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Cabomba

Cabomba caroliniana A. Gray

Atualizado em

30 a 80 cm submersaTamanho
Alta a muito altaLuminosidade
Aquática submersaRega
PereneCiclo de vida
MédiaDificuldade
Cabomba caroliniana submersa em aquário com folhas plumosas verde-claras

A Cabomba é uma planta aquática submersa de crescimento rápido, famosa no aquarismo por suas folhas finamente recortadas em forma de leque e pelo efeito de moita verde-clara que cria no aquário. Nativa das Américas, ela vive totalmente debaixo d'água e só lança flores brancas ou amareladas acima da superfície quando as condições permitem.

Muito confundida com Myriophyllum e Egeria, a Cabomba se distingue pelo caule frágil e quebradiço e pelas folhas opostas ou verticiladas extremamente divididas, que parecem plumas. É bonita e oxigenadora, mas exige luz forte, água limpa e poda frequente — sem isso, perde as folhas de baixo e apodrece rapidamente.

No Brasil, as espécies mais comuns são Cabomba caroliniana e Cabomba furcata, encontradas em lagoas, represas e rios de água calma. Por crescer até 5 cm por dia em ambiente ideal, tornou-se invasora em vários países quando descartada incorretamente na natureza.

Também conhecido como: Cabomba, Fanwort, Carolina fanwort, Cabomba-verde, Cabomba-vermelha

Faz parte de: Plantas Ornamentais

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Galeria de fotos de Cabomba

Cabomba caroliniana submersa em aquário com folhas plumosas verde-claras
Cabomba caroliniana formando moita densa e plumosa em aquário plantado.
Close-up das folhas em leque da Cabomba finamente divididas
Detalhe das folhas em leque, finamente recortadas, típicas da Cabomba.
Detalhe do caule fino e oco da Cabomba com nós e raízes
Caule fino e quebradiço com folhas verticiladas e raízes nos nós.
Cabomba furcata avermelhada com folhas cor de vinho em aquário
Variedade avermelhada Cabomba furcata, que exige luz intensa e ferro.
Flores brancas da Cabomba acima da água com centro amarelo
Floração da Cabomba com flores brancas acima da superfície da água.
Plantio de estacas de Cabomba no substrato do aquário
Plantio por estacas: hastes enterradas levemente no substrato fértil.
Ideal para

Ideal para aquaristas que buscam uma planta de crescimento rápido para criar moitas densas, esconder equipamentos e servir de refúgio para filhotes e camarões. Funciona muito bem em aquários plantados com luz forte, CO2 e rotina de poda, onde cria um visual natural e ajuda a oxigenar a água. Também é indicada para lagos artificiais controlados e aquários de criação, pois cresce rápido e oferece abrigo seguro. Para quem gosta de aquapaisagismo, as variedades avermelhadas dão ponto de cor sem precisar de plantas mais difíceis.

Pode não ser ideal para

Pode não ser ideal para quem tem aquário com luz fraca, sem CO2 ou sem tempo para podas semanais, pois ela perde folhas, suja a água e morre rapidamente nessas condições. Também não é adequada para quem tem peixes grandes e agitados, como ciclídeos africanos e kinguios, que quebram os caules frágeis e desenterram as hastes. Não é recomendada para lagos sem manejo ou para quem não pode garantir o descarte correto da poda, já que o risco de se tornar invasora em rios e represas é alto. Quem busca planta de baixa manutenção deve preferir Anubias ou Egeria.

Cultivo rápido

Luz
Muito alta; 50 a 80 PAR no substrato, 8 a 10 horas por dia; sem luz forte perde folhas da base
Rega
Submersa permanente; não tolera ficar emersa por mais de poucas horas
Solo
Substrato fértil para aquário, 3 a 5 cm, fino a médio, rico em ferro e nutrientes
Temperatura
18 °C a 28 °C, ideal 22 °C a 26 °C; sensível a frio intenso e calor acima de 30 °C
Adubação
Fertilização líquida semanal com ferro e potássio + pastilhas de substrato a cada 60 dias; CO2 20 a 30 mg/L recomendado
Poda
Semanal; corte acima de um nó quando atingir a superfície; replante as pontas e descarte seco no lixo
Propagação
Estacas de caule com 2 a 3 nós; enraizamento em 7 a 14 dias sem hormônio

Perfil rápido de Cabomba

Calendário

Plantio (aquário)JFMAMJJASOND
Poda/manutençãoJFMAMJJASOND
Floração (em lagos)JFMAMJJASOND

Toxicidade e riscos

  • PetsNão tóxica
  • PessoasNão tóxica

Considerada segura para peixes, camarões, gatos e cachorros; não há relatos de toxicidade, mas evite ingestão e mantenha a água do aquário fora do alcance de crianças e pets.

Habitat

Ambientes

  • Lagoas e represas de água doce calma
  • Rios e igarapés de baixa correnteza
  • Brejos e áreas alagadas
  • Aquários e lagos artificiais

Biomas

  • Amazônia
  • Pantanal
  • Mata Atlântica
  • Cerrado
  • Pampa

Encontrado em 6 países

  • Brasil
  • Argentina
  • Paraguai
  • Estados Unidos
  • México
  • Colômbia

Classificação científica

Reino
Plantae
Filo
Tracheophyta
Classe
Magnoliopsida
Ordem
Nymphaeales
Família
Cabombaceae
Gênero
Cabomba
Espécie
Cabomba caroliniana A. Gray

Resumo

  • A Cabomba é uma planta aquática submersa perene, nativa das Américas, com folhas em forma de leque finamente divididas e caule delicado que exige luz intensa e água limpa para não perder folhas.
  • O plantio é feito por estacas do caule fixadas no substrato do aquário, com necessidade de CO2 e fertilização líquida para manter o crescimento denso e evitar o derretimento da base.
  • Existem espécies verdes como C. caroliniana e avermelhadas como C. furcata, todas de crescimento rápido que precisam de poda semanal e não são tóxicas para peixes, camarões e pets.

Características

Ficha da planta

Nome popularCabomba, fanwort, cabomba-verde
Nome científicoCabomba caroliniana A. Gray (gênero Cabomba spp.)
Família botânicaCabombaceae
OrigemAméricas (sul dos EUA ao sul do Brasil e Argentina)
Tipo de plantaAquática submersa, enraizada
Ciclo de vidaPerene
Tamanho30 a 80 cm de altura (até 2 m em natureza)
Coresverde-claroverde-escuroavermelhadavinho
LuminosidadeSol pleno a meia-sombra forte (aquário: luz intensa)
RegaSubmersa permanentemente
SoloSubstrato fértil para aquário, arenoso-argiloso, rico em nutrientes
Temperatura18 °C a 28 °C (ideal 22 °C a 26 °C)
PropagaçãoEstacas de caule e divisão de touceira
Toxicidade para petsNão tóxica para peixes, camarões e mamíferos

Perfil e comportamento

Necessidade de luzMuito alto
Necessidade de águaMuito alto
Facilidade de cultivoMédio
Adequação a vasosBaixo
Resistência a pragasMédio
Tolerância ao frioMédio
Tolerância ao calorAlto
Valor ornamentalMuito alto

Como identificar a Cabomba sem confundir com outras plantas de aquário

A Cabomba tem folhas submersas extremamente divididas em segmentos finos como agulhas, dispostas em pares opostos ou em verticilos de 3 a 4 no mesmo nó do caule. Cada folha forma um leque de 3 a 6 cm de diâmetro que parece uma pluma. É esse aspecto plumoso e delicado que a diferencia de Myriophyllum (folhas em verticilos mais rígidos) e de Egeria densa (folhas inteiras, sem divisão).

O caule é fino, oco, quebradiço e pouco ramificado na base, ramificando mais perto da superfície. A planta produz dois tipos de folha: as submersas, recortadas, e as flutuantes, pequenas e em forma de escudo, que só aparecem quando a haste chega à superfície para florescer. As flores são pequenas, com 3 pétalas e 3 sépalas brancas, amareladas ou rosadas, com centro amarelo, e abrem fora d’água.

Em aquário, a cor entrega a espécie: Cabomba caroliniana é verde-clara a verde-escura, enquanto Cabomba furcata e Cabomba piauhyensis são avermelhadas a vinho quando recebem luz forte e ferro. Se as folhas de baixo caem e o caule fica pelado, não é outra espécie — é falta de luz.

Onde a Cabomba vive na natureza e por que virou problema ambiental

Na natureza, a Cabomba habita lagoas, represas, brejos e rios de corrente lenta com água doce, ácida a neutra e rica em nutrientes. Ocorre desde o sudeste dos Estados Unidos até a Argentina, com grande diversidade na Amazônia e no Pantanal. No Brasil, é nativa e comum em áreas alagadas do Norte, Centro-Oeste e Sudeste.

Por crescer até 5 cm por dia e dobrar a biomassa em poucas semanas, ela forma tapetes densos que bloqueiam a luz, reduzem o oxigênio e atrapalham navegação e pesca. Quando aquaristas descartam restos de poda em rios ou esgotos, a planta se estabelece facilmente. Por isso, Cabomba caroliniana é considerada invasora na Austrália, Japão, China e partes da Europa, onde sua venda e transporte são restritos.

No ambiente natural, ela é importante como abrigo e berçário para peixes, girinos e invertebrados e como oxigenadora. Mas o equilíbrio depende de herbívoros e de variação de nível d’água — condições que não existem em um aquário ou lago artificial sem manejo.

Luz, CO2 e água: o tripé que decide se a Cabomba prospera ou derrete

Cabomba não é planta para aquário com luz fraca. Ela precisa de iluminação intensa, de 0,8 a 1,2 watts por litro ou 50 a 80 PAR no substrato, por 8 a 10 horas por dia. Com luz abaixo disso, a parte inferior perde folhas em 7 a 10 dias, o caule estica e a planta “derrete”. Luz forte mantém os entrenós curtos e a moita compacta.

O segundo pilar é o CO2 injetado entre 20 e 30 mg/L. Sem CO2, ela até sobrevive, mas cresce esparsa, pálida e com folhas menores. Com CO2 e fertilização líquida rica em ferro, potássio e micronutrientes, o crescimento é explosivo e a coloração avermelhada aparece nas espécies vinho. pH ideal entre 6,0 e 7,2 e dureza baixa a média (GH 4 a 12).

  • Temperatura: 22 °C a 26 °C é o ideal; abaixo de 18 °C o crescimento para, acima de 30 °C as folhas afinam e algas tomam conta.
  • Filtragem e fluxo: água limpa e cristalina com fluxo suave a moderado; corrente muito forte quebra os caules.
  • Substrato: fértil, com 3 a 5 cm de altura, granulometria fina a média para fixar as estacas sem sufocar as raízes delicadas.

Como plantar Cabomba no aquário sem que ela boie ou apodreça

Plante sempre por estacas de 10 a 15 cm com pelo menos 3 a 4 nós. Remova as folhas dos 2 nós inferiores e enterre esses nós no substrato, sem esmagar o caule. Não use chumbada de metal apertada — ela estrangula e apodrece a base. Prefira enterrar levemente ou usar anel de cerâmica largo.

Deixe espaço de 3 a 4 cm entre as hastes para a luz chegar até a base. Plantar um maço apertado é o erro mais comum: as hastes do meio ficam sem luz e morrem em poucos dias, soltando-se e boiando. Plante em grupos de 5 a 7 hastes no fundo ou meio do aquário, onde pegue mais luz.

Nos primeiros 5 dias, a Cabomba pode soltar folhas e ficar transparente — é a adaptação. Mantenha luz forte, CO2 estável e sem mexer nas hastes. Se a haste boiar, replante imediatamente; se apodrecer na base, corte a parte mole e replante a ponta saudável. Não plante em aquário recém-montado sem ciclagem, pois amônia alta queima as folhas finas.

Poda, propagação e manutenção para não virar praga no aquário

A poda é semanal em aquário bem iluminado. Quando a haste encostar na superfície, corte 10 a 15 cm abaixo da superfície, sempre acima de um nó. A parte cortada pode ser replantada e a base cortada rebrotará com 2 novos ramos, deixando a moita mais cheia. Nunca deixe a planta formar tapete na superfície por mais de 2 dias — ela sombreia tudo embaixo.

A propagação é simples: qualquer pedaço de caule com 2 nós enraíza em 7 a 14 dias. Basta cortar e replantar. Por isso, nunca descarte poda no vaso sanitário, pia ou em corpos d’água. Seque ao sol e descarte no lixo seco. Em lagos externos, a Cabomba deve ser contida com barreiras físicas e podas frequentes.

Adubação: use substrato fértil + fertilizante líquido semanal e, se possível, pastilhas de ferro perto das raízes a cada 2 meses. Troca parcial de 30% da água por semana é essencial para remover matéria orgânica que causa algas filamentosas, o principal inimigo da Cabomba — os filamentos se prendem nas folhas plumosas e são difíceis de remover sem quebrar a planta.

Principais espécies e variedades de Cabomba no Brasil

O gênero Cabomba tem 5 espécies reconhecidas, todas americanas. No comércio brasileiro, três dominam:

Espécie Cor e folha Exigência Onde encontrar
Cabomba caroliniana Verde-clara, folhas mais largas e menos divididas Média, a mais resistente Aquários, represas do Sudeste e Sul
Cabomba furcata Avermelhada a vinho, folhas muito finas e bifurcadas Alta, precisa de luz muito forte e ferro Amazônia e Pantanal, aquários plantados
Cabomba aquatica Verde-escura, folhas em leque bem cheio Média a alta Norte e Nordeste, lagoas amazônicas

Existe ainda Cabomba piauhyensis, endêmica do Nordeste, com tons rosados intensos e considerada uma das mais bonitas, porém mais sensível a variações de pH. Na nossa avaliação, para iniciantes, C. caroliniana verde é a única realmente indicada; as vermelhas exigem aquário com CO2 pressurizado e iluminação profissional e frustram quem começa.

Problemas comuns: por que a Cabomba perde folhas e fica marrom

O sintoma número um é perda de folhas na base com caule pelado. Causa: luz insuficiente chegando embaixo. Solução: aumente a intensidade, afaste as hastes e pode o topo para a luz penetrar. O segundo sintoma é folhas marrons ou transparentes: falta de CO2 e potássio ou água com muitos detritos. Melhore a fertilização e faça trocas de água.

  • Algas filamentosas e petecas: aparecem com excesso de luz sem CO2 equilibrado ou com fosfato alto. Remova manualmente com escova, ajuste CO2 e reduza o fotoperíodo para 8 horas.
  • Caule mole e apodrecido na base: plantio muito profundo, substrato compactado ou chumbada apertada. Corte acima do apodrecido e replante mais raso.
  • Crescimento estiolado e pálido: luz fraca ou temperatura acima de 28 °C. Aumente a luz e mantenha a água entre 22 °C e 26 °C.

Cabomba não sofre com pragas terrestres, mas em lagos pode ser atacada por caramujos e larvas de insetos que comem as folhas jovens. Em aquário, camarões e caramujos são aliados, pois limpam algas sem danificar a planta — desde que não falte alimento.

Perguntas frequentes

Cabomba precisa de CO2 no aquário?

Não é obrigatório para C. caroliniana verde, mas sem CO2 ela cresce rala, pálida e perde folhas da base. Para as variedades avermelhadas e para moitas densas, CO2 entre 20 e 30 mg/L é praticamente indispensável.

Por que minha Cabomba está perdendo folhas embaixo e ficando pelada?

Falta de luz na base. Afaste as hastes 3 a 4 cm entre si, aumente a intensidade da iluminação e pode o topo regularmente para a luz penetrar.

Como plantar Cabomba para não boiar?

Corte estacas de 10 a 15 cm, retire as folhas dos dois nós inferiores e enterre esses nós levemente no substrato. Não aperte chumbada de metal e não enterre muito fundo para não apodrecer.

Cabomba é tóxica para peixes, camarões, gatos ou cachorros?

Não. É considerada não tóxica e segura para aquários com peixes, camarões e para casas com pets. Apenas evite que cães e gatos bebam água do aquário por higiene.

Qual a diferença entre Cabomba e Egeria ou Myriophyllum?

Cabomba tem folhas em leque finamente divididas como plumas e caule quebradiço; Egeria tem folhas inteiras e Myriophyllum tem verticilos mais rígidos e penugem diferente. A textura plumosa da Cabomba é inconfundível de perto.

Cabomba pode ficar fora d'água ou em vaso comum?

Não. É planta aquática submersa obrigatória. Fora d'água desidrata em poucas horas e em vaso com terra seca morre. Só vive submersa em aquário ou lago.

Com que frequência podar a Cabomba?

Em aquário bem iluminado, toda semana. Corte acima de um nó quando encostar na superfície e replante as pontas. Descarte a poda seca no lixo, nunca em ralos ou rios.

Você sabia?

1

Dois tipos de folha na mesma planta

A Cabomba produz folhas submersas super recortadas e folhas flutuantes inteiras em forma de escudo. As flutuantes só surgem quando a haste atinge a superfície para florescer, e muita gente nem sabe que é a mesma espécie.

2

Crescimento que compete com algas

Em aquário com luz e CO2 ideais, a Cabomba pode alongar 3 a 5 cm por dia. Esse ritmo a torna uma aliada contra algas, pois consome nitrato e fosfato mais rápido que as próprias algas.

3

Parente da vitória-régia

Apesar da aparência delicada, a Cabomba pertence à família Cabombaceae, grupo basal das angiospermas e parente próxima das Nymphaeaceae, a família da vitória-régia. É uma das linhagens mais antigas de plantas com flores.

4

Proibida em alguns países

Por ter escapado de aquários e colonizado rios inteiros, a Cabomba caroliniana tem comércio proibido ou restrito na Austrália, em partes da Europa e em alguns estados dos EUA, onde é classificada como praga aquática.

Fontes

  1. Flora e Funga do Brasil - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
  2. Embrapa - Plantas Aquáticas e Invasoras
  3. Tropicos - Missouri Botanical Garden
  4. CABI Invasive Species Compendium - Cabomba caroliniana

Prós e contras: Cabomba

Prós

  • Crescimento muito rápido e efeito de moita densa em poucas semanas
  • Excelente oxigenadora e refúgio para filhotes e camarões
  • Variedades verdes e avermelhadas para aquapaisagismo
  • Propagação fácil por estacas, sem necessidade de sementes

Contras

  • Exige luz muito forte e CO2 para não perder folhas da base
  • Caule frágil que quebra com peixes grandes ou corrente forte
  • Poda semanal obrigatória, senão sombreia o aquário
  • Risco de se tornar invasora se descartada na natureza
Nossa opinião

Na nossa avaliação, a Cabomba é uma das plantas mais bonitas para aquário, mas está longe de ser para iniciantes sem luz forte e CO2. Quando bem mantida, entrega um efeito de moita que poucas espécies conseguem; quando negligenciada, vira sinônimo de sujeira e frustração.

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Última revisão em 17.10.2026. Conteúdo informativo; em caso de dúvida, consulte um profissional.