🍊 Frutíferas

Guabiroba-do-campo

Campomanesia xanthocarpa

Atualizado em

4 a 10 m (até 15 m)Tamanho
Sol plenoLuminosidade
ModeradaRega
3 a 4 anosPrimeiros frutos
BaixaDificuldade
Frutos frescos de guabiroba-do-campo inteiros e cortados mostrando polpa suculenta

A guabiroba-do-campo (Campomanesia xanthocarpa) é uma árvore frutífera nativa do Cerrado e da Mata Atlântica, muito comum no Centro-Sul do Brasil. De porte médio, tronco tortuoso e copa arredondada, ela se destaca pelos frutos amarelo-alaranjados, suculentos e aromáticos, que amadurecem na primavera.

É uma das gabirobas mais apreciadas para consumo in natura, sucos, sorvetes e licores, além de ser importante para a fauna nativa. Rústica, tolera seca e geadas leves, frutifica entre 3 e 4 anos e é ótima opção para pomar doméstico, restauração e quintais agroecológicos.

Também conhecido como: Gabiroba, Guavirova, Guabiroba, Gabiroba-do-campo, Guabirova-do-campo, Gabirova

Faz parte de: Frutíferas do Brasil, Lista de Frutíferas

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Galeria de fotos de Guabiroba-do-campo

Frutos frescos de guabiroba-do-campo inteiros e cortados mostrando polpa suculenta
Frutos maduros de guabiroba-do-campo, amarelo-alaranjados e aromáticos.
Cesta com colheita de guabiroba-do-campo recém-colhida
Colheita diária na safra curta de primavera.
Mudas jovens de guabiroba-do-campo em saquinhos de viveiro
Mudas formadas a partir de sementes recalcitrantes semeadas frescas.
Detalhe do tronco da guabiroba-do-campo com casca descamando em placas
Tronco com casca pardo-acinzentada que descama em placas finas.
Mudas jovens de guabiroba-do-campo em saquinhos de viveiro
Mudas formadas a partir de sementes recalcitrantes semeadas frescas.
Detalhe do tronco da guabiroba-do-campo com casca descamando em placas
Tronco com casca pardo-acinzentada que descama em placas finas.
Ideal para

Ideal para quem tem quintal, chácara ou sítio no Centro-Sul e Sudeste e busca uma frutífera nativa rústica, de baixa manutenção e muito atrativa para pássaros e abelhas. Vai bem em projetos de pomar agroecológico, restauração e para quem valoriza frutos nativos para suco e geleia. Também agrada quem quer sombra leve e árvore de copa bonita sem exigir poda constante. Depois de estabelecida, lida bem com seca e frio moderado, exigindo apenas colheita atenta na safra curta.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem mora em apartamento ou tem apenas varanda pequena, pois não produz bem em vaso na fase adulta e precisa de sol pleno o dia todo. Também não é a melhor escolha para quem busca fruta que dure semanas na fruteira, já que a guabiroba amassa e fermenta em 1 a 2 dias. Quem tem pouco tempo na primavera deve considerar que a safra exige colheita quase diária e atrai mosca-das-frutas se os frutos caírem no chão. Em regiões de clima quente e úmido o ano todo, sem estação seca definida, a frutificação pode ser irregular.

Cultivo rápido

Luz
Sol pleno, mínimo 6 horas de sol direto; meia-sombra reduz floração
Rega
Moderada; 1 a 2 vezes por semana no primeiro ano, depois só em estiagem prolongada
Solo
Bem drenado, profundo, fértil, pH 5,5 a 6,5, rico em matéria orgânica
Temperatura
18 a 28 °C ideal; tolera geada leve até -5 °C quando adulta
Adubação
10 a 15 L de composto + 150 a 250 g de NPK 10-10-10 no final do inverno; cobertura morta anual
Poda
Leve, de formação e limpeza no inverno; evitar poda drástica
Propagação
Sementes recalcitrantes semeadas frescas; enxertia por garfagem para precocidade

Perfil rápido de Guabiroba-do-campo

Calendário

PlantioJFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND
ColheitaJFMAMJJASOND

Encontrado em 4 países

  • Brasil
  • Paraguai
  • Argentina
  • Uruguai

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Magnoliophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Myrtales
Família
Myrtaceae
Gênero
Campomanesia
Espécie
Campomanesia xanthocarpa O. Berg

Resumo

  • A guabiroba-do-campo é a Campomanesia xanthocarpa, árvore de 4 a 10 m nativa do Cerrado e Mata Atlântica com frutos amarelos aromáticos.
  • Frutifica na primavera, entre setembro e dezembro, com polpa suculenta agridoce rica em vitamina C e muito atrativa para abelhas e aves.
  • É rústica, gosta de sol pleno e solo bem drenado, propaga-se por sementes recalcitrantes e produz bem com pouca manutenção após estabelecida.

Características

Ficha da frutífera

Nome popularGuabiroba-do-campo
Nome científicoCampomanesia xanthocarpa O. Berg
Família botânicaMyrtaceae
OrigemBrasil (Cerrado e Mata Atlântica), Paraguai, Argentina e Uruguai
Tamanho4 a 10 m de altura, copa de 3 a 6 m de diâmetro
Coresverde-clara a amarelo-alaranjada (fruto maduro)
Tempo até frutificar3 a 4 anos por semente; 2 a 3 anos por enxertia
Época de frutificaçãoSetembro a dezembro (pico em outubro e novembro)
LuminosidadeSol pleno (mínimo 6 horas/dia)
RegaModerada; 1 a 2 vezes por semana no primeiro ano
SoloBem drenado, fértil, levemente ácido (pH 5,5 a 6,5), rico em matéria orgânica
ClimaSubtropical e tropical de altitude; tolera geada leve até -5 °C
PropagaçãoSementes (principal) e enxertia
Cultivo em vasoLimitado; só nos primeiros 2 a 3 anos

Perfil e comportamento

Necessidade de solMuito alto
Necessidade de águaMédio
Facilidade de cultivoAlto
Adequação a vasosBaixo
ProdutividadeAlto
Resistência a pragasAlto

O que é a guabiroba-do-campo e como reconhecê-la

A guabiroba-do-campo é a Campomanesia xanthocarpa, da família Myrtaceae, mesma da goiaba e da jabuticaba. É árvore de porte médio, geralmente entre 4 e 10 m, com tronco de casca pardo-acinzentada que descama em placas finas e copa densa e arredondada.

As folhas são simples, opostas, brilhantes e coriáceas, com 5 a 9 cm de comprimento. Quando amassadas, exalam cheiro característico de Myrtaceae, levemente resinoso, que ajuda a diferenciar de outras plantas do Cerrado.

As flores são brancas, com muitos estames bem vistosos, solitárias ou em pequenos grupos. Já o fruto é uma baga arredondada de 2 a 3 cm, casca fina e lisa, que passa de verde-clara a amarelo-alaranjada quando madura. A polpa é suculenta, agridoce e muito perfumada, com 6 a 12 sementes pequenas.

Onde ela ocorre e por que importa no Cerrado

Natural do Cerrado, Mata Atlântica e campos sulinos, ocorre do Mato Grosso e Goiás até o Rio Grande do Sul, além de Paraguai, Argentina e Uruguai. Prefere cerradões, matas de galeria e capões, mas também aparece em áreas abertas bem drenadas.

É espécie importante para a fauna. Flores atraem abelhas nativas sem ferrão (Meliponini), mamangavas e Apis mellifera. Frutos alimentam aves, morcegos, macacos e abelhas, e caem rapidamente, fermentando no chão.

Na restauração, é usada por ser pioneira secundária rústica, que tolera solos pobres e secos depois de estabelecida. A madeira, densa e resistente, é tradicionalmente usada para cabos de ferramentas, lenha e pequenos mourões.

Quando e como frutifica: safra, sabor e usos

A floração acontece no final do inverno, de agosto a outubro, e a frutificação vem logo depois, de setembro a dezembro, com pico em outubro e novembro. A árvore adulta bem cuidada pode produzir 20 a 40 kg por safra.

O fruto amadurece de forma desuniforme e cai ao menor toque quando maduro. Precisa ser colhido diariamente, com cuidado para não amassar. A casca é delicada e a polpa fermenta em 1 a 2 dias fora da geladeira.

O sabor é agridoce, entre goiaba e limão, com acidez marcante e aroma cítrico. É rica em vitamina C, fibras e compostos antioxidantes. Usos mais comuns:

  • In natura, bem madura, com casca e tudo
  • Sucos, sorvetes, geleias e licores – onde o perfume se destaca
  • Polpa congelada, melhor forma de conservar por meses
  • Alimentação da fauna e projetos de quintal agroecológico

Um detalhe pouco conhecido: as sementes são recalcitrantes. Perdem a viabilidade em 20 a 30 dias se secarem. Por isso, devem ser semeadas logo após a retirada da polpa.

Como plantar guabiroba-do-campo passo a passo

O plantio por sementes é o mais usado e tem alta germinação (70 a 90%) quando feito rápido. Retire as sementes de frutos bem maduros, lave para tirar a polpa e semeie em até 48 horas.

Use saquinhos de 15 x 25 cm com substrato leve: 2 partes de terra, 1 de areia grossa e 1 de composto orgânico. Enterre a 1 cm de profundidade, mantenha úmido e à meia-sombra. A emergência ocorre em 15 a 40 dias.

Leve a muda para o local definitivo quando tiver 30 a 50 cm, preferencialmente no início das chuvas (setembro a dezembro). Faça cova de 50 x 50 x 50 cm, misture 10 litros de esterco curtido, 200 g de calcário e 100 g de superfosfato simples se o solo for ácido e pobre.

Plante em sol pleno, com espaçamento de 5 x 5 m em pomar. Regue fundo após o plantio e mantenha cobertura morta ao redor, sem encostar no tronco. Nos primeiros 6 meses, regue 2 vezes por semana se não chover.

Enxertia vale a pena?

Sim, para quem quer precocidade e uniformidade. Enxerto por garfagem em mudas de Campomanesia reduz o tempo para 2 a 3 anos e mantém características da planta-mãe. Para pomar caseiro, a semente já resolve bem.

Luz, rega e solo ideais para crescer forte

Luz: exige sol pleno, no mínimo 6 horas diretas. À meia-sombra cresce estiolada, com pouca flor e fruto pequeno. Em Cerrado, suporta sol forte e vento.

Rega: na fase jovem, moderada e regular. Após 1 a 2 anos, torna-se tolerante à seca e só precisa de irrigação em estiagens longas ou na floração. Encharcamento é o maior inimigo: solo encharcado apodrece raízes.

Solo: prefere solos profundos, bem drenados, férteis e levemente ácidos. Não tolera solo compactado ou com lençol freático alto. Incorporar matéria orgânica todo ano melhora frutificação e resistência.

Clima: vai bem em subtropical e tropical de altitude, com inverno seco e verão chuvoso. Suporta geadas leves e curtas, mas geada forte queima brotações jovens. Em regiões muito quentes e úmidas o ano todo, produz menos.

Poda, adubação e condução da árvore

A guabiroba-do-campo tem crescimento moderado e copa naturalmente bem formada. A poda é simples e deve ser leve.

  • Poda de formação: nos 2 primeiros anos, selecione 3 a 4 ramos principais bem distribuídos e elimine brotos ladrões na base.
  • Poda de limpeza: todo inverno, retire galhos secos, cruzados e doentes. Não faça poda drástica.
  • Poda de frutificação: após a colheita, faça apenas desponte leve para arejar a copa e entrar luz.

Adubação: sem exagero. Para árvore adulta em produção:

Época O que aplicar Quantidade por planta
Final do inverno (ago/set) Composto orgânico + NPK 10-10-10 10 a 15 L de composto + 150 a 250 g
Após colheita (dez/jan) Esterco curtido + calcário se necessário 5 a 10 L + correção conforme análise
Cobertura morta Palha, folhas secas Camada de 5 a 8 cm ao redor da copa

Evite excesso de nitrogênio, que gera muita folha e pouca flor. Análise de solo a cada 2 anos ajuda a ajustar.

Cultivo em vaso e em pequenos quintais: vale a pena?

Na nossa avaliação, a guabiroba-do-campo não é a melhor frutífera para vaso definitivo. Ela forma raiz pivotante profunda e quer virar árvore. Em vaso grande (mínimo 100 a 200 litros), cresce até 1,5 a 2 m e pode até florescer, mas com produção pequena e irregular.

Para quem tem pouco espaço, a estratégia é usar o vaso apenas nos 2 a 3 primeiros anos e depois levar para o chão, ou manter como planta ornamental frutífera em terraço com sol pleno. Use substrato bem drenado, rega frequente sem encharcar e adubação orgânica leve a cada 3 meses.

Em quintais pequenos, prefira plantar uma única árvore bem posicionada, a pleno sol e longe de muros (pelo menos 3 m). Ela atrai abelhas na florada e pássaros na safra, o que é um atrativo à parte.

Pragas, doenças e como evitar perdas

É considerada rústica e pouco atacada, mas pode sofrer com problemas comuns de Myrtaceae se houver desequilíbrio.

  • Mosca-das-frutas (Anastrepha spp.): principal praga. Fura o fruto e deixa larva. Colha maduros diariamente, ensaque frutos se necessário e não deixe frutos caídos no chão.
  • Ferrugem e antracnose: manchas nas folhas e frutos em anos muito úmidos. Melhore aeração da copa e evite molhar folhas na rega.
  • Cochonilhas e pulgões: em brotações novas, principalmente em muda. Remoção manual e jato d’água resolvem em casos leves.

A prevenção mais eficaz é sol pleno, solo drenado e copa arejada. Evite adubar demais e mantenha o entorno limpo na época da safra. Não é necessário uso rotineiro de defensivos em cultivo doméstico.

Tipos e confusões comuns: não confunda com outras gabirobas

O nome guabiroba ou gabiroba vale para várias Campomanesia. A do campo (C. xanthocarpa) é a de porte arbóreo, mas há outras parecidas:

Espécie Porte Fruto Diferença clave
C. xanthocarpa (guabiroba-do-campo) Árvore 4-10 m Amarelo, 2-3 cm, agridoce Casca que descama, folhas brilhantes
C. adamantium (gabiroba-do-cerrado) Arbusto 0,5-1,5 m Amarelo-esverdeado, menor Planta anã, rebrota após fogo
C. pubescens (gabiroba-peluda) Arbusto 1-2 m Amarelo com pelos finos Folhas e frutos pubescentes

Erro comum é comprar muda de gabiroba-anã achando que é a árvore. Pergunte sempre o nome científico na etiqueta e observe a folha: a xanthocarpa tem folha lisa e brilhante, sem pelos.

Outro mito é achar que guabiroba é igual a araçá. São parentes, mas o araçá (Psidium) tem polpa mais firme e sementes diferentes. A guabiroba tem perfume mais cítrico e casca mais fina.

Perguntas frequentes

Guabiroba-do-campo demora quanto tempo para dar frutos?

De semente, de 3 a 4 anos em boas condições de sol e solo; por enxertia, pode antecipar para 2 a 3 anos.

Qual a época de colheita da guabiroba-do-campo?

De setembro a dezembro, com pico em outubro e novembro. O fruto maduro cai facilmente e deve ser colhido diariamente.

Pode plantar guabiroba-do-campo em vaso?

Só nos primeiros 2 a 3 anos e em vaso de 100 a 200 litros a sol pleno. Como árvore adulta, produz pouco em vaso e prefere chão.

Como plantar a semente corretamente?

Retire a semente de fruto bem maduro, lave e semeie em até 48 horas a 1 cm de profundidade. São recalcitrantes e perdem viabilidade se secarem.

Guabiroba-do-campo precisa de muita água?

Não. Após o primeiro ano é tolerante à seca. Regue apenas em estiagens longas e na floração; solo encharcado prejudica as raízes.

Qual a diferença entre guabiroba-do-campo e gabiroba-do-cerrado?

A do campo (C. xanthocarpa) é árvore de 4 a 10 m; a do cerrado (C. adamantium) é arbusto anão de até 1,5 m que rebrota após queimadas.

A fruta atrai mosca-das-frutas?

Sim, como toda Myrtaceae. Colha frutos maduros todos os dias, não deixe frutos caídos no chão e ensaque se necessário.

Você sabia?

1

Semente que não pode esperar

As sementes de guabiroba-do-campo são recalcitrantes e morrem se desidratarem. Se guardadas secas na geladeira, perdem a viabilidade em menos de um mês, por isso viveiristas semeiam em até 48 horas após extrair a polpa.

2

Perfume que entrega a família

Folhas e casca amassadas liberam cheiro resinoso típico de Myrtaceae, o mesmo grupo da jabuticaba e do eucalipto. Esse aroma vem de óleos essenciais e ajuda a identificar a árvore mesmo sem frutos.

3

Fruta que fermenta no pé

Quando muito madura, a guabiroba cai e fermenta em horas no chão do Cerrado, exalando cheiro alcoólico que atrai morcegos e aves. No interior, essa fermentação natural já foi aproveitada para fazer licores artesanais.

4

Tolerância surpreendente ao frio

Apesar de ser do Cerrado, a espécie suporta geadas leves de até -5 °C depois de adulta, perdendo folhas temporariamente. Mudas jovens, porém, precisam de proteção no primeiro inverno.

Fontes

  1. Embrapa
  2. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  3. Instituto Brasileiro de Florestas

Prós e contras: Guabiroba-do-campo

Prós

  • Frutífera nativa rústica, tolera seca e geada leve após estabelecida
  • Frutos aromáticos e ricos em vitamina C, ótimos para suco, geleia e licor
  • Atrai abelhas nativas e pássaros, ótima para quintal agroecológico
  • Baixa exigência de poda e defensivos quando em sol pleno e solo drenado
  • Boa para restauração e sombra leve com copa arredondada

Contras

  • Fruto muito perecível, fermenta em 1 a 2 dias fora da geladeira
  • Safra curta e desuniforme exige colheita diária na primavera
  • Sementes recalcitrantes não podem ser armazenadas por muito tempo
  • Pouco produtiva em vaso na fase adulta e precisa de espaço (5 x 5 m)
  • Suscetível à mosca-das-frutas se houver frutos caídos no chão
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a guabiroba-do-campo é uma das frutíferas nativas mais subestimadas para quintais do Sul e Sudeste: rústica, bonita e produtiva sem frescura, mas ignorada porque o fruto não viaja bem. Vale plantar se você valoriza sabor e biodiversidade mais do que aparência de supermercado.

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Escrito porFeliciano MureneVeterinário

Feliciano Murene é professor e criador de conteúdo. Formado em Biologia, possui cerca de 5 anos de experiência em sala de aula e atua na produção de conteúdos…

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Revisão especializadaCacilda MassemaEngenheira Agrônoma

Com experiência no universo das plantas, dedica-se à pesquisa e produção de conteúdos sobre cultivo, identificação de espécies, plantas ornamentais, flores, árvores e frutíferas. Partilha conhecimentos práticos sobre…

Última revisão em 20.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.