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Crino

Crinum spp.

Atualizado em

60 cm a 1,5 m de alturaTamanho
Sol pleno a meia-sombraLuminosidade
Moderada a frequenteRega
Perene bulbosaCiclo de vida
Fácil a moderadaDificuldade
Crino adulto florido em canteiro de jardim com folhas em fita e flores brancas rosadas

O crino (Crinum spp.) é uma planta bulbosa perene de grande porte da família Amaryllidaceae, famosa pelas flores em forma de trombeta, geralmente brancas ou rosadas, muito perfumadas e reunidas em hastes altas acima de folhas longas em forma de fita.

Diferente de muitos bulbos ornamentais, forma um bulbo enorme com pescoço alongado que pode permanecer décadas no mesmo local e tolera sol pleno, meia-sombra e até solo encharcado, o que o torna comum em jardins litorâneos, beiras de lago e quintais do interior do Brasil.

É uma flor de baixa manutenção depois de estabelecida, mas exige espaço, luz e atenção à toxicidade: todas as partes contêm alcaloides que são tóxicos se ingeridos por pets e humanos.

Também conhecido como: Lírio-crino, Açucena, Crinum, Lírio-do-brejo

Faz parte de: Flores de Sol Pleno, Flores Ornamentais, Flores para Jardim, Flores Perenes

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Galeria de fotos de Crino

Crino adulto florido em canteiro de jardim com folhas em fita e flores brancas rosadas
Crino adulto em canteiro a sol pleno, com folhagem em fita e hastes florais altas.
Close-up das flores de crino brancas e rosadas em forma de trombeta
Detalhe das flores de crino, em forma de trombeta e muito perfumadas.
Bulbo de crino com pescoço alongado semienterrado no solo
Bulbo de crino com pescoço alongado, que fica semienterrado.
Crino-americano na beira de lago com flores brancas
Crinum americanum, espécie nativa que tolera solo encharcado e beira de lago.
Crino cultivado em vaso grande de terracota em pátio ensolarado
Crino em vaso grande e profundo, ideal para pátios com sol.
Variações de cores de flores de crino: branco, rosa-claro e rosa-escuro
Variações de cor do crino, do branco puro ao rosa intenso.
Ideal para

Ideal para quem tem jardim a sol pleno, chácara ou casa no litoral e busca uma flor grande, perfumada e rústica que aguente calor, vento e solo úmido. Também funciona para quem quer uma bulbosa perene que não precisa ser replantada todo ano e que cria um ponto focal alto no canteiro. É especialmente interessante para projetos com espelho-d'água, entrada de casa ou fundo de canteiro, onde suas folhas em fita e hastes de até 1,5 m dão volume sem exigir poda constante.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para apartamentos pequenos, varandas sombreadas ou vasos estreitos, pois precisa de sol direto e de vaso grande e pesado para sustentar o bulbo. Quem tem cachorro ou gato que cava e mastiga plantas deve evitar ou isolar bem o canteiro, já que toda a planta é tóxica se ingerida. Também não é a melhor escolha para quem busca flores azuis, amarelas ou floração o ano todo, nem para quem quer trocar a decoração a cada estação, pois o crino prefere ficar décadas no mesmo lugar e demora para florescer após transplantes.

Cultivo rápido

Luz
Sol pleno a meia-sombra; mínimo 4 a 6 horas de sol direto para florescer
Rega
Moderada a frequente; manter solo levemente úmido na primavera-verão, reduzir no inverno
Solo
Fértil, profundo e bem drenado, rico em matéria orgânica; pH 6,0 a 7,0
Temperatura
Prefere 18 °C a 30 °C; proteger de geada forte e prolongada com cobertura morta
Adubação
Composto orgânico ou NPK 4-14-8 no fim do inverno e após floração; evitar excesso de nitrogênio
Poda
Apenas remoção de folhas secas e hastes florais murchas na base; não cortar folhas verdes
Propagação
Divisão de bulbilhos laterais no outono-inverno ou por sementes frescas

Perfil rápido de Crino

Calendário

PlantioJFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsTóxica
  • PessoasTóxica se ingerida

Todas as partes contêm alcaloides licorina e crinina. Ingestão causa vômito, diarreia e dor abdominal. Use luvas ao manusear bulbos e mantenha longe de pets e crianças.

Encontrado em 6 países

  • Brasil
  • Estados Unidos
  • México
  • África do Sul
  • Índia
  • Austrália

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Angiospermae
Classe
Liliopsida (Monocotiledôneas)
Ordem
Asparagales
Família
Amaryllidaceae
Gênero
Crinum
Espécie
Crinum spp.

Resumo

  • O crino é uma flor bulbosa perene de grande porte, com folhas em fita e flores brancas ou rosadas em forma de lírio, muito perfumadas.
  • Prefere sol pleno a meia-sombra, solo fértil e úmido e floresce principalmente da primavera ao verão no Brasil.
  • É tóxica se ingerida por cachorros, gatos e humanos e deve ser cultivada com espaço, pois seu bulbo pode viver décadas no mesmo local.

Características

Ficha da flor

Nome popularCrino, lírio-crino, açucena
Nome científicoCrinum spp. (ex.: Crinum americanum, Crinum moorei, Crinum x powellii)
Família botânicaAmaryllidaceae
OrigemRegiões tropicais e subtropicais das Américas, África e Ásia; Crinum americanum é nativo do Brasil
Tipo de plantaHerbácea bulbosa perene
Ciclo de vidaPerene
Tamanho0,6 a 1,5 m de altura; touceira com 0,8 a 1,2 m de diâmetro
LuminosidadeSol pleno a meia-sombra (mínimo 4 a 6 horas de sol)
RegaModerada a frequente; solo levemente úmido, tolera encharcamento breve
SoloFértil, profundo, úmido mas drenado; pH 6,0 a 7,0
Temperatura18 °C a 30 °C; não tolera geada forte e prolongada
PropagaçãoDivisão de bulbos e bulbilhos, sementes
Toxicidade para petsTóxica para cachorro e gato
FloraçãoPrimavera a verão, pico entre setembro e fevereiro

Perfil e comportamento

Necessidade de luzAlto
Necessidade de águaMédio
Facilidade de cultivoAlto
Adequação a vasosMédio
Resistência a pragasAlto
Tolerância ao frioMédio
Tolerância ao calorMuito alto
Valor ornamentalMuito alto

O que é o crino e como reconhecer na hora

O crino é o nome popular do gênero Crinum, da família Amaryllidaceae, a mesma do amarílis. Não é um lírio verdadeiro, mas lembra um lírio grande e rústico, com bulbo gigante de pescoço alongado que fica semienterrado.

Você reconhece pelo conjunto: folhas largas em forma de fita, com 60 a 90 cm de comprimento, verde-claras a verde-escuras, formando uma roseta basal, e haste floral oca e robusta que surge do centro e abre um umbela com 4 a 12 flores em forma de trombeta. Cada flor tem seis tépalas recurvadas e estames longos e bem visíveis.

O perfume é outra marca. Muitas espécies liberam fragrância adocicada mais forte ao entardecer e à noite, quando são polinizadas por mariposas. Se a planta tem folhas de amarílis gigante, bulbo que parece um abacaxi enterrado e flores brancas ou rosadas perfumadas no alto, é crino.

Crino é tóxico para cachorro, gato e humanos?

Sim. Todas as partes do crino são tóxicas se ingeridas, incluindo bulbo, folhas, flores e sementes. A planta contém alcaloides como licorina e crinina, os mesmos que tornam outras Amaryllidaceae perigosas.

Em cachorro e gato, a ingestão pode causar salivação, náusea, vômito, diarreia, dor abdominal e, em maior quantidade, queda de pressão e tremores. O bulbo é a parte mais concentrada e, por ficar semienterrado, pode atrair filhotes curiosos que cavam.

Em humanos, o contato com a seiva pode irritar pele sensível, e a ingestão provoca os mesmos sintomas gastrointestinais. Não use como planta de borda em áreas onde pets e crianças pequenas brincam sem supervisão e use luvas ao dividir bulbos. Em caso de ingestão, procure veterinário ou serviço de saúde imediatamente e leve um pedaço da planta para identificação.

Onde plantar crino: jardim, vaso grande e beira de lago

O crino precisa de espaço. No jardim, plante com 80 cm a 1 m de distância entre bulbos e deixe o pescoço do bulbo levemente acima do nível do solo. Ele detesta ser transplantado com frequência e pode levar uma estação para voltar a florescer depois da mudança.

Em vaso, só funciona em vasos grandes e profundos, com mínimo de 30 a 40 litros, com boa drenagem e substrato pesado para não tombar com o vento. Vasos pequenos atrofiam o bulbo e reduzem a floração. É ótimo para varandas ensolaradas, pátios e entradas de casa.

O grande diferencial é a tolerância à umidade. Crinum americanum, nativo do Brasil, tolera solo encharcado e até água salobra de manguezal, por isso é muito usado em espelhos-d’água, lagos ornamentais e jardins litorâneos. Outras espécies preferem solo úmido, mas não permanentemente alagado.

  • Jardim a pleno sol: melhor floração e touceira mais compacta.
  • Meia-sombra luminosa: floresce, mas com menos hastes e folhas mais longas.
  • Beira de lago ou solo úmido: ideal para C. americanum e C. erubescens.

Luz, rega e solo: o tripé para florescer bem

Luz: ofereça sol pleno com 6 horas ou mais para floração abundante. Tolera meia-sombra com 4 horas de sol direto, mas em sombra a planta fica só com folhas. No Sudeste e Centro-Oeste, sol da manhã e tarde é suficiente; no Nordeste, aprecia sol pleno mesmo no verão.

Rega: mantenha o solo levemente úmido durante o crescimento e a floração. Regue 2 a 3 vezes por semana em períodos quentes e secos, reduzindo no inverno quando a planta desacelera. Bulbos estabelecidos aguentam curta estiagem, mas seca prolongada reduz o número de flores. Evite solo seco como pedra ou encharcado por semanas, exceto para espécies de brejo.

Solo: o crino gosta de solo fértil, profundo, fofo e rico em matéria orgânica, com pH entre 6,0 e 7,0. Misture terra de jardim, composto orgânico e areia grossa em partes iguais para garantir drenagem sem perder umidade. Uma camada de cobertura morta ajuda a manter a umidade e protege o colo do bulbo do sol forte.

Adubação, poda e manutenção ao longo do ano

Adubação: adube no fim do inverno e novamente após a floração. Use composto orgânico ou NPK 4-14-8 ao redor da touceira, sem encostar no bulbo, e regue em seguida. Excesso de nitrogênio gera muita folha e pouca flor. Em solos pobres, uma dose leve de farinha de ossos a cada 6 meses melhora a floração.

Poda: não há poda de formação. Remova apenas folhas amareladas e hastes florais secas cortando na base após as flores murcharem. Não corte folhas verdes, pois elas alimentam o bulbo para a próxima estação. Se quiser sementes, deixe 1 ou 2 frutos amadurecerem, mas saiba que isso enfraquece a floração seguinte.

Manutenção: divida a touceira a cada 3 a 5 anos, no outono ou inverno, quando o canteiro ficar muito cheio. Desenterre com cuidado, separe bulbilhos com raízes e replante imediatamente. Touceiras antigas podem ficar 30 a 50 anos no mesmo lugar e florescem melhor quando não são perturbadas.

Principais tipos e variedades cultivadas no Brasil

O gênero tem mais de 100 espécies, mas poucas dominam jardins brasileiros. A escolha depende do espaço, da cor e da tolerância à água.

Variedade / Espécie Altura Cor da flor Destaque
Crinum americanum (crino-americano) 60 a 80 cm Branco puro Nativo do Brasil, tolera brejo e salinidade, ideal para litoral
Crinum moorei 80 a 120 cm Rosa-claro a rosa-escuro Flores grandes e perfumadas, mais sensível ao frio
Crinum x powellii (híbrido) 90 a 150 cm Rosa, branco e bicolor Híbrido vigoroso, floração prolongada, mais rústico
Crinum asiaticum 100 a 150 cm Branco com estames arroxeados Folhagem muito larga, porte escultural, precisa de espaço

Há ainda seleções como Crinum ‘Ellen Bosanquet’, de tom vinho-rosado intenso e perfume forte, e Crinum ‘Cecil Houdyshel’, branco com listra rosa, ambas encontradas em coleções de bulbosas.

Na compra, desconfie de bulbos muito pequenos ou murchos. Um bulbo saudável de crino deve ser firme, pesado e com diâmetro acima de 8 cm para florescer na mesma estação. Bulbos de 12 a 15 cm podem pesar mais de 1 kg.

Floração, cores e como usar em arranjos

A floração no Brasil ocorre principalmente de setembro a fevereiro, com pico em novembro e dezembro. Cada haste dura 10 a 15 dias na planta e abre as flores de forma sequencial. Uma touceira bem estabelecida pode emitir 3 a 6 hastes por estação.

As cores são restritas e isso é parte da identidade do crino: branco, branco com centro rosado, rosa-claro, rosa-escuro e vermelho-rosado. Não existe crino azul, amarelo ou laranja; se oferecerem, é outra espécie. O branco puro de C. americanum é o mais perfumado à noite.

Para corte, colha a haste quando 1 a 2 flores estiverem abertas e as demais ainda em botão. Corte na base em diagonal, retire folhas excedentes e troque a água a cada 2 dias. Dura de 5 a 7 dias no vaso. Combine com folhagens verdes escuras e evite misturar com flores muito pequenas, que se perdem perto do tamanho do crino.

Pragas, doenças e por que seu crino não floresce

O crino é rústico e tem boa resistência a pragas, mas pode sofrer com lagarta-rosca, cochonilhas e ácaros em períodos secos, além de podridão do bulbo por excesso de água sem drenagem. Manchas foliares avermelhadas indicam fungo favorecido por folhas molhadas à noite; melhore a ventilação e evite molhar a folhagem.

Lesmas e caracóis gostam das folhas novas, especialmente em jardins úmidos. Remoção manual e cobertura com casca de pínus ajudam mais que veneno. Se o bulbo ficar mole e com cheiro forte, é podridão bacteriana: retire, descarte a parte afetada e replante em solo novo e seco por alguns dias.

Se não floresce, as causas mais comuns são:

  • Pouca luz: menos de 4 horas de sol direto raramente floresce.
  • Bulbo muito novo ou recém-dividido: precisa de 1 a 2 estações para se recuperar.
  • Vaso pequeno ou touceira muito apertada: falta de nutrientes e espaço.
  • Excesso de nitrogênio ou poda de folhas verdes: enfraquece o bulbo.

Corrija luz e adubação, evite mudanças constantes e tenha paciência. Um crino bem instalado costuma florescer todo ano e aumentar o número de hastes com a idade, sem exigir muito mais que sol, água regular e uma adubação anual.

Perguntas frequentes

Crino gosta de sol ou sombra?

Gosta de sol pleno, com pelo menos 6 horas de sol para floração abundante. Tolera meia-sombra com 4 horas, mas em sombra floresce pouco ou não floresce.

Crino pode ficar em vaso?

Sim, mas precisa de vaso grande e profundo, com 30 a 40 litros no mínimo, substrato fértil e sol direto. Vasos pequenos limitam o bulbo e a floração.

Quanto tempo demora para o crino florescer?

Bulbos grandes e bem estabelecidos florescem na mesma estação, de setembro a fevereiro. Bulbos pequenos ou recém-divididos podem levar 1 a 2 anos.

Crino é tóxico para cachorro e gato?

Sim, é tóxico se ingerido. Todas as partes contêm licorina e outros alcaloides que causam vômito e diarreia. Mantenha longe de pets e crianças.

Como fazer o crino florescer mais?

Garanta sol pleno, solo fértil e úmido, adube no fim do inverno e não corte folhas verdes. Evite transplantar com frequência e não exagere no nitrogênio.

Crino precisa de muita água?

Precisa de solo levemente úmido na primavera e verão, com regas 2 a 3 vezes por semana no calor. Tolera breve encharcamento, mas solo permanentemente seco reduz a floração.

Qual a diferença entre crino e amarílis?

Ambos são Amaryllidaceae, mas o crino tem bulbo de pescoço longo semienterrado, folhas em fita mais longas e flores menores em umbela, enquanto o amarílis tem bulbo arredondado e flores maiores e isoladas.

Você sabia?

1

Bulbo que vive décadas

Uma touceira de crino bem cuidada pode permanecer produtiva por 30 a 50 anos no mesmo canteiro e há registros de bulbos com mais de 9 kg em espécies de grande porte.

2

Perfume noturno para mariposas

Muitas flores de Crinum abrem no fim da tarde e intensificam o perfume à noite para atrair mariposas esfingídeas, suas principais polinizadoras.

3

Nativo de brejo que aguenta sal

O Crinum americanum, nativo do litoral brasileiro, cresce em brejos e manguezais e tolera solo encharcado e até água levemente salobra, algo raro entre bulbos ornamentais.

4

Sementes que boiam

Algumas espécies produzem sementes grandes, verdes e esponjosas que boiam e são dispersas pela água, estratégia útil em áreas alagáveis.

Fontes

  1. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  2. Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
  3. Missouri Botanical Garden

Prós e contras: Crino

Prós

  • Flores grandes, perfumadas e de alto impacto ornamental
  • Muito rústico após estabelecido, tolera calor, vento e solo úmido
  • Perene que pode viver décadas no mesmo local sem replantio
  • Floração prolongada na primavera-verão com várias hastes por touceira
  • Algumas espécies nativas toleram brejo e litoral com salinidade

Contras

  • Tóxico se ingerido para pets e humanos, exige cuidado no posicionamento
  • Precisa de espaço e vaso grande; não serve para locais pequenos ou sombreados
  • Não tolera geada forte e demora para florescer após divisão
  • Cores limitadas a branco e tons de rosa, sem opções azuis ou amarelas
  • Bulbo grande e pesado dificulta transplante e transporte
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o crino é imbatível para quem quer uma bulbosa de presença, perfume noturno e resistência ao calor e à umidade do Brasil, onde poucas flores grandes se mantêm bonitas. O preço é o espaço e a toxicidade: não é planta para vaso pequeno ou para deixar ao alcance de pets que mordem tudo.

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Cacilda Massema
Escrito porCacilda MassemaEngenheira Agrônoma

Com experiência no universo das plantas, dedica-se à pesquisa e produção de conteúdos sobre cultivo, identificação de espécies, plantas ornamentais, flores, árvores e frutíferas. Partilha conhecimentos práticos sobre…

Feliciano Murene
Revisão especializadaFeliciano MureneVeterinário

Feliciano Murene é professor e criador de conteúdo. Formado em Biologia, possui cerca de 5 anos de experiência em sala de aula e atua na produção de conteúdos…

Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.