🐛 Insetos

Piolho-de-planta

Psylloidea (superfamília) e Aphidoidea — grupo popularmente chamado piolho-de-planta

Atualizado em

1 a 5 mm (adulto)Tamanho
Sugador de seivaAlimentação
20 a 45 dias, metamorfose incompletaCiclo de vida
Brotos e face inferior das folhasHabitat
Não pica, não transmite doençasPerigo para humanos
Piolho-de-planta psilídeo adulto sobre folha jovem de citros em macro

Piolho-de-planta é o nome popular dado no Brasil a dois grupos de insetos sugadores muito parecidos: os psilídeos (Psylloidea), chamados de piolhos-saltadores, e os pulgões (Aphidoidea). Ambos têm de 1 a 5 mm, corpo mole, vivem em colônias na face inferior das folhas e em brotações novas e se alimentam exclusivamente de seiva.

Apesar do nome, não tem relação com o piolho humano e não pica pessoas nem pets. O problema é agrícola: ao sugar a seiva, injeta saliva, deforma folhas, transmite vírus e bactérias — como o greening dos citros — e excreta honeydew, que favorece fumagina. Entender a diferença entre piolho-de-planta, pulgão e cochonilha é o primeiro passo para um controle eficaz sem prejudicar polinizadores.

Também conhecido como: pulgão, piolho-saltador, psilídeo, jumping plant-louse (inglês), pou sauteur (francês), psílido (espanhol)

Faz parte de: Insetos do Brasil, Insetos Voadores, Pragas de Jardim

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Galeria de fotos de Piolho-de-planta

Piolho-de-planta psilídeo adulto sobre folha jovem de citros em macro
Adulto de psilídeo, o piolho-de-planta saltador, sobre broto de citros.
Close extremo da cabeça do piolho-de-planta mostrando olhos e antenas
Detalhe da cabeça com olhos compostos e antenas longas.
Colônia de ninfas de piolho-de-planta na face inferior da folha
Ninfas gregárias fixas na face inferior da folha.
Ovos pedicelados de piolho-de-planta alinhados na borda da folha
Ovos com pedicelo fixados na borda da folha nova.
Piolho-de-planta em voo curto com asas abertas sobre folha
Voo curto e salto característico do adulto.
Folha com mela e fumagina preta causada por piolho-de-planta
Honeydew e fumagina preta após infestação intensa.

Perfil rápido de Piolho-de-planta

Calendário

Maior atividade e reproduçãoJFMAMJJASOND
Menor atividadeJFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica

Não pica nem morde; aparelho bucal só perfura plantas. Risco indireto é o uso inadequado de inseticidas em plantas infestadas.

Vida útil

Na natureza
20 a 50 dias como adulto; ciclo ovo-adulto de 15 a 45 dias conforme temperatura e planta hospedeira

Reprodução

Metamorfose
Incompleta (hemimetabolia)
Tipo de reprodução
Sexuada e, em pulgões, partenogênese telítoca (fêmeas geram clones sem macho)
Ovos
200 a 800 por fêmea, alongados e pedicelados nas bordas de folhas novas
Ninfas
5 ínstares, ápteras, gregárias, fixas no broto até a fase adulta
Padrão sazonal
Pico na primavera e verão, durante fluxos de brotação; redução no inverno ou com broto endurecido

Habitat

Ambientes

  • Brotos e ponteiros de plantas frutíferas e hortaliças
  • Face inferior de folhas jovens
  • Ramos tenros de plantas ornamentais como murta e hibisco
  • Vasos e hortas urbanas com brotação nova

Biomas

  • Mata Atlântica
  • Cerrado
  • Caatinga
  • Pampa
  • Amazônia
  • Pantanal

Detalhes da dieta

Alimento principal

  • Seiva do floema de plantas hospedeiras

Outros alimentos

  • Honeydew não é alimento do piolho, mas excreção açucarada que atrai formigas e fungos

Encontrado em 6 países

  • Brasil
  • Argentina
  • Estados Unidos
  • México
  • Espanha
  • África do Sul

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Arthropoda
Classe
Insecta
Ordem
Hemiptera
Subordem
Sternorrhyncha
Superfamília
Psylloidea (psilídeos) / Aphidoidea (pulgões) - grupo chamado piolho-de-planta
Família
Psyllidae, Triozidae, Aphididae entre outras

Resumo

  • Piolho-de-planta reúne psilídeos e pulgões, insetos sugadores de 1 a 5 mm que vivem em colônias em brotos e folhas novas.
  • Alimenta-se de seiva, deforma a planta, produz honeydew e pode transmitir vírus e a bactéria do greening em citros.
  • Não pica humanos nem pets; o controle deve priorizar manejo integrado, inimigos naturais e poda, evitando inseticida de amplo espectro.

Características

Ficha do inseto

OrdemHemiptera
FamíliaPsyllidae / Triozidae (psilídeos) e Aphididae (pulgões) - superfamílias Psylloidea e Aphidoidea
Origem e distribuiçãoCosmopolita; presente em todo o Brasil, mais comum em regiões quentes e úmidas
Tamanho1 a 5 mm de comprimento na fase adulta; ninfas a partir de 0,3 mm
Coresverde-claroamarelomarrompretoalaranjadocinza-esverdeado
Asas e vooAdultos alados; psilídeos saltam com pernas traseiras e fazem voos curtos, pulgões voam pouco
AlimentaçãoFitófago sugador de seiva do floema
MetamorfoseIncompleta (hemimetabolia): ovo > ninfa > adulto
Expectativa de vida20 a 50 dias como adulto; ciclo completo de 15 a 45 dias conforme temperatura
HabitatBrotos novos, ponteiros, face inferior de folhas e ramos jovens
Comportamento socialGregário; forma colônias densas de dezenas a centenas de indivíduos
Principais predadoresJoaninhas, larvas de crisopídeo, sirfídeos, vespas parasitoides e fungos entomopatogênicos

Perfil e comportamento

Periculosidade para pessoasMuito baixo
Importância para o ecossistemaMédio
Presença em casasBaixo
Benefício para a agriculturaMuito baixo
Dano às plantasAlto
Vida em grupoMuito alto

Como identificar o piolho-de-planta sem confundir com pulgão e cochonilha

O termo piolho-de-planta é popular e confunde. Na prática, ele descreve dois grupos: o psilídeo (piolho-saltador) e o pulgão. Ambos são Hemiptera sugadores, mas a identificação muda o manejo.

O psilídeo adulto tem 1 a 3 mm, corpo em forma de cigarra em miniatura, antenas longas com 10 segmentos, asas membranosas em forma de telhado sobre o abdômen e pernas traseiras saltadoras. Quando incomodado, salta como uma pulga. As ninfas são achatadas, quase imóveis, amareladas ou alaranjadas e muitas vezes com borda cerosa.

O pulgão tem corpo mais mole e piriforme, dois sifúnculos (tubinhos) no final do abdômen e cornículos visíveis, antenas menores e não salta. A cochonilha, com quem também é confundido, é imóvel, com carapaça ou cera algodonosa e não tem asas na fase que vemos na planta.

  • Dica rápida de campo: tocou e o inseto saltou ou voou curto? É psilídeo. Ficou parado e esmagou fácil soltando líquido? É pulgão.
  • Lupa de 10x ajuda: veja asas transparentes com poucas nervuras (psilídeo) vs. corpo sem asas e sifúnculos (pulgão áptero).
  • Sintoma na planta: psilídeo costuma enrolar bordas de folhas novas e injetar toxinas; pulgão deforma brotos e deixa honeydew brilhante.

Onde vive e por que aparece tanto em hortas e pomares

Piolho-de-planta é cosmopolita e ocorre em todos os biomas brasileiros, de quintais urbanos a pomares comerciais. Prefere brotações novas, ponteiros e a face inferior das folhas, onde o tecido é macio e a seiva é abundante.

Aparece com força em primavera e verão, quando a planta emite fluxo vegetativo após chuva, adubação nitrogenada ou poda. Em citros, goiabeira, pitanga, eucalipto, pimenta, couve e plantas ornamentais como murta e hibisco, a infestação é quase previsível nessa janela.

Dentro de casa, surge em vasos de varanda, temperos e suculentas estressadas por excesso de nitrogênio, pouca ventilação e rega irregular. Não infesta despensa nem madeira; se está longe de planta viva, não é piolho-de-planta.

O que o piolho-de-planta come e como ele danifica a planta

É exclusivamente fitófago sugador de floema. Com o estilete, perfura o tecido e suga a seiva elaborada. Ao mesmo tempo, injeta saliva com enzimas e toxinas que alteram o crescimento da planta.

Os danos diretos são deformação de folhas novas, encarquilhamento, superbrotamento, queda de botões e redução do crescimento. Em alta densidade, a sucção contínua debilita a planta e atrai fumagina.

O dano indireto é o mais grave. O inseto excreta honeydew (mela), líquido açucarado que cobre folhas e frutos e serve de substrato para o fungo fuliginoso preto (fumagina), que reduz fotossíntese. Além disso, espécies como Diaphorina citri (psilídeo-dos-citros) transmitem a bactéria Candidatus Liberibacter, causadora do greening/HLB, a doença mais destrutiva dos citros no Brasil.

Pulgão vs. psilídeo: diferença no estrago

Característica Psilídeo (piolho-saltador) Pulgão
Transmissão de doença Alta em citros (HLB) e em batata/tomate (Candidatus Liberibacter solanacearum) Transmite dezenas de vírus em hortaliças
Honeydew Produz em menor volume, mas com grânulos cerosos brancos Produz muito, deixa folha pegajosa
Deformação Enrola borda, forma galhas em algumas espécies Encarquilha broto inteiro

Ciclo de vida e reprodução: por que a infestação explode tão rápido

A metamorfose é incompleta. A fêmea põe ovos alongados, amarelos a alaranjados, presos por um pedicelo na borda da folha ou em brotos. Cada fêmea pode pôr de 200 a mais de 800 ovos ao longo da vida, dependendo da espécie e da temperatura.

De ovo a adulto são 5 ínstares de ninfa. Em clima quente (25 a 28 °C), o ciclo fecha em 15 a 25 dias; no frio, estica para 40 dias. As ninfas são imóveis e se concentram em colônias densas, o que explica a sensação de que a planta amanheceu tomada.

A reprodução é extremamente eficiente. Muitos pulgões fazem partenogênese telítoca — fêmeas geram clones sem macho — e psilídeos têm alta fecundidade em brotação. Uma única fêmea alada que chega com o vento pode fundar uma colônia em uma semana se houver broto tenro disponível.

  • Pico populacional: 2 a 3 semanas após início da brotação.
  • Dispersão: adultos alados voam curto, mas são levados a quilômetros pelo vento.
  • Quebra natural: endurecimento do broto, chuva forte e ação de predadores derrubam a população.

Comportamento: voo, salto e vida em colônia

Piolho-de-planta é gregário. Ninfas e adultos se alimentam lado a lado, com centenas de indivíduos por folha. Essa vida em grupo facilita a troca de sinais químicos e a proteção coletiva pela cera.

O salto é a marca do psilídeo. As pernas traseiras são engrossadas e permitem saltos de dezenas de vezes o tamanho do corpo para escapar de predadores. O voo é curto e desajeitado, mais planado que batido, suficiente para trocar de broto.

Quando perturbada, a colônia libera feromônio de alarme (no pulgão) que faz indivíduos levantarem o abdômen e se dispersarem. Já o psilídeo tende a saltar em massa, parecendo poeira se movendo. Essa resposta explica por que sacudir o ramo espalha o inseto em vez de resolver.

Piolho-de-planta pica gente ou pets? Riscos reais

Não pica, não morde e não suga sangue. O aparelho bucal é adaptado só para perfurar planta. Não transmite doença a humanos, cachorros ou gatos e não infesta pele, cabelo ou pelos.

O único incômodo para pessoas sensíveis é o contato com grande quantidade de cera ou honeydew, que pode causar irritação leve ou alergia respiratória em quem manuseia plantas muito infestadas sem luvas. Para pets, o risco é indireto: cachorro ou gato que mastiga planta tratada com inseticida pode se intoxicar, não pelo inseto em si.

Se houver coceira após jardinagem, a causa costuma ser outro agente — ácaro, lagarta urticante ou produto químico — e não o piolho-de-planta. Em caso de reação, lave a área e procure orientação médica; não aplique inseticida na pele.

É praga ou tem alguma utilidade? Papel no ecossistema e na agricultura

Na nossa avaliação, piolho-de-planta é majoritariamente praga, mas com papel ecológico que não pode ser ignorado. É base alimentar para joaninhas, crisopídeos, sirfídeos e microvespas parasitoides como Tamarixia radiata, que controla o psilídeo-dos-citros. Sem ele, esses predadores perdem recurso.

Na agricultura, o dano supera qualquer benefício. Em hortas domésticas, reduz vigor e estética; em citricultura, um único psilídeo infectado pode condenar um talhão inteiro ao HLB, doença sem cura que exige erradicação da planta. Por isso, Embrapa e Fundecitrus tratam o psilídeo como praga quarentenária de manejo obrigatório.

A exceção são estudos de controle biológico, onde o inseto é criado em laboratório para multiplicar parasitoides. Fora desse contexto, não há motivo para preservar a colônia na planta cultivada.

Como controlar sem acabar com polinizadores: manejo integrado

Controle eficaz começa com prevenção e monitoramento, não com pulverização preventiva. Inspecione brotos novos semanalmente na primavera e verão, com atenção à face inferior das folhas.

  • Medidas culturais: remova brotos muito infestados com poda, ensaque e descarte no lixo — não no chão. Evite excesso de adubo nitrogenado que estimula brotação tenra. Lave a planta com jato forte de água para desalojar ninfas; repita a cada 3 dias.
  • Controle biológico: preserve joaninhas e crisopídeos evitando inseticida de amplo espectro. Em citros, a liberação de Tamarixia radiata é estratégia oficial. Em horta, plante flores como coentro e manjericão para atrair predadores.
  • Barreira física: use tela antiafídeo em viveiros e mudas. Para vasos, isole a planta infestada para não contaminar as vizinhas.
  • Produtos de baixo impacto: óleo vegetal emulsionável e calda de sabão neutro podem sufocar ninfas quando bem aplicados na face inferior da folha, no fim da tarde e sem atingir flores abertas. Siga sempre a recomendação técnica e não aplique com abelhas forrageando.

Em pomar comercial, o manejo exige monitoramento com armadilha amarela adesiva e eliminação de plantas hospedeiras como murta (Murraya paniculata). Se a infestação for grande ou houver suspeita de HLB, acione um engenheiro agrônomo ou a defesa fitossanitária local. Não use inseticida por conta própria em área de polinizadores e nunca misture produtos.

Curiosidades que pouca gente sabe sobre o piolho-de-planta

O psilídeo produz honeydew cristalizado em forma de grânulos brancos que parecem açúcar sobre a folha — diferente do mela pegajoso do pulgão. Esse detalhe ajuda na identificação a olho nu.

Algumas espécies formam galhas ou conchas de cera onde a ninfa se esconde, como o psilídeo-da-goiabeira. A planta reage criando uma bolha que protege o inseto de predadores e de chuva.

Apesar do tamanho, o piolho-de-planta tem uma das taxas de reprodução mais altas entre os insetos sugadores: em condições ideais, uma colônia pode dobrar em menos de uma semana, o que explica infestações relâmpago após uma adubação.

Perguntas frequentes

Piolho-de-planta é o mesmo que pulgão?

São nomes populares sobrepostos. Piolho-de-planta costuma se referir ao psilídeo (que salta), enquanto pulgão é o afídeo de corpo mole com sifúnculos. Ambos sugam seiva e formam colônias, mas têm morfologia e manejo diferentes.

Piolho-de-planta pica humanos?

Não. O aparelho bucal só perfura tecido vegetal. Não morde, não suga sangue e não transmite doença a pessoas ou pets.

Como acabar com piolho-de-planta sem veneno?

Pode remover brotos infestados, lavar com jato forte de água a cada 3 dias e preservar predadores como joaninhas. Óleo vegetal e sabão neutro bem aplicados na face inferior da folha ajudam, sempre no fim da tarde e sem atingir flores.

Por que aparece fumagina preta junto com o piolho?

É o fungo que cresce sobre o honeydew açucarado excretado pelo inseto. Ele cobre a folha, reduz a fotossíntese e indica infestação ativa.

Piolho-de-planta transmite doença para a planta?

Sim. Psilídeos transmitem a bactéria do greening (HLB) em citros e pulgões transmitem diversos vírus em hortaliças, o que torna o controle precoce essencial.

Como prevenir em vasos dentro de casa?

Evite excesso de adubo nitrogenado, mantenha boa ventilação, inspecione brotos novos semanalmente e isole vasos infestados para não espalhar insetos alados.

Você sabia?

1

Salto de atleta olímpico

O psilídeo adulto salta proporcionalmente mais que uma pulga, usando as pernas traseiras engrossadas para escapar de joaninhas e vespas em frações de segundo.

2

Ovos com haste

Os ovos do psilídeo têm um pedicelo que os fixa como um alfinete na borda da folha, visível só com lupa — parecem pontinhos amarelos alinhados.

3

Honeydew que vira açúcar

O honeydew do psilídeo pode cristalizar em grânulos brancos e cerosos sobre a folha, diferente do mela pegajoso e brilhante do pulgão.

4

Vetor do greening

O psilídeo-dos-citros Diaphorina citri transmite a bactéria do greening (HLB), considerada a doença mais grave da citricultura mundial, sem cura até hoje.

Fontes

  1. Embrapa - Psilídeo-dos-citros e manejo do greening
  2. ESALQ/USP - Entomologia Agrícola
  3. GBIF - Psylloidea e Aphidoidea
  4. Fundecitrus - Guia de manejo do HLB

Prós e contras: Piolho-de-planta

Prós

  • Indica brotação vigorosa e serve de alimento para joaninhas e parasitoides
  • Fácil de detectar precocemente com inspeção de brotos e armadilha amarela
  • Controle mecânico com água e poda funciona em infestações iniciais
  • Ciclo curto facilita avaliar se o manejo está funcionando em poucas semanas

Contras

  • Deforma brotos e reduz vigor e produção
  • Excreta honeydew que favorece fumagina preta
  • Pode transmitir vírus e a bactéria do greening, sem cura em citros
  • Reprodução explosiva; colônia dobra em dias se houver broto tenro
  • Dispersão pelo vento dificulta erradicação isolada
Nossa opinião

Na nossa avaliação, piolho-de-planta é o exemplo clássico de praga pequena com estrago grande: fácil de subestimar até deformar o pomar. Vale tratar com manejo integrado e foco em predadores naturais, não com pulverização apressada que mata mais joaninha que piolho.

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Deyse Timana
Escrito porDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Sansão Monteiro
Revisão especializadaSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Última revisão em 17.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.