada e respiração acelerada na superfície. Nesses casos, teste amônia, nitrito, pH e temperatura antes de medicar.

Quarentena de novos peixes por 15 a 20 dias, alimentação variada e rotina de trocas parciais são as melhores prevenções. Evite medicar o aquário principal sem diagnóstico, pois a espécie é sensível a cobre em excesso.

O que torna a Rasbora-tesoura especial no aquário

Poucas rasboras combinam tamanho imponente, brilho metálico e nado tão expressivo. O efeito visual do cardume mudando de direção ao mesmo tempo, com as caudas abrindo em sincronia, é um dos mais bonitos entre peixes de água doce comunitários.

Na nossa avaliação, ela é uma ótima ponte entre peixes pequenos e médios: tem presença, mas mantém a índole pacífica. Não é o peixe para quem busca cor neon intensa, e sim para quem valoriza movimento, comportamento natural e um aquário com vida constante.

Se você tem espaço horizontal e gosta de observar dinâmica de grupo, a Rasbora-tesoura entrega muito mais do que o preço sugere. Se busca um peixe para aquário de 60 litros ou para criar sozinho, melhor escolher outra rasbora menor.

Perguntas frequentes

Qual o tamanho mínimo de aquário para Rasbora-tesoura?

Para um cardume de 6 a 8 indivíduos, o mínimo recomendado é 200 a 250 litros com 120 cm de frente, pois ela nada muito e cresce até 15 cm.

Quantas Rasboras-tesoura devo ter juntas?

No mínimo 6 a 8, ideal 10 ou mais. Sozinha ou em dupla fica estressada, tímida e com cores apagadas.

Rasbora-tesoura pode viver com Betta ou Neon?

Com Betta não é ideal, pois sua agitação estressa o Betta. Com Neons pequenos pode haver predação de filhotes; prefira tetras de porte médio e pacíficos.

Ela pula do aquário?

Sim, é saltadora e pode pular quando assustada ou com água ruim. Use tampa bem ajustada e mantenha 3 a 4 cm de borda livre.

O que a Rasbora-tesoura come?

É onívora. Ração em flocos ou microgrânulos como base, mais artêmia, dáfnia e larvas de mosquito 2 a 3 vezes por semana.

Como reproduzir Rasbora-tesoura em aquário?

Separe um casal em aquário de 40 a 60 litros com musgo ou mop, pH ~6,5 e 25 a 26 °C. Retire os adultos após a desova, pois comem os ovos.

Qual a diferença para outras rasboras?

A tesoura é bem maior (12 a 15 cm) e tem a cauda bifurcada com manchas pretas e amarelas bem definidas, além das três linhas longitudinais sutis no corpo.

Você sabia?

1

A tesoura que abre e fecha

As manchas pretas e amarelas da cauda só formam o desenho de tesoura quando o peixe abre os lobos em movimento. Parada, a cauda parece apenas listrada.

2

Saltadora surpreendente

Mesmo com corpo alongado, consegue saltar vários centímetros fora d'água para capturar insetos ou fugir de sustos, por isso a tampa é obrigatória.

3

Três linhas no nome

O epíteto trilineata vem das três linhas longitudinais sutis no corpo, visíveis sob luz lateral. Muitos tutores só notam a linha central.

4

Cardume que nada como um só

Em grupos de 10 ou mais, desenvolve nado sincronizado anti-predador, mudando de direção em bloco em frações de segundo.

Fontes

  1. FishBase - Rasbora trilineata
  2. IUCN Red List
  3. Seriously Fish - Rasbora trilineata

Prós e contras: Rasbora-tesoura

Prós

  • Cardume pacífico com nado sincronizado muito bonito
  • Resistente e adaptável a pH 6,0 a 7,5 quando a água é estável
  • Ótima para aquários comunitários com peixes tranquilos
  • Longevidade de 5 a 8 anos com bom manejo
  • Aceita bem ração e alimentos congelados

Contras

  • Precisa de aquário longo (120 cm+) e não serve para nanos
  • Exige cardume de 6 a 10+, custo e espaço maiores
  • Pode saltar se o aquário não tiver tampa
  • Come ovos e filhotes, reprodução exige aquário separado
  • Pode estressar peixes muito lentos ou de nadadeiras longas
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a Rasbora-tesoura é subestimada no Brasil: entrega um efeito de cardume mais elegante que muitos tetras famosos, mas exige espaço que poucos aquários oferecem. Para quem pode dar 120 cm de frente e um grupo grande, é uma das melhores escolhas pacíficas e duradouras.

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Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Última revisão em 15.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.