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Cipó-de-são-joão

Pyrostegia venusta

Atualizado em

4 a 12 m de comprimentoTamanho
Sol plenoLuminosidade
Moderada a baixaRega
PereneCiclo de vida
Muito fácilDificuldade
Cipó-de-são-joão adulto cobrindo muro e pérgola com flores laranja

O cipó-de-são-joão (Pyrostegia venusta) é uma trepadeira lenhosa brasileira famosa pela floração explosiva no inverno, quando forma cortinas alaranjadas sobre muros, pérgolas e cercas. De crescimento muito rápido e rústico, é uma das poucas plantas que floresce com força justamente nos meses mais secos e frios.

Muito confundido com outras bignoniáceas de flor laranja, ele se distingue pelas folhas compostas com gavinha na ponta e pelos cachos densos de flores tubulares. É polinizado principalmente por beija-flores e atrai abelhas nativas, sendo excelente para quem quer cor e vida no jardim sem muito trabalho.

Também conhecido como: Flor-de-são-joão, Cipó-de-fogo, Flame vine (inglês), Orange trumpet vine (inglês), Liana de fuego (espanhol)

Faz parte de: Plantas de Sol Pleno, Plantas Ornamentais, Plantas para Jardim, Plantas Trepadeiras

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Galeria de fotos de Cipó-de-são-joão

Cipó-de-são-joão adulto cobrindo muro e pérgola com flores laranja
Cipó-de-são-joão em plena floração de inverno cobrindo muro.
Close-up dos cachos de flores tubulares laranja do cipó-de-são-joão
Detalhe dos cachos com flores tubulares laranja-avermelhadas.
Folhas e gavinha trífida do cipó-de-são-joão
Folhas compostas e gavinha que fixa a trepadeira ao suporte.
Cipó-de-são-joão conduzido em treliça metálica no jardim
Condução em treliça para cobertura uniforme e ventilada.
Frutos em cápsula alongada do cipó-de-são-joão
Cápsulas secas com sementes aladas após a floração.
Beija-flor se alimentando nas flores do cipó-de-são-joão
Beija-flores são os principais polinizadores das flores tubulares.
Ideal para

Ideal para quem tem muro alto, cerca ou pérgola em sol pleno e quer um efeito espetacular no inverno com pouca manutenção. É perfeito para atrair beija-flores e cobrir rapidamente áreas grandes, mesmo em solo pobre e com pouca rega. Funciona muito bem para casas com quintal, chácaras e projetos de paisagismo que precisam de floração na seca, quando a maioria das plantas descansa.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para apartamentos, varandas pequenas ou vasos, pois cresce muito e exige suporte robusto e poda anual. Também não é indicado para quem não pode ou não quer fazer manutenção, já que sem poda ele invade telhados, calhas e fiação com facilidade.

Cultivo rápido

Luz
Sol pleno, mínimo 6 horas de sol direto; meia-sombra reduz drasticamente a floração
Rega
Moderada no primeiro ano; depois tolera seca. Reduzir no inverno para estimular flores
Solo
Leve, fértil e bem drenado; mistura com areia grossa e composto orgânico; pH 5,5 a 6,5
Temperatura
Prefere 18 °C a 28 °C; tolera calor forte e frio leve até 2 °C; geada forte queima as pontas
Adubação
2 a 3 vezes ao ano com composto + farinha de ossos ou NPK 4-14-8; evitar excesso de nitrogênio
Poda
Poda principal após floração (ago-set) cortando 1/3 a 1/2 dos ramos; contenção leve em jan-fev
Propagação
Estacas semilenhosas de 20-30 cm, mergulhia ou sementes aladas; enraizamento em 30-45 dias

Perfil rápido de Cipó-de-são-joão

Calendário

PlantioJFMAMJJASOND
FloraçãoJFMAMJJASOND
FrutificaçãoJFMAMJJASOND
PodaJFMAMJJASOND

Toxicidade

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica

Sem relatos de toxicidade relevante para pets e humanos, mas não é comestível. Ingestão em grande quantidade pode causar desconforto gastrointestinal. Consulte veterinário ou médico se houver ingestão.

Encontrado em 4 países

  • Brasil
  • Paraguai
  • Argentina
  • Bolívia

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Tracheophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Lamiales
Família
Bignoniaceae
Gênero
Pyrostegia
Espécie
Pyrostegia venusta

Resumo

  • O cipó-de-são-joão é uma trepadeira nativa do Brasil que floresce no inverno, entre maio e agosto, com cachos densos de flores tubulares laranja-avermelhadas.
  • Precisa de sol pleno, solo bem drenado e podas anuais após a floração para não se tornar invasivo e para estimular nova florada.
  • É rústico, resistente à seca e ao frio leve, ideal para cobrir muros e pérgolas, mas exige espaço e suporte firme devido ao vigor e peso.

Características

Ficha da planta

Nome popularCipó-de-são-joão, flor-de-são-joão, cipó-de-fogo
Nome científicoPyrostegia venusta (Ker Gawl.) Miers
Família botânicaBignoniaceae
OrigemAmérica do Sul — Brasil (Cerrado e Mata Atlântica), Paraguai, Argentina e Bolívia
Tipo de plantaTrepadeira lenhosa perene
Ciclo de vidaPerene
Tamanho4 a 6 m no cultivo, até 10 a 12 m quando livre
CoresLaranjalaranja-avermelhado
LuminosidadeSol pleno (mínimo 6 horas/dia)
RegaModerada; tolera seca após estabelecida
SoloFértil, leve, bem drenado, pH 5,5 a 6,5
Temperatura18 °C a 28 °C; tolera até 2 °C por curto período
PropagaçãoEstacas, mergulhia e sementes
Toxicidade para petsNão tóxica (sem relatos relevantes)

Perfil e comportamento

Necessidade de luzMuito alto
Necessidade de águaBaixo
Facilidade de cultivoMuito alto
Adequação a vasosBaixo
Resistência a pragasAlto
Tolerância ao frioAlto
Tolerância ao calorMuito alto
Valor ornamentalMuito alto

Como identificar o cipó-de-são-joão sem confundir

O cipó-de-são-joão é inconfundível quando está florido, mas fora da floração muita gente o confunde com tumbérgia-alaranjada ou sapatinho-de-judia. A forma mais segura de reconhecer é pelas folhas e gavinhas. Ele tem folhas compostas por 2 a 3 folíolos verde-escuros, brilhantes e ovalados, e o folíolo central é modificado em uma gavinha trífida que se agarra a qualquer suporte.

O caule é lenhoso na base e flexível nas pontas, com casca acinzentada que descama levemente com a idade. Em crescimento livre, os ramos se entrelaçam e formam uma massa densa que pode cobrir 10 a 15 m² em menos de dois anos. As flores são o ponto alto: tubulares, com 5 a 8 cm de comprimento, reunidas em cachos terminais com 15 a 30 flores cada. A cor é um laranja intenso quase fluorescente, que de longe parece fogo sobre a folhagem.

Outro traço distintivo é o fruto. Depois da floração surgem cápsulas secas alongadas de 20 a 30 cm, que se abrem liberando sementes aladas levadas pelo vento. Se você vê essas vagens compridas e finas, é Pyrostegia venusta.

Quando floresce e por que explode em junho

A resposta direta é: o cipó-de-são-joão floresce no outono-inverno, de maio a agosto, com pico em junho e julho — daí o nome popular ligado às festas juninas. No Sudeste e Centro-Oeste, é comum ver muros completamente cobertos bem no meio da seca.

Isso acontece porque a espécie é de dias curtos e responde à combinação de fotoperíodo menor + queda de temperatura + seca moderada. Ao contrário da maioria das trepadeiras que precisam de chuva e calor para florir, ela é induzida justamente pelo estresse leve do inverno. Plantas mantidas com muita sombra, adubação nitrogenada em excesso ou rega constante no inverno florescem muito menos.

A floração dura de 4 a 8 semanas e é extremamente atrativa para beija-flores, cambacicas e abelhas nativas como mamangavas. Cada flor produz néctar abundante e dura poucos dias, mas o cacho vai abrindo de forma escalonada, o que prolonga o efeito visual. Na nossa avaliação, é a trepadeira nativa com melhor custo-benefício para quem quer cor no inverno sem irrigação sofisticada.

Como plantar cipó-de-são-joão do jeito certo

Plante por muda pronta ou estaca; semente funciona, mas demora mais para florescer. O melhor período para plantar no Brasil é do início da primavera ao fim do verão (setembro a março), quando a planta enraíza rápido com calor e chuva.

  • Escolha do local: sol pleno o dia todo e suporte forte. Muro, alambrado, pérgola de madeira ou metal, caramanchão. Evite plantar encostado em telhado frágil ou fiação, porque o peso acumulado passa de 30 kg por metro linear quando adulto.
  • Cova: 40 x 40 x 40 cm, com mistura de terra vegetal, areia grossa e composto orgânico na proporção 2:1:1. Se o solo for argiloso e encharcado, faça uma camada de 5 cm de brita no fundo.
  • Plantio: retire a muda do saco sem desfazer o torrão, posicione no centro da cova e firme. Regue abundantemente no dia do plantio e mantenha o solo úmido nas primeiras 3 semanas.
  • Condução inicial: amarre os ramos principais no suporte com fitilho e direcione as gavinhas. Nos primeiros 6 meses, guie o crescimento a cada 15 dias para cobrir a área desejada de forma uniforme.

Para estaca, corte ramos semilenhosos de 20 a 30 cm com 2 a 3 gemas, retire as folhas inferiores e plante em substrato úmido e sombreado. O enraizamento leva 30 a 45 dias. A mergulhia também funciona muito bem: basta enterrar parte de um ramo flexível ainda ligado à planta-mãe.

Em vaso, só tente se for um vasão de pelo menos 60 litros com treliça alta. Mesmo assim, a floração será menor e a planta exigirá poda e adubação mais frequentes. Para varanda pequena, não é a melhor escolha.

Luz, rega, solo e clima ideais no Brasil

Luz: sol pleno é inegociável. Com menos de 5 a 6 horas de sol direto, o cipó cresce, mas quase não floresce e fica estiolado. Face norte ou oeste é ideal no Sudeste e Sul.

Rega: no primeiro ano, regue 2 a 3 vezes por semana se não chover. Depois de estabelecida, a planta tolera seca e prefere solo levemente seco entre as regas. No inverno, reduza para 1 vez por semana ou suspenda se houver orvalho e chuva ocasional — o estresse hídrico leve ajuda a florir. Encharcamento é o maior inimigo e causa podridão de raiz.

Solo: leve, fértil e muito bem drenado. Tolera solo pobre, mas responde melhor com matéria orgânica. pH entre 5,5 e 6,5. Não precisa de solo calcário nem muito ácido. Se o seu solo for muito compactado, incorpore areia grossa e composto.

Clima e temperatura: vai bem em clima tropical, subtropical e tropical de altitude. Cresce melhor entre 18 °C e 28 °C, suporta calor acima de 35 °C e frio leve até 2 °C a 3 °C por poucas horas. Geadas fortes queimam as pontas, mas a base rebrota na primavera. É nativo do Cerrado e da Mata Atlântica, por isso aguenta estação seca bem definida.

Adubação, poda e condução para não virar praga

O cipó-de-são-joão tem fama de invasivo porque, se deixado livre, avança sobre telhados, árvores e fiação. O manejo correto evita dor de cabeça e ainda aumenta a florada.

Adubação

Adube 2 a 3 vezes ao ano: no início da primavera (setembro), no meio do verão (janeiro) e logo após a floração (agosto/setembro). Use composto orgânico + farinha de ossos ou NPK 4-14-8, com ênfase em fósforo e potássio. Evite excesso de nitrogênio, que estimula só folha. Uma camada de 2 a 3 cm de húmus de minhoca ao redor da base já faz diferença visível na densidade de flores.

Poda

A poda é obrigatória e deve ser feita logo após a floração, entre agosto e setembro. Corte 1/3 a 1/2 do comprimento dos ramos que já floresceram e remova ramos secos, cruzados e que invadiram áreas indesejadas. Essa poda de limpeza induz brotações novas, que serão as que florescerão no próximo inverno.

Faça também uma poda leve de contenção em janeiro/fevereiro se a planta estiver muito vigorosa. Nunca pode drasticamente no outono, pois você remove os botões florais em formação. Use luvas e tesoura de poda bem afiada; ramos velhos ficam lenhosos e pesados.

Para conduzir em pérgola, deixe 2 a 4 ramos principais como estrutura e elimine brotações laterais na base. Amarre com material que não estrangule. Se for cobrir muro, instale arames ou treliça afastados 10 cm da parede para ventilação e para facilitar a poda.

Pragas, doenças e por que às vezes não floresce

É uma das trepadeiras mais rústicas, mas pode ter problemas pontuais:

  • Pulgões e cochonilhas: aparecem em brotações novas, principalmente na primavera. Jato forte de água e óleo de neem costumam resolver. Infestações grandes deixam fumagina (fungo preto) nas folhas.
  • Ácaros: em tempo muito seco e quente, causam bronzeamento e queda de folhas. Aumente a umidade com regas no entorno e remova folhas muito atacadas.
  • Oídio: pó branco nas folhas em locais sombreados e mal ventilados. Melhore a insolação e evite molhar a folhagem à noite.
  • Podridão de raiz: solo encharcado + falta de drenagem. Sintoma é murcha mesmo com solo úmido. Corrija a drenagem e reduza a rega.

Se o seu cipó não floresce, cheque quatro causas que respondem por 90% dos casos: 1) falta de sol pleno, 2) poda na época errada (outono), 3) excesso de adubo nitrogenado ou esterco fresco, 4) rega demais no inverno. Corrigindo esses pontos, a floração costuma voltar no ciclo seguinte. Plantas muito jovens (menos de 1 ano e meio) também podem ainda não ter maturidade para florir.

Cipó-de-são-joão é tóxico? Onde usar e onde evitar

Não há relatos consistentes de toxicidade relevante do cipó-de-são-joão para cachorros, gatos ou humanos quando há contato ou ingestão acidental de folhas e flores. Ele é amplamente usado em paisagismo urbano e quintais com pets sem registros de intoxicação grave. Ainda assim, como toda Bignoniaceae, não é planta comestível e a ingestão de grande quantidade pode causar irritação gastrointestinal leve. Em caso de ingestão, procure orientação veterinária ou médica.

Na medicina popular, folhas e flores são citadas como uso tradicional para problemas respiratórios e como tônico, mas sem comprovação clínica robusta — não use por conta própria para fins medicinais.

Onde ele brilha: muros altos, cercas vivas altas, pérgolas, pórticos, taludes e para esconder estruturas feias. Onde evitar: vasos pequenos, jardins minúsculos, perto de calhas e telhados frágeis, e em áreas onde não haverá manutenção anual. Se você mora em apartamento ou tem pouco tempo para podar, prefira trepadeiras menos vigorosas como jade-vermelha ou sapatinho-de-judia.

Tipos, variedades e plantas parecidas

Botanicamente, Pyrostegia venusta é a única espécie amplamente cultivada do gênero no Brasil. Não existem variedades comerciais com cores diferentes — toda planta vendida como cipó-de-são-joão terá flor laranja. O que muda é o vigor conforme a procedência da muda.

As confusões mais comuns são:

Planta Como diferenciar
Cipó-de-são-joão (Pyrostegia venusta) Flores tubulares laranja em cachos densos, folhas com gavinha, floração no inverno
Tumbérgia-alaranjada (Thunbergia alata) Flor aberta com centro escuro, sem gavinha, floração na primavera-verão
Cipó-de-jade-vermelha (Mucuna bennettii) Cachos pendentes muito longos, folhas trifolioladas sem gavinha

Se a etiqueta vier como Bignonia venusta, é sinônimo antigo da mesma planta — pode comprar sem medo.

Perguntas frequentes

Cipó-de-são-joão cresce rápido?

Sim, muito rápido. Pode crescer 2 a 3 metros por estação chuvosa e cobrir um muro de 10 m² em 1 a 2 anos com sol pleno e solo fértil.

Pode plantar cipó-de-são-joão em vaso?

Pode, mas não é ideal. Use vaso de pelo menos 60 litros com treliça alta e faça podas e adubações frequentes; a floração será menor que no chão.

Por que meu cipó-de-são-joão não floresce?

As causas mais comuns são falta de sol pleno, poda no outono, excesso de nitrogênio e rega demais no inverno. Corrija esses pontos e aguarde o próximo ciclo de dias curtos.

Quando e como podar?

Pode logo após a floração, em agosto-setembro, cortando 1/3 a 1/2 dos ramos floridos. Faça apenas contenção leve em janeiro-fevereiro e nunca pode no outono.

Cipó-de-são-joão atrai abelhas e beija-flores?

Sim, é uma das trepadeiras que mais atraem beija-flores e abelhas nativas como mamangavas, por causa do néctar abundante das flores tubulares.

É tóxico para cachorro e gato?

Não há relatos de toxicidade relevante para pets, mas não é comestível. Se houver ingestão grande, observe e consulte um veterinário.

Qual a diferença para tumbérgia-alaranjada?

O cipó-de-são-joão tem flores tubulares em cachos densos, folhas com gavinha e floresce no inverno; a tumbérgia tem flor aberta com centro escuro e floresce na primavera-verão.

Você sabia?

1

Nome que significa fogo

Pyrostegia vem do grego pyr (fogo) e stege (cobertura) — literalmente cobertura de fogo, referência ao efeito dos cachos laranja cobrindo muros e árvores no inverno.

2

Relógio das festas juninas

A floração é tão pontual em junho que antigamente no interior paulista e mineiro se dizia que quando o cipó acendia, era hora de preparar a festa de São João.

3

Berçário de beija-flores

Um único muro florido pode receber visitas de 4 a 6 espécies de beija-flores por dia, que disputam o néctar das flores tubulares e acabam polinizando a planta.

4

Crescimento recorde

Em condições ideais de sol e solo fértil, há registros de ramos que crescem mais de 3 metros em uma única estação chuvosa, o que explica sua fama de trepadeira invasora.

Fontes

  1. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  2. Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
  3. Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Prós e contras: Cipó-de-são-joão

Prós

  • Floração espetacular no inverno, quando poucas plantas florescem
  • Crescimento muito rápido e rústico, tolera seca e solo pobre
  • Atrai beija-flores e polinizadores nativos
  • Baixa exigência de rega após estabelecida
  • Ótimo para cobrir muros, pérgolas e cercas grandes

Contras

  • Muito vigoroso e pode se tornar invasivo sem poda anual
  • Não é adequado para vasos pequenos ou espaços reduzidos
  • Peso elevado exige suporte firme e manutenção
  • Precisa de sol pleno para florir bem
  • Perde parte das folhas e tem aspecto ralo fora da floração se não for conduzido
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o cipó-de-são-joão é a trepadeira nativa mais impactante para o inverno brasileiro, mas só compensa para quem tem espaço e aceita podar todo ano. Se você busca floração garantida na seca e quer atrair beija-flores, não há substituto à altura em rusticidade e volume de flores.

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Última revisão em 15.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.