🐶 Cachorros

Pastor-Islandês

Canis lupus familiaris

Atualizado em

Médio, 42 a 48 cmTamanho
9 a 14 kgPeso
12 a 14 anosExpectativa de vida
AltaEnergia
Fácil, sensívelTreino
Pastor-Islandês adulto de corpo inteiro em campo gramado, mostrando pelagem dupla e cauda enrolada

O Pastor-Islandês é a única raça de cachorro originária da Islândia, levada pelos vikings no século IX para pastorear ovelhas e reunir pôneis nas paisagens frias e acidentadas. Spitz de tamanho médio, corpo retangular e cauda bem enrolada sobre o dorso, ele combina rusticidade com uma expressão alegre e alerta.

Extremamente sociável e vocal, foi selecionado para latir ao conduzir o rebanho e para trabalhar próximo ao tutor, o que o torna hoje um companheiro muito apegado à família, ótimo com crianças e outros animais, mas que não lida bem com solidão e precisa de rotina com exercícios e estímulos mentais.

De pelagem dupla e densa, com variedade de pelo curto e pelo longo, exige escovação frequente e solta bastante pelo na troca sazonal. É inteligente, aprende rápido com reforço positivo e se destaca em pastoreio, agility e como cão de alerta para casa.

Também conhecido como: Íslenskur Fjárhundur, Icelandic Sheepdog, Iceland Dog, Friaar Dog

Faz parte de: Raças de Cachorros Médios, Raças de Pastor

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Galeria de fotos de Pastor-Islandês

Pastor-Islandês adulto de corpo inteiro em campo gramado, mostrando pelagem dupla e cauda enrolada
Pastor-Islandês adulto: spitz médio de corpo retangular e cauda enrolada sobre o dorso.
Retrato em close do rosto do Pastor-Islandês com orelhas eretas e expressão alegre
Rosto em cunha, orelhas eretas e olhar alerta são marcas da raça.
Filhote de Pastor-Islandês fofo sentado com pelagem fofa e orelhas ainda em desenvolvimento
Filhote de Pastor-Islandês: pelagem densa desde cedo e temperamento curioso.
Pastor-Islandês de pelo longo correndo em parque com energia e alegria
Variedade de pelo longo em movimento: ágil e incansável no pastoreio.
Pastor-Islandês de pelo curto em vista lateral mostrando proporções e ergôs duplos
Variedade de pelo curto: pelagem mais justa, mas com subpelo denso.
Pastor-Islandês relaxando em casa sobre tapete perto do sofá
Em casa, é companheiro grudado no tutor e adora estar por perto.
Ideal para

Ideal para famílias ativas e tutores presentes que querem um cachorro médio, alegre e muito afetuoso para participar de tudo. Se adapta bem a casas com quintal, a quem gosta de treinar, fazer trilhas ou agility e a lares com crianças e outros animais, desde que receba exercícios e companhia diária.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem mora em apartamento pequeno e passa muitas horas fora, ou para quem tem baixa tolerância a latidos e à queda de pelos sazonal. Tutores de primeira viagem que buscam um cachorro silencioso, independente e que fique bem sozinho podem se frustrar com a necessidade de atenção e manejo vocal da raça.

Como cuidar

Alimentação
Ração para porte médio com energia moderada a alta, porções controladas. É guloso, então pese a ração, evite excessos e contabilize petiscos para não ganhar peso.
Exercício
60 a 90 minutos por dia entre caminhadas, jogos de faro e treino. Some enriquecimento mental diário; sem estímulo, late e destrói por tédio.
Higiene
Escovação 2 a 3 vezes por semana, diária na muda. Banho a cada 30-45 dias com secagem completa do subpelo. Cheque orelhas, dentes e unhas semanalmente.
Saúde
Consultas anuais, controle de peso, exames de quadril e olhos quando indicados. Evite calor extremo e nunca raspe a pelagem dupla.
Ambiente
Precisa de companhia humana constante e quintal ou passeios frequentes. Não o deixe isolado por longas horas; barreira visual na janela ajuda a controlar latidos.

Perfil rápido de Pastor-Islandês

Classificação científica

Reino
Animalia
Filo
Chordata
Classe
Mammalia
Ordem
Carnivora
Família
Canidae
Gênero
Canis
Espécie
Canis lupus familiaris

Resumo

  • O Pastor-Islandês é um spitz de pastoreio de tamanho médio (42 a 48 cm, 9 a 14 kg), única raça nativa da Islândia, com pelagem dupla e cauda enrolada.
  • De temperamento alegre, afetuoso e muito vocal, é altamente sociável, ótimo com crianças e outros animais, mas sofre com longos períodos sozinho e precisa de exercícios diários.
  • Possui duas variedades de pelo (curto e longo) e exige escovação 2 a 3 vezes por semana, com queda intensa na primavera e no outono; vive em média 12 a 14 anos.

Características

Ficha da raça

OrigemIslândia
GrupoFCI Grupo 5 – Spitz e Tipo Primitivo (cães de pastoreio nórdicos)
TamanhoMédio
Altura42 a 46 cm (fêmeas) e 44 a 48 cm (machos)
Peso9 a 14 kg
Expectativa de vida12 a 14 anos
PelagemDupla, densa e resistente ao clima; subpelo espesso
Coresfulvodouradocastanhocinzapretocom branco predominante
Tipos ou variedades2: pelo curto e pelo longo
Escovação2 a 3 vezes por semana; diária na troca de pelo
Principais problemas de saúdedisplasia coxofemoral, luxação de patela, catarata, distiquíase, criptorquidismo

Perfil e comportamento

Nível de afetoMuito alto
SimpatiaMuito alto
Adequado para criançasMuito alto
Aceita outros animaisMuito alto
Necessidade de exercícioAlto
LudicidadeMuito alto
Nível de energiaAlto
TreinabilidadeAlto

Origem viking: o único cachorro da Islândia

O Pastor-Islandês, ou Íslenskur Fjárhundur, é a única raça nativa da Islândia. Foi levado pelos colonizadores vikings entre 874 e 930, provavelmente descendente do mesmo tronco que originou o Buhund Norueguês e o Vallhund Sueco.

Isolado por mais de mil anos, ele foi moldado para um trabalho completo: pastorear ovelhas, reunir cavalos e pôneis islandeses, controlar gado e alertar sobre aves e intrusos. Não era um cão de condução silenciosa. Ele precisava latir para espantar pássaros dos campos e para manter o rebanho em movimento em terrenos de lava e neve.

A raça quase desapareceu no século XX. Parasitas, cinomose e a queda da criação de ovinos reduziram a população a poucas dezenas. Nos anos 1960, um esforço conjunto do Kennel Club da Islândia e criadores ingleses salvou o Pastor-Islandês a partir de menos de 20 exemplares. Todo o plantel atual descende desse gargalo genético, o que explica alguns cuidados de saúde específicos.

Como reconhecer um Pastor-Islandês: tamanho e aparência

À primeira vista parece um spitz fofo, mas a estrutura entrega o cão de trabalho. É médio, retangular e bem equilibrado, ligeiramente mais comprido que alto, com peito profundo e pernas firmes para trotar o dia todo.

A cabeça é em forma de cunha, com orelhas triangulares eretas, focinho de comprimento médio e expressão atenta e sorridente. Os olhos são amendoados, castanhos escuros, e as orelhas se movem o tempo todo para captar sons. A cauda é o cartão de visita: grossa, muito peluda e enrolada sobre o dorso, tocando as costas.

Um detalhe que distingue a raça de outros spitzes é a presença frequente de ergôs duplos (esporões) nos posteriores, herança de cães nórdicos que precisavam de tração extra em terreno irregular. Não é defeito, é característica desejada no padrão FCI.

Medida Fêmea Macho
Altura na cernelha 42 a 46 cm 44 a 48 cm
Peso 9 a 13 kg 11 a 14 kg
Proporção Corpo retangular, cauda enrolada, orelha ereta

Pelagem e cores: dupla, densa e feita para o frio

A pelagem é dupla e impermeável: subpelo denso e macio que isola do frio, e pelo de cobertura mais áspero e reto que repele chuva e neve. Mesmo no Brasil, ele mantém essa troca sazonal intensa.

Existem duas variedades oficiais: pelo curto e pelo longo. Ambas têm o mesmo subpelo abundante. A diferença está no comprimento do pelo de cobertura.

  • Pelo curto: comprimento médio, mais justo ao corpo, com cauda bem emplumada. Parece mais atlético.
  • Pelo longo: mais comprido no pescoço, peito, atrás das coxas e na cauda, formando juba e franjas. Dá aspecto mais cheio, mas não chega a ser pelo esvoaçante.

As cores são sempre combinadas com branco predominante em focinho, peito, barriga, patas e ponta da cauda. As cores base aceitas são fulvo, dourado, castanho-avermelhado, cinza e preto. Manchas pretas, fulvas ou cinzas são comuns, e o preto com marcações fulvas e brancas (tricolor) é bem típico. Focinho escuro e olhos bem pigmentados são valorizados.

Erro comum é confundir com o Shetland ou o Collie. O Pastor-Islandês é mais baixo, mais compacto e tem orelha sempre ereta e cauda enrolada, enquanto Shetland tem orelha semiereta e cauda pendente.

Temperamento: alegre, falante e grudado no tutor

Se existe um spitz que foi feito para conviver, é este. O Pastor-Islandês é extrovertido, curioso e extremamente afetuoso. Foi selecionado para trabalhar colado ao fazendeiro, então cria vínculo forte e quer participar de tudo dentro de casa.

É confiável com estranhos e raramente agressivo. Em vez de desconfiar, ele costuma receber visitas abanando a cauda e latindo de alegria. Essa simpatia é ótima para família, mas péssima para quem busca cão de guarda silencioso.

A inteligência é prática e rápida. Ele aprende comandos em poucas repetições quando o treino é curto, divertido e com petisco ou brinquedo. Por ser sensível, não responde bem a broncas duras. Pressão excessiva o faz se fechar em vez de obedecer.

Latido, energia e necessidade de companhia: o ponto mais importante

Este é o traço que mais pega tutores desprevenidos. O Pastor-Islandês late muito e por motivos variados: alegria, tédio, para pedir brincadeira, para avisar que alguém passou na rua, para reunir o rebanho. Na fazenda islandesa, latir era trabalho. Na cidade, vira queixa de vizinho se não for manejado desde filhote.

Em energia, está no meio-termo entre um Border Collie e um Spitz Alemão. Precisa de 60 a 90 minutos diários de atividade divididos entre caminhada, corrida leve, jogos de faro e treino. Sem isso, inventa o próprio serviço: cavar, mastigar ou latir sem parar.

Ele não tolera ficar sozinho por muitas horas. É propenso à ansiedade por separação e pode uivar ou destruir objetos quando isolado. Na nossa avaliação, é uma raça para quem trabalha em casa, tem rotina flexível ou pode levar o cachorro junto. Deixá-lo o dia todo no quintal é receita para frustração.

Como manejar o latido sem brigar com a raça

  • Ensine o comando “silêncio” ou “chega” recompensando a pausa no latido, nunca gritando por cima.
  • Ofereça enriquecimento diário: tapete de fuçar, brinquedos recheáveis, esconder petiscos pela casa.
  • Evite deixá-lo horas olhando a rua da janela ou do portão, gatilho clássico para latido em série.

Cuidados no dia a dia: escovação, exercícios e treino

A rotina do Pastor-Islandês é simples, mas exige constância. A pelagem não precisa de tosa, apenas de escovação 2 a 3 vezes por semana com rasqueadeira e pente de dentes largos. Na troca de pelo, na primavera e no outono, a queda é intensa e a escovação deve ser diária para evitar nós atrás das orelhas e nas coxas.

Banho a cada 30 a 45 dias é suficiente. O subpelo demora para secar, então seque muito bem para evitar dermatite. Orelhas eretas ventilam melhor, mas ainda precisam de checagem semanal, assim como dentes e unhas.

Na alimentação, é um cachorro guloso e que engorda fácil se ficar sem exercício. Prefira ração de qualidade para porte médio e energia moderada a alta, com porções controladas e petiscos contabilizados. Água fresca sempre à disposição, principalmente em clima quente, já que a pelagem densa esquenta.

Para treino, aposte em sessões de 5 a 10 minutos, várias vezes ao dia. Ele brilha em agility, rally-obediência, faro e truques. Socialização precoce com sons urbanos, pessoas diferentes e outros cachorros é essencial para equilibrar a vocalização e a excitação.

Saúde: o que observar e expectativa de vida

É uma raça robusta e longeva, com média de 12 a 14 anos, mas o gargalo genético deixou predisposições que todo tutor deve conhecer. Check-up anual e acompanhamento veterinário são indispensáveis.

  • Displasia coxofemoral: comum em cães médios. Mantenha peso ideal, evite saltos excessivos em filhotes e faça raio-X preventivo se indicado.
  • Luxação de patela: pode causar claudicação intermitente. Fortalecimento muscular e controle de peso ajudam.
  • Problemas oculares: catarata, distiquíase (cílios extras que irritam a córnea) e distrofia corneana. Exame oftalmológico anual é recomendado.
  • Criptorquidismo: em machos, um ou ambos os testículos podem não descer. Exige avaliação veterinária e castração quando indicada.

Por ser sensível ao calor, evite exercícios nas horas mais quentes e nunca deixe sem sombra e ventilação. A pelagem dupla, ao contrário do que parece, ajuda a isolar tanto do frio quanto do calor, por isso não deve ser raspada.

Convivência com crianças, outros cachorros e vida na fazenda

Com crianças, é um dos melhores spitzes. Paciente, brincalhão e pouco possessivo, aguenta bem a agitação e adora jogos de buscar e esconder. Como todo cachorro, precisa de supervisão com crianças pequenas e de ensinar a criança a respeitar o espaço do animal.

Com outros cachorros e até gatos, a convivência costuma ser excelente, desde que socializado cedo. Foi criado para trabalhar em matilha solta, então tende a ser cooperativo e não territorial. Em casa com galinhas ou ovelhas, o instinto de pastoreio pode aparecer: ele tenta agrupar os animais latindo e circulando.

Em apartamento, é possível criar, mas não é o cenário ideal sem manejo. Ele precisa de passeios diários, janelas com barreira visual para não latir para tudo e rotina de companhia. Em casa com quintal seguro e tutor presente, ele floresce. Sítio ou chácara são perfeitos, desde que tenha acesso ao interior da casa.

Vale a pena ter um Pastor-Islandês no Brasil? Para quem ele é indicado

No Brasil a raça ainda é rara e pouco conhecida, com poucos canis especializados e ninhadas pequenas. Isso significa fila de espera e necessidade de pesquisar criadores registrados no CBKC/FCI que façam exames de saúde dos pais.

É uma escolha excelente para quem busca um cachorro médio, alegre, muito apegado e que topa esporte e aventura, mas que também curte colo no sofá. Famílias ativas, casais que trabalham em casa e tutores que gostam de treinar truques vão se apaixonar.

Por outro lado, quem mora em apartamento pequeno, passa o dia fora, tem pouca tolerância a latido e a pelos pela casa ou busca um cão independente e silencioso vai se frustrar. Na nossa avaliação, o Pastor-Islandês não é um cachorro para ser deixado de lado. Ele exige presença, e devolve essa dedicação com lealdade absoluta.

Perguntas frequentes

Pastor-Islandês late muito?

Sim. Foi selecionado para latir ao pastorear e alertar, então é naturalmente vocal. Com treino de silêncio, enriquecimento e evitando gatilhos como ficar horas na janela, o latido fica controlável.

Qual o tamanho do Pastor-Islandês?

É de tamanho médio: fêmeas de 42 a 46 cm e machos de 44 a 48 cm, pesando entre 9 e 14 kg. Corpo retangular, orelhas eretas e cauda enrolada sobre o dorso.

Ele solta muito pelo?

Sim, queda moderada o ano todo e intensa duas vezes ao ano na troca de subpelo. Escovação 2 a 3 vezes por semana, diária na muda, ajuda muito.

Pastor-Islandês se dá bem com crianças e outros animais?

Muito bem. É paciente, brincalhão e sociável, ótimo com crianças e outros cachorros quando socializado desde filhote. Supervisão com crianças pequenas é sempre necessária.

Pode viver em apartamento?

Pode, mas exige passeios diários, estímulos mentais e treino para latido. Casas com quintal e tutor presente são mais adequadas para a raça.

Qual a diferença entre pelo curto e pelo longo?

Ambos têm subpelo denso. O pelo curto é mais justo ao corpo e o longo tem juba no pescoço, franjas nas pernas e cauda mais cheia. Os cuidados são iguais.

Pastor-Islandês é bom para tutor de primeira viagem?

Pode ser, se o tutor for dedicado, presente e disposto a treinar com reforço positivo e lidar com latido e pelos. Para quem busca cão independente e silencioso, não é a melhor escolha.

Você sabia?

1

Salvo da extinção com menos de 20 cães

No final dos anos 1950, restavam cerca de 10 a 15 Pastores-Islandeses puros na Islândia. O inglês Mark Watson e o criador S. Petursson reuniram os últimos exemplares e recomeçaram a raça, base de todos os cães atuais.

2

Ergôs duplos nas patas traseiras

Muitos exemplares nascem com dois esporões nos posteriores, característica herdada de cães nórdicos para melhor tração na neve e na lava. O padrão FCI considera desejável e pontua a presença.

3

Latido como ferramenta de trabalho

Diferente de pastores que conduzem em silêncio, ele foi selecionado para latir ao pastorear e para espantar aves que atacavam cordeiros. Por isso, o latido frequente não é defeito, é instinto.

4

Parente próximo do Corgi?

Estudos de linhagem mostram que o Pastor-Islandês compartilha ancestrais com o Buhund e pode ter influenciado raças britânicas levadas por vikings, o que explica semelhanças pontuais com cães de pastoreio de perna curta.

Fontes

  1. FCI - Fédération Cynologique Internationale - Padrão 289 Icelandic Sheepdog
  2. AKC - American Kennel Club - Icelandic Sheepdog
  3. CBKC - Confederação Brasileira de Cinofilia

Prós e contras: Pastor-Islandês

Prós

  • Extremamente afetuoso e sociável com família, crianças e outros animais
  • Inteligente e fácil de treinar com reforço positivo, ótimo para agility e truques
  • Tamanho médio versátil, rústico e longevo (12 a 14 anos)
  • Alerta e vigilante sem ser agressivo, bom cão de aviso
  • Adapta-se bem a clima frio e a vida ativa ao ar livre

Contras

  • Tendência alta a latir, precisa de treino desde filhote
  • Queda de pelo intensa na troca sazonal, exige escovação frequente
  • Não tolera ficar sozinho por longas horas, propenso à ansiedade por separação
  • Raça rara no Brasil, com poucos canis e fila de espera
  • Sofre com calor excessivo e precisa de manejo no verão
Nossa opinião

Na nossa avaliação, o Pastor-Islandês é o spitz mais equilibrado para família: tem a alegria do Spitz Alemão sem a desconfiança excessiva e a energia de pastoreio sem a intensidade obsessiva do Border Collie. Só recomendamos para quem realmente pode oferecer presença e manejo do latido, porque sem companhia ele sofre e faz sofrer os vizinhos.

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Sansão Monteiro
Escrito porSansão MonteiroEditor de Animais

Ele é criador de conteúdo sobre animais, com foco em raças de cães e gatos, comportamento, características físicas e cuidados essenciais. Através de pesquisa em fontes confiáveis, procura…

Deyse Timana
Revisão especializadaDeyse TimanaVeterinária - Redatora

Sou uma entusiasta do universo dos peixes e da vida aquática. Dedico-me a pesquisar e partilhar informações sobre espécies de peixes, alimentação, comportamento, habitat e cuidados, ajudando os…

Última revisão em 17.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.