Pequinês: características, personalidade, pelagem e cuidados
Com a juba abundante ao redor do pescoço e o andar bamboleante característico, o Pequinês parece um pequeno leão em miniatura. Essa aparência majestosa, combinada com o focinho achatado e os olhos grandes e escuros, chama a atenção de quem busca um companheiro de porte reduzido, mas com presença marcante.
Originário da China imperial, o Pequinês mede entre 15 e 23 cm na cernelha e pesa, no máximo, 5 kg nos machos e 5,4 kg nas fêmeas segundo o padrão FCI. O corpo compacto, de ossatura pesada, e a pelagem longa e densa formam a silhueta típica da raça, reconhecida como cão de companhia no Grupo 9.
A principal dúvida de quem considera adotar um Pequinês costuma girar em torno da pelagem exigente e da sensibilidade respiratória típica dos braquicefálicos. Entender esses pontos antes de trazer o cachorro para casa evita surpresas e garante uma convivência equilibrada.
Em poucas linhas, o que você precisa saber sobre o Pequinês:
- O peso ideal não ultrapassa 5 kg nos machos e 5,4 kg nas fêmeas, com corpo surpreendentemente pesado para o tamanho.
- A pelagem dupla exige escovação diária para evitar nós, especialmente na juba e nas franjas das orelhas e cauda.
- O andar rolante e a expressão altiva fazem parte do padrão da raça, não de um problema de saúde.
- Como braquicefálico, o Pequinês tolera mal o calor e o exercício intenso; passeios curtos em horários frescos são suficientes.
- A personalidade é independente e leal ao tutor, com tendência a ser reservado com estranhos.
- A expectativa de vida média fica entre 12 e 14 anos quando o peso e a higiene das dobras faciais são controlados.

🐶 Ficha da raça: Pequinês
🐕 Identificação
- Nome da raça
- Pequinês
- Origem
- China imperial
- Grupo
- Grupo 9 — cães de companhia (FCI)
- Porte
- Toy / pequeno
- Altura
- 15 a 23 cm
- Peso
- Máx. 5 kg (machos) / 5,4 kg (fêmeas)
- Expectativa de vida
- 12 a 14 anos
- Pelagem
- Dupla longa e densa (juba leonina)
- Cores
- Várias
❤️ Temperamento
- Temperamento
- Independente, leal e reservado com estranhos
- Nível de energia
- Baixo a moderado
- Inteligência
- Boa
- Facilidade de treinamento
- Moderada (independente)
- Apego ao tutor
- Alto
- Com crianças
- Bom com supervisão
- Com outros cães
- Depende da socialização
- Com estranhos
- Reservado
- Tendência a latir
- Moderada
- Necessidade de companhia
- Moderada a alta
🧼 Cuidados
- Exercícios
- Passeios curtos em horários frescos
- Escovação
- Diária (juba e franjas)
- Banho
- Quando necessário
- Queda de pelos
- Moderada a alta
- Alimentação
- Controle rigoroso de peso
- Apartamento
- Excelente
- Necessidade de espaço
- Baixa
- Hipoalergênico
- Não
🩺 Saúde
- Problemas associados à raça
- Braquicefalia (sensibilidade ao calor), problemas respiratórios, dobras faciais
- Cuidados preventivos
- Higiene das dobras; evitar calor e exercício intenso
- Acompanhamento veterinário
- Check-ups regulares; atenção a respiração e peso
⭐ Ideal para: Tutores que buscam um cão de companhia pequeno, leal e de aparência majestosa, com tempo para escovação diária.
Pode não ser ideal para: Quem vive em clima muito quente sem controle, ou quem não tem tempo para higiene de dobras e pelagem.
O que é o Pequinês?
O Pequinês é uma raça de cachorro de companhia desenvolvida na China antiga, mantida exclusivamente pela família imperial por séculos. Conhecido historicamente como “cão-leão” ou “cão de manga” (por caber nas mangas amplas das vestes da nobreza), ele chegou ao Ocidente após 1860, quando tropas britânicas levaram exemplares do Palácio de Verão de Pequim.
Classificado no Grupo 9 da FCI (Cães de Companhia), seção 8, o padrão oficial exige aparência leonina, corpo compacto e dignidade no porte. Qualquer sinal de dificuldade respiratória em condições normais ou incapacidade de se mover com solidez é considerado falta grave.
Não se confunde com o Shih Tzu nem com o Lhasa Apso: o Pequinês tem focinho mais curto, corpo mais baixo e o andar caracteristicamente rolante. A versão “sleeve dog” histórica era ainda menor, mas o padrão atual unifica o tamanho sob o limite de peso de 5–5,4 kg.

Origem e história do Pequinês na corte chinesa
Registros artísticos da dinastia Tang (século VIII) já mostram cães semelhantes ao Pequinês. Por mais de mil anos, apenas membros da família imperial podiam criá-los; o roubo de um exemplar era punido com a morte. A lenda popular atribui a criação da raça ao próprio Buda, que teria encolhido um leão para o tamanho de um cachorro.
Em 1860, durante a Segunda Guerra do Ópio, soldados britânicos encontraram cinco Pequineses no Palácio de Verão. Um deles foi presenteado à rainha Vitória e recebeu o nome de Looty. A partir daí a raça se espalhou pela Europa e chegou aos Estados Unidos no final do século XIX, sendo reconhecida pelo AKC em 1906.
No Brasil, o padrão seguido é o da FCI, traduzido e adotado pela CBKC. A raça permanece relativamente rara no país, o que torna a escolha de um criador responsável ainda mais importante.

Tamanho, peso e aparência física do Pequinês
O Pequinês adulto fica entre 15 e 23 cm na cernelha. O peso ideal, segundo o padrão FCI, não ultrapassa 5 kg nos machos e 5,4 kg nas fêmeas. Apesar do porte pequeno, o corpo é surpreendentemente pesado quando se ergue o cachorro — ossatura robusta e peito largo são características essenciais.
A silhueta é periforme: peito profundo e largo, lombo mais estreito e membros anteriores um pouco arqueados. A cabeça é proporcionalmente grande e mais larga do que profunda, com crânio plano entre as orelhas e stop marcado.
O andar típico é lento e digno, com um balanço lateral no quarto dianteiro conhecido como “roll”. Qualquer dificuldade respiratória ou de locomoção em condições normais desqualifica o animal no padrão oficial.

Pelagem do Pequinês: tipos, cores e manutenção diária
A pelagem é dupla: o pelo de cobertura é longo, reto e de textura áspera; o subpelo é denso e macio. A juba ao redor do pescoço e dos ombros é a marca visual mais forte da raça, estendendo-se além das escápulas. Franjas longas cobrem orelhas, parte posterior das pernas, cauda e dedos.
Todas as cores e marcações são aceitas, com exceção de albino e fígado (liver). As mais comuns são fulvo, vermelho, sable, creme, preto, cinza e branco, com ou sem máscara preta. Particolor devem ter manchas uniformemente distribuídas.
O comprimento e o volume do pelo não devem atrapalhar o movimento nem esconder a silhueta do corpo. Pelagem excessiva é considerada falta. Muitos tutores de pets optam por um corte mais curto (“puppy cut”) para reduzir o tempo diário de escovação, mantendo apenas a juba e as franjas.

Personalidade e temperamento do Pequinês
O padrão FCI descreve o Pequinês como corajoso, leal, reservado, sem ser tímido ou agressivo. Na prática, ele se comporta como um pequeno aristocrata: escolhe a quem se apegar e mantém distância educada de estranhos. O vínculo com o tutor principal costuma ser intenso e exclusivo.
É um cachorro de personalidade forte e independente. Não é do tipo que faz qualquer coisa por um petisco; prefere decidir se a atividade vale a pena. Essa teimosia exige consistência e reforço positivo, nunca punição física.
Apesar do tamanho, o Pequinês funciona bem como cão de alerta. Late pouco, mas avisa quando percebe algo fora do padrão. Com crianças, convive melhor com as mais velhas, que respeitam o espaço e não forçam o contato.

Como é a convivência do Pequinês com crianças e outros pets
O Pequinês tolera crianças que saibam interagir com calma. Por ser pequeno e de ossatura relativamente frágil nas costas, não é a melhor escolha para famílias com bebês ou crianças muito ativas que possam cair sobre ele ou puxar a pelagem.
Com outros cães, costuma se dar bem se a socialização começar cedo. Pode tentar “mandar” em cães maiores, o que exige supervisão. Com gatos e pequenos mamíferos, a convivência costuma ser tranquila quando todos crescem juntos.
A independência da raça ajuda em lares onde o tutor trabalha fora: o Pequinês não exige atenção constante, mas valoriza a presença do dono quando este está em casa. Longos períodos de solidão, porém, podem gerar comportamentos de protesto.

Cuidados diários com as dobras faciais e os olhos
As dobras da face, especialmente a prega acima do focinho, retêm umidade, restos de comida e lágrimas. Se não forem limpas todos os dias, desenvolvem dermatite por leveduras ou bactérias, com odor e vermelhidão.
A limpeza deve ser feita com pano macio levemente umedecido ou lenço específico para pets, secando bem a seguir. Os olhos grandes e proeminentes precisam de inspeção diária: qualquer secreção excessiva, vermelhidão ou coceira merece atenção veterinária rápida.
Por causa do focinho curto, o Pequinês é propenso a úlceras de córnea e olho seco (ceratoconjuntivite seca). Manter as dobras secas e evitar que pelos da face esfreguem nos olhos reduz bastante o risco.

Escovação, banho e higiene da pelagem
A pelagem longa e densa forma nós com facilidade, principalmente atrás das orelhas, nas axilas e na região posterior. Escovação diária com escova slicker e pente de metal, partindo da pele até as pontas, é o mínimo para manter o pelo saudável.
Banho a cada três ou quatro semanas com shampoo neutro para cães de pelo longo costuma bastar. Secagem completa com secador em temperatura baixa evita umidade residual que favorece fungos. Muitos tutores preferem o corte curto para facilitar o manejo diário.
Unhas devem ser aparadas a cada duas ou três semanas. Orelhas precisam de inspeção semanal e limpeza quando houver acúmulo de cera. A escovação dos dentes três a quatro vezes por semana ajuda a controlar o tártaro, comum em raças de focinho curto.

Tabela de cuidados principais do Pequinês
Os cuidados diários e semanais do Pequinês se concentram na pelagem, nas dobras faciais e no controle de peso. A tabela abaixo resume a frequência prática para um adulto saudável.
| Necessidade | Cuidados principais | Frequência |
|---|---|---|
| Pelagem | Escovação completa até a pele, remoção de nós | Diária |
| Dobras faciais | Limpeza e secagem completa | Diária |
| Olhos | Remoção de secreção e inspeção | Diária |
| Banho | Shampoo neutro + secagem total | A cada 3–4 semanas |
| Unhas e orelhas | Corte de unhas e limpeza auricular | Semanal / a cada 15 dias |
| Dentes | Escovação com pasta específica para cães | 3–4 vezes por semana |

Alimentação do Pequinês: quantidades e cuidados práticos
Um Pequinês adulto de 4 a 5 kg costuma consumir entre ½ e ¾ de xícara de ração seca de boa qualidade por dia, dividida em duas refeições. A quantidade exata depende da fórmula do alimento e do nível de atividade individual; o ideal é sentir as costelas facilmente ao toque, sem depósito excessivo de gordura.
Rações formuladas para raças toy ou de pequeno porte, com proteína de alta digestibilidade e controle de calorias, funcionam bem. Evite deixar comida à vontade: o Pequinês engorda com facilidade e cada grama a mais sobrecarrega a coluna e a respiração.
Petiscos devem entrar no cálculo diário de calorias. Em dias muito quentes, alguns tutores preferem ração úmida ou comida caseira balanceada sob orientação veterinária, pois a hidratação extra ajuda a regular a temperatura corporal.

Exercício e atividade física adequada ao Pequinês
O Pequinês precisa de 20 a 40 minutos de atividade diária, preferencialmente em dois passeios curtos. Caminhadas leves em horários frescos (início da manhã ou final da tarde) são suficientes. Evite corridas, saltos e brincadeiras intensas sob sol forte.
Por ser braquicefálico, o cachorro regula mal a temperatura corporal. Sinais de overheating incluem respiração ofegante intensa, língua azulada, salivação excessiva e recusa em continuar andando. Nesses casos, interrompa imediatamente e leve o animal para local fresco.
Dentro de casa, brinquedos de interação e sessões curtas de busca com brinquedos leves mantêm a mente ocupada sem sobrecarregar o sistema respiratório. O uso de peitoral em vez de coleira no pescoço reduz a pressão sobre as vias aéreas.

Como treinar o Pequinês sem frustração
O Pequinês responde melhor a sessões curtas (5 a 10 minutos), reforço positivo e recompensas de alto valor. Comandos básicos como “senta”, “fica” e “vem” são ensinados com paciência; a raça raramente obedece por obrigação.
A teimosia é traço de personalidade, não falta de inteligência. Evite repetir o mesmo comando várias vezes seguidas: se o cachorro não responder, interrompa a sessão e retome mais tarde. Consistência entre todos os membros da casa é fundamental.
Socialização precoce com pessoas, sons e outros animais reduz a tendência à reserva excessiva. Aulas de adestramento em grupo só funcionam se o ambiente for calmo e o instrutor tiver experiência com raças toy independentes.

Problemas de saúde mais comuns no Pequinês
A síndrome braquicefálica (BOAS) é a condição mais frequente: narinas estreitas, palato mole alongado e traqueia reduzida dificultam a respiração. Sintomas incluem ronco constante, intolerância ao exercício e dificuldade em dias quentes. Em casos graves, cirurgia corretiva pode ser indicada.
Problemas oculares (úlcera de córnea, olho seco, prolapso de globo ocular) decorrem dos olhos proeminentes e da órbita rasa. A doença do disco intervertebral (IVDD) aparece com mais frequência em animais acima do peso ou que saltam de móveis altos.
Outras condições relatadas incluem luxação de patela, problemas dentários por apinhamento e dermatite nas dobras. Manter o peso ideal, limpar as dobras diariamente e evitar esforço em ambientes quentes reduz a incidência da maioria desses problemas.

Sinais de alerta e como responder
Alguns sinais merecem atenção imediata no Pequinês. A tabela abaixo resume situações comuns e a resposta prática esperada.
| Sinal | O que costuma acontecer | Como responder |
|---|---|---|
| Respiração ofegante intensa após esforço leve | Possível crise de BOAS ou superaquecimento | Levar para local fresco, oferecer água e procurar veterinário se não melhorar em minutos |
| Olho vermelho, semicerrado ou com secreção | Úlcera de córnea ou irritação por pelo | Não medicar por conta própria; consulta oftalmológica veterinária no mesmo dia |
| Recusa em subir ou descer de móveis + dor ao toque na coluna | Possível problema de disco intervertebral | Restringir movimento e levar ao veterinário; evitar carregar pelo abdômen |
| Odor forte e vermelhidão nas dobras faciais | Dermatite por umidade acumulada | Limpar e secar; se persistir, avaliação dermatológica |
| Mau hálito intenso e dificuldade para mastigar | Doença periodontal avançada | Escovação regular + limpeza profissional sob anestesia quando indicado |

O Pequinês se adapta bem a apartamento?
Sim. O porte reduzido, a baixa necessidade de exercício e a personalidade independente tornam o Pequinês um dos melhores candidatos a apartamento. Ele se contenta com passeios curtos e brincadeiras internas.
O ponto de atenção é a temperatura: apartamentos sem ar-condicionado em regiões quentes exigem ventilação constante e horários de passeio muito cedo ou à noite. Tapetes antiderrapantes ajudam a evitar escorregões que sobrecarregam a coluna.
Latidos são pouco frequentes, o que favorece a convivência em prédios. Ainda assim, a socialização com barulhos de elevador, portas e vizinhos deve começar cedo para evitar reatividade excessiva.

Como escolher um filhote de Pequinês saudável
Procure criadores que apresentem os pais, façam testes de saúde (principalmente respiratório e ocular) e entreguem o filhote com protocolo vacinal e vermifugação em dia. Evite anúncios de “Pequinês miniatura” ou “sleeve dog” como se fossem variedades oficiais — o padrão atual não reconhece subdivisões de tamanho.
Observe a respiração do filhote em repouso: deve ser silenciosa ou apenas um leve ronronar. Olhos limpos, sem lacrimejamento excessivo, e pelagem sem áreas calvas ou com crostas são bons sinais. O filhote deve se mover com o andar típico da raça, sem claudicação.
Peça o pedigree e o registro na CBKC. Criadores sérios acompanham o desenvolvimento até pelo menos 60–70 dias e orientam sobre alimentação e primeiros cuidados. Desconfie de preços muito abaixo da média de mercado.

Vale a pena ter um Pequinês?
O Pequinês vale a pena para quem busca um companheiro leal, de porte reduzido e personalidade marcante, e está disposto a investir tempo diário na pelagem e nas dobras faciais. Ele se adapta bem a apartamentos e a rotinas tranquilas, desde que o calor excessivo seja evitado.
Não é a raça ideal para quem viaja com frequência, mora em regiões muito quentes sem refrigeração ou tem crianças pequenas e agitadas. A teimosia e a necessidade de higiene constante também afastam tutores que preferem cães de baixa manutenção.
Quando as expectativas estão alinhadas com a realidade da raça — juba que exige escova, respiração que pede cuidado e lealdade que se conquista com paciência —, o Pequinês se torna um companheiro de longa data, com presença de pequeno imperador dentro de casa.

Perguntas frequentes sobre o Pequinês
O Pequinês late muito?
Não. A raça late pouco e geralmente só quando percebe algo fora do normal. Essa característica a torna adequada para apartamentos, desde que a socialização com barulhos urbanos seja feita desde filhote.
Quanto tempo vive um Pequinês?
A expectativa média fica entre 12 e 14 anos. Animais mantidos no peso ideal, com higiene regular das dobras e sem crises respiratórias graves tendem a alcançar a faixa superior desse intervalo.
O Pequinês precisa de tosa frequente?
A tosa completa não é obrigatória, mas muitos tutores optam por um corte mais curto a cada seis ou oito semanas para facilitar a escovação diária. A juba e as franjas podem ser mantidas se houver tempo para a manutenção.
Pequinês pode ficar sozinho durante o dia?
Sim, desde que o período não ultrapasse seis a oito horas e o ambiente esteja fresco. A raça é independente, mas períodos muito longos de solidão podem gerar ansiedade e comportamentos indesejados.
Qual a diferença entre Pequinês e Shih Tzu?
O Pequinês tem focinho mais curto, corpo mais baixo e alongado, e o andar rolante típico. O Shih Tzu apresenta focinho um pouco mais longo, pelagem que cai sobre os olhos com mais frequência e temperamento geralmente mais sociável com estranhos.
O Pequinês tolera o calor brasileiro?
Com dificuldade. Em regiões quentes é essencial manter o ambiente climatizado, passear apenas em horários frescos e observar sinais de ofegância excessiva. A pelagem densa e a anatomia braquicefálica tornam o superaquecimento um risco real.