🐟 Peixes

Peixe-cirurgião-paleta

Paracanthurus hepatus

Atualizado em

25 a 31 cm adultoTamanho
SalgadaTipo de água
12 a 20 anosExpectativa de vida
Ativo e territorialTemperamento
AltaDificuldade
Peixe-cirurgião-paleta adulto de lado mostrando corpo azul-royal com mancha preta em forma de paleta e cauda amarela

O peixe-cirurgião-paleta (Paracanthurus hepatus) é o famoso peixe azul da animação Procurando Nemo, conhecido como Dory. É o único representante do gênero Paracanthurus e se destaca pelo corpo azul-royal intenso com a característica mancha em forma de paleta contornada de preto e cauda amarela.

Na natureza vive em recifes de coral do Indo-Pacífico e pode atingir 31 cm, sendo muito ativo e territorial na fase adulta. No aquarismo marinho é considerado um peixe de dificuldade alta, pois exige aquários grandes, água de qualidade impecável e alimentação rica em vegetais para não adoecer.

Também conhecido como: Cirurgião-patela, Blue tang, Palette surgeonfish, Regal tang, Hippo tang, Dory

Faz parte de: Peixes de Água Salgada, Peixes Herbívoros, Peixes para Aquário

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Galeria de fotos de Peixe-cirurgião-paleta

Peixe-cirurgião-paleta adulto de lado mostrando corpo azul-royal com mancha preta em forma de paleta e cauda amarela
Adulto de peixe-cirurgião-paleta com a coloração azul-royal e paleta preta característica.
Close-up da cabeça e do bisturi na cauda do peixe-cirurgião-paleta
Detalhe da cabeça e do bisturi retrátil na base da cauda.
Filhote de peixe-cirurgião-paleta azul-claro escondido entre corais ramificados
Filhote ainda sem a paleta preta bem definida, abrigado no coral.
Peixe-cirurgião-paleta nadando em aquário marinho grande com rochas vivas e corais
Em aquário marinho, precisa de muito espaço para nadar e tocas para se esconder.
Grupo de peixes-cirurgião-paleta nadando juntos sobre recife de coral
Na natureza pode formar pequenos grupos para pastar algas no recife.
Peixe-cirurgião-paleta se alimentando de alga nori presa em clipe no aquário
Alimentação deve ter base vegetal diária, como folhas de alga nori.
Ideal para

Ideal para aquaristas marinhos experientes que já mantêm aquário de recife estável há meses e dispõem de aquário grande, com 350 litros ou mais. É um peixe visualmente deslumbrante, ativo e compatível com corais, que recompensa quem oferece espaço, dieta vegetal correta e rotina estável.

Pode não ser ideal para

Não é ideal para iniciantes, para quem tem aquário pequeno, nano reef ou sistema recém-montado. Também não funciona para quem busca um peixe de baixa manutenção ou tem pouco tempo para controle diário de parâmetros, pois qualquer instabilidade na água salgada adoece rapidamente esta espécie.

Como cuidar

Aquário
Mínimo de 350 a 400 litros com 120 cm de frente, muitas rochas vivas com tocas e área livre para nado constante
Água
Salgada estável: 24 a 27 °C, pH 8,1 a 8,4, salinidade 1,020 a 1,025, amônia e nitrito zero, nitrato <10 ppm, circulação forte e skimmer
Alimentação
Base vegetal diária com nori e spirulina + complemento proteico 2 a 3x/semana; 2 a 3 refeições pequenas ao dia
Convivência
Introduzir por último; evitar outro Paracanthurus; compatível com peixes de recife pacíficos e invertebrados
Manejo
Sempre fazer quarentena de 30 a 45 dias; nunca encurralar com a mão devido ao bisturi afiado na cauda

Perfil rápido de Peixe-cirurgião-paleta

Estado de conservação

LC
Pouco Preocupante

Espécie amplamente distribuída e ainda comum nos recifes, mas pressionada pela captura para aquarismo e degradação de corais.

População
População estável com declínios locais
Protegido por
Não possui proteção global específica; manejo varia por país e depende de coleta sustentável

Vida útil

Na natureza
12 a 20 anos
Em aquário marinho bem mantido
8 a 12 anos
Maturidade sexual
cerca de 2 anos e 15 a 20 cm

Reprodução

Tipo de reprodução
Ovípara com fecundação externa
Estratégia
Desova pelágica em grupo ao entardecer
Padrão sazonal
Desova ligada a ciclos lunares e temperatura da água, sem estação fixa em áreas tropicais
Ovos
Planctônicos, liberados na coluna d'água e dispersos pela corrente
Cuidado parental
Nenhum; larvas se desenvolvem sozinhas no plâncton

Habitat

Ambientes

  • recifes de coral costeiros e de barreira
  • encostas externas do recife
  • lagoas com corais ramificados
  • fendas e tocas entre corais entre 2 e 40 m de profundidade

Biomas

  • Recife de coral
  • Oceano tropical

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • microalgas
  • algas filamentosas
  • detritos vegetais

Outros alimentos

  • zooplâncton
  • pequenos crustáceos
  • ovos de invertebrados

Encontrado em 10 países

  • Austrália
  • Indonésia
  • Filipinas
  • Japão
  • Quênia
  • África do Sul
  • Tailândia
  • Fiji
  • Ilhas Salomão
  • Estados Unidos (Havaí)

Como animal de estimação

Adequação ao aquário
Alta exigência; apenas para aquaristas experientes com aquário marinho grande e estável
Legalidade no Brasil
Comércio permitido apenas com exemplares de origem legalizada; captura no Brasil é restrita e a maioria é importada
Nível de cuidado
Alto; exige controle rigoroso de salinidade, temperatura e dieta vegetal
Aquisição
Quase todos os exemplares são de captura na natureza; prefira criadores e lojas que informem origem e quarentena

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Actinopterygii
Ordem
Perciformes
Família
Acanthuridae
Gênero
Paracanthurus
Espécie
Paracanthurus hepatus

Resumo

  • O peixe-cirurgião-paleta é o Paracanthurus hepatus, único do seu gênero, famoso pela cor azul-royal com paleta preta e cauda amarela e pelo espinho afiado na base da cauda.
  • Vive em recifes de coral do Indo-Pacífico, nada em meia-água e se esconde em fendas de coral quando ameaçado, podendo viver mais de 12 anos na natureza.
  • No aquário marinho exige no mínimo 300 a 400 litros, água salgada estável e dieta predominantemente herbívora, não sendo indicado para iniciantes ou aquários pequenos.

Características

Ficha da espécie

Nome científicoParacanthurus hepatus (Linnaeus, 1766)
FamíliaAcanthuridae
OrigemIndo-Pacífico
Tipo de águaSalgada
Tamanho25 a 31 cm na natureza; 20 a 25 cm em aquário
Coresazul-royalpretoamarelobranco
Expectativa de vida12 a 20 anos na natureza; 8 a 12 anos em aquário bem mantido
AlimentaçãoOnívora com tendência herbívora
ReproduçãoOvípara com desova pelágica em grupo
Temperatura ideal24 a 27 °C
pH ideal8,1 a 8,4
Salinidade1,020 a 1,025
VariedadesNão há variedades ornamentais; coloração varia levemente por região

Perfil e comportamento

Facilidade de criaçãoBaixo
AgressividadeMédio
SociabilidadeMédio
Nível de atividadeMuito alto
Exigência com a qualidade da águaMuito alto
Adequação a aquários pequenosMuito baixo

Como reconhecer o peixe-cirurgião-paleta sem confundir

O peixe-cirurgião-paleta é inconfundível quando adulto, mas muito confundido com outros tangs azuis quando filhote. O corpo é oval e achatado lateralmente, em azul-royal intenso, com uma mancha preta em forma de paleta que começa atrás do olho e se estende até a base da cauda.

A cauda é amarela viva e as nadadeiras peitorais são amarelas com base azul. A nadadeira dorsal e anal têm bordas azul-escuras. Os olhos são grandes e a boca é pequena e protrátil, adaptada para pastar algas em fendas do recife.

  • Filhote: azul-claro uniforme, sem a paleta preta bem definida, que só surge após 8 a 10 cm.
  • Adulto: azul mais escuro, paleta preta bem marcada com contorno azul-claro e cauda totalmente amarela.
  • Detalhe decisivo: escama modificada em forma de bisturi retrátil na base da cauda, de cor amarela-clara, presente dos dois lados. É ela que dá o nome cirurgião.

É o único membro do gênero Paracanthurus, o que o torna taxonomicamente único entre os Acanthuridae. Não existe outra espécie com a mesma combinação de azul-royal + paleta preta + cauda amarela.

Onde vive na natureza e por que depende tanto do recife

Na natureza ocorre em todo o Indo-Pacífico, do leste da África e Mar Vermelho até o Japão, Grande Barreira de Corais e Samoa. Vive em recifes de coral costeiros e de barreira, entre 2 e 40 metros de profundidade.

Prefere áreas de meia-água próximas a estruturas de coral ramificado, como Acropora, onde se refugia rapidamente. Filhotes vivem abrigados entre corais e anêmonas, enquanto adultos formam pequenos grupos ou pares em áreas mais expostas.

É um peixe diurno e fortemente associado à complexidade do recife. Sem fendas, tocas e corais para se esconder, fica extremamente estressado. Na natureza raramente se afasta mais de poucos metros do seu abrigo principal.

O bisturi na cauda: a defesa que explica o nome cirurgião

O nome cirurgião vem do espinho afiado como bisturi na base do pedúnculo caudal. Ele fica deitado em uma ranhura e se ereta quando o peixe se sente ameaçado.

Esse espinho não tem veneno, mas causa cortes profundos e dolorosos que podem infeccionar facilmente na água salgada. O peixe o usa balançando a cauda lateralmente contra predadores ou rivais.

Por isso o manejo exige atenção e nunca encurralar o animal com a mão. Em aquário, brigas entre cirurgiões-paleta ou com outros Acanthurus costumam deixar marcas de cortes visíveis nos flancos.

Comportamento e convivência: ativo, inteligente e territorial

É um dos tangs mais ativos e nadadores do aquário marinho. Precisa nadar constantemente e cruza o aquário de ponta a ponta o dia todo. Quando parado, é sinal de problema.

Tem temperamento pacífico quando jovem, mas territorial quando adulto, especialmente com outros cirurgiões de corpo azul ou formato similar. Pode perseguir e estressar peixes novos se o aquário for pequeno.

  • Com outros peixes: convive bem com peixes-palhaço, gobies, blênios e wrasses pacíficos, desde que haja espaço.
  • Com outros cirurgiões: evite manter dois Paracanthurus no mesmo aquário, exceto em volumes acima de 600 litros com introdução simultânea.
  • Com invertebrados: é compatível com recife (reef safe), não belisca corais, mas pode beliscar algas sobre as rochas.

É um peixe assustado e que se esconde com facilidade. Mudanças bruscas de luz, batidas no vidro ou perseguição o fazem se enfiar em tocas e até deitar de lado, um comportamento normal de fingir-se de morto que assusta tutores iniciantes.

Como criar no aquário marinho: espaço e estabilidade acima de tudo

Este não é um peixe para aquário pequeno ou instável. O mínimo recomendado para um adulto é de 350 a 400 litros com pelo menos 120 cm de comprimento frontal. Aquários menores causam nanismo, estresse crônico e surtos de doenças.

A decoração deve ter muitas rochas vivas formando tocas e passagens, mas deixando área livre para natação. Filtragem potente, skimmer e circulação forte são obrigatórios, pois ele consome muito oxigênio.

Parâmetro Faixa ideal
Temperatura 24 a 27 °C
pH 8,1 a 8,4
Salinidade 1,020 a 1,025
Amônia e nitrito zero
Nitrato abaixo de 10 ppm

A estabilidade é mais importante que o número exato. Variações rápidas de salinidade, temperatura ou pH são a principal causa de surtos de íctio marinho (Cryptocaryon) nesta espécie, que é notoriamente sensível.

Introduza o cirurgião-paleta por último no aquário, após o sistema estar maturado há pelo menos 4 a 6 meses. Isso reduz agressividade territorial e garante oferta natural de algas nas rochas.

Alimentação: o erro mais comum que adoece a Dory

Na natureza é predominantemente herbívoro, mas onívoro oportunista. Passa o dia pastando microalgas, algas filamentosas e detritos sobre corais, complementando com zooplâncton.

Em cativeiro o erro mais comum é oferecer só ração proteica ou artêmia. Isso causa deficiência nutricional, perda de cor e doença da linha lateral. A base da dieta deve ser vegetal.

  • Base diária: folhas de alga nori, spirulina e rações específicas para tangs herbívoros.
  • Complemento 2 a 3 vezes por semana: mysis, artêmia enriquecida e mix de frutos do mar.
  • Frequência: 2 a 3 refeições pequenas por dia, deixando alga presa em clipe para pastar.

Um peixe bem alimentado tem barriga levemente arredondada e coloração azul intensa. Barriga encovada, cor desbotada e comportamento apático indicam subalimentação ou dieta pobre em fibras vegetais.

Reprodução na natureza e por que quase não se reproduz em cativeiro

Na natureza a reprodução é ovípara com desova pelágica em grupo. Ao entardecer, grupos sobem na coluna d’água e liberam óvulos e espermatozoides que são fertilizados na água e levados pela corrente.

As larvas são do tipo acronurus: transparentes, achatadas e com espinhos, e passam cerca de 50 a 70 dias no plâncton antes de se assentarem no recife. Essa fase planctônica longa é o maior obstáculo para a criação comercial.

Até hoje a reprodução em cativeiro é extremamente rara e em escala laboratorial. Praticamente todos os exemplares do comércio vêm de captura na natureza, o que aumenta a importância de comprar apenas de fornecedores responsáveis e exemplares já adaptados.

Saúde, doenças e sinais de estresse que você precisa conhecer

O peixe-cirurgião-paleta é famoso entre aquaristas como ímã de íctio marinho (Cryptocaryon irritans). Qualquer estresse, transporte ou queda de temperatura pode desencadear pontos brancos pelo corpo.

Outros problemas comuns são erosão da linha lateral (HLLE) ligada a má nutrição e carvão ativado de baixa qualidade, e infecções bacterianas secundárias nos cortes do bisturi.

  • Sinais de alerta: coçar-se nas rochas, respiração acelerada, nadar perto da superfície, esconder-se o dia todo, pontos brancos ou muco excessivo.
  • Prevenção: quarentena de 30 a 45 dias para todo peixe novo, alimentação vegetal rica e água impecável.

À noite ele muda de cor para um tom azul-arroxeado mais pálido com manchas, uma camuflagem natural para dormir entre corais. Essa mudança assusta iniciantes, mas é completamente normal e reverte pela manhã.

Curiosidades e o efeito Dory que quase dizimou a espécie no comércio

Após os filmes Procurando Nemo (2003) e Procurando Dory (2016), a procura por Paracanthurus hepatus em lojas explodiu e gerou compras por impulso, mesmo sendo um peixe difícil e inadequado para iniciantes. Muitos morreram em aquários despreparados.

Diferente do que o filme sugere, ele não tem perda de memória e é bastante inteligente, reconhecendo o tutor e aprendendo horários de alimentação. Também não vive em água doce e não deve ser mantido em aquários pequenos e redondos como mostrado na ficção.

Na natureza pode formar cardumes de dezenas de indivíduos para se alimentar em áreas ricas em algas, mas também é visto solitário. Essa flexibilidade social explica por que ora é pacífico, ora extremamente territorial em aquário.

Perguntas frequentes

Peixe-cirurgião-paleta pode viver em água doce?

Não. É um peixe exclusivamente marinho que precisa de água salgada com salinidade entre 1,020 e 1,025. Em água doce morre em poucas horas.

Qual o tamanho mínimo de aquário para o cirurgião-paleta?

O mínimo recomendado é de 350 a 400 litros com 120 cm de frente para um único adulto. Volumes menores causam estresse crônico e doenças.

O peixe-cirurgião-paleta é venenoso?

Não tem veneno, mas possui um bisturi afiado na base da cauda que causa cortes profundos e dolorosos quando ereto.

Por que meu cirurgião-paleta fica pálido à noite?

É normal. À noite ele muda para um tom azul-arroxeado mais claro e manchado para se camuflar enquanto dorme entre as rochas.

Pode manter dois cirurgiões-paleta juntos?

Não é recomendado em aquários comuns. Adultos são territoriais e brigam feio. Só tente em aquários acima de 600 litros com introdução simultânea e muitas tocas.

O que a Dory come no aquário?

A base deve ser vegetal: alga nori, spirulina e ração para tangs, complementada 2 a 3 vezes por semana com mysis e artêmia enriquecida.

O cirurgião-paleta convive com corais?

Sim, é considerado reef safe. Não come corais, apenas pasta algas sobre as rochas, sendo seguro para aquários de recife.

Você sabia?

1

O único do seu gênero

Paracanthurus hepatus é a única espécie do gênero Paracanthurus. Todos os outros cirurgiões azuis pertencem a gêneros diferentes, como Acanthurus.

2

Muda de cor para dormir

À noite o azul-royal intenso fica acinzentado-arroxeado e com manchas claras. É uma camuflagem para dormir escondido entre os corais e volta ao normal de manhã.

3

Larva transparente que flutua por meses

A larva acronurus é achatada, transparente e vive cerca de dois meses à deriva no plâncton antes de virar um filhote azul e se fixar no recife.

4

Finge-se de morto

Quando muito assustado, pode deitar de lado no fundo ou dentro da toca e ficar imóvel por minutos, comportamento que confunde tutores mas é uma tática de defesa.

Fontes

  1. FishBase - Paracanthurus hepatus
  2. IUCN Red List
  3. Reef Life Survey

Prós e contras: Peixe-cirurgião-paleta

Prós

  • Coloração azul-royal única e muito chamativa
  • Compatível com corais e invertebrados (reef safe)
  • Comportamento ativo e inteligente, reconhece o tutor
  • Ajuda no controle de algas ao pastar nas rochas
  • Pode viver mais de 10 anos com manejo correto

Contras

  • Exige aquário grande (350 L+) e sistema maduro e estável
  • Muito sensível a íctio marinho e a variações de parâmetros
  • Dieta exigente com necessidade diária de vegetais
  • Territorial com outros cirurgiões e peixes de formato similar
  • Quase todos os exemplares são de captura na natureza
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o cirurgião-paleta é um dos peixes marinhos mais bonitos do mundo, mas também um dos mais mal comprados por impulso por causa da Dory. Só deveria ser adquirido por quem já domina aquário marinho grande e estável, pois em sistema pequeno ele não apenas sofre, como adoece e morre rápido.

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Sansão Monteiro
Escrito porSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 16.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.